Lowe Pérsia
1 Capítulo 1 - Misterioso rugido da madrugada
- Jade! Ande de pressa seu pai não ira ficar a manhã toda te esperando!
- Tudo bem mamãe! Já estou terminando de fazer as malas!
Aqui vamos nós de novo se mudar de casa, mais outra manha as pressas cara porque minha família não se sossega em algum canto poxa isso mi irrita em um tanto.
- Jade!
- Já vai já vai to descendo! Saco!
- Eu ouvi isso garota!
Peguei minhas bonecas de pano e enfie na minha mochila, terminei de botar minhas roupas na mala finalmente terminei, desci as escadas carregando três malas, uma na mão direita outra na esquerda e uma no pescoço.
- Epa!
- Que barulho estrondo foi esse parece até que você caiu da escada menina!
Com o rosto no meio da mala bem no final da escada eu levantei minha cabeça com uma leve dor em meu nariz.
- Como você adivinhou? — com o nariz doendo.
- Jade! — assustada mamãe caminhava ate mim.
- Jade me deixa ver isto?
Mamãe, pois a mão sobre meu queixo e há inclinou um pouco para olhar contra a luz meu nariz, olha dali olha da aqui coloca o dedo na ponta dele pelo visto não ouve nada de errado.
- Não foi nada de mais Jade, pelo menos não quebro.
- Como você tem certeza disso? — com ambas as mãos no meu nariz.
- Pelo simples fato de não estar sangrado e não estar avermelhado ao arredor dele, agora vai logo seu pai é impaciente você o conhece muito bem.
Mamãe pegou a mala que eu carregava no pescoço, eu peguei as outras duas que já estava levando para o carro, sai pela porta da frente com as malas logo eu as coloquei no porta-malas do carro, peguei meu celular, pluguei o fone de ouvido e os coloquei fiquei escutando a mesma música que eu costumo sempre escutar, a única música do gênero rock que me agrada, caminhei até o carro cantando ela em voz baixa, entrei pela porta de trás do carro sentei no meio do banco de passageiro e ali ficava refletindo sobre como será a nova cidade, será que vai ser igual às anteriores, apesar de estar com uma sensação de que esse ano vai prometer.
- Jade!
Com os olhos fechados viajando com aquela música, quem será que canta isso o cantor ser muito desconhecido? Mostrei para meus amigos e nada, ninguém conhece! Sinto algo mexendo em meu ombro eu abro meus olhos devagar, minha mamãe estava me chamando.
- O que mamãe?
- Você tem certeza que pegou tudo Jade, certeza absoluta?
Com um sinal de positivo faço com minha cabeça — Sim, sim peguei tudo mamãe.
- Certo então vamos.
Meu pai liga o motor do carro e seguimos para a nova cidade chamada Loyola de todas as cidades esse foi o nome mais estranho que eu já conheci espero que o povo que vive por lá não seja maluco é, mais a melhor cidade que eu já vivi foi à cidade de Temperium, um ano atrás, nos meus dezesseis anos tive meu primeiro amor, a personalidade os olhos reluzentes dele me encantaram desde então acho que ninguém vai mexer comigo como ele mexeu sempre te amarei Daisuke, mais que pena ele tinha namorada. Espero que aja algum gatinho nessa nova cidade e que não tenha nenhum caipira me enchendo como Ezequiel, o moleque insolente, mais ele era uma gracinha também.
- Jade!
- Hum... Oi mamãe?
- Oi tudo bem, com vai? Brincadeira filha.
- Você não cansa dessa piada idiota em, mais o que foi?
- Quer para em algum lugar para comer algo, porque estamos no meio da viagem ainda?
- Não mamãe muito obrigada.
Logo minha barriga ronca, eu ponho minhas duas mãos sobre ele dando um sorriso envergonhado para minha mãe. “Fui engana pelo meu próprio estomago, eu mereço tudo isso”
- É Jade parece que sua barriga diz outra coisa.
Meu pai começa a rir depois da piadinha dele, achei até estranho porque geralmente ele é muito sério quando esta dirigindo, deve estar feliz por que nos no mudamos, agora eu lembro antes de nos viajar ele foi visitar Loyola a trabalho por lá deve ser bem diferente para papai estar entusiasmado, tenho bons presságios sobre a cidade cada vez mais.
- Quer saber fui enganada mesmo, vamos parar em algum canto to com fome.
Após quinze minutos na estrada meu papai encontrou um restaurante, parecia ter boa aparência eu não vejo a hora de levantar saímos de Ressonância mais ou menos umas seis da manha e agora são oito, duas horas de viajem não é fácil minha bunda dói, retirei o fone de ouvido olhei para direita e para esquerda só dava para ver mato na minha frente tinha o tal de restaurante a sua frente é azul com enormes janelas transparentes no meio uma porta de correr em cima dela escrito Restaurante da Mônica, logo em baixo um slogan “Sua fome é nossa fome.” – Que brega. – eu sussurrava baixo. Mais o que importa é que aqui nossa fome morre, começo a rir.
- O que viu de engraçado Jade?
- Nada, então vamos? — Faço novamente com a cabeça dando um sinal de positivo.
– Vamos então.
Papai desligou o carro abriu a porta para minha mamãe, eu vi aquela cena medonha e fiz uma expressão de “que foi aquilo” vou para perto da porta abro-a e deixo meu celular no carro, minha mamãe mais meu papai foram na frente de mãos dada enquanto eu ia a poucos passos atrás deles, olhando para tudo que se mexia fazer o que sou distraída por ser curiosa.
- Ande logo Floco de Neve!
- Papai eu já te falei para não me chamar assim, poxa eu sei que sou branca e tenho esse cabelo azul gelo mais precisa debochar de mim.
Logo eu emburro cruzando os braços com esse apelido que tanto me írrita eu sei que ando de branco ou azul claro, meus cabelos são azul gelo com mechas roxas e minha pele branca igual à neve, brincadeira sem graça apesar de quando chega o inverno sempre tem um babaca que diz bem alto quando estou perto da neve “Cadê a Jade!” Isso me da nos nervos.
- Jade não faz essa cara papai te compra um Sunday de morango fiotinha.
Não consigo resisti a um Sunday de morango meus olhos brilham minha boca enche de água, não perco tempo logo estou na porta do restaurante entramos nos três, sentamos próxima a janela em uma mesa vazia perto da entrada, eu sentei no lugar sozinho com meus pais juntos na minha frente, uma garçonete logo chega perto da gente e entrega o cardápio.
- Oi eu sou Rubi Sean, e qual vai ser o pedidos de vocês?
Primeiro eu faço o pedido hambúrguer com fritas e o suco de amora eu odeio refrigerante, meus pais pediu o almoço da casa mais nesse caso o café da manhã, arroz e feijão com peito de frango.
- Anotado, aliais adorem seu estilo em garotinha isso que se diz em ser diferente.
- Obrigada Rubi e o seu nome ser meigo.
- Obrigada.
Ela saiu feliz da vida deve ser porque não tem o costume de receber elogios dos fregueses, o povo das aproximidades deve ser uns tremendo trogloditas, só estava à espera quando ouço um som conhecido uma música não, é aquela música que eu tanto amo achei que era somente eu que a ouvia, uma garota com um celular na mão passa do meu lado com aquela música, a garota é meio estranha tinha longos cabelos negros com uma maquiagem bem gótica, ela usa uma roupa de couro preto com dois piercing na sombracelha direita, no lábio exterior usa um piercing verde, eu cutuco ela com meu dedo para ela olhar para mim, ela parou ao meu lado e olhou de canto muito séria.
- Posso ajudá-la?
- Po... Pode sim, quem canta essa música? – eu me comunicava com um alto grau de timidez e medo de seu olhar.
-... Não me diga que você gosta desse cara alias da banda também?
Faço sinal com a cabeça para cima e para baixo. –Sim eu gosto, cheguei até pensar que só eu que escutava essa música.
- Eu também, mais percebi que estava enganada, ele se chama Kiutaro Kenzo, agora tenho que ir, eu estou com muita pressa, tchau.
- Obrigada por tirar minha duvida.
- Tudo bem.
Eu fiquei muito feliz ao saber quem cantava mais me esqueci de perguntar qual é o nome da banda, droga como sou lerda, mais aos poucos eu descubro da aqui uns dois anos.
- Aqui esta a comida de vocês.
Meus pais e eu agradecemos, começamos a comer para a minha felicidade o melhor iria vim à sobremesa! Depois de alguns minutos minha mãe foi pagar a conta enquanto eu e meu pai ficamos na mesa.
- Papai, você que já foi em Loyola como é por lá?
- Pergunta difícil, mais é um lugar pacifico... Não tem aqueles visinhos chatos o mais interessante na aquela cidade em volta tem uma floresta enorme que apesar das casas serem de aparência antiga, mas por dentro são as melhores da região, apesar de ser conhecido como a cidade esquecida.
- Deve ser fantástico papai, mais qual será seu trabalho dessa vez por lá?
- Eu tenho que ajudar na arquitetura da casa do presidente que logo mudara para Loyola.
- Então vamos Jade sua mãe já esta nos esperando.
- Uhum.
Eu fiquei entre meu papai e a minha mamãe, caminhamos até o carro junto embarcamos ate Loyola isso era já umas nove da manhã ainda faltava três horas de viagem, vou aproveitar e dormir no banco de passageiro to morrendo de sono eu me estendi no banco e logo adormeci.
- Nago, essa cidade é melhor que as anteriores? Porque as outras cidades foram todas um pesadelo?
- Mais é claro Susan, eu trabalhei por ali e me encantei, lembra a cidade aonde eu te conheci e pensei que seria um lugar gracioso para nos dois.
Susan aproxima de Nago dando um leve beijo colocando a mão sobre a dele que estava no cambio do carro.
- Você foi à melhor coisa que aconteceu em minha vida Nago Hatako.
- Eu sei.
- Não se acha não em.
- To brincando com você amor.
Passaram-se três horas de viagem quando eu acordei bem na entrada de Loyola estava completamente atordoada mais logo eu volto ao estado sóbrio me encantei com a entrada avia duas enormes árvores formando a entrada o chão era verde por causa das folhas que camuflavam o chão se tornando em um enorme tapete, as casas era todas de modelo antigo feitos de madeira ao lado de cada casa avia uma enorme árvore de cerejeira tinha cachorros na rua mais todos fofos, as crianças estavam todas sorrindo brincando e rindo, é como um paraíso.
- Chegamos Jade.
- Nossa! Papai esse lugar foi o melhor de todos ate hoje. – Não parava de ficar admiranda a vila.
- Concordo amor.
- Eu disse que vocês iriam adorar.
Nossa casa é fantástica tem dois andares no sobrado tem uma areia na entrada tem duas janelas uma em cada canto à porta no meio com uma rosa esculpida, foi meu pai parar, que eu desci correndo na frente para a nova casa eu estou com uma enorme sensação, respirei fundo esse ar que eu nunca senti antes esse cheiro de mato molhado, essa brisa fantástica aqui todos os dias é como se fosse inverno, fui correndo abrir a porta quando entrei na casa me encantei com o seu tamanho nos cantos tem escadas que leva para parti de superior da casa ao lado esquerdo tem a cozinha e o direito uma porta que leva para a clara bóia, que lugar fantástico.
- Eu adorei! –Gritei extremamente alegre.
- Ainda bem que você gostou Jade, esse foi meu medo.
- Papai é fantástico. -Corri para direção dos braços dele e dei um enorme abraço não perdi tempo corri para encontrar meu quarto.
- Dessa vez você me surpreendeu Nago.
- Cadê meu beijinho de presente em?
- Mais tarde terá, mas que um simples beijo. – Com um sorriso simpático.
- Mal cheguei já comecei bem.
Entrei no quarto caminhei para a enorme janela que dava direto para a floresta aonde tem um lindo lago cristalino, aquela cena que em minha mente se focava parecia uma obra de arte pintada com a graça de um excelente artista.
- Nhya! Adorei esse local, ainda bem que os moveis está em casa já porque agora eu posso me deitar e me esticar.
Não perdi tempo pulei para cama, me espreguicei por completo minha coluna até estralo.
- Ate aqui tem esse ar fresco!
Senti algo andando em minhas pernas é uma sensação de formiga andando sobre mim, olhei para ela curiosa.
- Há! Papai! Mamãe!
Barulho de pessoas correndo sobre a escada se escutava, nem gritei mais minha voz não saia, eu olhei para a porta totalmente imobilizada com muito nojo.
- O que ouve filha?
-Ti... Tira esse bicho da aqui das minhas pernas...
- Isso não é nada Jade, isso é apenas uma caranguejeira, fácil de achar por aqui.
- Pa... Papai da pra para de falar e ti... Tirar esse bicho feio de mim.
Papai pegou um vidro com ele colocou sobre a aquela aranha nojenta com um pequeno pedaço de folha do tamanho suficiente para tampar parte de cima do copo coloca por baixo do vidro capturando ela, e levando para a janela soltando aquela criatura horrível.
- Se tiver outro bicho desse Papai e Mamãe eu tenho um treco, to falando sério.
- É melhor você acostumar Jade.
- Não diga isso mamãe!
- Vou pegar as malas.
Meu pai desceu as escadas com minha mãe rindo da aquela cena constrangedora logo ela desce também.
- Não teve graça viu!
Com a agitação todo o tempo voa logo era à noite tudo estava arrumado meu quarto, cozinha, copa, sala e o resto dos cômodos da casa, caminhei ate a janela para fechar as grandes cortinas, eu fiquei passando as mãos sobre meus braços.
- Caramba, de noite faz mais frio ainda, mas eu to adorando amo esse ar fresco.
Olho para fora da janela mais uma vez meus olhos ficam encantados com o lago, a lua cheia dava para ver claramente sobre as águas, na borda tinha alguns animais matando sua sede antes de se entregarem a noite e descansarem para a próxima manha entusiasmada, não conseguia fechar a cortina por completo ate que eu decido ficar mais um tempinho admirando o lago eu ponho meus braços na janela apoiando com minha cabeça sobre eles e focava para aquela lua cheia que se refletia na água, a família de servo ficava olhando para mim, mãe, pai e filho.
- Jade!
Olho para trás por causa do grito de minha mãe.
- O que foi mamãe!?
- Vem jantar!
- Já estou descendo!
Eu escuto um barulho dos servos gritando curiosa eu olho novamente para o lago e não vejo nada além de um breu, confusa eu fecho a janela desço as cortinas, desço para jantar realmente estava com fome fecho a porta do quarto logo desço as escadas indo direto para a cozinha me servir, pego meu prato com a comida glamorosa que somente minha mãe consegue fazer.
- Como é bom esse arroz esse feijão, eu não posso esquecer você cenoura!
Minha mãe entra ate a cozinha e começa a lavar os pratos, arrumando o fogão ela falava comigo:
- Pelo jeito você esta amando esse lugar em Jade?
Com a boca cheia respondo com orgulho. – Estou muito encantada com a paisagem da janela da vizinhança e de tudo aqui.
- Que bom porque amanha você começa estudar no colégio Recanto dos Guaxinins, você esta no terceiro ano no período da manha.
- Recanto dos Guaxinins? Como é por lá mamãe?
- Não sei muito Jade, somente sei que o colégio da aula para 1º série do ensino fundamental ate a 3º série do ensino médio.
- Deve ser um lugar entusiasmado, estou ansiosa! Pronto terminei mamãe toma o prato.
- Obrigado Jade, agora é melhor você ir dormir porque amanha será um grande dia para você.
- Nem precisa repetir.
- Boa noite anjo.
- Boa noite mamãe.
Eu fui perto de minha mãe dando um beijo em sua bochecha dizendo boa noite, saindo da cozinha vou para sala e digo boa noite para meu papai logo eu subo as escadas ate meu quarto, abro a porta vou até o armário pego as cobertas com elas na mão arrumo minha cama olho para janela e penso. “Será que eu devo dar uma ultima olhada? Não melhor não estou morrendo de sono, amanhã à noite eu terei mais tempo com certeza para admirar o lago.” Sem pensar duas vezes pulo em minha cama quentinha e logo adormeço com aquele frio gracioso.
- Grrrrr!
Escuto um rugido extenso vindo da frente de minha casa escuto também passos de um animal correndo desesperado cubro meu rosto com a coberta com medo fico me perguntando “O que será que foi esse rugido de um tigre, leão sei lá algum felino, medo muito medo que será que foi isso? Nunca ouvi rugido de um felino tão perto assim.” Logo o rugido e os passos somem me sinto aliviada, eu respiro fundo tomo coragem levanto de minha cama caminho até o banheiro, retornando do banheiro ouço novamente esse rugido estrondo os paços pisado com mais força ando lentamente com muito medo nos corredores de casa quando um barulho na porta da entrada fica alto como se alguém o arranha-se. “O que será esse felino que me amedronta?” Eu fico me perguntando, corro que nem loca para meu quarto e me cubro por completa, com a voz baixa e amedrontada eu digo:
- Co... Como meus pais não ouviram isso, deve ser coisa de minha cabeça? Não é coisa de minha cabeça.
Fico com a coberta sobre mim mais logo eu adormeço, quando menos eu esperava já era manhã.
Fim de Capitulo I.
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