Lua Azul

9 Capítulo 9


Notas iniciais
Obrigada por esperarem!
Ai esta mais um cap!

- O que está acontecendo? — Perguntei quando já estavamos do lado de fora.


-Eles se foram. Havia uma televisão ligada nos fundos também. Acho que ele viram a notícia, ligaram para a polícia e fugiram.

Entramos no carro e demos a partida. Quando estavamos na rua, ele me entregou o crachá falso. Parecia que eles haviam terminado de fazê-lo e o abandoram ali. Estava escrito o nome Sara Brown, que era ser humano de 18 anos, com permissão de sair da cidade. O mais interessante de tudo era a foto. Donna havia feito um bom trabalho diminuindo minha palidez. Eu não estava com um tom de pele escuro nem nada, mas era um tom natural. E os olhos... os olhos eram lindos. Um azul claro e suave. Fiquei encantada.

-Pelo menos não tivemos de pagar.

-Não que isso nos ajude muito. Não posso atravessar a froteira.

-Por que não?

-Pete deve ter contado à polícia que eu estou com você... a essa altura, eles devem ter puxado todas as minhas informações... incluindo a placa do carro. Qualquer patrulha deve estar sabemdo que estavamos por perto.

A vontade de chorar voltou e mas uma vez eu me controlei. Tentei ser forte e pensar em uma solução.

-Podemos roubar um carro?

Ele olhou para mim. — Sabe fazer isso?

-Não.

-Você acha que eu sei?Acha que é algo que todos os seres humanos de classe baixa sabem fazer?Acredita que somos todos criminosos?

-Não... é claro que não. É que...

-Mas.- ele interrompeu. — Você deve saber uma coisa.

De repente parou o veículo perto da calçada e abriu a porta do carro.

-Venha.

Eu corri atrás dele.- O que estamos fazendo?

-Encontrando outro transporte.

Atravessamos um estacionamento e acabamos em uma rua que lembra a do Club Fathon, onde estávamos. Mas, assim como o bairro do salão de tatuagem, tudo ali era mais sujo e mais simples. Ficamos mais para o lado, e Nathan observou as pessoas. Elas passaram por nós sem nos notar. Eramos seres humanos comuns.

Por fim, ele reparou em dois caras que estavam saindo de um bar. Um deles levava um chaveiro e uma ponta roxa estava aparente perto de sua cintura. Nathan me segurou pela mão, e corremos até eles. Ele voltou a sorrir.

Notas finais
Valeu!