Lovesick
3 Good Morning Sunshine
Notas iniciais
Os primeiros raios de sol adentravam o quarto por meio da porta da sacada. Aos poucos Quinnie fora despertando. Decidiu esperar deitada por alguém de jaleco viesse até seu quarto para tentar acorda-la, talvez se surpreendesse...
Toc-Toc
Rachel batia na porta esperando por alguma resposta de sua paciente.
Quinn levantou-se para abrir a porta.
A doutora entrou.
- Bom dia, raio de sol.- Quinnie cumprimentou
- O que disse?
- Era assim que minha mãe me acordava
- Ah, sim, claro, Bom dia.- Respondeu Rachel- Como passou a noite?
- Não poderia ter sido melhor.- Quinn sorria de forma euforica
- O que houve?
- Posso lhe contar um segredo Rachel?
- Se for o que deseja
- Ele veio me ver.
- Não lembro de alguem te-la visitado ontem
- Ele veio, durante a noite.
- Quem veio?
- Meu cavaleiro, não o viu pelo corredor? -E impossivel não ve-lo com aquela armadura prateada.
- Este é o motivo de sua alegria?
- E por que não seria? Ah, eu estva com tantas saudades....
- Há quanto tempo não se viam?
- Aproximadamente Seis meses
- E como ele conseguiu localiza-la?
- Não seja tola Berry, ele sempre esteve comigo.
- Mas não se viam a meses
- Não quer dizer que não mantivemos contato
- Faz sentido. Diga-me, após o divorcio, com quem passou a morar?
- Com mamãe.
- E como mantinham contato?
- Todas as noites, ele me ligava.
- Celular?
- Fixo
- Mandarei trazerem seu café, volto logo, tudo bem?
- Não se atrase.
Rachel saiu correndo em direção a sala de Raymond
- Richard
- Ah sim, Rachel, Bom dia pra você tambem, sim estou bem, obrigado.
- Desculpa, mas a situação é seria.
- O que manda?
- Tem como conseguir as imagens da camera de segurança da noite passada?
- Posso tentar
- O mais breve possivel?
- O mais breve possivel
- Obrigada Richard,alias, ainda tem aquela lista com o telefone dos responsaveis por cada paciente?
- Atualizada a cada nova entrada
- Posso dar uma olhada?
- Um minutinho- Richard Raymond ausentou-se de sua sala- Aqui está.
- Obrigada.
Rachel saiu de sua sala, seguindo em direçãoaos telefones da recepeção
- Volte sempre, Rachel, você é sempre bem vinda
Rachel então sentou-se em um dos bancos proximos ao telefone e começou a digitar os numeros que saltavam da pagina
Tum.... Tum.... Tum....
- Alô?
- Sra. Fabray?
- Sim?
- Sou Rachel Berry, do hospital psiquiatrico Saint Clair, sou a encarregada do caso de Lucy
- Lucy? Está tudo bem com ela? Aconteceu algo?
- Fique calma, nada aconteceu... Liguei para lhe perguntar algo
- Pois bem, pergunte
- Nos ultimos meses, notou alguma ligação de numero estranho ou desconheceido?
- Não, nenhum numero.
- Tem certeza? Quinn recebeu alguma ligação?
- Todas passaram por mim, numero algum.
- Agradeço por suas informações
- Isso vai ajuda-la?
- De certa forma sim. Obrigada
Doutora Berry desligou o telefone e saiu correndo em direção a sala de Richard.
- Conseguiu o que lhe pedi?
- Aqui está- Disse mostrando-lhe o cd.- Com uma condição...
- Qual?
- O de sempre Berry, feche a porta
- Richard, não.
- Feche. A. Porta.
Rachel permaneceu parada.
- Não seja má, Rachel Barbra Berry, nós dois sabemos que você tambem quer isso tanto quanto eu, afinal, quando foi a ultima vez? Duas semanas talvez?
Richard se aproximou por tras de Rach, tirando-lhe os cabelos que cobriam sua nuca, passando em seguida a beija-la
- Não negue o desejo, Rach... Não adianta nega-lo — sussurrou, tomando-a para si.
Rachel então fechou a porta.
- Boa garota — Richard sentou no sofá encostado a parede de sua sala. — Venha até aqui.
Berry seguiu o que lhe foi dito.
- Sente-se. — A morena sentou ao seu lado- Acaso disse para sentar aí? Venha, sente-se em meu colo.
- Richard...
- Venha, não estamos fazendo nada de errado.
Sentou-se então em seu colo, de modo em que suas pernas ficassem a cerca de seu supervisor
- Muito bem, vai longe dessa forma doutora. — Richard abria o jaleco da mesma. — Vai longe dessa forma.
Após desabotoar o ultimo botão de seu jaleco, Richard lentamente o retirou do corpo da doutora, ergendo-se para beija-la.
Seus beijos aumentavam o proprio desejo, almejava mais, muito mais do que a garota podia lhe oferecer.
Tirou então a blusa da mesma para então ter uma imagem melhor do que estava lidando. Retirou com sutileza seu sutian tomando-lhe com a boca um dos seios em seguida. Rachel gemia. Seus gemidos serviam como estimulo para Raymond, precisava de mais, queria mais, queria satisfazer a mesma para claramente se satisfazer, apertava o então livre fazendo-a aumentar a frequencia de seuas gemidos, que agora ganhavam forças, que já estavam bem mais altos.
Deslizou sua mão então até o sexo da mesma, apertando-o apenas para provocar, gostva das reações que lhe causavam. Desabotoou-lhe a calça enquanto ela fazia o mesmo com ele, Rachel sentia seu membro encostar em sua região, o que fazia-a deseja-lo, queria muito e queria agora. Tomou-o para si, subindo e descendo sua mão por seu membro então duro.
Um simples toque e Richard ia a loucura, Berry sabia o que fazia, Richard sabia o que queria. Pouco tempo depois, Rachel sentia a necessidade de ter seu membro ali, introduzido na mesma. Abaixou levemente a peça que ainda a cobria, dando espaço para que Raymond o introduzisse. Naquela que confusão entre dor e satisfação, Rachel gemia, gemia e quicava, fazendo Richard quere-la somente para si, não só por aquele momento, queria mais, necessitava por mais, muito mais do que aquele escritorio onde estavam.
Segurou-a pelas costas deitando-a em seu sofá, sentia a necessidade de tomar as redeas da situação. Repetia seus movimentos de vai-e-vem enquanto observava cada reação da garota abaixo de si. Tudo o que a mesma fazia servia de estimulo.
Richard então o retirou, Berry então não perdeu tempo, escorregou até o chão deixando Richard sentado ainda com o membro insaciado. Rachel chupava-o, chupava-o com vontade, como se fosse a ultima coisa que faria em vida, queria ve-lo enlouquecer, queria toma-lo para si. Richard de fato delirava, Rachel o levara a loucura, não como a loucura de seus pacientes, era como estar no céu curtindo tudo o que teria direito no inferno.
Não esperou pela garota subir, puxou-a fazendo-a ficar de costas para si, posicionando-a em sua mesa derrubando alguns itens que estavam sobre a mesma.
Segurava Barbra pelos seios, enquanto introduzia mais uma vez seu membro, apertava-os, girava-os, prosseguia com seus movimentos continuos de vai-e-vem.
Rachel já não identificava a dor, gostava da sensação de te-lo dentro dela. Richard grunhia, Rachel ainda gemia.
Então, ao sentir aquela sensação que tanto esperava chegar, Raymond o retirou e logo em seguida, viu seu membro expelir um liquido branco um tanto quanto pastoso e amolecer.
Sentou-se novamente, sendo seguido por Rach, que o beijava desta vez calmamente.
- Onde está o dvd?
- Só pensa nesse dvd? O que tem de tão importante nessas imagens?
- Onde está?
- Deve ter caido da mesa.
- Pegue-o e assistiremos juntos.
Richard o colocou em na entrada de seu computador e abriu o arquivo com as imagens referentes a noite anterior.
Após um tempo analisando o video, Berry enrubreceu, suas mãos tremiam
- Rach, Rach? Tá tudo bem?
Berry não respondeu.
- Rachel Barbra Berry, o que está acontecendo?
- Quinn, Richard. Quinn teve uma alucinação.
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