Loving A Criminal
17 17. Charlotte and Jealousy
Notas iniciais
Levaram ao pé da letra, o lance dos sete reviews hein. kk
se quiserem aumentar eu deixo viu.
Enfiim, desculpe se tiver algum erro.
Os próximos vão demorar mais a sair. Tenho muita coisa pra fazer. então vai ser difícil. Desculpem.
Fiquem ligados no tumblr ou no twitter que qualquer coisa eu falo lá. Tumblr: http://queelramalho.tumblr.com/
Twitter: @queelramalho
Beijos.
-Ok, te vejo daqui dois dias – Me despedi depois de mais algumas palavras.
Tudo poderia dar certo agora...Tinha que dar.
***
Pov Genevive.
Caminhei apressadamente até o prédio da FBI, teria que pedir autorização a meu chefe para conseguir concluir um dos estágios do meu plano.
Conversei com ele por apenas vinte minutos e consegui tudo que queria. Depois que saí dali, caminhei por alguns barros nada bem encarado. Bom...Isso em especial não fazia parte do meu plano, mas é sempre bom me prevenir.
Pov Genevive off
Pov Amanda.
Fazia uma semana que não via Brian, desde aquele dia do jantar que minha mãe fez para ele lá em casa. Caminhei pelo estacionamento até encontrar meu carro, que eu nunca lembrava onde estacionava, desativei o alarme e entrei. Liguei o carro, manobrei e saí da escola. Com uma paciência que não é minha, dirigi até a casa de Brian. Antes mesmo que descesse e tocasse a campainha o portão deslizou pro lado e entrei com o carro. Estacionei de qualquer jeito e sái do carro, trancando-o.
Em vez de ir pela a porta da frente fui pelos fundos, logo que passei pela porta atravessei a lavanderia que era toda branca e os eletrodomésticos em inox. Da lavanderia irrompi pela cozinha, acenei para duas moças que trabalhavam na casa e fui pra sala. Antes mesmo de passar pelo arco em pedra que havia entre a sala e o corredor da cozinha, ouvi a voz de Brian. Parei de caminhar apurando os ouvidos.
-Preciso que você vigie Amanda pra mim durante esses dois dias.
-Eu? Sério?
-Sério, vou ter que viajar. Tenho que trazer Charlotte – A voz de Brian era calma.
-Primeiro, quem é Charlotte? Segundo, viajar? Por fim, não preciso de babá – Falei saindo do corredor e largando a mochila perto do sofá. Brian estava sentado na poltrona e Johnny no sofá de frente pra ele.
-Amor, que você ta fazendo aqui? – Perguntou tentando me desviar do assunto.
-Deu vontade de vir aqui. O que você estava dizendo amor?
-Vou dar uma volta por aí – Johnny falou saindo
-Vai começar a se explicar ou vou ter que fazer Johnny voltar pra ele me contar? – Perguntei me sentando onde Johnny estava antes.
-O.K! Vamos lá, Charlotte é...Digamos assim minha protegida.
-Protegida?
-É, a cinco anos eu estava no Texas passando umas férias e quando estava voltando de carro vi um carro capotado. Me aproximei e vi três pessoas no carro, os dois da frente já estavam mortos, talvez pelo acidente, mas tinha um copo no banco de trás. Eu tentei ligar pra policia, mas não deu tempo. Um voz começou a pedir ajuda e vinha do corpo que tava no banco de trás do carro. Consegui abrir a porta e tirar o corpo lá de dentro, era uma menina. Enfim, eu trouxe ela pra morar comigo, ela tinha quatorze anos. Ficou comigo por um ano, depois a botei em um colégio interno.
-Entendi. E pra que você vai viajar?
-Vou ir busca-lá. Ela vai se formar em dois dias e eu vou ter que estar lá – Falou ele simples.
-Ela vai ficar aqui? – Perguntei.
-Vai. Mas relaxa, eu sou meio que um irmão pra ela, ela é apaixonada pelo Johnny – Dei de ombros. Eu estava com ciumes? Ciumes de Brian, de verdade?
-Eu já vou avisando, não quero ninguém na minha cola, não preciso de babá – Falei levantando.
-Você quem manda – Falou Brian, não tive tempo de responder ele já estava me abraçando e sua boca procurando pela minha ávidamente.
Pov Narrador.
Brian se despediu de Amanda e entrou no aeroporto. A morena manobrou o carro e voltou pra casa dele. Resolveu que ficaria ali até que ele voltasse.
Na verdade, o moreno pediu pra que ela comprasse um presente de boas vindas pra Charlotte, Johnny iria ficar com ela, vigiando-a disfarçadamente.
Era pouco mais de oito da noite quando o avião de Brian pousou. A escola ficava em São Francisco. Depois de pegar as malas, Brian arrumou um taxi.
-Pra onde senhor? – Perguntou o taxista.
-Algum hotel perto do Internato Don Marco – Falou o moreno somente.
[...]
Brian se instalou, tomou um banho e se trocou. Colocou um jeans preto, e uma blusa gola v azul escuro, pegou um terno e boou por cima.
Chegou em frente o internato que Charlotte estava e tocou o interfone.
-Portaria, quem é?
-Brian Haner – Respondeu o moreno.
-O que deseja?
-Sou o tutor de Charlotte Witaken.
-Um coordenadora vai acompanha-lo.
-Obrigado – Falou Brian. Cinco minutos depois, uma mulher alta, com corpo esguio e cabelo priso firme em coque, ela se aproximou e abriu o portão.
-O senhor é Brian Haner, tutor da senhorita Witaken? – Perguntou ela o olhando.
-Sim – Ele notou que ela não acreditava. — Na verdade meu pai a adotou. Mas ele faleceu e me deixou como responsável por ela.
-Entendo. Queira me acompanhar por favor – Falou ela. Brian a seguiu internato adentro, o lugar era realmente grande, todo em cores claras.
Passaram por um longo corredor, até chegar em uma divisão. O corredor seguia para duas laterais.
-O senhor pode seguir pelo lado direito, o quarto da Menina Witaken é o quatorze – Falou a mulher indicando o corredor do lado direito.
-Obrigada – Brian falou e seguiu a direção indicada. Passou por várias portas até encontrar a porta do quarto de Charlotte, bateu duas vezes e esperou. Logo a porta se abriu revelando a garota ruiva. Os cabelos ruivos estavam presos em coque, estava com uma saia azul, uma meia calça de retângulos, uma blusa branca e um colete cinza sem mangas e abotoado na frente. Na saia tinha um laço azul com bolinhas brancas.
-Brian – Falou ela alegre pulando no colo do moreno o abraçando. Brian a segurou pela cintura retribuindo o abraço.
-Baixinha, senti sua falta – Falou ele. — Se troca, que vamos sair. E leva uma mochila com roupas, você não volta hoje pra escola.
-Pediu permissão pra eu sair? — Perguntou ela curiosa.
-Não, eu comunico quando chegarmos ao portão – Brian piscou maroto. Charlotte se soltou dele e entrou no quarto, pegou uma mochila colocando algumas peças de roupa e pares de sapato. — Amanhã você volta e faz as malas vou conversar com a diretora e ver se posso levar você depois da formatura.
-Mas eu tenho que pegar minhas notas, o certificado de término – Falou Charlotte fazendo um gesto de descaso com a mão.
-Então, hoje você me fala tudo que vai ter que fazer pra sair mais cedo que eu vou falar com a diretora e resolver tudo – Falou Brian. Charlotte já estava acostumada com o jeito de Brian de sempre ter uma solução pra tudo.
-Beleza – Falou a ruiva. Pegou a mochila com as roupas, e calçou uma lita preta. O cabelo somente soltou, deixando ele cair livre até a cintura.
Os dois caminharam juntos até a saída da escola, porém antes que chegassem ao portão a coordenadora os parou.
-Oi Sra. Marchow – Falou Charlotte.
-Para onde vão? – Perguntou ela ignorando Charlotte e olhando incisivamente para Brian.
-Eu vou sair, e Charlotte vai comigo. Temos algumas coisas pra resolver antes que ela volte pra casa – Falou ele e voltou a andar com Charlotte ao seu lado.
-O senhor tem autorização para tal? – Perguntou ela com um sorriso desdenhoso.
-Não preciso, sou irmão dela e tutor. Faço o que bem entendo. Pela manhã trago ela de volta – Falou Brian e segurando o ombro da ruiva e levou pra fora da escola. A mulher ficou sem reação, Brian aproveitando bateu o portão e acenou pra um táxi que passava.
O moreno a levou até o hotel que estava hospedado, conseguiu um quarto no mesmo andar que o dele para instalar a menina.
-Vai se trocar, te espero no bar do hotel – Brian falou quando as portas do elevador se abriram. Charlotte saiu e ele estendeu a chave pra ela. — Seu quarto é o quinhentos e dois, do lado do meu.
-Beleza – Falou ela depois de pegar a chave e se afastar. As portas do elevador se fecharam.
Amanda olhava o quarto de paredes brancas, na verdade o quarto era todo branco.
-Eu nem sei o estilo dessa garota, como posso arrumar isso aqui – Resmungava ela olhando tudo. Johnny que estava deitado na cama na maior folga se pronunciou.
-Bom, eu não lembro bem dela. Quando ela tava aqui, digamos que eu trabalhava fora, trabalhava pro Syn, mas não ficava muito aqui dentro.
-Entendi, e ele a mantinha sempre aqui dentro – Amanda completou.
-Mais ou menos, ele dava liberdade a ela só que ela tava assustada e quase não saia.
-Isso me explica o Brian, um pouco. Mas ela nada – Falou Rebecca frustada.
-Como eu estava dizendo, se o Brian se prontificou de tal forma pra ajudar essa guria é porque ela agradou ele de alguma forma – Amanda tentou de todas as formas não levar com más intenções, mas não conseguiu. Johnny notando emendou. – Ele a treinou. Ele vai te explicar isso quando voltar. Hmm... Bota umas coisas pretas, com cinza escuro, grafite.
-Tipo o quarto do Brian?
-É, só que com um toque feminino- Falou ele piscando. O celular de Amanda começou a vibrar, ela pegou o aparelho e viu o número de Brian.
-Alô.
-Oi, ta tudo bem aí? — Perguntou ele.
-Eu e Johnny estamos bem e você? – Perguntou ela se sentando na ponta da cama depois de empurrar Johnny.
-Tudo bem – Falou ele somente.
-E a garota lá? – Amanda tentou controlar o tom de ciumes da voz.
-A Charlotte, ta no quarto se trocando. Eu passei no internato e tirei ela – Falou ele. Amanda notou um tom de riso na voz dele.
-Preciso saber qual estilo dela, pra arrumar um quarto – Falou Amana mudando de assunto bruscamente.
-Nada de menininha, ela odeia isso – Falou Brian.
-Já é suficiente. Tenho que desligar.
-Ta bom. Até.
-Até.
Amanda ficou frustada, nem um “Eu te amo”. Nada.
Charlotte chegou ao bar e logo viu Brian que estava sentado em uma mesa. Em uma das mãos tinha um copo de wisky, na outra o celular.
-Que cara é essa? – Perguntou a menina se sentando em uma cadeira de frente a dele.
-Minha namorada com ciume de você – Falou ele sorrindo. Charlotte fez uma cara de surpresa.
-Você namorando? Caralho o tempo realmente passou – Falou ela ainda surpresa.
-Engraçadinha você – Brian falou emburrado. — Podemos ir aos negócios?
-Claro, só eu pegar uma bebida – Falou ela fazendo sinal pro garçom pedindo um wisky Depois que o copo já estava em sua mão ela levantou o olhar pra Brian. — Vamos lá.
-...Bom é isso. Preciso de você o quanto antes em HB comigo – Brian terminou de falar suspirando.
-Então eu vou ser tipo, a Chefona da Máfia? – Perguntou a ruiva piscando.
-Pode se dizer que sim – Falou Brian.
-Bom, depois de amanhã acho que já podemos voltar.
-Amanhã mesmo – Falou Brian.
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