Notas iniciais
Tá aí mais um cp. para vocês esse ta legalzinho...Boa leitura

—Oque? Minha mãe vai ficar em detenção aqui por 2 horas?! Isso existe? Vocês são loucos! Você não pode fazer isso só por que uma mulher gritou com um cara!

—Desculpe moça, se você continuar gritando vamos acrescentar mais 2 horas.

Olhei para minha mãe e lancei um olhar tipo você sabe o que fazer ela me olhou com um olhar tipo entendi.

—VIU MÃE! SE VOCÊ NÃO TIVESSE GRITADO COM O CARA NÓS NÃO ESTARÍAMOS AQUI! SUA ESCANDALOSA!

—VOCÊ É QUE É A ESCANDALOSA! SUA DOIDA, NÃO REPONDA SUA MÃE!

Começamos a gritar e brigar até fazer efeito.

—CHEGA! SAIAM DAQUI! VÃO LOGO PARA LONDRES E NÃO VOLTEM MAIS. – O segurança falou irritado.

—Se você insiste. – Minha mãe deu de ombros.

Quando saímos batemos as mãos e dissemos “sempre funciona”.

Entramos no avião, depois de um tempo o avião começou a balançar e então eu entrei em pânico.

—Calma Kate, calma. – Comecei a falar comigo mesma. – Calma, o avião tem 4 motores, se falhar um tem mais três, se falhar dois aterrissamos, se falharem três o avião cai de bico e nós voamos pelos ares... – Levantei da cadeira e comecei a gritar. – PAREM ESSA COISA! PAREM! EU QUERO SAIR, EU QUERO SAIR! AHHHHHHHHHHHH! ME DEIXA SAIR!

Me joguei no chão e comecei a dar socos e espernear.

—EU QUERO DESCER! EU QUERO DESCER!

Minha mãe levantou, me sentou e começou a acalmar o povo, logo em seguida o piloto falou.

—Senhores passageiros queremos informá-los que a turbulência passou, mas os motores estão falhando e provavelmente vamos morrer. – Disse o piloto.

—NÃAAAAAAAAAAAAAO! MÃE NÃO ME DEIXA MORRER! NÃAAAAAAAAAAAO!

—CALA A BOCA SUA ANTA, EU VOU TE JOGAR DESSE AVIÃO SE VOCÊ FALAR A PALAVRA MORRER DE NOVO! – Minha mãe gritou dando uma série de tabefes da minha cara.

—Mas foi o piloto... Ele falou que... que a gente ia mo... – Olhei para ela, eu não ousaria falar aquela palavra.

—Você está delirando? O piloto disse que a turbulência passou!

—Mas... Mas eu ouvi, ele disse que os motores falharam e...

Minha mãe emitiu um som de pura raiva.

—Me lembre de te internar num hospício quando pousarmos.

Pousamos, é óbvio que eu fui a primeira a dar no pé.

Eu estava morrendo de fome já não aguentava mais.

—Mãe vamos comer, eu estou morren... quero dizer, desmaiando de fome.

—Depois que eu te internar no hospício. – Minha mãe falou séria.

—Mãe!

—Você só pode ter puxado ao seu pai. – Minha mãe disse, depois deu uma risada.

—Que bom que eu não puxei a você. – Eu disse e saí correndo.

—Sua menininha! – Minha mãe gritou com raiva e correu atrás de mim.

Entrei em um restaurante sentei em uma mesa e comecei a ler o cardápio, minha mãe chegou e sentou do meu lado e escolheu alguma coisa, ficou combinado que cada um pagaria a sua comida, mas quando chegamos no caixa a minha mãe falou:

—Filha paga para mim esqueci a carteira na mala.

E eu tive que pagar. Logo depois, incrivelmente, num passe de mágica, ela achou a carteira dentro da bolsa.

Depois de comer fomos para casa. Ela era grande e bem bonita, tinha três quartos, dois banheiros, duas salas e uma cozinha, sem contar a vista maravilhosa.

—Mãe vou sair para conhecer o lugar. – Falei, depois dei um beijinho em sua testa.

—Não demora. – Ela falou, depois foi arrumar as coisas.

Eu estava caminhando normalmente e acabei entrando em um beco sem saída, quando fui dar meia volta três caras apareceram na minha frente e falaram:

—Me passa a carteira e vem comigo. – O cara falou segurando o meu braço muito forte.

—P... Para onde? – Perguntei.

Sim, vocês podem dizer que sou idiota.

—Não sei, talvez você seja minha refém. – O cara falou com um olhar sinistro.

—EI! – Falou um cara que apareceu atrás deles. – EI! VOCÊS! SOLTEM A GAROTA!

Os caras saíram correndo, e o outro veio em minha direção.

Ele tinha cabelos castanhos e olhos azuis e era alto. ( http://www.polyvore.com/sem_t%C3%ADtulo_14/set?id=214963339 )

—Você está bem? – Ele me perguntou.

—Sim. – Afirmei com a cabeça.

—Olhe o seu braço! – Ele olhou espantado para meu braço que estava bem roxo. – Onde você mora?

—Eu não sei. – Respondi.

—Como assim você não sabe onde mora?!

—Eu estava vindo de lá. – Apontei de onde eu estava vindo. – Eu acabei de me mudar.

—Como é o seu nome? – Ele perguntou.

—Meu nome é Kate.

—O meu é Nathan, vamos, eu te levo para casa.

Continuei o caminho totalmente calada, quando chegamos na frente da minha casa ele começou a puxar papo.

—Qual escola que você vai estudar?

—Na escola do bairro, e você estuda aonde?

—Eu estudo na mesma escola que você vai estudar... bom qualquer coisa que você precisar eu moro na outra rua, não esquece de passar gelo nesse braço.

—Ok. – Concordei.

Entrei em casa e ele foi embora.

Não sei, mas algo naquele cara era suspeito, algo estava errado nele e eu não via a hora de saber o que era.

Notas finais
Gostaram? deixem seu comentário PS:Vocês iram saber quem é o Nathan no próximo CP. Ah, quase esquecendo desculpem se ficou pequeno Deixem sugestões para o próximo cp. Bjs