Loving Offender
2 O que o Luffy faz todo dia?
Notas iniciais
– Fiquem quietos! – Gritou o professor. – Luffy você pode sentar-se na ultima carteira ao lado da janela atrás do Zoro. -
– Ok – Respondeu Luffy enquanto se dirigia a carteira e todos o olhavam.
– Okok. Agora que já conheceram o aluno novo prestem atenção aqui. — O professor então começou sua aula como se nada tivesse acontecido.
O tempo vai passando e Nami não para de olhar Luffy e pensar em como aquele garoto teria uma recompensa tão alta e como tinha tanto dinheiro para bancar o apartamento de luxo e ainda comprar presentes caros para entregar ao vizinho como se fosse nada. Depois de um tempo o intervalo começa e Luffy sai da sala indo em direção do refeitório onde se surpreende com a quantidade de coisas tinha ate sua comida favorita no caso carne, ele compra três pedaços grandes e volta pra sala os comendo, quando chega à mesma só falta um pedaço, quando entra na sala todos olham para ele surpresos por que até hoje ninguém tinha comprado carne na cantina, ele se senta em seu lugar e devora o ultimo pedaço em instantes o que surpreende ainda mais seus colegas de turma, ele nem ligando para os olhares direcionados ao mesmo coloca seu chapéu na frente de seus olhos e fica como se estivesse dormindo, logo após isso Nami decide ir falar com quando é parada por Ussop.
– Ei Ei, Nami você esta louca? Ele tem uma recompensa de 400 milhões pela sua cabeça. – Diz Ussop com o tom de voz baixo.
– É Nami, acho melhor você não ir incomoda-lo. – Afirma Chopper.
– Eu não vou incomoda-lo, vou só falar um oi. – Respondeu Nami.
– Espere Nami-swan, eu vou com você. – Falou Sanji.
– Ok. – Respondeu Nami.
Todos olhavam Nami se dirigir para a carteira de Luffy.
– Yo! – Disse Nami.
– Yo, Nami. – Respondeu o menino de chapéu de palha.
Todos ficaram surpresos quando ele respondeu ainda mais por falar o nome da dela, já que ninguém exceto a Robin sabia que o Luffy era seu vizinho, mas mesmo ela se surpreendeu quando ele disse o nome dela, pois apesar de terem se falado somente uma vez ele estava com os olhos cobertos pelo chapéu.
– Como você sabia que era eu? – Perguntou Nami.
– Pela sua presença e o cheiro de laranja. – Respondeu Luffy. — Ah, e pede para o rapaz ao seu lado se acalmar, afinal não fiz nada que o incomodasse- disse Luffy – ainda não pelo menos – Murmurou com um sorriso discreto no rosto.
– Ora seu! – Retrucou Sanji.
– Calma Sanji-kun! – Assim que Nami disse Sanji ficou calmo.
– Alias Nami, que aula é agora? – Perguntou Luffy tirando seu chapéu de cima do olho.
– Matemática. – Respondeu Nami.
– Obrigado. – Agradeceu Luffy se arrumando na carteira.
– Chega de papo, vão para seus lugares e se preparem para aula! – Exclamou o professor de matemática entrando na sala. – Zoro acorde! – Falou o professor jogando um giz na cabeça de Zoro, que acordou irritado perguntando quem foi, todos davam risadas dele menos Luffy que nem prestava atenção ao que acontecia olhando para a janela.
Depois de um tempo o professor colocou um problema na lousa e perguntou se alguém conseguia resolver. Todos ficaram com cara de “meu deus que merda é essa”.
– Eu expliquei isso para vocês aula passada! – Reclamou o professor nervoso.
– Com licença, professor eu sei resolver. – Todos procuram quem foi o autor da frase quando vem Luffy se levantando e indo em direção à lousa, e ao mesmo tempo todos ficando de boca aberta de como o garoto resolvia o problema com facilidade.
– Oh, esta certo! Como esperado de um aluno de que acabou de voltar para o país devido ao intercambio. Pode voltar ao seu lugar. – Disse o professor admirado das habilidades do aluno novo.
Logo após isso nada de interessante aconteceu e a aula acabou. Luffy arrumava suas coisas para ir embora quando é parado por um grupo de meninas.
– Ei Luffy-kun, vamos ao karaokê para nos conhecermos melhores. – Disse uma delas.
– Hoje não posso, tenho algo para fazer. – Respondeu Luffy seguindo em direção à porta.
– Ei Nami-swan, vamos ao karaokê??? – Perguntou animadamente Sanji.
– Desculpe hoje não vou poder, tenho que ir cedo para casa. – Retrucou Nami, mas era mentira ela iria só fazer outra coisa.
– Haiii... – Respondeu Sanji triste.
Luffy ia saindo pelo portão quando Nami percebe que ele estava indo na direção contraria do prédio onde moravam, e resolveu seguir ele.
POV Nami on
Aonde sera que ele esta indo a essa hora, afinal ja andamos por bastante tempo, depois mais um tempo andando Luffy entra em um prédio, vejo uma placa e percebe que é um café de mordomos e empregadas luxuoso, resolvo entrar disfarçada para ele não me perceber. O disfarce era um casaco com capuz que eu carregava afinal estava frio e um óculos escuro. Quando entra sento-me em uma mesa em um canto escondido e pede um café, olho para todos os lados, mas não encontro Luffy em nenhuma mesa, quando olho para porta onde só empregados podem entrar, vejo Luffy saindo com um terno preto, uma camisa social vermelha com os dois últimos botões de cima soltos e a gravata também solta e por algum motivo ainda com seu chapéu de palha na cabeça. No mesmo momento Luffy da um sorriso e começa a servir os clientes, logo penso que ele trabalha ali, mas mesmo com aquele salario ele não conseguiria bancar apartamento e dar um presente caro como aquele que recebera no dia anterior, e resolvo continuar a segui-lo. Depois de algumas horas ele sai de dentro da porta de empregados, mas desta vez novamente com o uniforme, ele se despede dos outros e sai da loja, eu depois de pagar minha conta fui atrás dele. Ótimo parece que ele ainda não me percebeu. Duas quadras depois do café um homem adulto para ele e o desafia, eu pensei ele esta encrencado não tem como ele ganhar de um adulto, ate que ele fala.
– Oh, você quer me desafiar, custa 20 mil Berries. – Me espantei com esta frase afinal ele esta sendo desafiado e mesmo assim cobra pra isso, não pode ser assim que ele se banca né, afinal é muito difícil ele conseguir ganhar de um adulto.
– Hoho, é como os rumores dizem, primeiro tem que pagar para depois lutar. Tudo bem aqui esta seu dinheiro, 20 mil Berries. – Responde o homem, como assim rumores? Pergunto-me.
Luffy confere o dinheiro e da um sorriso e diz.
– Ok, se você me derrotar você consegue seu dinheiro de volta senão, já sabe né.
– Isso vai ser como tirar doce de criança. – Gritou o homem avançado em direção ao Luffy já lançando um soco.
Luffy desvia com facilidade e logo depois da um soco em sua barriga que faz o homem desmaiar, e isso me surpreendem afinal além de derrotar um adulto foi com somente um golpe.
– Hey Nami, até quando você vai me seguir? – O que ele me percebeu, mas como. – Eu já disse que eu sinto sua presença então não adianta se esconder! – Exclamou ele com um sorriso no rosto. Pelo jeito ele sabe ler mentes também.
– Poxa, já que você já tinha me percebido antes por que não me avisou? Vai que fui confundida com uma perseguidora? – Reclamei
– Oras você não estava me perseguindo, então não seria normal alguém achar isso? – Quando ele disse isso fiz um cara emburrada com um biquinho. – Afinal por que você estava me seguindo?
– Queria saber por que um cara com uma recompensa tão alta como você consegue bancar um apartamento de luxo e ainda por cima comprar presentes caros para vizinhos que você nem conhece, quando se normalmente se da um quadro ou outra coisa simples e barata. Mas agora eu sei o por que.
– Entendo, bom eu estava indo para casa agora, quer vir comigo? –
– Bom agora que você já me descobriu não tem porque eu te seguir mais né.
No resto do caminho mais 15 caras desafiaram o Luffy que os cobrou e os derrotou com somente um golpe igual ao primeiro.
A umas 5 quadras de casa Luffy se lembra de algo.
– Ah, eu tenho que passar no mercado e comprar comida. Você pode ir indo sem mim. — Disse ele desviando para o mercadinho perto dali.
– Eu vou com você, acabei de lembrar que tenho algo para pegar também. – Acabei de lembrar que tenho que pegar a minha revista mensal, afinal recusei a oferta do karaokê para isso.
Já no caixa do mercadinho Nami se espanta com o tanto de comida que Luffy compra ainda mais com o tanto de carne.
– Nossa você esta comprando comida para o estoque do mês? – Perguntei.
– Não pra semana. – Respondendo como se fosse a coisa mais normal do mundo.
– A-Ata, entendi. — Falei com um sorriso torto, quantas pessoas sera que moram com ele, bom depois eu pergunto.
Chegamos ao prédio e quando subimos para o piso onde fica meu apartamento perguntei a ele.
– Hey Luffy, amanha você não quer ir pra escola comigo?
– Huh? Pode ser. — Isso ele aceitou! Espera porque estou tão feliz com isso? – Tchau Nami, ate amanha. -
– Tchau, ate. –
Meu Deus fiquei com ele ate essas horas, Bellemere vai me matar quando eu abrir esta porta, quando abro a porta ela e Nojiko me esperam na sala.
– Estou em casa. –
– A onde você estava ate essa hora em dona Nami? – Perguntou Bellemere tentando acalmar a raiva.
– Ela devia estar com o namorado, quando estava andando no centro de tarde vi ela e um garoto muito bonito andando juntos. – Disse Nojiko com um sorriso malicioso na cara, ah eu mato ela.
– Era nosso novo vizinho, ele também é um novo aluno da minha sala por isso estava mostrando a cidade pra ele. – Mentira eu estava perseguindo ele, mas eu não posso falar isso né.
– E porque não me mandou uma mensagem? – Disse Bellemere mais calma, mas não totalmente.
– Estava sem bateria. –
– Que isso não se repita. –
– Vou me deitar. Estou cansada. Boa Noite. –
– Tudo bem. – Respondeu Bellemere desconfiada.– Boa Noite. – disse as duas em uníssono.
Acomodei-me em minha cama, mas não parava de pensar nele, como que ele tem uma recompensa tão grande, sendo que parece que ele não quer fazer mal a ninguém, eu imagino o que ele fez para elevar tanto assim sua recompensa. Amanhã eu vou para escola com ele, estou ansiosa. Espera ai dona Nami, ele só vai me acompanhar para escola, é só isso, nada mais. Admita você também esta ansiosa para ir amanhã com ele. A que ponto cheguei, estou discutindo comigo mesma, acho melhor eu ir dormir logo.
continua..
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