Loving Offender
3 Tristes Lembranças
Notas iniciais
POV Nami on
Já era de manhã, me levantei, tomei um banho, vesti meu uniforme e fui tomar meu café da manhã, quando estava a ir escovar meus dentes a campainha toca, e Nojiko atende ainda de pijama, pois acaba de acordar, quando ela abre a porta e vê que era um garoto.
– Oi, sou Monkey D. Luffy, seu vizinho, a Nami já esta pronta? -
– Estou quase! -Gritei indo para o banheiro.
– Ehh, Luffy-san? Gostaria de esperar aqui dentro? – Disse Nojiko surpresa pelas vestimentas de Luffy, que estava com o uniforme e seu chapéu de palha, mas com a camisa desabotoada. –
– Ah, claro, com licença. – Disse Luffy demonstrando respeito, e aceitando a oferta.
Mas quando estava chegando à sala eu sai do banheiro pronta para ir e disse.
– Yo, Vamos? – Falei.
– Yo, Claro. – Respondeu Luffy com uma cara de “Por que eu entrei aqui então?”.
POV Nami off
Com Nojiko e Bellemere.
– Nojiko, esse não era o nosso vizinho rico que acabou de se mudar? – Disse Bellemere meio confusa com a situação que acaba de ocorrer.
– Creio que sim, afinal nenhum outro vizinho nosso estuda na mesma escola que a Nami. – Respondeu Nojiko também não entendendo nada do que acaba de acontecer.
– Deixando isso de lado você deveria ir se arrumar, não quer se atrasar para a escola né. Seria bom se você fosse como a Nami acordasse cedo e não ficasse de preguiça aqui. – Falou Bellemere com um tom voz de decepcionada.
–OkOk, já estou indo. – Disse Nojiko com preguiça.
Com Nami e Luffy.
– Hey Luffy, você mora com seus pais? – Perguntou Nami.
– Não, moro sozinho, por quê? – Respondeu Luffy.
– Só pra saber. – Respondeu Nami, se lembrando do tanto de comida que o garoto comprou “para a semana”.
– Hey Luffy. — Disse novamente Nami.
– Sim? – Respondeu Luffy.
– Ontem na aula, o professor disse que você fez intercambio, para onde você foi? –Perguntou Nami curiosa.
– Primeiro fui para China depois fui para Coreia (do Sul e do Norte). – Respondeu o mesmo.
– Eh, que legal, o que você foi fazer nesses dois países?
– Fui para aprender diversas artes marciais e fortalecer meus poderes.
– Hmm, interessante, mas espera poderes?
– Sim, eu comi a Gomu Gomu no Mi.
– Entendo, mas se você comeu ela, você não se machucaria se levasse o soco daquele homem ontem.
– Mesmo eu não me machucando, eu não gosto de levar golpes que eu poderia ter desviado isso me faz sentir fraco, só vou levar um soco que poderia ter desviado quando eu tiver um motivo muito grande para não ter desviado e levar o golpe, como por exemplo, proteger alguém precioso para mim.
– Hmm, e essa cicatriz em seu peito como você conseguiu ela?
Isso aqui já esta parecendo um interrogatório, mas não tem por que eu esconder afinal não vai fazer muita diferença, pensou Luffy.
– Você se lembra da Guerra dos Melhores de dois anos atrás?
– Ah sim, aquela que ocorreu em Marineford devido à execução de Portgas D. Ace, e que o líder da gangue dele foi resgata-lo, Shirohige se não me engano, mas no fim o mesmo morreu.
– Sim essa mesmo, Ace era meu irmão e eu também fui para a guerra resgata-lo sozinho, eu pretendia resgatar ele em Impel Down, mas quando cheguei La ele já havia sido transportado para Marineford. Eu escapei daquela prisão por pouco roubando uma moto de um policial e indo em direção a mesma, quando estava chegando nela recebi uma notificação no radio da policia que a execução iria ser adiantada, por isso acelerei mais ainda, chegando La senti um breve terremoto, e vejo toda aquela guerra acontecendo, e no fundo estava meu irmão de joelhos pronto para ser executado, depois de derrotar alguns policiais consegui chegar à torre de execução, mas quando cheguei tive que derrotar meu avo: Monkey D. Garp que é um dos chefões da policia. Depois de derrota-lo e soltar Ace, chegando ao centro da guerra, eu e ele fomos parados por um dos chefões da policia: Akainu, depois de aguentar um pouco a luta, ele foi me dar um soco com seus poderes de magma para me matar de uma vez, mas antes de me atingir meu irmão se colocou na frente do golpe que perfurou seu peito e me feriu no mesmo local, mas logo após isso Shirohige acertou um golpe em Akainu com os poderes da Gura Gura no Mi (Fruta do Terremoto) e haki de armamento, depois de dar uma boa surra no mesmo, ele me pegou junto com o corpo de Ace e fugimos com o resto da gangue, depois de 1 semana passada ele me aconselhou a sair do país por um tempo, por segurança, segui o conselho dele e fui para esses dois países para me curar e me fortalecer para nunca mais perder alguém importante para mim.
– Nossa que história, desculpe por perguntar assim. – Disse Nami arrependida.
– Não precisa se desculpar, eu decidi encarar meu passado, seguir em frente e não sofrer com ele, afinal Ace não gostaria de me ver sofrendo em vez de seguir em frente, isso faria o sacrifício dele para me proteger em vão. – Falou Luffy com um sorriso um pouco triste no rosto. – Parece que chegamos. – Falou Luffy olhando para a escola.
No caminho inteiro do portão para a sala, todos encaravam os dois, ou melhor, encaravam o Luffy, alguns com medo, outros que pensavam que ele estava se achando demais só por sua recompensa ser alta, mas Luffy nem ligou para isso e continuou andando, já Nami estava aflita, pois não era acostumada a tanta atenção direcionada a ela, estava acostumada com alguns olhares maliciosos devido ao seu corpo bem definido, tanto em beleza quando em certos atributos. Chegando à sala de aula somente os dois haviam chegado, Luffy foi em direção a sua carteira e Nami a dela, mas só deixou seus materiais em cima da mesa e sentou na carteira de Zoro que estava na frente de Luffy, e voltaram a conversar.
– Hey Luffy. – Disse Nami.
– Sim? – Respondeu o mesmo se perguntando de quantos “Hey Luffy” havia escutado naquela manhã.
– Como você fez para estar com uma recompensa tão grande assim? Esta certo que participar da Guerra dos Melhores e voltar vivo, e invadir e conseguir escapar de Impel Down, a maior e mais segura prisão do mundo, são feitos grandiosos, mas creio que somente isso não faria você ter uma recompensa por sua cabeça tão grande.
– Quando eu estava pegando meu avião para sair do país, me irritei com um Tenryuubito e soquei-o. E antes da guerra briguei com um tal de Lucci dos serviços secretos da policia.
– Nossa esses sim são feitos grandiosos, ate mesmo para qualquer delinquente da cidade, acho que quando souberem de tudo isso, vão parar de te encarar tanto. – Disse Nami dando uma risada.
Luffy retribuiu a risada de Nami com outra risada, que foi interrompida por um barulho e todos entrando na sala com Sanji na frente furioso e indo em direção aos dois.
– Maldito! O que você está fazendo com a Nami? – Disse ele já dando um de seus chutes mais fortes em direção ao Luffy.
– Espere Sanji-kun. – Gritou Nami. Mas já era tarde demais, Luffy já tinha desviado do chute de Sanji e o imobilizado.
– N-NANI!!?? – Todos menos Nami gritaram em coro, pois Sanji o Zoro eram os mais fortes da sala, mas Luffy desviou e imobilizou Sanji sem dificuldade nenhuma.
– Luffy, você poderia soltar o Sanji-kun? – Como pedido ele fez. – Obrigada, e Sanji-kun, o que foi isso?
– Antes, o senhor espadachim ai atrás poderia tirar as mãos da espada e sair da pose de ataque. – Falou Luffy calmo.
– Hoho, então você percebeu, você até que é bom novato. – Respondeu Zoro indo para seu lugar e pedindo para Nami sair do mesmo e sentar em outra carteira.
– Isso foi Haki da Observação, correto? – Perguntou Robin indo em direção aos 4 (Luffy, Nami, Sanji, se levantando e Zoro já em sua carteira.). –
– Está certa. – Respondeu Luffy.
– Por isso você sabia que era a Nami que foi lhe dar oi ontem. – O mesmo afirmou quando Robin disse isso.
– Ok, mas vocês poderiam me explicar que confusão foi essa? – Falou Nami ainda confusa.
– É que nos falaram que viram você e o Luffy entrando junto, e perceberam que você estava meio triste. Depois disso eu chamei todos da sala e viemos aqui tirar satisfação com ele. — Falou Sanji já levantado e recuperado.
– E você como sempre apressado entendeu tudo errado. – Falou Nami com uma cara de “O que eu fiz para merecer isso”. – Só explicando as coisas, fui eu quem chamou o Luffy para vir comigo para escola, pois ele é meu vizinho, e fiquei meio abalada e ainda não tinha conseguido me recuperar com o que tinha havido com ele no passado.
– Ehh, vizinho? Como assim o que aconteceu com ele no passado? – Alguns perguntaram, e assim Nami repetiu tudo que Luffy havia falado a ela. E como ela tinha imaginado todos a partir de agora pensaram duas vezes antes de encarar ele.
– Em Luffy, mas ainda tem uma coisa que eu não entendi, você falou que o Ace era seu irmão, mas não tem o mesmo sobrenome que ele, e na guerra é mencionado que ele era filho do maior gangster da história: Gol D. Roger, mas você me disse que seu avo era Monkey D. Garp, poderia me explicar? – Perguntou Nami confusa.
– Ace não é meu irmão de sangue e sim de criação, quando seu pai foi executado, ele pediu para meu avo cuidar de Ace, por isso que não temos o mesmo sobrenome, alias meu pai é Monkey D. Dragon, antes que vocês perguntem. – Respondeu Luffy.
– NANII!!!!! – Todos novamente se surpreenderam com o que Luffy disse. Aquela manhã realmente estava sendo cheia de emoções.
– Seu pai é o gangster mais procurado do mundo, seu avo é um herói da policia, seu irmão de criação era um grande gangster da gangue do Shirohige e o mesmo era filho do maior gangster da história e você agora é o supernova com a maior recompensa. – Falou Nami pasma.
– Você não pode esquecer de que quem me treinou a vida inteira foram Shanks e Rayleigh. – Completou Luffy como se isso fosse normal e acontecesse com todo mundo.
– Como sua vida é agitada, você não acha ruim não? – Falou Ussop.
– Depois de um tempo você se acostuma a viver assim. – Respondeu Luffy.
– Certo, chega de papo quero todos em seus lugares se preparando que a aula ira começar. – Disse o professor entrando enquanto os alunos iam para seus lugares.
Depois de um tempo estudando, o intervalo toca, e Luffy se levanta para ir à cantina, e Nami pergunta.
– Luffy, aonde você vai?
– Na cantina comprar alguma coisa.
– Me espera, vou com você
– Eu também vou. – Ah eu também. – Acabou que Zoro, Sanji, Robin, Ussop, Brook, Franky, Chopper e Vivi, vieram junto.
Depois de entrar na fila, quando chegou à vez de Luffy, Crocodile apareceu.
– Eiei, saiam do caminho, para eu comprar meu lanche. – Disse Crocodile entrando na frente de Luffy e começou a falar o que queria. – Eu vou quer- Ele é interrompido.
– Hey, se você quer comprar algo, vá para o final da fila! – Exclamou Luffy irritado com a atitude de Crocodile.
– Han? O que você quer em, quer brigar? – Falou Crocodile encarando Luffy.
– Hoho, por que não, vamos. Derroto-te com um ataque. – Falou Luffy. – Nami você pode ir comprando três pedaços de carne para mim? Para não atrasar a fila. – Disse dando o dinheiro para ela.
– Deixa disso Luffy, ele é Crocodile dos Shishibukais, as pessoas que mandam nesta escola, você não tem chance contra ele. – Falou Ussop com medo
– Não ligo pra quem ele é só não gosto de pessoas como ele, que só porque tem uma posição elevada acha que pode fazer tudo que quer.
– Você vai ver moleque irei deformar tanto sua cara que ninguém vai te reconhecer. – Gritou Crocodile chamando mais atenção do que já havia para os dois ali presentes.
Crocodile foi dar um soco com os poderes da Suna Suna no Mi, mas Luffy bloqueia o golpe.
Nami pensa “Ele poderia ter desviado deste golpe por que será que não o fez?” ai percebeu que se ele desviasse do golpe, quem levaria o golpe seria ela. Quando percebeu isso se lembrou de que ele falou do único motivo para levar um golpe, seria para proteger uma pessoa preciosa para ele.
– Maldito o próximo você não vai conseguir bloquear. – Falou Crocodile, tirando o recuando o braço pra dar outro soco mais forte. Mas antes que conseguisse Luffy deu um chute de Tae-kwon-do + haki de armamento, atingindo e mandando para longe Crocodile, que desmaiou com o impacto.
– Eu disse não disse? Que acabaria com você com somente um golpe. – Falou Luffy com um sorriso no rosto. – Hey Nami, por que você não comprou pra mim? –
– Como você quer que eu compre enquanto você briga com um dos Shishibukais? – Retrucou Nami.
–Ah deixa pra La. – Falou ele já comprando seu lanche.
– Obrigada, Luffy. – Disse Nami.
– Ehh? Por quê? – Perguntou Luffy.
– Se você não tivesse bloqueado o golpe quem estaria machucada agora seria eu.
– Que nada, eu falei né, se for por aquele motivo eu não me importo de levar o golpe. — Nami corou um pouco quando ele disse isso.
Chegando à sala todos olham para Luffy.
– Pelo jeito eles já sabem do ocorrido.
– O Herói voltou! – E todos ficaram em volta do Luffy.
– Ehh?? Como assim herói? – Falou Luffy.
– Você é o Herói que veio para acabar com a tirania dos Shishibukais e unir a Grand Line School em uma só derrotando todos os Shishibukais. – Explicou um aluno.
– NANII?? – Gritou Luffy e Nami em uníssono.
Continua...
Fale com o autor