Loving Offender

7 A chegado do Terror para Nami.


Notas iniciais
Aqui está mais um capítulo da série, desculpe a demora, estava sem ideias e estava escrevendo uma outra fic esperando chegar umas ideias. Não se esqueça de comentar no final.

– Desculpa aí Luffy. – Disse Sanji e Zoro com medo do sorriso de Luffy.

– Vamos começar então. – Disse Luffy, se dirigindo para sala, mas com o sorriso ainda no rosto, pois não se sabe se os dois voltaram a brigar. – Vocês querem começar com o que?

– Podemos começar com japonês (Lembrando eles moram em Tokyo, então eles aprendem japonês e não português), passamos para história, e amanhã estudamos matemática, geografia, física, química, e domingo biologia, inglês e por ultimo sociologia. – Falou Robin se sentando em uma mesinha na sala. – Como matemática, é algo complicado, creio que vamos usar muito tempo, se sobrar tempo adiantamos as matérias de domingo. -

– Pode ser. – Respondeu Luffy.

Ficaram estudando durante três horas, estudaram japonês por duas horas e história por uma hora, como Robin era boa em história ajudou a explicar junto com Luffy. Foram jantar, depois do jantar já era meia noite, todos foram disputar as camas que tinham em cada quarto, menos Nami e Nojiko que já tinham uma garantida, depois da guerra pelas camas que durou uns dez minutos, todos foram dormir, tinham que acordar oito horas da manhã no outro dia, queriam começar cedo.

No outro dia, ficaram quatro horas estudando matemática, poucos tinham entendido bem a matéria, a maioria entendeu o suficiente para ficar a cima da média. Almoçaram, lavaram a louça e continuaram com as matérias, no fim do dia conseguiram adiantar as matérias de biologia e inglês, ficando somente sociologia para terminarem. Depois do jantar cada um foi para sua cama, como só tinha sociologia para estudar, resolveram acordar um pouco mais tarde.

No outro dia, acordaram mais ou menos lá por dez horas da manhã, menos Luffy que sempre acordava sete horas da manhã. Estudaram sociologia por meia hora, pela matéria ser pouca e ser fácil, o resto do dia estavam livres, alguns ficaram na piscina outros ficaram jogando, mas não fizeram muita bagunça, pois Luffy já tinha alertado a todos, sempre que Zoro e Sanji começavam a brigar Luffy só passava por eles com aquele sorriso assassino e já paravam na hora.

Aos poucos iam se despedindo e saindo, no final da tarde só restou Luffy, Nami e Nojiko.

– Luffy-san, obrigado por me ajudar a estudar. – Agradeceu Nojiko, enquanto pegava suas coisas no quarto.

– Sempre que precisar é só pedir. – Respondeu Luffy preparando um lanchinho da tarde.

– Mas é claro que vou pedir. Nami já estou descendo.

– Ok, daqui a pouco também vou. – Respondeu Nami ajudando Luffy no seu lanchinho, já que estava com fome, e sabia que em casa não teria nada.

– Que belo achado esse seu em Nami, cuide bem dele, para não fugir. – Disse com um sorriso malicioso enquanto saia do apartamento.

– Baka.. – Murmurou Nami.

Luffy terminou de fazer o lanchinho e colocou na mesa, era algo simples, em pedaço de carne estilo Luffy (Resumindo grande pra caramba) para Luffy e um sanduiche para Nami.

Depois que terminaram de comer, foram jogar um pouco. Até que Nami pergunta para Luffy.

– Luffy, já faz um tempo que quero perguntar para você, que troféus são aqueles na estante? – Falou apontando para uma estante cheia de troféus e medalhas.

– Quando eu estava fora do país ganhei vários campeonatos de artes marciais. Eu não me importava muito, mas meus mestres sempre falavam que era bom ter experiência em batalhas e ganhar troféus para aumentar a alto estima, aí eu sempre participava dos campeonatos, não perdi nenhum, e como sempre estava acontecendo um campeonato, tem vários troféus. – Respondeu.

– Incrível. Você vai participar dos campeonatos daqui de Tokyo também?

– Sim, acho que vai ser bom se movimentar um pouco.

Ficaram jogando até anoitecer.

Com Bellemere e Nojiko.

– Que demora da Nami! – Exclamou Bellemere impaciente.

– Deve estar namorando o Luffy-san. – Disse dando uma breve risada.

Depois de algum tempo.

– Estou em casa! – Falou Nami fechando a porta.

– Que demora! – Falou Bellemere.

– Estava tão bom ficar namorando com o Luffy-san, para ficar tanto tempo lá?

– Baka, nós só estávamos jogando, aí perdemos o horário. – Respondeu entrando na cozinha.

– Sei, jogando...

– Vou tomar um banho e dormir, estou cansada.

– Não vai jantar?

– Eu comi um sanduiche na casa do Luffy.

– Nossa já está até comendo na casa dele? Daqui a pouco passa a morar lá! – Nojiko disse com um sorriso malicioso. – Eu quero lindos sobrinhos!

– Estou muito cansada para te matar hoje, amanhã te mato. – Falou entrando em seu quarto para pegar uma roupa.

– Quanta violência. Vou pedir para o Luffy-san me proteger. – Disse rindo.

Nami só entrou no banheiro, ficou lá por vinte minutos e saiu direto para seu quarto.

No outro dia.

– Hoje começa a semana infernal. – Disse desligando o despertador e se levantando.

Nami fez suas higienes, tomou um banho e foi tomar seu café da manhã. Escovou os dentes, quando estava pegando sua mala, a campainha toca.

– Estou saindo. – Disse abrindo a porta. – Bom dia Luffy!

– Bom dia Nami! – Respondeu.

Foram para escola, como sempre foram os primeiros a chegar na sala, ficaram conversando até todos começarem a chegar. E por fim chega o professor.

– Espero que tenham estudado, agora daremos inicio a semana de provas, quem terminar as duas provas do dia pode ir embora. – Disse o professor. – Você pode começar pela prova que quiser. (Eram duas matérias por dia, cada matéria tinha 50 questões, somente no ultimo dia que era uma matéria e o tempo era limitado até o intervalo, depois do intervalo seria aula normal).

Luffy foi o primeiro a terminar a prova, tinha combinado de esperar Nami no refeitório. Depois de meia hora Nami aparece, e logo avista Luffy, já que só estava ele no refeitório.

– Como foi na prova? – Perguntou Luffy.

– Fui bem, acho que consigo tirar um 9.0, e você?

– Acho que tiro um 10.0...

– Por que não me surpreendi com isso?

– E eu lá vou saber?

Os dois riram e seguiram caminho até o café, iriam esperar até dar o horário de eles começarem.

No caminho alguém chama Nami.

– Yo Nami, quanto tempo!

Nami escutando aquela voz paralisou, sentia calafrios por todo o corpo, não conseguia se mexer.

– Não vai me dizer que se esqueceu de mim?

– Nami, qual o problema? – Perguntou Luffy preocupado.

Nami começou a virar lentamente até seus olhos se encontrarem, com um tritão alto, era do tipo tubarão serra. (Sim, os tritões existem na fic também).

– Arlong... – Murmurou se escondendo atrás de Luffy, Luffy percebeu que ela tremia.

– Que bom você parece se lembrar de mim. Agora venha cá preciso bater um papo com você, acho que você já sabe o assunto. – Disse se aproximando e esticando o braço para pegar Nami, mas é parado por Luffy.

– O que você acha que está fazendo? – Disse irritado.

– Eu não sei quem é você, mas a Nami não está gostando da sua presença, poderia se retirar, por favor?

– Olha aqui garoto, você não sabe com quem está se metendo! Eu sou Arlong, o tritão com um preço de vinte milhões de Berries por minha cabeça, e você é só um macaco de raça inferior, então ou você sai da minha frente ou morre!

Luffy apertou ainda mais o braço de Arlong.

– Se você se acha tanto por sua recompensa, então vai ser ela quem vai te condenar, se tivesse ficado quieto poderia até ter se libertado, mas agora vou mandar você para a cadeia!

– Capangas, peguem esse macaco desgraçado! – Logo aparece vários tritões na rua cercando Luffy e Nami. Mas Nami usa o Haoushoku Haki e todos eles caem.

– O que você fez?

– Agora é a sua vez! – Disse dando um soco em Arlong e o mandando longe, só para por causa de uma parece, mas desmaia por causa da força do soco. Luffy se aproxima de Arlong e pega seu celular e disca um numero.

Ligação On.

– Alo.

– Yo Ojiisan.

– Luffy! Onde você está?

– Ojiisan se acalme, você ainda trabalha na policia certo?

– Sim.

– Então, tem um tal de Arlong aqui desmaiado junto com os capangas na rua x, eles estão desmaiados agora, o Arlong tem uma recompensa de vinte milhões. Venha logo pegar ele.

– Espera Luffy, quando você voltou para Tokyo?

Ligação Off.

Luffy desliga o celular e joga em cima de Arlong ainda desmaiado

– Vamos? – Perguntou para Nami.

– S-sim... Por que você não ligou do seu celular?

– Conhecendo meu avo, ele iria rastrear ele, e seria um saco ter que se livrar de policiais e ter que me mudar de casa.

– Entendo.

– Agora você vai me explicar porque ele estava atrás de você.

– Hai... Mas só vou te contar quando estivermos no café.

– Ok.

Demoraram um pouco para chegar, sentaram em uma mesa e pediram um café.

– Comece.

– Então, eu e minha família, não somos originalmente daqui, nós viemos de uma pequena cidade do interior, ela era uma boa cidade de se viver, até a chegada dele, ele dominou completamente a cidade, e cobrava impostos todo mês, como éramos pobres, nós fugimos da cidade, pois quem não pagasse seria morto, desde então estamos aqui em Tokyo, minha mãe achou um bom emprego e eu e a Nojiko começamos a estudar. Mas o Arlong não desiste facilmente, ele veio atrás da gente, ele disse que quem fugisse ele seguiria até o inferno se precisasse. Então estávamos com medo de ele nos achar aqui...

– Entendo. Mas não tem com o que se preocupar, eu estarei aqui, com você, protegerei você e sua família, nada de ruim vai acontecer com você.

– Obrigada Luffy. – Disse dando um sorriso de leve.

– Ainda vai demorar para começar nosso turno. Quer ir em algum lugar, ou prefere esperar aqui?

– Vamos esperar aqui, mas vou ligar para minha mãe, para confirmar se ela está bem.

– Tudo bem.

Nami pega seu celular e liga para Bellemere.

Ligação On.

– Alo.

– Oi mãe, sou eu a Nami.

– Oi, como foi na prova?

– Fui bem, mas só estou ligando para saber se você está bem.

– Estou por quê?

– O Arlong me encontrou... Mas está tudo bem comigo o Luffy está comigo, ele derrotou o Arlong. E nós chamamos a policia para prender ele.

– Então ele veio para Tokyo... Depois chame o Luffy aqui tenho que agradecer a ele por tudo que fez.

– Tudo bem. Tchau.

– Tchau.

Ligação Off.

– Ela está bem, ele não chegou a encontrar ela.

– Que bom, já confirmei os policiais já prenderam o Arlong.

– Que bom. Mas como você sabe disso?

– Kenbunshoku Haki. Com ele eu consigo ver a cidade toda, apesar de eu usar nem metade da total potencia dele por ser muito desgastante.

– Entendo, por isso você conseguiu descobrir o esconderijo das pessoas que estavam me perseguindo.

– Sim.

– Yo! – Disse um homem se sentando na mesa a lado de Luffy.

– Yo, gerente. – Responderam.

– O que vocês fazem aqui tão cedo? Estão matando aula?

– Não, tínhamos prova, e quem terminasse poderia sair.

– Entendo. Querem fazer hora extra? Claro vou adicionar o dinheiro a seus salários.

– Pode ser, quer fazer Nami?

– Sim.

Os dois se trocaram e começaram a trabalhar, Nami foi se acalmando com o tempo, ainda estava um pouco assustada pela vinda do tritão.

Continua...

Notas finais
Gostou? Comente. Não gostou? Comente o que precisa ser melhorado. Criticas me ajudam a melhorar meu capítulos, sejam elas boas ou ruins.