Loved You First

2 Capítulo 2 - The Bad Lucky Started (part. 2)


Notas iniciais
APENAS LEIAM ^^

Joana correu e pegou o telefone, quase não conseguia apertar as tecladas do telefone, ligou para o último número na memória, pelo que ela lembrava era de Ryan, mas quando ela escutou aquele “Alô” em uma voz diferente, ela já ia desligar, foi quando ela se tocou que era o pai de Demi, era Mark, ele atendeu. Joana ficou alguns segundos respirando fundo e falou:

– Alô, Mark é você?

– Sim, Dr. Mark Parson, com quem falo?

– É a Joana, e antes que você desligue na minha cara, preciso da sua ajuda, a Demi está desmaiada, parece que ela se dopou.

– Joana? Espera, a Demi se dopou?

– Não interessa como, eu também não sei direito, por favor me ajuda.

– Eu vou passar ai e levar vocês pro Hospital, mas... onde você está morando?

– Na segunda rua depois da casa daquela sua tia, a Vick, casa número 277.

– Já estou indo, calma.

Joana carregou Demi até o sofá da sala, tentou novamente falar com ela, mas nada, ela chorou até gritou, mas nada parecia afetar Demi. Joana arrumou sua bolsa e sentou ao lado de onde Demi estava deitada, segurou suas mãozinhas frágeis e frias:

– Catcat, por favor não faça isso comigo, eu te amo demais para deixar você ir desse jeito.

Foi quando o barulho de um carro freiando e buzinando acabou com o silêncio do pavor que Joana sentia, ela abriu a porta e Mark estava com o dedo na campainha, ela se assustou mas correu para pegar a bolsa, e sem trocar uma sequer palavra, Mark pegou Demi no colo e botou ela no carro. A viagem foi angustiante por alguns minutos, Mark corria com o carro em 107 km por hora, as estradas estavam vazias e o hospital mais perto era 10 km dali. Joana então falou:

– Tento te ligar faz um tempo. Demi vem agindo muito estranho de uns dias pra cá, e acho que isso pode ser por causa da falta que ela sente de você.

– Confesso que ignorava suas ligações, mas hoje atendi sem olhar o número. Eu acho que ainda não é o tempo volte a falar com a Demi, ela precisa crescer para entender que os país são divorciados, nessa idade vai ser difícil ela aceitar, você não acha?

– Claro que não, e você prefere ela tendo esses ataques do que tentar conversar com ela?

– Ela é muito nova, não iria entender.

– Ela é sua filha também, e está com problemas, tente não ser tão racional agora, pelo amor de Deus.

Mark olhou para frente e percebeu que estava dirigindo na contra mão, a sorte era que não vinha carro nenhum, ele rapidamente trocou de faixa, mas um carro da faixa que ele estava entrando bateu em sua trasseira, o impacto foi tão grande que Mark bateu com a cabeça no volante, os vidros se quebraram e a lataria amassou.

Minutos depois do acidente, Demi abriu os olhos e viu luzes vermelhas e uma sirene irritante, ela gritou muito alto, fazendo um bombeiro gritar também:

– ELA ESTÁ VIVA!

Demi foi tirada do carro antes de seu pai, que estava preso as ferragens, depois do impacto o carro foi empurrado para acostamento que deu origem a outro impacto, esse prendeu Mark, sua mãe estava deitada em uma maca, Demi foi sonolenta andando em sua direção, Joana levantou e abraçou Demi com muita força, ela estava com a perna quebrada, era um bolo de emoções que Joana sentia naquele momento, foi quando ouviu:

– Ele está morto, sem pulsamento, conseguimos tirar ela das ferragens, mas ele está morto.

Joana não acreditou no que o bombeiro dizia, perguntou para o bombeiro e ele tinha afirmado, Mark estava morto, Joana ligou para Ryan e contou tudo. Ryan chegou em alguns minutos, Demi já estava adormecida novamente na maca com sua mãe, que disse:

– Ryan, leve Demi para casa, a chave está na minha bolsa, ela está sobre efeito do calmante e vai dormir por um tempinho, vão me levar pro hospital para engessar a perna, já resolvi tudo.

– Pode deixar, mas você vai ficar bem?

– Vou sim, mas cuide bem da minha menininha.


Notas finais
Me digam o que acharam no meu twitter, please: @NiallFeatMe
(Um dos meninos vão aparecer no próximo capítulo) :) xx
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.