Notas iniciais
com muito esforço e o nyah em manutenção --' consegui postar o cap aqui, espero que gostem (:

POV Hermione

- Vamos Mi, acorda! – a Gina gritava do meu lado.

- Ai Gina, me deixa aproveitar a tranqüilidade...

- Sinto muito, mais temos jogo de quadribol hoje. É a final! Não podemos perder.

- Gina, não sei se você sabe, mais eu não faço parte de time. – eu disse assim que sai da cama. – não preciso acordar cedo.

- Nossa grande amiga você... E o apoio moral?

- Você corre grande chance de eu acabar torcendo pelo time adversário Gina. Esqueceu-se contra quem vocês estarão jogando?

- Eu sou sua melhor amiga Hermione! Assim como o Harry e o Rony que também estão jogando! Alem disso, vocês terminaram! Não tem porque você torcer por ele e nem gostar mais dele!

- Não é porque agente terminou que eu parei de gostar dele, como também não é porque meus pais morreram que eu parei de amá-los. – eu disse e suspirei.

“Mesmo isso sendo culpa dele.” Eu completei mentalmente.

- Desculpa. Não queria que você lembrasse isso.

- É impossível esquecer Gina, mais ta tudo bem... Agora, vamos, preciso me trocar.

Ela já estava trocada, vertia o uniforme de batedora da Grifinória. Gina realmente era uma ótima jogadora. O Rony, graças a mim no começo do ano estava se dando muito bem como goleiro.

As aulas estariam suspensas por causa do jogo hoje, então vesti uma calça jeans e um moletom. Peguei meu cachecol da Grifinória e desci com a Gina para o salão comunal, Harry e Rony estavam nos esperando.

- Vamos tomar café, Gina daqui meia hora precisamos estar lá no campo para revisar as táticas.

- Tudo bem. – eles deram um selinho e o Rony revirou os olhos, ele ainda não estava acostumado com a Irma dele namorando o melhor amigo. Eu ri internamente.

O Harry e a Gina foram na frente de mãos dadas e eu fui atrás ao lado do Rony.

- Como esta você e o Malfoy? – ele me perguntou e eu o olhei confusa. Desde quando ele demonstrar interesse sobre esse assunto?

- Ahn?

- Qual é Mi, eu posso odiar você estar com ele, mais você é minha melhor amiga e você o ama isso não dá para negar... Vocês terminaram não?

Eu olhei bem pra ele tentando ver porque ele queria saber isso, se ele nunca se interessou. Mesmo assim, ele sabia que havíamos terminado, em todas as aulas que eu tive com a Sonserina eu e o Draco discutimos!

- Terminamos Rony, mas isso o castelo inteiro já sabe!

-Então... Agora que vocês terminaram e você está infeliz... Será que eu...

- Ah não! Era isso porque você queria saber? Porque você quer ficar comigo? Rony, nós estávamos voltando a ser amigos agora e você vem e estraga isso de novo! Que merda. – eu disse e sai andando na frente deles. Pude escutar o Harry e a Gina o chamando de babaca.

Sentei-me à mesa da Grifinória e não muito depois eles chegaram e se sentaram do meu lado. O Rony me pediu desculpa mais estava na cara que ele não se sentia culpado de alguma coisa, logo eles começaram a conversar sobre quadribol e como não me interessava comecei a olhar em volta, todos os alunos riam, conversavam, seguravam bandeirinhas e faziam suas apostas para quem ganharia.

Quase a Corvinal inteira torcia pela Grifinória e metade da Lufa-Lufa também. A mesa da Sonserina estava quieta, talvez intimidada. Mas por quê? Draco era um ótimo apanhador? Os jogos eram sempre difíceis entre as duas casas.

Afinal, cadê o Malfoy? Olhava na mesa da Sonserina e ele não estava lá. Theo também não estava, talvez estivessem juntos...

- Olá pessoal. Ansiosos para o jogo? – a Luna com o típico chapéu de leão sentou-se ao nosso lado.

- Sim, iremos ganhar. Estamos confiantes! – o Harry respondeu.

- Alguma coisa me diz que vocês vão ganhar.

- Muito obrigada Luna! – a Gina falou – Vamos pessoal, temos que ir. – eles se levantaram e chamaram todo o time que seguiram para o campo.

Eu me levantei com a Luna e o Neville que logo quando viu a Luna veio do nosso lado. Estava mais do que na cara que ele gostava dela.

(...)

O jogo estava empatado, 250 a 250 e nenhum sinal do pomo de ouro assim como nenhum sinal de Draco. Ele não estava jogando, nem na arquibancada, porque passei a maior parte do tempo – que até agora já foram quatro horas – procurando ele com o binóculo. Como eles não tinham fome? Eu já estava morrendo de fome. Das nove a uma da tarde, montados numa vassoura voando de um lado para o outro...

Harry voava em círculos pelo campo em busca do pomo e o apanhador da Sonserina o seguia de perto. A Gina estava defendendo bem os balaços que vinham, ela tinha desviado um que acabara acertando um jogador da Sonserina que teve de ser levado a ala hospitalar...

- SONSERINA MARCA MAIS 50 PONTOS! – Zacarias Smith falou desapontado no microfone. Sentia falta do Lino Jordan como locutor, esse pelo menos parecia ser imparcial. – ASSIM NÃO DÁ WEASLEY, TALVEZ SUA IRMÃ DEFENDESSE MELHOR QUE VOCÊ.

Rony corou e resmungou alguns chingamentos ao menino. A vantagem da Sonserina durou pouco e a Grifinória marcou mais dois gols logo em seguida. A Sonserina começou a jogar sujo, beeem sujo. Eram quatro horas quando já tinha três Grifinórios e dois Sonserinos a menos no jogo.

Eu já estava ficando entediada, não agüentava mais assistir esse jogo, como é que podiam gostar tanto assim de quadribol? Devia ser cansativo ficar tanto tempo assim em cima de uma vassoura! Não era a toa que o Draco tinha aquela barriga... Chacoalhei minha cabeça me livrando daqueles pensamentos impróprios que eu não deveria ter sobre ele novamente. Senti um vazio dentro de mim e o meu coração apertou. Estava prestes a começar a chorar quando uma gritaria me tirou daqueles devaneios. Harry havia pegado o pomo.

- HARRY POTTER PEGA O POMO! GRIFINÓRIA GANHOU A COPA DE QUADRIBOL!

- Grifinória! Grifinória! Grifinória! Grifinória! Grifinória! Grifinória! Grifinória! Grifinória! Grifinória! Grifinória! – as pessoas gritavam loucamente e se desesperavam para ir correndo até o campo abraçar os jogadores. Eu fui com muito esforço para o caminho oposto tentando sair de lá.

Andava apressada para entrar no castelo antes dos “centauros” que se aproximavam. Escutei uns passos atrás de mim e me virei. Não havia ninguém, voltei a andar e novamente escutei passos.

- Quem está ai? – perguntei

- Calma Hermione sou eu! – a voz do Harry soou do meu lado. Mais só a voz, ele estava invisível.

- Harry? O que faz aqui? Não deveria estar comemorando a vitoria?

- Assim como você também deveria mais isso não vem ao caso, Dumbledore quer que eu o encontre na torre de astronomia agora.

- Mais uma daquelas visitas ao passado do Tom Riddle?

- Sim, mais ele falou que essa era rápida. Até mais Mione, depois te conto. – então novamente o barulho de passos começou só que dessa vez na minha frente.

Entrei no castelo e me debrucei no parapeito da janela que dava para os jardins, o sol tinha acabado de se por, via os alunos correndo em direção ao castelo, meu sossego já estava acabando.

Eles entraram que nem um furacão, gritando, comemorando, chingando, cantando. Procurava a Gina e o Rony no meio daquele monte de gente que se encontrava aglomerada no pé da escadaria.

- Hermione! Te encontrei! Nós ganhamos! – a Gina puxou meu braço e eu a abracei.

- Parabéns! Você jogou muito bem!

- Eu sei! – ela respondeu toda alegre e convencida — E o Harry? Você sabe onde ele está?

- Ele saiu com o Dumbledore para fazer você sabe o que... – eu sussurrei e ela confirmou com a cabeça entendendo.

Ouviu-se um estrondo vindo seguindo de uma estatua explodindo e uma risada histérica. Todos os alunos gritaram. Eu peguei minha varinha, assim como os mais velhos depois que pararam de gritar.

- Olha só quem eu encontrei! – a voz aguda e irritante da Belatriz soou pelo corredor assim que ela posou os olhos em mim.

Atrás dela vinha o Rodolphus e Greyback. Como três comensais da morte haviam entrado no castelo? Sozinhos que não foi... Draco.

- Como vai a mamãe e o papai querida? Ah esqueci! Eles morreram! Opa, que peninha... – ela gritou com escárnio.

- Foi você! – eu gritei com o ódio pulsando nas minhas veias.

- Mais é claro! Ninguém mandou sujar o sangue da minha família sua sujeitinha de sangue ruim! – ela cuspiu as palavras e por um segundo eu me lembrei de como o Draco já havia me chamado exatamente igual uma vez.

- Sua louca! Eu vou matar você! Estupefaça!

- Protego!­ HAHAHAHAHAH Acha que pode duelar comigo? Mais que criança atrevida! Ah! Acabei de me lembrar, mamãe e papai mandaram um beijo para você antes de eles caírem duros no chão.

Eu congelei, ela havia mesmo matado os meus pais a sangue frio. Ela matava por prazer, enquanto continuássemos nesse jogo ela estaria vencendo, porque isso era a diversão dela: torturar, matar, sentir prazer na dor alheia.

- Esta sem palavras sangue ruim? Vamos ver se você acorda? Crucio!

­­- Protego! ­­- uma voz grita e o feitiço de Belatriz ricocheteia e acerta um quadro ao lado dela.

- Obrigada... – olhei em volta procurando quem havia me salvado – Nott? Onde você estava?

- Agora não é hora. Tenho que te tirar daqui vai! Eles não são os únicos comensais que estão no castelo e a maioria esta atrás de você!

Ele puxou minha mão e saiu correndo pelo os corredores.

- Onde você esta me levando? Cadê o Draco?

- Eu preciso te esconder em algum lugar, o Draco está executando a missão dele.

- Missão?

- É Hermione, agora cala a boca e corre!

- Não! Eu não vou ficar escondida! Eu vou lutar! Proteger castelo! – eu me desvencilhei da mão dele.

- Hermione, a única coisa que o Draco me pediu foi para te proteger. Eu vou fazer isso.

- Theo, você sabe que eu te considero pra caramba e me desculpa por isso...

- Isso o que? – ele me perguntou confuso.

- Petrificus Totalus! - eu o segurei impedindo de cair e coloquei dentro de um armário de vassouras. – Desculpe-me Theo. – eu disse sincera e então sai correndo.

Sai correndo em direção a torre de astronomia, ouvia-se gritos lá em baixo e eu tinha vontade de ir até lá e ajudar, mais eu tinha que ir atrás do Draco, mesmo que fosse para dar um tapa nele.

POV Draco

Eu não ia conseguir, meu braço tremia completamente, desarmar aquele velhote que nem ao menos tentou se defender já foi um sacrifício. O rosto da Hermione dominava minha mente, ela idolatrava o velho que se encontrava no chão a minha frente. Eu a amava demais para matá-lo, a amava mais do que a mim mesmo porque se eu falhasse, eu que acabaria morto.

- Vamos Draco, faça! – a voz insuportável da minha tia dizia.

- Bella, saia daqui. Vai passear pelo castelo. – a voz do Snape de repente apareceu. Ela, assim como os outros comensais o obedeceram.

- Severo... por favor... – o Dumbledore falou. Ele estava implorando pela morte? Para que o Snape o matasse? Aquele velho ultrapassou qualquer limite de loucura que eu tinha imposto sobre ele.

- A sua varinha Malfoy. – ele me pediu e eu lhe entreguei. – Avada Kedavra!

Ele falou tudo de uma só vez e eu fechei os olhos, mais abri rápido demais e pude ver Alvo Dumbledore caindo da torre de astronomia.

- Malfoy, saia daqui! Agora! – Snape gritou e eu não pensei duas vezes em obedecê-lo dessa vez.

Descia correndo as escadas da torre de astronomia, meu corpo todo tremia. Havia acabado de ver Alvo Dumbledore caindo da torre sem vida. Quando terminei de descer as escadas, a única pessoa que eu não queria ver agora estava na minha frente.

- Você o fez. Era essa a sua missão. Você o matou. A culpa é sua que vários comensais estão por todo o castelo. – ela jogou tudo na minha cara. Sua voz estava tremula, era uma mistura de ódio e dor. Uma mistura que eu já estava me acostumando em ouvir quando ela falava comigo.

- Sim, era minha missão, mas não, eu não o fiz. Não consegui, não tive coragem porque no momento que eu apontei a varinha para ele eu me lembrei de você, eu vi seu rosto. Eu não fui capaz de fazer aquilo. Mas o motivo porque os comensais estão aqui, realmente é minha. Eu os coloquei aqui dentro. Eu preciso que você me perdoe Hermione. – eu pedi e andei para perto dela.

- Não.

- Deixe-me pelo menos te explicar então, eu já perdi tudo mesmo, você me odeia... Eu te conto tudo. – eu falei e ela negou com a cabeça.

- Desculpe-me por não te perdoar... Mas mesmo assim, eu preciso de você hoje, pela ultima vez. Porque eu sei o que hoje significa para nós dois... Pode ser o fim de tudo, então... porque nós não vamos a um lugar onde apenas nós conhecemos?

Ela tinha razão, depois de hoje eu sumiria desse castelo, não sabendo se voltaria no ano seguinte. Eu sabia o que ela queria dizer, a puxei pela mão e ambos saímos correndo em direção ao meu quarto particular nas masmorras. Corríamos que nem na noite do baile, mas dessa vez havia motivo para correr. O motivo era a saudade, a necessidade de ter novamente um ao outro. Ouviam-se gritos por todo o castelo, afinal ele estava sendo atacado, não ligávamos para isso. Hoje seria nosso ultimo dia juntos, não sei quando seria a próxima vez que nos encontraríamos ou se nós nos encontraríamos de novo.

POV Hermione

Senti um pouco de culpa por estar correndo com o Draco para longe de tudo enquanto o castelo estava sendo atacado. Passamos correndo pela Gina que me olhou com uma cara de “como assim?” e por causa disso quase levou um estupefaça, que por pouco passou por ela. Como ela desviou daquele feitiço? Ela não tinha nem visto! Olhei em volta, procurei Harry e Rony, ambos também estavam desviando de feitiços magicamente. Meu Merlin! O que estava acontecendo? Ah... Felix Felicis...

Não deu tempo de olhar mais, já estávamos descendo as escadas para o dormitório da Sonserina. Draco colocou a varinha na língua da serpente e murmurou o nome dele e então a porta apareceu.

Ele me levantou no colo e eu entrelacei minhas pernas na cintura dele ele me levou até a cama e delicadamente me colocou sentada e se sentou na minha frente. Agente arfava, nossos peitos subiam e descia freneticamente, a gente estava em um contato visual que era capaz de matar quem interferisse, eu estudava cada traço do rosto dele. Olhava seus olhos azuis que agora brilhavam intensamente, sua boca que agora mostrava um sorriso, seu cabelo loiro bagunçado...

Ele finalmente tocou meu rosto, colocou uma mexa do meu cabelo atrás da orelha. Sua mão passeava pelo meu rosto e parou nos meus lábios, fazendo carinho. Eu me aproximei e ele fez o resto.

POV Draco

Selei nossos lábios, mantive minha mão em seu rosto. O beijo foi incrível, o melhor das nossas vidas. Poderia ficar a beijando para o resto da minha vida. Mas hoje, eu não queria só isso. A deitei na cama e me deitei em cima dela.

Desci calmamente com os beijos até o pescoço. Tirei aquele cachecol vermelho e dourado da Grifinória e joguei longe. Ela passava as unhas pelo meu braço.

- Já sei! – ela falou e tirou a varinha do bolso da calça.

- Vai fazer o que?

- Você vai ver. – ela respondeu e agitou a varinha.

De repente a luz do lugar estava mais fraca e pétalas de flores caiam sobre nós. Eu sorri.

Com a ajuda dela, tirei seu moletom e comecei a depositar beijos sobre o seu peito.

Ao contrario do que acontecia lá fora, tudo estava calmo, não tínhamos pressa. Ela estava com uma blusa branca fininha por baixo e sem sutiã, não demorou muito para ela não estar com mais nada. Eu mesmo tirei minha blusa e ela começou a passar a mão pela minha barriga do mesmo jeito que eu passava pela dela. Hermione me puxou para perto e colou nossos corpos.

- Eu te amo Draco. – ela falou e beijou meu ombro. Ela soluçou e eu percebi que ela estava chorando.

- Eu também te amo Hermione, para sempre.

Desvencilhei-me do abraço e beijei os seios dela, mas não mordi nem suguei. Apenas dava leves selinhos, continuei a beijar seu corpo até o lugar onde a calça cobria. Desabotoei a calça dela assim como ela desabotoou a minha. Tiramos a calça e as peças íntimas juntos e a fiz sentar no meu colo. Ela me abraçou novamente e com calma eu enfiei meu membro nela, a sensação de estar novamente dentro dela depois de tanto tempo era maravilhosa, só isso já me proporcionava prazer. Fazia os movimentos devagar, não ia rápido como das outras vezes, não estávamos transando, estávamos fazendo amor. Eu a olhava intensamente, seus olhos castanhos coberto pelas lágrimas.

- Pare de chorar Hermione, ver você chorar me destrói.

As estocadas se tornaram mais firmes, mais rápidas, precisava sentir prazer, meu membro inteiro entrava nela. Ela começou a gemer quando a velocidade aumentou. Rebolava no meu colo e fincava as unhas nos meus ombros.

Eu a deitei na cama.

- Hermione, me faça gozar. – eu pedi e ela acentiu com a cabeça.

Nós nos viramos e ela ficou por cima de mim, ela desceu até o meu pênis e começou a massageá-lo e apertá-lo, mordia a ponta que me fazia gemer, ela lambeu toda a extensão do meu membro e foi até o meu saco, começou a sugar minhas bolas, eu gritei de prazer. Agora sim eu estava tendo um orgasmo.

- Hermione... Eu vou... Aaaw! – ela não me deixou terminar de falar, ela mesma colocou meu membro dentro dela dando tempo de eu gozar dentro dela. Ela se deitou em mim e sussurrou no meu ouvido:

- Minha vez Draco, me faça gozar.

Ela não precisou pedir duas vezes, a virei novamente e comecei a sugar seus seios e morde-los com força. Agora eles estavam duros e vermelhos, parecendo uma cereja. Lambi toda a sua barriga até chegar à sua virilha, comecei a brincar com seu clitóris com a boca, o corpo de Hermione tremia quando ele começou a sugar o sexo dela. Com um dedo, penetrou nela e começou a fazer os movimentos. Hermione gemia fracamente, sem mais forças para agüentar, gozou.

Eu a amava loucamente. Tirei meu dedo dela e subi até seu rosto. Ela dormia, tinha um sorriso no rosto, uma expressão satisfeita. Sorri também, ela era tão linda, tão maravilhosa... Essa havia sido a melhor noite da minha vida e a mais dolorosa também. Levantei da cama e a deixei dormindo, comecei a me vestir, não tirei os olhos dela um segundo sequer.

Conjurei um pergaminho e uma pena. Não ia deixá-la ali sem nenhum ultimo recado.

Ultimo...

Ultima noite juntos, ultima vez nesse castelo, ultima vez tendo a em meus braços, ultima vez ouvindo-a dizer que me amava. Sem tentar impedir, chorei. Não queria ter que abandoná-la.

Comecei a escrever cada palavra, cada frase saia como um rasgo em meu coração, uma faca perfurando meu peito. Se na hora que entrei nesse quarto, me sentia completo, agora me sentia vazio. Sentia como se meu coração não estivesse mais no meu peito e sim com ela, coisa que sabia que era verdade. Meu coração era dela, sempre seria. Não importava o que o futuro nos reservasse, o que eu sentia por ela, não mudaria.

Agora, como um Malfoy pode se apaixonar perdidamente por uma trouxa, eu nunca saberei responder. Como, de repente, meu mundo virou tão de ponta cabeça e eu aprendi a me importar, aprendi a dar valor, aprendi a sentir? Para essa pergunta eu tinha resposta: Hermione me ensinara tudo isso.

Hermione foi, é e sempre será minha queda. Mas também sempre será minha maior vitoria, minha maior conquista. Hermione sempre seria minha.

- Accio anel de Ravenclaw! – eu disse.

Em estantes o anel ainda preso na corrente apareceu voando até a minha mão. O coloquei em cima do pergaminho e sai do quarto.

Comecei a andar lentamente pelo castelo, os comensais da morte já haviam parado de atacar, mais ainda estavam pelo castelo. Alunos choravam pelos cantos. Não havia tido nenhuma morte, a não ser a do diretor.

- Onde você estava Draco? – a minha tia me perguntou.

- Por ai.

- Por ai? Por ai significa com a sua namoradinha ridícula? Onde ela esta? Não terminei de conversar com ela...

- Ela está bem longe daqui. Você não vai chegar perto dela novamente.

- Você é que pensa querido sobrinho – ela falou e riu amargamente. – Eu não vou só chegar perto dela, mas como a torturarei na sua frente.

- Belatriz! Chega! Vamos embora antes que os aurores cheguem. – Snape falou, até agora ele estava quieto em seu canto. Ele estava arrependido? Arrependido de ter matado Dumbledore?

Entramos no armário sumidouro e fomos para a Borgin e Burkes, o armário funcionava bem.

A primeira sensação que tive quando sai da loja foi de que eu me sentia vazio. Uma parte de minha vida se fora, meus anos em Hogwarts acabaram. Agora, era apenas um comensal da morte. Só conseguia pensar na Hermione.

POV Hermione

Acordei sozinha naquele quarto. Draco se fora e dessa vez não voltaria mais. Olhei em volta, as pétalas ainda caiam e o quarto permanecia com a mesma luz fraca.

- Finite Incantatem!­

O quarto voltou ao normal, olhei mais uma vez para o meu lado para me certificar que ele não estava lá e encontrei um pergaminho dobrado e em cima dele, meu anel preso a uma corrente. Prendi o anel com a corrente ao meu pescoço, o meu novo colar ia até o peito. Segurando as lágrimas que insistiam em cair abri o pergaminho. Algumas palavras estavam borradas, a folha com algumas manchas de água, ele havia chorado em quanto escrevia. Comecei a ler.

Querida Hermione

Não sei como começar a dizer adeus, não sei nem se quero dizer adeus. Na verdade, eu não quero mesmo dizer adeus.

O quão destruído um ser humano é capaz de ficar? Porque agora, nada é capaz de me sentir pior do que eu já estou. Sinto-me miserável, um pouco tolo, pensando que de repente eu acorde de algum terrível pesadelo, mas não é pesadelo, ninguém vira me acordar, ninguém me salvará. Você me salvaria, mas como você me salvará agora que nós não estamos mais juntos? Quem me abraçará e irá dizer que tudo ficará bem? Ninguém. Agora eu estou pagando pelas minhas piores escolhas, a partir de agora, nada ficará bem. Você me ensinou que todo mundo tinha escuridão dentro de nós e que também tínhamos a luz, você era minha luz, sem você estou somente com a escuridão, Talvez com ela sempre foi o meu lugar...

Se você soubesse a dor que tomou conta quando eu percebi que eu teria que ir embora, quando eu percebi que tinha que te deixar. Só você me faz sorrir e só você é capaz de me livras das lágrimas. Estou arruinado.

Hermione, eu quero que saiba que eu não te deixarei de verdade. Todas as noites, nós nos encontraremos, nos nossos sonhos. Quero que saiba, o meu maior desejo é poder estar ai com você quando você acordar, mais se eu fosse estar ai, eu não estaria escrevendo isso... Nunca se esqueça disso: eu sempre te desejarei ao meu lado.

Eu te amo Hermione, Prometa-me uma coisa? Nunca se esqueça que eu te amo. Nunca se esqueça de mim.

Adeus, Malfoy

Molhei mais ainda o pergaminho com as minhas lágrimas. Vesti-me e coloquei o papel nos bolsos. Sai de lá destruída, chorava em silencio, fui direto ao salão comunal da Grifinória, todos estavam lá reunidos, a tristeza tomava conta do local.

- Onde você estava Hermione? – o Harry perguntou. – Você perdeu o funeral do Dumbledore...

- Eu vi de longe... – menti.

- Gostaria de saber quem eu encontrei lá na torre de astronomia? Quem era para matar o Dumbledore Hermione?

- Não. – eu respondi e mais lágrimas caíram.

- Você já sabe não é? Sempre soube, seu namorado, é um comensal da morte! – ele gritou.

- Harry, primeiro: eu estou tão magoada quanto você por causa da morte de Dumbledore. Segundo: eu não sabia que o Draco tinha que matar ele. Terceiro: eu não sabia que ele era um comensal. – não podia falar a verdade, era capaz de eu ser presa como cúmplice do assassinato. Quarto: é a ultima vez que eu falo, ele não é meu namorado! Harry, não desconte sua raiva em mim, eu não tenho culpa disso. Talvez sua raiva não permita você perceber, mais a pessoa que mais está sofrendo hoje sou eu. Não só porque um bruxo maravilhoso que eu admirava morreu, mas também porque a pessoa que eu confiei e amei mentiu.

Ele não mentiu. Eu nunca perguntei qual era a missão dele, nunca quis saber. Mas eu precisava de um motivo para não ir presa.

Notas finais
triste nao? ai, eu chorei escrevendo isso, poxa acho que sou malvada...
O proximo vem assim que o nyah parar de palhaçada (:
COMENTEM por favor, a fic esta em um ponto critico e quero TODOS VOCES comentando, afinal, o numero de leitores fantasmas que eu tenho é impressionante...
beijos e espero que tenham gostado (: