Loving The Enemy

31 That's What You Get When You Love The Enemy


Notas iniciais
DEMOREI MUITO EU SEI
me desculpe JURO que nao acontece de novo
foi semana de provas, a ultima e eu estudei muito (: haha
desculpem-me serio
obs: voces vao ver uns pulos de dias ai nesse cap, porque tenho muitas ideias prontas e se continuar nesse ritmo vai demorar muito. Pessoal, sinto informar mais a fic esta chegando em um ponto mais dark e triste mimimi

POV Draco

4 dias depois...

- Olha a lua Hermione... – eu estava na janela olhando o mar e chamei ela, isso era uma coisa tão trouxa e sem magia que eu estava começando a ficar doente com a falta de magia por perto. Como os trouxas agüentam?

- Linda não é mesmo? – ela disse quando chegou ao meu lado.

- É, só a vejo assim, brilhante desse jeito em Hogwarts... – eu disse me lembrando que talvez não veria mais a lua brilhando por muito mais tempo.

- Estou com saudades do castelo.

- Mais já? Faz nem duas semanas que você saiu de lá! – eu disse inconformado. Não estava com saudades de Hogwarts, esse ano queria que a férias nunca acabassem, não queria ter que voltar para lá e fazer o que tinha que ser feito. Na verdade, eu não queria nem ter que voltar para casa. Sabia o que enfrentaria por lá.

- Pode ser... Mais é lindo lá não? As escadas, os quadros, os jardins, o lago, a floresta... É tudo tão magnífico e grandioso.

- Eu acho tudo muito brega.

- Draco! – ela me repreendeu.

- Que foi? É a verdade! Vai dizer que não acha brega aquele monte de quadros nada a ver? A decoração do castelo? Aquelas estátuas? Hermione pelo amor de Merlin!

- Não acho. – ela respondeu emburrada.

Pelo jeito ela tinha ficado realmente brava com meus comentários sobre o castelo. Mas eu não ia pedir desculpas, ainda tinha meu orgulho.

Ficamos uns minutos em silencio e esse tempo me fez pensar. Eu não queria voltar para Hogwarts, não queria ter que ver meu lar destruído – pois é, lar, a Hermione nunca ficará sabendo – não queria ter que ser eu a permitir a destruição dele. E quando ela ver o castelo destruído? Quando o “magnífico e grandioso” estiver em chamas?

- Ok, pode ser um pouco brega. – ela disse esboçando um meio sorriso e eu ri.

- Você ta brava comigo?

- Não, temos opiniões diferentes, isso nós bem sabemos não é mesmo? – ela disse e depois esfregou a mão no braço, provavelmente de frio.

- Vem, vamos sair da janela. Você está com frio.

Saímos da janela e sentamo-nos na cama.

- Obrigada. – ela disse com uma voz doce.

- Pelo o que?

- Pela viagem, eu estou adorando.

Eu sorri, era o meu presente de dois meses de namoro para ela.

- Está com fome?

- Não. Estou cansada... Vamos dormir?

- Dormir? – eu perguntei com segundas intenções.

- Dormir Malfoy. Dormir.

Eu revirei os olhos e acenti. Ela vestiu a camisola dela e eu minha calça de moletom e deitamos na cama para dormir, apenas dormir.

(...)

Acordei com o sol forte batendo na janela, não devia ser tão cedo, virei para o lado para olhar Hermione, ela não estava lá. Tive um ataque momentâneo de pânico, mas logo ouvi um barulho lá embaixo então me toquei que ela já devia ter acordado.

Desci silenciosamente as escadas e a encontrei procurando alguma coisa na geladeira. Andei sem fazer barulho até ela e a agarrei pela cintura. Ela deu um grito e quase derrubou um bolo de sapos de chocolate derretido no chão. Acidente que só não aconteceu porque eu segurei o bolo.

- Quer me matar de susto Malfoy?

- Isso que dá fazer coisa errada. – eu disse passando o dedo no chocolate e depois na bochecha dela lambuzando-a.

- Eu não estava fazendo nada de errado. – ela passou o dedo também e lambuzou o meu nariz.

Eu a peguei no colo e coloquei em cima de mesa e beijei a bochecha com chocolate.

- Porque não me esperou para acordar?

- Porque eu estava com fome e você roncava que nem um dragão velho.

- Mentira! Eu não ronco!

- A é? – ela me provocou, eu tinha certeza de que não roncava.

Dessa vez eu lambuzei toda a cara dela com o chocolate e ela gritou.

- Malfoy! – ela estava nervosa. Eu ria da cara dela cheia de chocolate.

Hermione, com certeza não iria deixar barato e ela não deixou. Pegou o bolo e jogou-o inteiro na minha cara, sujando a inteira e meu corpo também quando o chocolate começou a escorrer. Eu a puxei para um abraço o que a fez gritar de novo e dessa vez estávamos ambos sujos.

No começo ela tentou se livrar do abraço, mas depois começamos a nos beijar. O beijo foi feroz, quando o ar fez falta comecei a lamber todo chocolate do rosto dela e ela tremeu. Ela me empurrou e começou a fazer o mesmo com o chocolate do meu ombro e peito. Quando estávamos “limpos” voltamos a nos beijar com volúpia.

Desci uma alça da camisola dela na qual escorregou facilmente pelo corpo dela mostrando toda a região da cintura para cima. Fui seco com as minhas mãos nos seios e comecei a apertá-los. Ela gemeu baixinho quando comecei a apertar mais forte. Ela deixava mordidas e chupões no meu pescoço. Tirei minhas mãos de seus seios e fui até a virilha dela, mas na hora que eu toquei seu intimo ela se afastou de mim.

- Draco, agora não. Estou nojenta. Não tomei banho ainda e ainda por cima estou cheia de chocolate.

Eu fiz cara de decepção e ela sorriu.

- Tudo bem. – eu respondi e levantei a camisola dela. Ela saiu de cima da mesa e me deu um selinho.

- Vou tomar banho.

- E eu vou limpar essa bagunça que você fez. – eu disse enfatizando o você. Ela riu e subiu as escadas.

Ouvi um estralo vindo da porta e logo tirei minha varinha do bolso.

- Anda assustado meu sobrinho querido?

- Rodolphus? O que você faz aqui? – perguntei apontando a varinha para ele. Não me permitir olhar para as escadas porque iria denunciar a presença de Hermione, mesmo tendo certeza que ele já sabia que ela estava aqui.

- Pretende atacar seu tio, Draco? Pelo jeito sua manhã foi bastante agitada não é mesmo?

- O que você quer? – eu respondi seco. Eu o detestava, só não mais do que minha tia Bella. Os dois eram nojentamente perfeitos um para o outro.

- Porque ela? Porque escolheu aquela sangue-ruim nojenta? Justo a melhor amiga ridícula do heroizinho Potter!

- Não fale assim dela! – eu falei entre dentes — Eu a amo!

- Cale a boca garoto! Você é apenas um menino mimado e covarde! O Lorde das trevas tem tanta decepção com você... Ainda mais agora que descobriu isso!

- Você não tem o direito de me chamar de covarde está ouvindo? Você não sabe de nada e você não respondeu minha pergunta. O que você faz aqui?

- Ela é boa de cama? Porque ela é gostosa pra caramba!

Eu senti meu sangue ferver. Ele não iria falar assim dela. Não mesmo!

- Aaah, você não falou isso! Expelli...

- Nem pense nisso Draco! – ele apontou a varinha para mim – Só vim aqui te dar um recado. O Lorde das Trevas mandou você voltar para casa, ele quer ter uma conversa seria com você. Eu acho bom você ouvir as ordens dele, porque senão, quem vai vir para cá daqui a pouco vai ser a sua tia, e como nós bem a conhecemos ela não vai vim aqui só para conversar com você e deixar sua namoradinha em paz. Está avisado Draco. – ele disse e aparatou.

- MAIS QUE MERDA! – eu gritei. Esquecendo que Hermione estava apenas um andar acima.

Ouvi passos descendo as escadas correndo. Era ela.

- Draco o que aconteceu? – ela me perguntou quando chegou do meu lado e viu a minha varinha na mão.

- Precisamos ir embora.

- Por quê? O que aconteceu?

Eu subi correndo as escadas e ela foi atrás de mim. Comecei a arrumar as cosias dentro da mala.

- Draco mais que merda! Responde!

Ela andou até mim e puxou meu braço me virando para ela. Ela segurou meu rosto.

- Draco, calma. O que foi que aconteceu?

- Eu preciso te tirar daqui, te deixar segura.

- Draco por quê?

- Ele descobriu. Ele viu na minha mente. Eu preciso te tirar daqui! – eu coloquei minhas mãos por cima das delas. Ela estava em choque.

POV Hermione

Eu senti minha cabeça girando, então ele havia descoberto? Pensei que fosse cair, mas reuni forças e permaneci de pé. Draco colocou as mãos em cima das minhas.

- Você vai ficar bem? – eu perguntei.

- Hermione eu não to ligando para mim. A pergunta é se você vai ficar bem! Na verdade, não é nem pergunta. Você vai ficar bem, ninguém vai encostar em você.

- Você não entende não é mesmo? Você faz parte de mim agora. Você se machuca, eu me machuco. Somos um só Draco.

- Eu vou ficar bem.

Ele beijou minha testa e sussurrou um “vai ficar tudo bem” e depois me puxou para um abraço.

- Estou com medo Draco. – eu disse com o rosto no pescoço dele.

- Não fique. Eu vou te proteger.

Terminamos de arrumar as coisas e fomos até a porta da casa e demos as mãos.

- Vamos ter que aparatar dessa vez. – ele me disse

- Você sabe aparatar?

- Eu sei. Segure meu braço.

Aparatamos direto em casa, realmente era horrível. Olhei em volta, ele não estava aqui. Eu estava realmente preocupada com ele. Voldemort havia descoberto que o seu comensal estava namorando uma sangue sujo. Ele não ia deixar nem um pouco barato.

Entrei em casa e não havia ninguém lá. Amaldiçoei-me por ainda não poder fazer magia fora de Hogwarts e não poder colocar feitiços protetores ao redor da casa.

POV Draco

Não tive coragem de ficar lá com ela, não saberia como me despedir, porque com certeza seria uma despedida. Eu não a veria mais nessas férias e dependendo do castigo que o Lorde me desse nem em Hogwarts. Não estava certo de que tudo ficaria bem, as únicas certezas que eu tinha eram que tinha que protegê-la e que eu estava ferrado.

Aparatei no portão da minha casa, eu ia entrar quando fui puxado por um braço.

- Sabe que nada que aconteça ai será boa coisa não sabe? – o Snape me perguntou.

- Eu sei.

- Garoto tolo. – ele resmungou. – Ela não vale a pena.

- Professor, a Lilian Potter não valia a pena também? – eu disse e ele gelou.

- O que você disse?

- Você me ouviu. Proteger ela, virar espião do Dumbledore para protegê-la não valeu a pena? Eu vi na suas memórias.

- Você não tinha esse direito!

- Proteja a Hermione, por favor. Coloque feitiços protetores em toda a casa dela. Por favor, professor. Dumbledore falhou com você em protegê-la, não falhe comigo.

- Como você sabe tudo isso Malfoy?

- Suas aulas de Oclumência serviram para alguma coisa.

Ele resmungou alguma coisa como menino arrogante e aparatou. E eu entrei na Mansão Malfoy.

Assim que eu entrei na sala de jantar todos os comensais ali presentes, inclusive meus pais, olharam para mim. E na cadeira mais distante, estava ele, Lord Voldemort.

- Deixem-me a só com o menino Malfoy. – ele falou

- Ele não merece carregar o nome Malfoy – minha tia insuportável falou. Se eu tivesse escolha ela já estaria estuporada uma hora dessas.

Aos poucos todos foram saindo – minha tia saiu rindo e pulando que nem uma louca – e eu fiquei a sós com ele.

- Você tem noção com qual tipo de gente que você está andando ultimamente?

- Sim milorde.

- Se misturar com uma sangue-ruim Draco? Justo você? Que vem da mais pura família de bruxos que existe?

- Desculpe-me milorde.

- Não peça desculpas pelo o que você não se arrepende. Eu vejo dentro de você, não tem arrependimento. Mas não se preocupe... Eu vou fazer você se arrepender.

- Por favor, milorde.

- Eu entendo o que é amor meu jovem, minha queda foi resultado do amor. Desse sentimento patético. Não vou antecipar a sua queda, porque fique sabendo, que ela virá.

- Sim milorde.

Posso falar que eu já tremia dos pés a cabeça agora? Que eu parecia uma criança com medo do castigo que iria receber? Eu não conseguia olhar nos olhos dele, talvez nenhum comensal consiga.

- Como anda sua missão? Já resolveu como meus comensais irão entrar no castelo na segunda semana da volta das aulas?

- Sim milorde.

- Conte-me.

- Há dois armários sumidouros, eles funcionam como um portal. Um dentro de Hogwarts e outro dentro da Borgin Burkes. Os comensais irão entrar no da Borgin Burkes e sair dentro de Hogwarts e depois poderão fazer o que quiserem.

- Engenhoso, sem duvida. E matar o diretor? Como resolveu isso?

- Dumbledore anda saindo muito do castelo e voltando na hora do crepúsculo pela torre de astronomia, eu estarei lá quando ele chegar e estarei pronto para matá-lo enquanto os comensais destroem o castelo.

- Realmente está pronto para matá-lo?

- Sim milorde.

- Se você falhar eu não perdoarei. Seu castigo será o seu ponto mais fraco, que eu descobri recentemente qual é. – ele disse com aquele sorriso maldito de cobra e eu me senti obrigado a olhar naqueles olhos vermelhos sem alma. (n/a: vou seguir a descrição dele como esta nos livros, porque prefiro de olhos vermelhos)

Levantei minha cabeça e o olhei, ele me olhou interessado, como se nunca ninguém o olhasse diretamente.

- Você não encostará nela.

- O que você disse garoto? – ele perguntou e a cobra sibilou ao lado dele.

- Nada milorde. – eu engoli em seco e abaixei a cabeça.

- Tenho um espião em Hogwarts, ele me avisará se você continuar a encontrar a sangue sujo. Pode se retirar sei exatamente como pressioná-lo para não falhar.

Eu fiz uma reverencia e sai de lá o mais rápido possível, fui direto ao meu quarto e chutei tudo o que vi pelo caminho até lá.

2 semanas depois...

POV Hermione

Estava sentada em uma das cabines do trem para voltar a Hogwarts, Harry, Rony, Gina e Neville estavam comigo. Eles conversavam entre si, eu apenas ouvia tudo muito distante e não falava nada. Não tive noticias do Draco essas duas semanas. Passei da preocupação já, tenho medo, muito medo. Parece que estou numa bolha, não querendo saber de nada o que acontece em minha volta, em choque demais para pensar em qualquer coisa direito. Não conseguia mai chorar, parecia que minhas lágrimas haviam secado. Acho que perdi dois quilos nessas duas semanas, não comia direito e muito menos dormia, toda vez que dormia tinha pesadelos com ele, e em cada pesadelo ele morria de uma forma pior. Não havia contado a ninguém sobre o desaparecimento dele. A possibilidade de ele estar morto era demais e eu não conseguia nem pensar que meu corpo toda parecia desmoronar. Meu coração parecia ter perdido a vontade de bater a única coisa que o mantinha batendo era a remota possibilidade de eu encontrar com ele no castelo.

A viagem pareceu passar num piscar de olhos, descemos do trem e meus amigos começaram a me perguntar o porquê do meu silencio, apenas respondi que era cansaço, pois não estava conseguindo dormir direito. Eles não acreditaram obvio, mais não insistiram, sabiam que tinha alguma coisa errada.

Entramos no salão principal, o falatório aumentou, pessoas se reencontrando, mostrando presentes de natal, contando das férias. Eu olhei em volta a procura daquele loiro de olhos claros e o encontrei sentado no lugar dele.

Ele estava vivo. Ele estava vivo. Ele estava vivo. Ele estava vivo. Ele estava vivo. Ele estava vivo. Ele estava vivo. Ele estava vivo. Ele estava vivo.

Minha mente foi dominada com essa frase, ele nem sequer se preocupar em levantar a cabeça para me ver. Com certeza ele havia percebido que eu estava olhando.

O que será que aconteceu? Porque ele não olhava para mim? Porque ele não me escreveu? No momento em que uma preocupação foi embora outras chegaram.

Ele havia desistido de mim, o que é que fosse que tivesse acontecido ele tinha preferido desistir a lutar por mim. Ele mentiu, ele foi covarde.

POV Draco

Há muito tempo já havia percebido o olhar da Hermione sobre mim, mas eu não era capaz de olhá-la. Eu me sentiria cúmplice do que aconteceria se eu a olhasse. Se eu falasse com ela. O Lorde das Trevas sabia muito bem qual era o meu ponto fraco e soube muito bem como usá-lo contra mim. Meu ponto fraco era vê-la triste, chorando. Ele sabia como fazer isso. Ele mataria os pais dela.

Acabou o jantar e eu levantei logo da mesa e andei apressado para fora do salão e ouvi passos femininos vindos atrás de mim.

- Aonde você pensa que vai com tanta pressa Malfoy? – ela falou. Pude escutar a raiva e a dor na voz dela.

Eu não virei e muito menos a respondi.

- Não ouse a me deixar aqui sozinha sem explicações Draco Malfoy. Nada do que aconteceu na sua casa foi tão horrível que você não possa me explicar e muito menos olhar na minha cara.

- Eu não tenho escolha. – eu respondi baixinho, mas ela me ouviu.

- Covarde! – ela gritou, mas sua voz estava tremula, ela estava chorando. Ele já havia conseguido. Ela chorava e a culpa era minha. – Eu não irei te perdoar, se você virar esse corredor... Draco, eu não permitirei que você volte.

Eu finalmente virei para ela. Ela estava com uma feição horrível, ela estava pálida, mais magra, com olheiras, os olhos caramelo estavam escuros.

- Eu não quero que seja assim Hermione... Mas tem que ser.

- Você não vai nem ao menos lutar por mim? Eu lutaria. Mesmo se fosse uma luta invencível e sem fim. Eu enfrentaria tudo por você e você não vai nem tentar fazer o mesmo por mim.

- Você não sabe.

- Não sei mesmo, você sumiu. Deixou-me na minha casa sem noticias e explicações. Eu achei que você tinha morrido. Pelo menos me explique porque você desistiu de mim.

- Eu não posso. – eu dei um passo para mais perto dela que continuou imóvel – você sabe que eu te amo, mais que tudo Hermione. Talvez um dia você entenda porque eu estou fazendo isso.

- Eu não consigo entender, não consigo entender como você pode quebrar todas as suas promessas assim e não ligar. Cadê a parte do eu sempre vou estar aqui? Sempre irei te proteger? Nunca vou te deixar? Isso foram promessas Malfoy, promessas não devem ser quebradas tão fácil. – ela chorava, seu peito descia e subia freneticamente por causa da respiração descompassada. Olhar ela daquele jeito era torturante, estava sendo impossível continuar parado tendo que olhar frio para ela e fingir que não importava mais. Senti meu coração quebrando quando vi tirando a aliança de compromisso do dedo.

- Isso? Guarde-a e de para alguém que você não quebrará as suas promessas. Isso que dá amar o inimigo.

Ela jogou a aliança em mim e saiu correndo.

(...)

Não sei se foi resultado de como eu me sentia, mas o dia começou mais nublado que o normal para essa época do ano. Não queria ir para aula, porque será? Era com a Grifinória obvio e ainda tinha aquelas duplas, sabe o que fechava o pacote? A aula era com a Minerva.

Entrei na sala, em poucos segundos o Grifinórios chegaram, ela passou reto pela mesa onde ela deveria sentar – que era ao meu lado – e se sentou lá na frente. Todo mundo olhou curiosos, espantados e em duvida. Começaram os múrmuros.

- Silencio todos vocês. – ela disse assim que se transfigurou. – Srta. Granger sinto-lhe dizer que esse lugar não é o seu, e sim ao lado no Sr. Malfoy. Sente-se lá.

- Não. – ela respondeu

- O que disse?

- Que eu não sentarei ao lado dele.

- Você não tem essa escolha. Vá ao lado dele! Ele não era seu namorado? – eu a fuzilei com os olhos, ela queria causar uma briga de casal no meio da sala de aula?

- Ele não é meu namorado. – todo mundo começo a cochichar.

- Claro, então devo entender que vocês voltaram a se odiar.

- Vamos dizer se eu ainda estou em duvida sobre esse caso. Não sei se o odeio por ser um grande mentiroso ou se eu amo por ser o meu mentiroso. – ela disse e eu corei. Ouviram-se vários “aaaaawns” dos alunos.

- Que tal você ir resolver essa questão lá trás ao lado dele?

- Já falei, não vou sentar ao lado dele.

- Então você não irá assistir a minha aula.

- Então eu não assisto. – ela disse e se levantou. Passou reto, não olhou para mim em nenhum momento. Senti-me destruído por dentro. Iríamos voltar a guerra que vivemos todos esses anos.

POV Hermione

Não devia ter saído da sala por causa dele. Deveria ter ignorado, mais era obvio que não iria conseguir. Eu o amava, não deixaria de amá-lo tão cedo, talvez nunca. Eu encontrei nele o que faltava em mim e agora ele levou isso embora, essa parte de mim sumiu. Eu não vou me recompor sem ela.

Fui para a biblioteca, afinal fazia tempo que eu não ia para lá. Sentei em uma cadeira na ultima prateleira, a Madame Pince nem se importou com a minha presença

Notas finais
VAI, ESSE CAP EU FIZ DE CORAÇÃO PORQUE FOI UM PRESENTE DE ANIVERSARIO DE MIM PARA MIM *-*
AFINAL, 15 ANOS NAO É MESMO? KKKKKKKKKKKKKKKKKK
espero que gostem, beijos e COMEEEEEENTEM POR FAVOR, nao sei se tem gente que le mais, voce sumiram...
OBS: fiquei sabendo que as respostas dos reviews que voces me mandaram só apareceu agora para voces é isso mesmo? KKKKKKKKKKK gente esse nyah é problematico ok
beijos novamente