Loving The Enemy
10 Finally, we are togheter
Notas iniciais
eu nao revisei... desculpem pelos erros
tem uma pegação boa ai nesse cap, entao quem nao gosta... pode pular
POV Hermione
Realmente o fato de o Harry ter me interrompido me estressou, estava tão bom ficar lá, perigosamente perto do Malfoy mas... Ainda vamos ter mais oportunidades para isso não é mesmo?
- Ok estão todos aqui. – começou o Harry.
É realmente estávamos todos ali, era eu, Harry, Gina e Ron.
- Fala o que é Harry, você está nos preocupando.
- Ok Gina, vocês dois ainda não sabem – ele disse apontando para o Rony e ela. – mas hoje mais cedo... eu usei um feitiço no Malfoy e ele quase morreu.
- Bem feito para ele. – O Rony respondeu e eu senti o meu sangue ferver.
O Harry olhou para mim rapidamente e deu uma breve risadinha quando percebeu que eu tinha fechado a cara por causa do comentário do Rony.
- Estou falando sério Ron, ele quase morreu. Começou a sair sangue de todas as partes do corpo dele... Se não fosse a Hermione ter aparecido lá e murmurado algum feitiço de cura e depois ter...
- Ele poderia estar morto agora, não é Harry? – eu o interrompi, impossibilitando ele de continuar e contar o que não devia.
- Sim Hermione. – ele me respondeu com um tom divertido.
- Que feitiço era esse? Você conhecia Hermione?
- Não. Nunca tinha ouvido falar. E era super poderoso, eu tentei todos os feitiços de cura que eu conhecia e o único que funcionou foi um que eu li em um livro da sessão reservada...
- Harry, onde você descobriu esse feitiço? – Gina era a mais preocupada, o tom de preocupação na voz dela era totalmente visível e o idiota do Rony continuava levando tudo na brincadeira e achando que o Draco deveria mesmo ter morrido. Daqui a pouco quem morreria seria ele.
- Eu achei no livro de poções. – ele falou tirando o livro da mochila.
Agente ficou uma meia hora tentando descobrir quem era aquele tal de príncipe mestiço, mas acabamos não achando nada. No final, Gina achou que era melhor eles irem esconderem aquele livro na sala precisa. Não preciso dizer o que mais ele iriam fazer lá não é mesmo?
Eles saíram e acabou ficando somente eu e o Ronald no Salão Comunal. Hoje era um dos passeios a Hogsmeade, mas nós não tínhamos ido por causa dos estudos e como eu não estava nem um pouco a fim de ficar sozinha com o Rony, logo sai de lá e fui em direção a Ala Hospitalar. O Draco teria alta hoje à tarde.
Cheguei na porta e escutei uma voz feminina rindo e falando alto. Na hora o meu sangue ferveu e eu quase arrombei aquela porta.
- Ai meu Draquinho, que bom que você já sai hoje né?
- Sai. Daqui. Pansy.
- Porque você anda tão... – ela foi interrompida porque acabou me vendo. E não só ela.
- Me desculpe, não queria interromper. – eu já estava possessa, apenas respondi do jeito mais calmo que podia.
- Não tem problema. Sua sujeitinha de sangue ruim. – Respondeu aquela vadia com a voz estridente.
- Hermione! – o Draco gritou, mais eu apenas o ignorei e sai daquele lugar.
POV Malfoy
- Mais que merda Pansy!
- Qual é o problema dela nos ter visto? Ela não é ninguém! E no final das contas, todo mundo já nos viu juntos! – eu tinha vontade de falar que a Hermione era TUDO, menos ninguém. Mais se eu falasse com certeza ela e as amiguinhas nojentas dela iriam fazer da vida da Hermione um inferno.
- É Pansy, mas nós não temos NADA! Nunca tivemos! Você sabe o quanto eu te odeio! Agora da licença. – eu disse revoltado já me levantando da cama. Estava nem ai que ainda precisava ficar mais algumas horas naquele lugar, eu precisava ir atrás da Hermione e agora.
- Draquinho! Espera!
Eu a ignorei e sai em procura da Hermione. Não seria muito difícil encontra-la. Eu acho.
(...)
É, estava sendo totalmente difícil de encontrá-la. Eu já havia ido a biblioteca, no corujal, na sala precisa, já havia andado por todos os corredores de Hogwarts. Dentro do castelo ela não estava. Fui em direção à cabana do Hagrid mais ela também não estava, nem lá e nem por todo o cercado. Tinha acabado de atravessar a ponte de volta para o castelo e vejo o Potter e a namoradinha ruiva passando, eles me viram, mas eu fingi que não e passei reto.
- Malfoy! – Mais que merda Potter!
Apenas me virei sem falar uma palavra.
- Gina, vai indo eu preciso falar uma coisa com ele.
- Ok. – ela respondeu receosa. Será que ela estava com medo que a gente tentasse se matar novamente?
- Malfoy – ele começou assim que ela saiu de vista – Eu não sei o que é que está acontecendo entre você e a Hermione, mais eu não sou otário e sou o melhor amigo dela e sei que ela esta escondendo alguma coisa de mim e sei também que você está que nem um retardado a procura dela.
- Nossa, além de herói virou um sabe tudo também? Nunca que iria ter alguma coisa entre mim e a Granger. Você não se diz o melhor amigo dela? Melhores amigos não escondem as coisas um dos outros... Acho bom você rever isso ein! – Minha mentira não convenceu tanto assim, foi difícil falar nunca e Granger com ódio. Era impossível falar o nome dela e não se lembrar de hoje mais cedo na Ala Hospitalar, nosso quase beijo... E pensar que isso pode nunca mais acontecer graças a vadia da Pansy.
- Não me importa. Mais eu só te digo uma coisa. FIQUE BEM LONGE DELA! Bem longe! Se não, eu acabo com a sua raça! Está me ouvindo?
- Devo levar isso como uma ameaça? Devo sentir medo? Ou o que? Você vai vir com aquele feitiço de sangrar? Não tenho medo de você Potter!
- Eu realmente acho que você deveria ter.
Eu virei e recomecei a andar para bem longe dele, mais o desgraçado me chamou de novo.
- Eu sei aonde ela está. – ele disse.
Eu me virei e ele estava olhando para o campo de quadribol. Será que ela estava lá? Ele seria tão idiota ao ponto de mostrar?
- Vá para o inferno Potter! – eu gritei já virando novamente e rumando em direção ao campo.
Não demorou muito para chegar lá e quando cheguei não foi difícil encontra-la. Ela estava sozinha sentada em uma das arquibancadas toda molhada. Afinal, estava chovendo hoje.
Ela logo percebeu a minha presença, mais não me mandou embora, nem me xingou, nem lançou feitiço algum. Apenas me olhou com os olhos frios.
- Hermione... – eu a chamei assim que cheguei ao lado dela.
- Você é um idiota sabia?
- Eu não tenho nada com a Pansy. Aquela vadia doida que não sai do meu pé! Nem sei como ela descobriu que eu estava lá. Eu juro que a mandei embora desde o momento em que vi aquela mula que se chama de gente entrando. Vem vamos sair daqui. Você estar encharcada! Vai ficar doente!
- Quem sabe eu morra...
- Para de besteiras! – eu disse me ajoelhando na frente dela.
POV Hermione.
O único motivo de eu ter ido para aquele campo foi que eu tinha certeza que ele não me acharia. Mais ele acabou aparecendo. Ele realmente se preocupou em vir me procurar?
Eu queria ter chorado tudo o que eu estava sentindo àquela hora na chuva, mais nenhuma lágrima se quer escorreu. E eu fiquei revoltada com isso. Justo quando eu quero chorar, as lágrimas não vem.
- Quem sabe eu morra... – eu respondi quando ele demonstrou um pouco de preocupação.
- Para de besteiras! – ele disse se ajoelhando na minha frente. – Hermione, olha para mim.
- Porque Draco? Para que insistir nessa farsa? Nesse jogo que você se importa?
- Mais que droga Hermione! Eu me importo! Muito! No momento você é a única coisa na qual eu me importo tirando os meus pais. Você é o único motivo para eu continuar nessa merda de escolha onde ninguém realmente é o que é. Nessa fachada imunda! Eu realmente sinto alguma coisa por você e não é de hoje! Não é desde que agente começou a se falar! É desde a merda daquele baile de inverno onde você estava extremamente linda dançando com o babaca do Vitor Krum!
Eu corei. Ele nunca havia dito isso. Ele me olhava nos olhos me impossibilitando de desviar o meu olhar. E olhando naqueles olhos eu finalmente percebi o que era aquele sentimento que dias atrás eu chamava de desconhecido, de indecifrável. Era amor. Aquilo que os olhos do Draco não conheciam era amor. Era uma coisa que agora estava clara ali. Ele segurava minha mão.
- Desde o quarto ano? – foi a única coisa que eu consegui perguntar.
- Na hora que eu vi você entrando com ele eu senti uma coisa diferente. Eu não sabia realmente o que era. Porque nunca havia sentido antes. Eu passei os últimos anos tentando descobrir o que era. E nesse ano eu descobri. Eu realmente me toquei o que era tudo aquilo. O que era o que eu sentia quando via você e o Rony andando juntos. Quando eu pegava aquele idiota e ridículo que se acha gostoso do Córmaco dando em cima de você. Era ciúmes. – eu sorri. O jeito que ele falou do Córmaco e todas as expressões que ele fazia enquanto falava deixava muito claro que era verdade. Ele realmente gostava de mim.
- Como você me achou?
- Eu encontrei o Potter no meio do caminho.
- Ele te contou? – eu perguntei surpresa. Nunca que ele iria contar para o Draco onde eu estava.
- Sim... Não... Mais ou menos. – ele respondeu confuso. – Na verdade, ele me ameaçou. Falou de todas as formas possíveis e imaginárias para eu ficar longe de você. Só que ele foi idiota o bastante de falar que sabia onde você estava e o olhar dele o entregou. Ele não falou diretamente, mas na hora que ele falou que sabia os seus olhos voltaram para cá. Então eu vim direto para cá e te achei. – ele terminou dando de ombros.
Eu sorri. Era tão surreal aquilo, ver o Draco me implorando desculpas, querendo ficar comigo. Justo a menina que ele sempre odiou e ver eu, que sempre o odiei, se encontrar apaixonada por aqueles olhos claros, por aquele jeito misterioso, por ele.
- Me desculpe Hermione.
Eu não me segurei e o puxei para mim selando nossos lábios.
Ele não demorou muito para entender e logo fez questão de puxar meu corpo mais para o dele. As nossas línguas se moviam em perfeita sincronia, elas estavam ansiosas, com desejos, exploravam cada centímetro da boca do outro. O beijo mostrava todo o sentimento guardado por anos do Malfoy e toda a minha recente paixão.
Eu levei minhas mãos para os seus cabelos e os puxava com força fazendo com que ele aprofundasse cada vez mais o beijo. Logo entendendo o recado, ele segurou firme na minha cintura me prendendo mais contra o corpo dele. Pude sentir suas mãos deslizando por todo o meu corpo molhado e as minhas roupas coladas por causa da chuva.
Quando o ar realmente fez falta, ele desceu seus lábios e foi depositando beijos e mordidas no meu pescoço. Minhas mãos desceram de seus cabelos macios e molhados e foram se aventurar por aquelas costas musculosas. Quando desci com as minhas mãos pela espinha dele, pude sentir todo o seu corpo se arrepiar. A sensação que me veio ao perceber o que eu causava nele aumentou o meu desejo e fez com que eu tomasse novamente os lábios dele num beijo mais feroz. Eu mordi o lábio inferior que o fez escapar um gemido de dor e eu sorri de prazer. Era incrível todas as sensações que ele me proporcionava apenas com o beijo.
Com uma das mãos ele segurou o meu rosto e com a outra ele abaixou e levou até a minha coxa. Ele a apertou com força me fazendo soltar um gemido de dor que logo ele silenciou com um beijo. Sua mão passeava perigosamente pela minha perna e me amaldiçoei pelo uniforme de Hogwarts ser uma saia. Mais a minha consciência e o bom senso estavam longe demais essa hora e a única coisa que restava em meu corpo era o desejo.
A chuva, que antes estava sendo insignificante, apertou e se tornou mais fria. Fazendo-nos separar ofegantes.
Ele se levantou e me deu a mão para me ajudar a levantar. Saímos correndo em direção ao castelo e lá nos escondemos para que nenhum outro aluno visse.
Aquilo com certeza poderia ser classificado como um pecado. O desejo mutuo entre dois inimigos. Um novo segredo na vida dos dois. Ninguém poderia sonhar que os dois estavam juntos. Que os maiores inimigos de Hogwarts eram agora um casal.
- Isso ficara entre a gente não é mesmo? – eu perguntei depois de muito esforço quando o coração voltou a bater compassadamente.
- Por quê? Se o mais difícil, que foi nós dois, já aconteceu, porque todo mundo não pode saber?
- Draco, não é que eu não queira. O que eu mais queria era poder andar de mãos dadas com você pelo castelo e mostrar para todos que você é meu. Mais você viu que só do Harry imaginar que tem alguma coisa entre nós ele já o ameaçou! Imagine toda a Grifinória contra mim por causa disso! E a Sonserina? Draco imagine todo mundo contra você por causa de estar com uma sangue-ruim.
- Você tem razão... – ele disse triste.
- Ei. Eu quero ficar com você. – eu disse segurando novamente sua mão e ele sorriu.
- Eu também. E você tem razão, seria uma idéia suicida deixar publico. Por enquanto...
- Por enquanto? – eu perguntei, e sorri com a idéia de um dia poder andar pelos corredores com ele.
- Sim. – ele sorriu e me deu um selinho.
Eu sequei nossas roupas com um feitiço e logo cada um foi em direção ao seu salão comunal.
POV Narrador.
Os dois seguiram os seus caminhos em direção aos dormitórios, cada uma com um sorriso maior que o do outro. Era tamanha felicidade que contagiava os estudantes por quais eles passavam.
Notas finais
haha finalmente o beijo nao é mesmo? kkkkkkkkkk
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