Loving Him Was Red (Primeira Temporada)
2 Destino
Notas iniciais
Sangue. Tudo que ela via era sangue.
Ela sentia seu corpo gelar numa onda de força, e seu coração bater mais rápido. Ela sentia as presas em seus dentes querendo surgir. Ela sentia suas próprias pernas caminhando em direção ao mar de sangue à sua frente.
Ela podia também sentir a brisa fresca passando por sua pele fresca. Ela podia ouvi-la. Podia ouvir os leves barulhos que ela fazia, enquanto seus olhos estavam focados no sangue que escorria livre pelo chão.
Nenhum coração batia mais. Ela não ouvia mais nenhuma batida. Todos estavam mortos. Ela havia matado todos.
Um sorrisinho de canto surgiu nos lábios dela, enquanto ela lambia os próprios lábios, se lembrando do gosto do sangue de todos eles, escorrendo pela sua garganta.
Ela ergueu os olhos dourados em direção ao céu. A lua cheia iluminava a floresta. Porém, não tinham estrelas naquela noite. Ela apertou os próprios punhos, os olhos se estreitando no momento em que ela ouviu uma batida.
Ainda tinha alguém vivo ali.
A ideia de se alimentar novamente a fez abrir um sorriso satisfeito. Ela sentiu uma forte jorrada de vento passar pelo seu corpo quase desnudo, mas ela não sentiu nada. Nem mesmo o frio. Apenas a sede. Sede de sangue. Sede de matar.
Ela não usava praticamente nada que cobrisse seu corpo. Apenas um manto cor-de-pele que cobria sua comissão de frente até suas coxas, e ele estava completamente rasgado. Seus cabelos estavam assanhados, embaraçados, e misturados com o rosto dela, cobrindo suas feições.
Seu rosto estava branco. Branco e pálido como a neve. Mas também estava sujo, alguns resíduos de areia e terra neles, escorrendo por todo seu corpo, mas ela não se importava com isso.
Ela manteve seus olhos focados no chão, até que a batida do coração se tornou mais forte, e ela ergueu os olhos para seu novo alvo.
Era um homem. Suas roupas estavam rasgadas e meladas de sangue, enquanto ele encarava todos os corpos mortos jogados no chão, abertos, e o cheiro de morte inundando o ar.
Um trovão foi ouvido e espalhado pelo céu quando os olhos de sua presa encontraram com os dela. Ela viu o medo nos olhos dele, enquanto ele ofegava, e recuava vários passos atrás.
- Você... – ele tentou falar. – Você os matou.
Um sorriso de malícia surgiu nos lábios dela. Ele ainda não estava morto, mas ela faria com que ele logo estivesse. Mas não sem antes de uma leve tortura. Pior pra ele, melhor pra ela.
Ela deu um passo a frente, sorrindo mais ainda, praticamente rindo, mostrando suas presas meladas de sangue.
O homem parecia não acreditar no que estava vendo. A mulher à sua frente, se é que ela podia ser chamada de mulher, agora caminhava à sua direção, deixando-o vê-la melhor. E o que ele viu gelou seu sangue.
Ela estava sorrindo tanto, que todos seus dentes melados de sangue, cor vermelho escuro, estavam à vista. E então tinham suas presas enormes, e pontudas. Pelo que ele lembrava, ela pretendia usá-las nele.
- Não – ele falou, quando viu ela se aproximando mais. – P-por favor, não... E-eu tenho uma f-família, e...
Ele nunca chegou a terminar sua frase. Usando sua velocidade e sua força, ela o prensou contra uma árvore com tanta força, que ele sentiu seus ossos de trás, já fracos, se quebrarem. Ele gritou alto, na esperança de que alguém o ouvisse, mas ele sabia que não adiantava.
E tudo que ela fez foi rir. Ela não falou nada em nenhum momento, apenas contemplava o rosto assustado e desesperado dele com suas duas íris douradas brilhando, quase queimando.
- Por favor... – as lágrimas escorreram pelos olhos do homem. – Por favor, não me mate, eu...
E aquelas foram as últimas palavras de Matt Donovan.
Ela tinha aberto a boca, mostrando ainda mais suas presas enormes, e então enfiou o rosto no pescoço sangrento dele, sugando todo o sangue que ainda existia.
Ela ouviu-o gritar, ela ouvia-o pedindo que ela parasse, mas aquilo só a incentivava a continuar.
Humanos. Seres patéticos. Eles achavam que tinham alguma chance contra ela. Ela era uma predadora, e eles eram os cordeiros.
Ela não tinha piedade de nada nem de ninguém. Ela só queria o sangue, puro, vermelho, e delicioso dos humanos descendo por sua garganta. Ela só queria se aproveitar daquela sede, e satisfazê-la com muita morte e dor. Ela precisava estar no controle.
Ela sentiu o corpo de Matt fraquejar em seus braços, enquanto ela sugava o sangue dele com força pelo seu pescoço, saboreando o gosto delicioso e o cheiro que emanava. Ela ergueu o rosto pra engolir bem, e lamber os lábios, sugando todos os resíduos encontráveis de sangue. Com o mesmo sorriso maldoso, ela voltou seus lábios pra o pescoço dele, na esperança de ainda ter algum líquido, mas ele estava vazio.
Bufando, ela o atirou no chão, e com as unhas, abriu o corpo dele, rasgando a sua pele, procurando por mais sangue, mas ele estava vazio. Ela já tinha sugado tudo.
Ela se levantou, e olhou ao redor. Percebeu que a lua já estava se pondo, e que em breve o sol surgiria. Ela teria que ser rápida.
Ela deu um passo à frente, pronta pra ir pra outra cidade, e atacar geral, mas outra batida de coração a parou. Mas era uma batida diferente. Era a batida que ela esperava.
Ela se virou na direção da batida, e o viu.
Ele estava bonito como sempre. Todo vestido de preto, escondido no escuro, porém com suas duas íris azuis como o oceano brilhando e iluminando o lugar.
- Eu estive te esperando... — falou ele, tomando um passo em direção a ela, enquanto ela apenas o observava. Ele se aproximou mais e mais, até que sua mão direita encontrou o rosto dela, segurando-o, e sorrindo. — Lana.
Com isso, Lana Lang sorriu, se inclinou, e pressionou seus lábios nos dele.
- LANA!
Lana Lang abriu seus olhos rapidamente, olhando de um lado pro outro, em choque. Ela logo reconheceu a voz que gritava por seu nome. Jenna.
Lana sabia o que aquilo significava. Escola. Primeiro dia de aula. Ninguém merecia.
Ela jogou a cabeça pra trás novamente, e tentou refletir sobre aquele sonho. Não se sentia surpreendida ou chocada. Ela tinha tido aquele sonho inúmeras vezes desde o acidente de carro que custou a vida de seus tios.
Ela só não entendia porquê.
- Lana! — Jenna chamou novamente, desta vez entrando no quarto, e batendo na porta. — Levanta, que já tá quase na hora. Elena e Jeremy já estão prontos.
- Hm — fez Lana, enxugando os olhos, e ficando sentada. — Já estou descendo.
Jenna soltou uma risada irônica e deixou o quarto.
Lana então tentou se concentrar. Ela precisava se levantar, tomar um banho, e ir pra escola. Isso.
Foco, ela pensou, enquanto tentava manter seus olhos abertos.
Com isso, Lana respirou fundo, e se levantou, indo pro banheiro, tentando ignorar, mais uma vez, os sonhos com aquele misterioso homem de olhos azuis.
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- Se atrasou, hoje — falou Elena, enquanto observava a prima Lana descendo as escadas.
Lana usava uma blusa branca casual, e uma jaqueta jeans azul. Seus cabelos estavam soltos, e Elena ainda não conseguia entender como Lana nunca caia descendo aquelas escadas tão rápido.
- Você deve ter super-velocidade — falou Elena, pestanejando.
Lana fez uma careta.
- Nah — e deu de ombros. — Eu só uso tênis. Quando menos salto, menos quedas.
Elena riu.
- É verdade.
- Não sei como a Caroline consegue — falou Lana, pegando sua xícara de café. — Hey, Jer. — ela se inclinou, e beijou a testa do primo.
- Bom dia, Lana — falou Jeremy, sorrindo de lado.
- Cadê a Jenna? — Lana perguntou, olhando para os lados.
- Já foi. — Elena disse, colocando sua jaqueta de couro. — Ela disse que tinha uma reunião.
- Hm — Lana tomou um gole de café. — Quem vem nos buscar?
- A Bonnie disse que passava aqui — falou Elena, sorrindo de lado. — Era isso, ou ir de ônibus.
Lana pestanejou.
- Eu tenho trauma de ônibus, e você sabe — Lana falou com a voz fraca, fazendo Jeremy e Elena rirem um pouco.
Aos poucos, Elena pigarreou, e perguntou à Jeremy:
- Você está bem?
O sorriso de Jeremy desapareceu, e foi trocado por uma cara levemente enraivecida.
- Não começa — ele falou, agarrando sua mochila, e saindo dali, largando café e tudo, deixando as duas meninas na cozinha.
Elena respirou fundo e escondeu o rosto por trás das mãos, enquanto Lana apenas tomava seu café, encarando a prima.
- Eu não entendo como você consegue — falou Elena, colocando seu prato na pia.
Lana fez uma cara confusa.
- Consigo o quê?
- Se comunicar com o Jer — falou Elena, se virando para a prima. — Passar tempo com ele sem que ele te insulte, ou uma coisa assim.
Lana respirou fundo, colocou sua xícara na pia, e abraçou a prima.
- Jer está passando por uma fase difícil, Lena — falou Lana, suavemente, alisando os cabelos da prima. — Ele conversa comigo porque eu sou só a prima 'psicóloga' dele. Ele não conversa com você porque você é a irmã dele, e ele quer te mostrar que é forte, só isso.
Elena sorriu contra o ombro da prima.
- Obrigado, Lana — ela falou, assim que as duas se afastaram. — Você sempre sabe o que dizer.
- Eu tento — Lana falou, erguendo os ombros, e causando um riso em Elena.
Logo, as duas primas escutaram um barulho de uma buzina, e Elena olhou pela janela.
- É a Bonnie — e agarrou a bolsa, encarando Lana em seguida. — Vamos?
Lana assentiu, colocando a mochila nas costas e seguindo a prima.
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Lana estava sentada no banco de trás, encarando os lugares por onde Bonnie dirigia, sem prestar atenção sobre o que Bonnie e Elena conversavam. Ou ao menos, o que Bonnie contava a Elena. Era alguma coisa sobre ela ter se descobrido médium, e algo assim, Lana realmente estava distraída.
Sua cabeça voou novamente pra o sonho que tinha tido. Quem era aquele homem? Por que ela sempre sonhava com ele e com aqueles olhos azuis incrivelmente belos?
Talvez ela estivesse ficando louca. Era uma possibilidade.
- Meninas! — a voz de Bonnie a acordou. — Voltem pro carro.
Lana riu e percebeu que Elena pigarreou, desconcertada.
- Desculpa, eu fiz de novo, né? — Elena perguntou, corando um pouco.
Bonnie apenas riu.
- Continue falando, Bons — falou Lana, gentilmente, colocando os braços por trás da cabeça. — Você tem uma voz adorável.
- Pare, Lana — Bonnie falou, girando os olhos. — O que eu estava dizendo, é que agora eu sou uma médium.
Elena deu uma risada irônica, como se dissesse 'tá legal', e Lana apenas fez uma cara curiosa.
- Okay, então — Lana disse, se inclinando pra perto do banco de Bonnie. — Preveja alguma coisa então. Sobre mim.
Bonnie olhou rapidamente pra trás, e fingiu uma cara pensativa.
- Eu vejo...
No mesmo momento, uma ave, pelo menos era o que parecia, bateu na parte da frente do carro, assustando as três garotas e fazendo Bonnie frear o carro.
- O que foi isso?! — Bonnie perguntou.
Lana não sabia o que falar, ela apenas notou que Elena estava pálida, e com a respiração acelerada.
- Elena — Lana disse, preocupada, se inclinando pra perto da prima. — Você tá bem?
Elena apenas assentiu, colocando a mão sobre o coração, e respirando fundo.
- O que foi aquilo? — Bonnie perguntou, olhando para as duas. — Era um pássaro, ou algo assim, surgiu do nada.
- Era um corvo — disse Lana, sem pensar.
Elena e Bonnie olharam pra ela.
- Essa sua obsessão com corvos está começando a me assustar — disse Bonnie, franzindo o cenho.
- Cale-se, Bennet — Lana brincou, estreitando os olhos. Então, ela olhou pra prima novamente. — Elena?
- Tá tudo bem — Elena afirmou. — Eu não posso ficar assustada com carros pelo resto da vida, né?
Lana apenas sorriu de lado.
- Então... — Bonnie respirou fundo, chamando a atenção das duas. — Eu prevejo que esse ano vai ser demais. Chega de tristeza e solidão.
Lana apenas respirou fundo, se recostando novamente no banco de trás.
- Okay, Bonnie — Lana disse, olhando para o lugar que elas tinham parado em frente. O cemitério. — Agora vamos? Estamos super-atrasadas.
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- Estamos com falta de garotos esse ano — comentou Bonnie, observando os garotos já conhecidos e nem um pouco atraentes. — Olha a cortina do chuveiro da Kelly Beech! Ela está parendo... — Bonnie então olhou pra as duas primas atrás dela. — Ainda se fala periguete?
- Não, essa já foi — Falou Elena, se recostando em seu armário.
- Chama de prostituta — falou Lana, dando de ombros. — Eu adoro chamar a Caroline de prostituta.
Elena riu e Bonnie girou os olhos.
- Era só o que faltava — disse a 'médium'. — Arrumar namorado, inventar gíria... O que mais falta?
Elena apenas continuou rindo. Lana então olhou para um ponto atrás de Elena e fez uma cara penosa.
Elena franziu o cenho, e se virou.
Lá estava ele, Matt Donovan, seu ex-namorado, encarando-a. Os olhos sofridos e angustiados.
Lana logo sentiu uma culpa enorme a invadir enquanto se lembrava do sonho. Por quê Matt? Por que a pessoa que ela matava no sonho era Matt?
- Ele me odeia — disse Elena, de repente, recostando a cabeça no armário.
- Ele não te odeia, Lena — falou Lana, se aproximando da prima. — Ele só tá mal porque você chutou ele. E eu sei que ele secretamente está escutando músicas de emo naquele MP4. Eu sinto.
- Hey! — Bonnie exclamou. — A médium aqui sou eu!
Elena apenas respirou fundo, infeliz.
- ELENA!
Gritou uma voz, fazendo com que todos arregalassem os olhos.
- Lá vem sua BF — disse Bonnie à Lana, rindo.
Lana apenas suspirou, assistindo Caroline voar em cima de Elena num abraço.
- Aahh, que bom que está bem! — e em seguida, ela abraçou Lana, quase sufocando-a. — Vocês estão bem, certo? Eu sabia! Ou não estão...?
- Nós... Estamos bem, Car — disse Lana, sem ar. — Ao menos, eu vou continuar respirando se você me soltar.
- Oh, okay, que bom que está bem, beijo — e saiu, andando e rebolando.
- Cara — disse Lana, ajeitando as roupas. — A garota é forte, viu?
Elena e Bonnie sorriram, mas então Bonnie viu um garoto de jaqueta e cabelo castanho, e aquilo pareceu deixá-la completamente aturdida.
- Wow, que coisa mais linda — falou encarando.
- Ele está de costas — falou Elena, com cara de tacho.
- E daí, Elena? — perguntou Lana, olhando pra prima. — Se as costas são bonitas, imagina a frente.
- Eu estou pressentindo Seattle — disse Bonnie, estreitando os olhos na direção do rapaz. — E ele toca guitarra.
Elena e Lana riram.
- Você vai mesmo insistir nesse troço de ser vidente? — perguntou Elena.
Bonnie ergueu os ombros.
- Bom — Lana olhou para o rapaz. — Se você conseguir prever as respostas da prova, e quiser compartilhá-las com alguém, estou aqui, amiga.
Bonnie riu.
Elena, porém, parou de sorrir ao ver o irmão, Jeremy, entrando no banheiro masculino, parecendo estar drogado.
Lana também viu, e aquilo a fez dar um suspiro triste.
- Espera aí — disse Elena, comçando a andar na direção do irmão.
Bonnie olhou tristemente pra Lana.
- Odeio isso — falou Bonnie, bufando. — Primeiro dia de aula já começa com preocupações.
- É — Lana mordeu o lábio, e logo se lembrou. — Tenho que ir ver meu novo armário. Descobri que fica perto do das 'bitches', então estou muito animada. — Disse ela, fazendo uma cara sarcástica.
Bonnie sacudiu a cabeça, negativamente.
- Bye, Bons — Lana se inclinou, beijando-a na bochecha rapidamente, e foi andando em rápidos passos até seu armário, que era no outro corredor.
Quando ela chegou lá, foi colocando a senha, e então ela olhou para a janela que ficava ao lado.
Ela se engasgou com o susto.
Ele estava lá novamente. O corvo. E estava encarando-a, ela podia sentir.
Lana perdeu a noção de quanto tempo ficou encarando aquele corvo. Ela só sabia que havia sido muito, muito tempo. Como prova, ela só despertou quando o sinal tocou, acordando-a de seus pensamentos.
Ela fechou os olhos, respirando fundo, e quando olhou novamente, o corvo não estava mais lá.
Lana se virou, pronta pra ir, quando esbarrou com alguém.
- Me descul... — A frase de Lana morreu em sua garganta quando ela viu em quem tinha esbarrado. -... pe.
Lana percebeu que aquele garoto parecia muito chocado em vê-la, como se já tivesse a visto em algum lugar, mas ele parecia realmente surpreso.
Ele tinha os olhos meio esverdeados, cabelos castanhos, e pela jaqueta, ela presumiu que ele fosse o rapaz por quem Bonnie estava babando minutos atrás.
- T-tudo bem — ele gaguejou, ainda encarando-a, como se ela fosse algum tipo de ilusão. — Quem é você?
Lana fez uma cara confusa.
- Sou Lana Lang — ela disse, agarrando seus livros. — Você?
O garoto pestanejou inúmeras vezes.
- Oh. Stefan. — e estendeu a mão. — Stefan Salvatore.
Lana forçou um sorriso.
- Prazer em te conhecer, Stefan — ela disse, apertando a mão dele. — Agora tenho que ir, eu tenho aula de...
- História? — ele perguntou, ainda sem desviar os olhos dela.
Ela o olhou, estranhando.
- É. — ela falou, cruzando os braços. — Como sabe?
- É minha aula, também — Stefan explicou. — Então... Você vai ou não?
- Claro que sim — ela disse, se afastando. — Te vejo na aula.
E com isso, ela saiu dali, indo em direção à sala de aula.
O que diabos foi isso?, ela pensou, olhando por cima do ombro, enquanto tentava entender exatamente o que tinha acontecido naquele momento tão estranho e constrangedor.
CONTINUA...
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