Loving A Criminal
2 2. Lives
Notas iniciais
Obrigada a todas que deixaram reviews *-*
Sou boazinha e vou postar um novo capítulo.
Desculpe os erros, não deu pra revisar u_u
Synyster ficou nervoso, saltou do carro encontrando a garota caída no chão.
–Hey, acorda menina — Falou se agachando ao lado dela, aos poucos a garota abriu os olhos. Synyster parecia ter perdido a fala encarando os confusos olhos azuis.
–Hm...Que aconteceu? — Perguntou a menina. Tinha uma voz doce e baixa.
–Você foi atropelada — Falou Synyster calmo, ficou meio incerto se deveria dizer "Eu te atropelei". — Ta bem? Sente alguma coisa?
–To meio tonta e minha perna dói — Falou a menina erguendo o tronco e Brian a ajudou a se sentar.
–Acho melhor te levar no hospital — Falou Synyster. Sem nem esperar uma resposta a pegou nos braços, abriu a porta do carro e colocou-a sentada no banco do carona. Deu a volta e sentou no banco do motorista. Deu partida no carro.
–Er...Desculpe nem sei seu nome — Synyster rapidamente olhou pra ela que corou.
–A-Amanda — Falou a menina. — E o seu?
–Brian ou Synyster — Respondeu. -
–Synyster? Engraçado, tem um bandido com esse mesmo apelido — Falou a menina, mas se calou ao notar o que tinha dito.
–Eu...Hum....Achei interessante e copiei — Mentiu Brian. O silêncio se instalou no carro, quando chegaram ao hospital Brian a pegou no colo novamente e a levou pra dentro do grande prédio. -Será que tem como atender aqui? — Perguntou ele a um enfermeiro que passava.
–Claro, o que aconteceu? — Brian e Amanda se olharam rapidamente.
–Eu caí, e minha perna dói — Falou a morena.
–Tudo bem, vou levar você pra uma sala e o médico vai bater o raio x, não vai demorar — Falou o enfermeiro quando colocou a morena em uma cadeira de rodas. — Você deve ser o namorado dela, pode esperar aqui. — Falou se virando pra Brian, e saiu sem nem dar chance de resposta ao moreno.
O moreno ficou indeciso se ia embora ou não. Afinal de contas ele não tinha nada com aquela garota, só um descuido e acabou atropelando-a. Tudo bem, ele que atropelou se sentiu um pouco culpado. E se o problema na perna fosse sério? Como que ela iria pra casa? Nem ele sabia o por que de estar se preocupando tanto, com um suspiro sentou na cadeira de espera. Odiava hospitais.
Amanda estava nervosa na sala de raio x, depois do exame o médico se aproximou dela.
–Bom, você quebrou a perna vai ter que engessar — Comunicou, a garota bufou e concordou. Depois de meia hora saiu da sala em uma cadeira de rodas. Já estava imaginando como ia para casa com a perna daquele jeito, sua mãe ia falar horrores em seu ouvido.
Quando chegou perto da porta do hospital avistou o tal Brian sentado em uma cadeira de espera.
–Demorou, achei que tinha acontecido algo — Falou se erguendo da cadeira.
–Só quebrei a perna — Falou baixo a morena. Brian assentiu, pegou ela no colo e levou ao carro. — Não precisa, não gosto de incomodar.
–Qual seu endereço? — Perguntou o moreno sem ligar para o que a morena disse, Amanda explicou ainda relutante. Brian disse que conhecia o local. Ele dirigiu por cerca de meia hora até encontrar o endereço da garota. — Precisa de ajuda?
–Não, obrigada — Falou a morena, pegou a mochila e se preparou para sair do carro. Conseguiu ficar em pé e fechar a porta do quarto.
Foi pulando em um pé só até chegar ao outro lado da calçada, tinha um pequeno problema. A entrada da casa tinha um escada.
Brian riu e saiu do carro.
–Acho que vou precisar de ajuda — Falou a garota corando furiosamente. Brian riu e a pegou no colo novamente, se continuasse assim poderia se acostumar. Levou-a até a porta, ela pegou a chave abriu e ele entrou na casa.
–Bonita casa — Falou Brian. — Onde posso te deixar?
–Ali na sala, vou ligar pra minha mãe — Indicou a menina. Brian caminhou com ela depositando-a delicadamente no sofá.
–Acho que já vou indo, e desculpa aí pela perna — Falou o moreno meio embaraçado.
–Sem problema — Falou a morena dando um sorriso mínimo. Brian se despediu e saiu da casa. Amanda ainda pode ouvir o som do carro arrancando.
Ela não sabia o por que, mas seu coração estava acelerado.
Ele, estava se perguntando do por que o rosto da Amanda não sair de sua cabeça.
______________
Amanda já estava a duas semana em casa, quando contou a mãe que havia sido atropelada esta fez um discurso falando de como a morena era irresponsável.
A única coisa que Amanda via de bom em ter quebrado a perna era ficar em casa sem ter que ir pra escola. Fica o dia todo no quarto, vendo televisão ou tocando violão. Não tinha nada de interessante para se fazer na internet.
Procurou algo na televisão e nada achou, ligou o rádio e nenhuma musica a agradava. Por fim pegou o violão que ficava ao lado da cama e começou a tocar.
Estava tão concentrada na musica que nem ouviu a campainha começar a tocar. O som estridente a despertou assim que a musica acabou.
Com muito custo desceu a escada. Na verdade desceu meio sentada se segurando no corremão.
–JÁ VAI! — Gritou. Quando chegou na porta não encontrou ninguém. Bufou, quando já ia fechar a porta viu um buque de rosas vermelhas no tapete. Com alguma dificuldade abaixou-se e pegou, havia um cartão branco junto. Entrou na casa indo pra sala, depositou as rosas na mesinha de centro e pegou o cartão, quando abriu teve uma surpresa.
Espero que esteja bem.
Aceita sair comigo?
Brian ou Synyster
Abriu um sorriso imenso, queria ver aquele estranho novamente. Releu o cartão diversas vezes, não acreditava que ele a tinha chamado pra sair. Parecia tão irreal.
Resolveu que iria, mas como iria dizer a resposta a ele? Ficou pensando nisso e no momento seguinte a campainha tocou. Já cansada para se levantar gritou do sofá.
–QUEM É?
–Brian — Respondeu a pessoa do outro lado da porta. Amanda sentiu o coração saltar no peito.
–Entra — Pediu. Brian apareceu na soleira da porta com um sorriso de canto.
–Oi, tudo bem? — Perguntou o moreno.
–Esta sim, pode sentar se quiser — Falou Amanda corando levemente. Brian assentiu e se sentou ao lado dela. — Como você esta?
–Bem, fiquei meio preocupado com você. — Falou o moreno. — Espero que tenha gostado das flores.
–Gostei, sim — Amanda falou baixando a cabeça fazendo os cabelos cair sobre o rosto.
–E então, vai aceitar sair comigo? — Perguntou Brian direto. Amanda se assuntou, mas gostou.
–Aceito.
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