Loving The Enemy
15 Prefects’ Bathroom
Notas iniciais
espero que gostem, eu gostei *-*
Já vou avisando, tem um pouco de Hentai, mais não é um Hentai completo kkkk se é que me entendem
entao quen nao gosta...
beijos
espero que gostem do cap
- O que aconteceu para você esquecer o Rony? – o Harry perguntou baixinho enquanto o Rony e a Lilá andavam de mãos dadas na frente.
- Eu cai na real Harry. Nós somos somente amigos. – eu disse
“Eu me apaixonei pelo Malfoy. Mas isso você não precisa saber”
- Isso é bom Mione. Eu gosto de ver você feliz.
Nós entramos na sala de transfiguração e todos os alunos presentes estavam de pé esperando alguma coisa. Agora o que antes eram quatro fileiras separadas se tornaram duas fileiras duplas.
- Muito bem, como vocês já sabem, as aulas serão em duplas... – a Minerva falou e mais uma onda de reclamações aconteceu.
- Como todos vocês já sabem suas duplas, podem ir se sentarem para começarmos a aula. E não reclamem comigo, isso foi idéia do Diretor.
Eu procurei em volta pela minha dupla e o encontrei sentado na ultima mesa da sala.
- Oi.
- Olá Draco. – eu o cumprimentei sentando-me ao seu lado. Colocando os meus livros em cima da mesa e deixando minha mão perigosamente perto da dele.
Ficamos apenas nos encarando enquanto os outros alunos discutiam com suas duplas para arranjar lugar para sentar.
- Parece que somos a dupla que mais se dá bem. – o Draco comentou.
- Porque será né Draco?
Ele sorriu e colocou sua mão em cima da minha, eu olhei em volta para ver se tinha alguém olhando e encontrei os olhos claros da Minerva estudando meticulosamente eu e o Draco como se cada momento que fazíamos fosse interessantíssimo.
Quando a sala se fez silencio e todos estavam sentados ela começou a falar sobre o que iríamos fazer hoje.
- Vocês vão aprender agora transfigurar humanos. Era uma tarefa difícil que exige muita concentração e desempenho de ambos da dupla, cada um deverá transfigurar o outro, MAS PORFAVOR NADA PERIGOSO... – ela continuou a falar e explicar como o feitiço deveria ser feito e eu estava pensando em que eu transfiguraria o Malfoy.
Todos os alunos ficaram de pé e começaram a tentar transfigurar uns aos outros.
Eu girei minha varinha e na primeira tentativa o que antes era Draco Malfoy passou a ser uma doninha branca e magrela igual à que ele havia se transformado graças ao Moody no quarto ano. Eu cai na risada e peguei o Draco no colo.
- Se divertindo com o namorado Hermione? – a professora parou no meu lado e falou com um olhar curioso.
- Como disse? – eu perguntei confusa. Ela sabia também?
Ela deu um sorriso debochado e eu corei.
- Destransfigure ele Srta. Granger. – ela falou e foi embora ajudar o Simas que estava com problemas com a dupla dele que havia se transfigurado em uma escada e ele não conseguia reverter. A escada era a Pansy. Pela primeira vez, eu me orgulhei de alguma coisa que Simas havia feito.
- Realmente a Pansy está na forma original dela, uma escada. – eu falei para a doninha que estava no meu colo não sabendo se ele podia ouvir ou não.
Eu ouvi um guincho vindo dele.
- Isso foi uma risada? – eu perguntei.
Draco guinchou novamente e eu dei um beijo na cabeça do bicho e o destransfigurei.
- Muito engraçada você em Hermione. – ele disse com uma falsa raiva. Se sentando de volta na mesa
- Ah qual é Draco, você ficou uma linda doninha. HAHAHAHAHA – eu disse e me sentei ao lado dele de novo.
- HAHAHAHA Imagino... Agora, eu estou com coceira e a culpa é sua Hermione! Você não gosta mesmo da Pansy ou é um ciúmes bobo?
- Ciumes? Eu? – eu disse e ele riu da minha expressão. Eu a odiava, mais também tinha um puta ciúmes dela com ele.
- Sim, você. – ele disse rindo
– Ela sempre aprontou comigo e confesso éumpoucodeciumestambém. – eu disse tudo rápido demais para ele não ouvir.
- Como é? – ele disse segurando uma risada, ele tinha entendido.
Eu corei. E sem querer deixei escapar um sorriso malicioso.
-Hermione, se agente não estivesse numa sala de aula lotada, eu te agarrava agora. – ele disse sério mais em tom divertido.
- Besta! Você me ouviu quando você era uma doninha?
- Ouvi. Por isso perguntei da Pansy e eu ouvi o comentário da Minerva também sobre agente.
- Ela sabe também.
Ele ficou quieto, perdido em pensamentos e começou a brincar com a minha mão.
Todos os alunos voltaram a sua forma normal, não tinha mais talheres, pratos, taças, armários, escadas e roupas pela sala.
A professora voltou a falar e começou a explicar a importância de se aprender a transfigurar, mas isso eu já sabia.
- Hermione... Eu tava pensando em contar para o meu pai sobre a gente. – ele sussurrou
- Draco não! Eu tenho medo do que ele pode fazer com você! E ainda por cima... Agente não resolveu nossa situação... – eu sussurrei
- O que você quer dizer com isso? – ele sussurrou confuso.
- Agente ta namorando? Agente só ficou duas vezes... E você não me pediu em namoro... – eu disse corando. Era obvio que eu queria que ele me pedisse em namoro do jeito certo.
Ele corou. Draco ficava tão lindo quando corava, aquele rosto pálido e os olhos claros acinzentados evitavam demonstrar o que ele sentia, deixando uma imagem de frio, arrogante e metido... Não que ele não fosse nada disso. Ele era. Arrogante, frio, metido, convencido, lindo e meu. Mas isso não vem ao caso agora... Draco tinha um coração, tinha sentimentos, ele só não demonstrava e não permitia qualquer um descobrir esse lado dele. Eu estava mais que maravilhada em poder ter descoberto esse lado dele. De ter visto um lado do Draco que nem mesmo ele conhecia. Eu nem percebi que fiquei um bom tempo apenas analisando suas feições. Ele deu um sorriso maravilhoso.
- Você me olhando desse jeito me deixa constrangido Hermione.
- Eu posso saber o que é que vocês dois tanto cochicham ai atrás Sr. Malfoy e Srta. Granger? – a Minerva nos perguntou.
Todos viraram para nos olhar. Afinal, todos queriam mais uma oportunidade de falar que eu estava tendo um caso com o Malfoy. Todos olhavam atentamente e esperava uma resposta, eu ia responder mais Draco foi mais rápido.
- Você sabe o que agente está conversando professora. Ou acha que eu não percebi que você lançou um feitiço para escutar melhor aqui. Francamente professora, curiosidade demais às vezes pode ser ruim... – ele falou e a professora corou.
- Draco! – eu o repreendi baixinho.
- Detenção! – ela gritou. – Você tem que aprender, a saber, qual é o seu lugar criança. Vá à sala do diretor, ele quer mesmo ver você já...
- Concordo com você professora... Ele realmente precisa para de ser tão convencido. – eu disse baixinho.
A professora, com o feitiço que ela havia lançado, escutou e segurou uma risada.
- Na hora do almoço, eu vou te mandar outra coruja ok? Ai agente termina de conversar sem ninguém escutar. – ele sussurrou e saiu da sala.
Ela ficou me olhando por mais um tempo de modo que tentasse descobrir como eu me apaixonei pelo Malfoy. Francamente professora, nem eu sei.
(...)
As outras duas aulas passaram rápido, foram Runas Antigas com Corvinal e Artimancia com a Lufa-Lufa. Agora eu estava indo para o salão principal com Harry e Rony tentando criar uma desculpa para as perguntas que eles faziam sobre o que eu conversara com o Draco na segunda aula.
- Pessoal! Não foi nada! Nós só estávamos nos provocando! Não estávamos tendo uma conversa civilizada! – eu disse enquanto enfiava um pedaço de torta na boca.
Eu ouvi um pio de uma coruja e logo me escapou um sorriso. Era dele.
- Correio? Mas não esta cedo demais para isso? – o Rony perguntou.
- É para mim. – assim que eu disse e coruja parou na minha frente. Eu peguei a carta e dei um pedaço de torta para a coruja. Que era uma pequena coruja cinza com um bico pequeno e grandes olhos amarelos.
- De novo?De quem é?
- Preciso ir, até daqui a pouco pessoal. – eu disse pegando minhas coisas e me levantando para abrir a carta longe de todos aqueles olhares. Olhei para a mesa dos professores e Minerva e Dumbledore olhavam atenciosamente para mim.
Sai do salão principal e sentei nos degraus da grande escadaria e abri a carta.
Sentiu minha falta?
Draco Malfoy
Como ele pode ser tão convencido desse jeito? Foram duas aulas. Tenho certeza que é ele que mais sente minha falta do que eu a dele. Não, mentira.
A torre de Astronomia não é uma boa idéia mais, já que nosso querido diretor costuma visitar lá. Achar um lugar em Hogwarts onde não tem ninguém é um pouco difícil.
Mas como eu sou uma pessoa de inteligência avançada eu me lembrei do banheiro dos monitores.
Só é permitido para poucos alunos, então esta tranqüilo. Os monitores da Corvinal e Lufa-Lufa estão almoçando, a Pansy está me procurando em algum lugar do castelo e o Potter está se agarrando com a Weasley fêmea.
Não demore, estou te esperando. Draco.
Eu fui correndo em direção ao banheiro dos monitores, olhei em volta para ver se tinha alguém por perto e entrei. Assim que entrei e fechei a porta eu a tranquei com feitiço, isso impediria a entrada de curiosos
- Coloportus! – assim que eu falo o feitiço eu sinto braços me abraçando por trás.
- Trancando a porta por feitiço? O que espera fazer comigo aqui dentro Hermione? – o Draco sussurrou no meu ouvido e um arrepio passa pelo meu corpo.
- Deixa de ser bobo. É para ninguém entrar. – eu disse me virando para ele e o empurrando para trás.
- Aham, sei sei. – ele me puxou para mais perto novamente. Ficando perigosamente perto. E é nessas horas que a tentação começa. Eu passei meus braços em volta do seu pescoço.
- Como foi a detenção?
- Vou ter que fazer a minha patrulha de monitoramento sozinho. Tem um lado bom e um lado ruim nisso. – ele falou dando de ombros e colocando a mão na minha cintura.
- Lado bom?
- Não vou ter a Pansy do meu lado se jogando em cima de mim.
Eu sorri. Gostei disso. Quanto mais longe a Pansy ficar dele, mais feliz eu fico.
- Lado ruim?
- Vai ter serviço dobrado. Já que não vou ter ajuda.
- E o que você queria me chamando aqui? – perguntei maliciosamente.
- Você está virando uma pervertida Granger, e eu gosto disso.
Ele me puxou para a beira da grande banheira dos monitores que mais parecia uma piscina retangular e ligou as torneiras de ouro que se encontram ao redor da borda. Ele sentou na beirada e me puxou para eu me sentar entre as pernas dele.
- Eu não vou tomar banho com você Draco. – eu disse séria.
Ele fez uma cara de falsa decepção e eu tomei os lábios dele, coisa que devia ter feito desde a hora que eu cheguei.
Ele me puxou para mais perto dele e eu entrelacei minhas pernas em seu quadril, deixando meu intimo perigosamente perto do dele. Lembrando que seu estava de saia. Por Merlin, literalmente eu virei uma pervertida.
A gente se beijava calmamente, ele segurava meu rosto e eu mantinha meus braços em sua nuca, a língua dele pedia passagem e eu logo cedi, nossas línguas se entrelaçavam e eu puxei seus cabelos para aprofundar o beijo.
POV Draco.
Ela estava perigosamente perto de mim. Eu tentava manter a calma e continuar raciocinando com ela daquele jeito em cima de mim. Mantinha minhas mãos em seu rosto para não ficar tentado a passear pelo corpo dela. Fui com a minha língua para pedir passagem e logo ela cedeu e toda a minha calma e concentração foram por água abaixo quando ela puxou meus cabelos para aprofundar o beijo. Eu mordi o lábio inferior dela, sugando e desci com a minha mão, passando pelo pescoço, os ombros e atrevidamente pelas laterais dos seios dela. Senti-a estremecer com o toque e suas mãos que antes estavam nos meus cabelos desceram para o meu peitoral. O ar fez falta e eu desci com os beijos para o pescoço e ombro dela. Deixando mordidas e chupões por lá. Ela fechou todo o espaço entre a gente e colou nossos corpos, ela deu umas mordiscadas no lóbulo da minha orelha e sem querer eu deixei escapar um gemido.
Era incrível que os beijos com a Granger sempre se tornavam algo mais, nunca com nenhuma outra garota eu me senti assim, nunca nenhuma garota me fez gemer enquanto eu ainda estava completamente vestido. Esses pensamentos fizeram eu sentir um volume se formando no meio das minhas pernas, ela sentiu também pois as pernas dela estavam em torno do meu quadril mas dessa vez ela não se afastou como antes, ela apenas soltou uma risada maliciosa e começou a desabotoar a minha camisa. Eu respirava ofegante, com uma das mãos eu parei na bunda durinha dela e a outra eu fui até a gravata vermelha e dourada da Grifinória, eu a tirei de lá e joguei longe. Ela tirou a minha camisa e a jogou no chão ao lado da banheira eu encontrei os olhos dela, estavam cheio de desejo, assim como os meus. Ela começou a passar a mão por toda a região do meu peitoral e tórax e eu desabotoei os primeiros botões da camiseta dela, como ela não pediu para parar eu continuei e então quando eu pude ver o sutiã rosa claro dela, o volume cresceu mais ainda e ela soltou outra risada maliciosa, mas acabou saindo como um pequeno gemido. Eu arranquei a camisa dela e joguei ao lado da minha. Ela estava ofegante seu peito subia e descia de maneira irregular e eu apertei mais a bunda dela.
Ela tomou meus lábios novamente, só que dessa vez era um beijo feroz, cheio de duplo sentido. Suas mãos percorreram a minha espinha e as unhas dela me arranharam fazendo eu me arrepiar. Procurei o feixo do sutiã dela e abri. Fazendo ele se soltar, eu o tirei e joguei ao lado com as nossas camisas. Nós paramos de se beijar e eu olhei os seios durinhos e com o bico vermelho de desejo dela e os apertei, ela gemeu um pouco alto demais e fincou suas unhas nas minhas costas eu gemi junto.
Ela tirou as mãos das minhas costas e desceu até a minha coxa, ela tirou a minha varinha do bolso e ofegante falou:
- Abaffiato.
- Bem melhor agora. – eu disse e minha voz saiu mais ofegante e rouca que a dela.
As mãos dela percorriam pelas minhas pernas e pude perceber que cada vez mais elas se aproximavam do crescente volume no meio delas. Ela passou a mão por cima dele e abriu o meu zíper, eu suspirei e ela começou a beijar, chupar e morder o meu pescoço. Eu levantei uma das minhas mãos até o seu cabelo e os puxei com força enquanto minha outra mão apertava o seu seio esquerdo com força. Ela colocou a mão direita por dentro da minha calça e começou a massagear o meu membro. Era bem provável que eu iria chegar ao orgasmo antes dela.
Eu voltei a beijar o pescoço dela e a deitei no mármore branco da banheira ficando por cima dela. Eu desci com os beijos até os seus seios e ela arqueou o corpo de prazer. Eu comecei a morder e sugar o seio direito dela com força fazendo com que ela gemesse.
- Oh Draco... – ela gemeu meu nome.
A sensação de ouvir isso foi maravilhosa. E me incentivou a continuar. Eu sugava um seio enquanto massageava o outro. Ela colocou a mão dentro da minha cueca e começou a apertar o meu membro com força e foi a minha vez de gemer o nome dela.
- Oh Hermione, assim. – eu gemi rouco quando ela começou a passar os dedos pela ponta do meu membro.
Eu vi um sorriso escapar pelos lábios vermelhos dela quando me ouviu gemendo o nome dela. Eu voltei a beijá-la nos lábios e ela tirou a mão do meu membro e começou a abaixar a minha calça. Eu facilitei as coisas para ela e tirei as minhas calças com as pernas e a joguei no chão.
Eu estava somente de cueca em cima dela e ela apenas com a saia. Meu membro totalmente rígido em cima do intimo dela.
- Isso é totalmente gostoso Granger. Esse é um lado que eu não conhecia de você – eu disse maliciosamente quando o ar voltou a fazer falta e eu me toquei da posição em que nos encontrávamos.
- Esse é um lado que nem eu conhecia de mim, você o despertou Malfoy.
- Você desperta o meu lado bom e eu desperto o teu lado pervertido, agora você viu como nós somos perfeitos um pro outro? O oposto, o certo e o errado juntos.
- Por isso que falam que os opostos se atraem e se completam.
- Você é minha. – eu disse enquanto acariciava os cabelos dela.
- E você é meu. – ela disse e passou a mão pelo meu rosto.
- Você vai ficar com marca de chupão no seu pescoço. – eu disse rindo e passando a mão pela marca no pescoço dela. – Quero ver como você vai explicar isso para os seus amigos.
- Não zombe de mim, você também vai ficar com um no seu pescoço. E esse vai ser mais dificil do que o meu de cobrir. – ela disse rindo.
- A achei vocês!
- AAAAAAA – nós gritamos juntos de susto e levantamos num pulo.
- Murta? – eu perguntei e a Hermione foi para trás de mim para se esconder do fantasma.
- Sim – ela veio rindo em direção a nós. – Hmmmmm Como você tem um corpo sarado. – ela disse passando aquela mão fantasma no meu peito.
- Tira a mão de mim! E o que você quer? Porque estava procurando agente?
- Bem... eu estava lá no meu banheiro, sozinha, contemplando a morte, de repente o Dumbledore aparece com a Minerva e eles pedem para eu ir a procura de vocês dois. Porque eles não sabiam onde vocês estavam. Mais sabiam o que vocês estariam fazendo aonde quer que estivessem. – ela falou com uma cara de safada. Fantasmas podiam ter pensamentos pornográficos?
- Mais porque eles estavam procurando agente? – a Hermione perguntou.
- Porque daqui cinco minutos vão começar as aulas e eles tem um recado importante para dar aos alunos.
- Mais um recado? – ela perguntou
- Sim. Mas esse recado vocês vão gostar! Até eu estou animada! Mas agora eu já vou indo... – ela disse e foi flutuando em direção a uma privada e mergulhou nela.
- O que será que é? – eu perguntei me virando para ela. Não pude segurar o sorriso bobo que veio quando eu a olhei novamente apenas de saia sem sutiã.
- Para de me olhar assim! – ela disse rindo e me empurrou brincando. – Não sei. Mas acho melhor a gente ir.
- Também acho. – eu falei e comecei a ir atrás das minhas roupas.
E ela foi fazer a mesma coisa. Ela era tão linda, não só o corpo, eu não era assim um pervertido que apenas achava as meninas bonitas por causa de peito e bunda. Mais ela era maravilhosa também nesse sentido, ela estava com um olhar alegre e um sorriso bobo no rosto. E eu nem percebi o quanto tempo fiquei olhando para ela até ela falar comigo.
- Me ajuda a fechar? – ela disse virando de costas se referindo ao sutiã.
- Ajudo. – eu respondi, saindo do transe e fechei o sutiã dela depois deu um beijo em seu ombro. Ela se virou para mim novamente e me deu um selinho.
Voltamos a nos vestir e eu me abaixei para pegar a minha calça e veio junto a camisa dela. Vesti a minha calça e lhe entreguei a camisa. Porque vi que ela estava procurando.
- Ta aqui. – eu lhe entreguei
- Ah, obrigada Draco. – ela disse corada.
Eu fiquei olhando ela se vestir e me dei conta de quanto eu estava apaixonado por ela. Cada movimento que ela fazia era capaz de me tirar um sorriso bobo.
- Como estou? – ela disse depois de terminar de se arrumar e pentear o cabelo com as mãos.
- Linda. – eu confessei. Ela estava mesmo.
Ela corou de novo e veio em minha direção.
- Para de ser bobo e termina de se vestir. – ela me entregou a camisa que faltava.
Eu a coloquei e quando ia fechar os botões ela bateu na minha mão.
- Ei. – disse rindo.
- Deixa que eu abotoo.
Ela começou a fechar os botões e toda vez que os dedos dela encontravam minha pela um arrepio passava pelo meu corpo. Eu a segurei pela cintura e lhe beijei novamente, mais dessa vez calmo. Ela retribuiu o beijo mais logo se afastou.
- Chega por hoje. – ela disse corada e terminou de fechar a blusa.
- Vamos. – ela disse se virando para ir embora.
Eu peguei na mão dela. Ela sorriu.
- Alohomora!
Saímos do banheiro dos monitores de mãos dadas porque não havia ninguém pelo corredor. Mas os quadros não perderam a oportunidade de cochichar. Ignoramos e fomos atrás do Dumbledore.
Notas finais
essa murta que acabou com o barato dos dois né kk o que sera que é o outro recado que o dumbledore tem?? hmmm
comentem!!!!
beijos
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