Notas iniciais
Espero que gostem !!

“Você também me olhava e eu nem sabia.”– Reencontrando.

Abri meus olhos, alcançando meu celular, e aproximando o mesmo de meu rosto. Quando consigo finalmente enxergar as horas, pulo da cama, e vou em direção à saída de meu quarto, pegando minha toalha durante o percurso. Abro a porta, sentindo o cheiro forte do almoço, vindo da cozinha, e apressando mais meu passo, indo até o banheiro.
Tiro meu pijama rapidamente, e faço um coque no cabelo. Tranco a porta, e vou em direção ao chuveiro, abrindo o mesmo. Mesmo querendo demorar, sei que não posso fazê-lo, pois já estou mais que atrasada. Lavo meu corpo com o sabonete rosa, e finalizo o banho. Apanho meu pijama, e coloco a toalha, destrancando a porta. Saio do banheiro, resmungando por causa do vento frio que corta minha pele.
Caminho até meu quarto, fechando a porta atrás de mim, e jogando minhas roupas no cesto de roupas sujas. Vou até o guarda roupa, e abro a porta vermelha, recebendo as várias roupas que caem em cima de mim. Nunca fui do tipo arrumada; talvez só as vezes. Procuro pelo meu uniforme azul, e quando o acho, retiro do móvel, jogando-o na cama, e forçando as peças que não irei usar para dentro do guarda roupa novamente. Fecho a porta vermelha, e caminho até a cama.
Me arrumo rapidamente, vestindo meu uniforme de escola, passando perfume, calçando meus tênis roxos, organizando meus materiais em minha mochila, e por fim, penteando meu cabelo, e fazendo minha maquiagem.
Coloco meus óculos e pego meu celular, junto com meus fones de ouvido, antes de sair pela porta. Ando pelo corredor, e vou em direção à escada marrom. Desço a mesma com rapidez, logo chegando à cozinha.
–Oi, já ia te acordar.- minha mãe fala, assim que chego no cômodo.
Jogo minha mochila para perto do armário, antes de respondê-la.
–Ah, acordei sozinha.- digo, indo pegar um prato para mim.
–Você parece cansada, o quê que foi?- a mulher diz, com o semblante preocupado.
–E estou. Ontem fui dormir tarde.- respondo, enquanto me sirvo de arroz.
–Por que?
–Por causa das coisas da gincana, e da prova de amanhã.- digo, e sento à mesa.
–Mas as aulas acabaram de voltar, como assim você já está cheia de coisas da escola?- fala, e se acomoda ao meu lado na mesa.
–É complicado, mãe. A abertura da gincana já estará acontecendo hoje, por isso que eu dormi tarde ontem.- respondo, começando a comer.
Depois disso, não falamos mais nada. Como rápido, enquanto troco algumas mensagens com Débora.
“Ou sua idiota! Por que não veio hoje de manhã?!”
Rodo os olhos, antes de responder à sua mensagem.
“Ouxi! Idiota é você! E eu não vim porque acordei atrasada.”
Ela demora um pouco para responder, mas finalmente o faz.
“Mas você vai vir à tarde, ne?"
"Awn, me ama. Vou sim, não se preocupa."
Termino de almoçar, e deixo o prato na pia. Aviso para minha mãe que vou escovar os dentes, antes de ir em direção a escada.
Ando até o banheiro. Pego minha escova de dente, e a pasta de menta. Escovo meus dentes rapidamente, logo saindo do banheiro. Ando pela escada, indo para a cozinha, a fim de pegar minha mochila. Assim que a mesma está em minhas costas, procuro por minha mãe.
–Mãe?- chamo, olhando para a sala.
–Já estou no carro!- responde.
Ando até a garagem, fechando a porta da casa. Entro no carro preto, colocando o cinto de segurança. Minha mãe dá a partida, e assim vamos em direção à minha escola.
》》》
–Tchau, mãe.- digo, e saio do carro.
Ando em direção à entrada da escola, já alcançando minha carteirinha. Dou boa tarde para o monitor, e passo pela catraca. Caminho pelo pátio, e já estou na escada.
O corredor da escola está vazio, o que me lembra que estou realmente muito atrasada. Chego até a última sala do corredor, e olho pela janelinha, antes de entrar.
–Com licença, professora.- digo.
–Pode entrar, Vivian.- responde, e continua a copiar no quadro.
Fecho a porta atrás de mim, e caminho para a última fileira, a que fica perto da janela preta. Avisto minhas amigas, e sorrio inocente para as mesmas, que não tem uma cara muito amigável.
–Oi suas feias.- digo, sentando atrás da Débora.
–Por que você não veio hoje de manhã, Lingléia?- praticamente todas perguntam, não na mesma hora, menos Débora, que já sabe o motivo.
–Para a abertura da gincana?- pergunto.
–É ne!- Nathalia responde, depois de rodar os olhos.
–Irresponsabilidade, duh.- Laís fala, e vira para frente novamente.
–Não. Foi por que eu acordei tarde demais.- digo, e pego meu caderno.
》》》
–Posso ir com você?- pergunta o garoto mais uma vez.
–Não Samuel. Você não pode.- respondo mais um vez.
–Por que?- diz.
–Porque você não é líder, eu que sou.- respondi, rodando os olhos.
–Mas eu seria se minha mãe deixasse.- falou.
–Enfim, ela deixou?- digo irônica.
–Não.
–Então é por isso que você não tem permissão para ir comigo. Só vai às salas quem é líder.
–Tudo bem, já entendi.- falou, me fazendo dar um suspiro.
–Finalmente, não é?- respondi irônica.
Assim que o moreno sai da cadeira ao meu lado, levanto da minha, pegando minha pasta, e ando em direção à mesa da professora.
–Rita, eu posso dar um recado?- pergunto para a mulher.
–Pode, mas seja rápida.- fala, sem olhar para mim.
–Ta. Depois que eu terminar, eu vou ter que ir às outras salas também.- anuncio, já saindo de perto da sua mesa.
Caminho até o quadro branco, parando em frente à sala barulhenta. Fico parada por alguns segundos, apenas observando a turma, e não evitando pensar o quanto os garotos daquela sala parecem crianças de sétima série.
–Ei, silêncio aí por favor!- grito.
Eles param de conversar um pouco, mas foi um grande sacrifício chegar neste resultado. Olham para mim, esperando que eu fale.
–Então, é amanhã a Hora do Agito. Será de noite, e vocês só entrarão com a pulseira e com a autorização.- dou uma pausa, depois continuo.- Podem trazer uma roupa reserva, caso desejem se sujar, ou apenas para não ficar de uniforme. E... acho que é só isso. O Thiago vai entregar as autorizações para vocês. Lá terá o horário, e outras coisas. Dêem para os seus papais ou mamães assinarem, e tragam amanhã.
Assim que termino de falar, Thiago levanta, com os papéis em mãos. Ele começa a entregar para as pessoas que vão, e eu o espero para que possamos ir para a outra sala.
Passamos em todas as turmas de nossa equipe, dando a mesma explicação sobre a prova de amanhã, e dando mais alguns recados sobre a gincana. Muito delas parecem estar muito animadas, mas eu não me encontro no mesmo estado. Sei lá... Estou com a impressão de que acontecerá alguma coisa no dia seguinte. Só não sei se será coisa boa ou ruim.
》》》
Olho para o guarda roupa fechado, ainda refletindo com que roupa eu irei para a Hora do Agito. Já sem paciência de ficar pensando, opto por uma calça jeans preta, e uma blusa vermelha com alguns detalhes. Visto meu uniforme azul, achando o quão ridículo é ter que usá-lo; mas, regras são regras. Vou até o espelho, checando as horas mais uma vez. 19h53min. Acho que vou me atrasar...
Passo rímel e pó, não deixando de colocar um batom violeta. Reponho meus óculos, indo até minha cama. Pego a bolsa que separei, e coloco as roupas que escolhi na mesma, aproveitando para colocar mais algumas coisas que poderei usar. Calço as sapatilhas, e passo perfume. Apanho minha bolsa, e saio do quarto.
Ando pela escada, procurando por minha mãe, mas penso que a mesma já deve estar no carro. Vou até a garagem, acertando minha constatação. Sento no banco de passageiro, fechando a porta do automóvel. Coloco o sinto de segurança, e assim que me acomodo no banco solto um suspiro inevitável.
Eu estou realmente cansada. O motivo? Passei quase que a tarde toda ajudando a equipe com a organização dos brinquedos e outras coisas. Eu até deixaria de vir para esse evento, mas pensei que seria bom para relaxar, e como esse tipo de coisa é quase extinta no colégio, eu não poderia perder.
Sem demora, já estamos em frente à escola. Dou um beijo em minha mãe, e saio do carro. Caminho até a entrada, que há um monitor averiguando os alunos que entram. Mostro minha pulseira e minha autorização para o homem, e ele me deixa passar. Já consigo avistar Nathália, Eduarda, Laís e Débora; estão sentadas perto de uma mesa. Ando até elas.
–Vocês ainda não trocaram de roupa?- pergunto, me sentando ao lado de Nathália.
–A gente estava te esperando. De nada.- Nathália disse.
–Então, vamos?- perguntei, já me levantando.
Elas também o fizeram, e andamos lado a lado até o banheiro. Entramos uma em cada box, e começamos a trocar de roupa. Visto a minha rapidamente, e saio do banheiro, esperando as outras terminarem. Quando elas acabam, só ficamos nos olhando no espelho e aproveito para passar batom novamente.
–Vocês viram o Caio? Ela ta lindo hoje.- Laís disse.
Quando ouvi o nome, meu olhar foi de imediato para o chão.
Caio Lucca entrou no segundo ano do ensino médio no final das aulas, antes das férias. Cabelo castanho escuro liso, franja de lado, quase caindo nos olhos, um pouco mais alto que eu, olhos verdes e um sorriso tímido lindo. Ele era do tipo que não se considerava popular, mas que andava com os populares. Apesar de ter esse status, Caio não se achava como os demais de seus amigos. Não olhava muito para as meninas, mas já ouvi dizer que ele ficou com algumas sim.
Como todas as garotas ali no período da tarde, eu também o olhava constantemente, e podia dizer que até tinha uma queda pelo garoto. Mas não acho que um dia eu possa ter algo a mais, do que uma simples troca de olhar com Caio.
–Só hoje?- Eduarda pergunta sorrindo, o que me faz voltar para o mundo real.
–Tem razão. Ele é lindo todos os dias.- Laís diz.
–Com certeza.- Nathália se pronuncia.
–Com toda a certeza.- Débora diz suspirando.
Eu não digo nada, o que faz com que elas me olhem.
–É, ele é bonitinho.- falo indiferente.
Elas não sabem da minha queda por ele. Por quê? Porque eu simplesmente não contei. Isso é embaraçoso demais, até para que eu entenda. Acho que é a primeira vez que eu gosto de um garoto, e nem sei se isso é mesmo um sentimento ou só atração.
Elas me olham confusas, mas parecem não ligar para o que eu disse.
–Então, vamos?- pergunto, mudando de assunto.
Elas concordam, e logo estamos saindo do banheiro.
[...]
Subia as escadas, escutando os ecos se espalhando pelo local escuro. Minhas amigas haviam insistido para vir comigo, mas falei que não era preciso, e sabia que elas não queriam ir. Estava cansada demais, e só queria um pouco de paz. E era por isso que eu me encontrava ali e naquele momento.
A biblioteca era nova naquele colégio. Não que nunca tenha havido uma antes, mas é porque a escola está em construção, e o que eles construíram de novidade, foi a biblioteca e a quadra.
Abri a porta, vendo a mulher do outro lado do balcão tirando uma soneca. Dei um risinho com a cena, me perguntando o porquê dela está trabalhando logo hoje à noite, já que a área do andar de cima não será utilizada. Mas acho que o motivo é esse mesmo; ela está ali para não permitir o trânsito de alunos pelo segundo andar. Tendo em pensamento esse fato, agradeço mentalmente pelo fato dela está ocupada demais, dormindo. E parece que não vai acordar tão cedo.
Ando pelo grande espaço, admirando no começo. Depois observo os livros que ali nas prateleiras contém. Ando até o final da biblioteca, e sento no chão, depois de pegar um livro.
Minha leitura começou, e acho que estava tão envolvida no livro, que nem percebi a sua chegada. Só o notei, quando enxerguei de relance seus pés, perto de onde eu estava. Fui subindo meu olhar pelo seu corpo, e quando parei em seu rosto, desejei não estar mais ali na biblioteca. Desejei nem mesmo ter a ideia de ficar sozinha.
O garoto sorria de canto, e não entendi o porquê daquilo. Tentei parecer calma, pois... Qual é?! Não é como se ele fosse o presidente dos Estados Unidos!
Abriu mais o seu sorriso, mostrando os dentes e depois se mais alguns segundos, se pronunciou:
–Parece que não fui o único a me cansar daquela bagunça toda.
Sorriu mais uma vez, e então se abaixou, sentando-se ao meu lado.
Não respondi à sua frase, apenas por não achar uma resposta adequada. Acho que foi esse o motivo de sua próxima frase.
–Você não fala?- perguntou, sorrindo irônico.
Rodei os olhos, e ele soltou uma gargalhada.
–Não tem graça. E se eu realmente não falasse?- respondi.
–Então o tempo em que fiquei te observando, não valeu de nada.- disse simples.
Franzi as sobrancelhas, o olhando confusa. Me observando?
–Como assim?- perguntei depois de um tempo.
–Deixa pra lá. Você ta aqui desde quando?- respondeu sorrindo.
Se ele não tivesse me distraído com seu lindo sorriso, eu teria persistido no assunto. Fiquei o olhando; Caio era mais bonito de perto, isso não tem como se negar. Seus olhos são tão claros, que tem como ver meu reflexo por entre eles.
O garoto elevou suas sobrancelhas, me fazendo sair do tipo transe.
–Oi?- perguntei, desviando meu olhar.
–Você ta aqui faz quanto tempo?- respondeu, depois de dar um risinho.
–Acho que faz uns quinze minutos.- falei, e olhei para o meu relógio.
–Ah. E veio por quê?- diz e chega mais perto de mim.
–Foi como você disse; cansei daquela bagunça toda.- respondi.
–Hum. Lá está realmente uma bagunça.- falou, e sorriu largo.
–O que eles estão fazendo?- perguntei, querendo entender o motivo de seu sorriso.
–Começaram a jogar tinta uns nos outros. Você tinha que ver a cena.- falou, ainda sorrindo.
Sorri também, antes dele continuar.
–À propósito, jogaram um tênis na cara da Débora.- disse, e riu depois da fala.
–Sério?- gritei, e também comecei a gargalhar.- Droga! Queria ter visto.
Ouço um grunhido, e imagino ser da tia atrás do balcão. Caio ainda está rindo, o que me faz tocar em seu ombro, o advertindo.
–Silêncio.- digo sussurrando.
Ele entende, e quieta imediatamente. A tia não dá mais sinal de vida, o que quer dizer que ela voltou a dormir.
Ele sorri mais uma vez, e eu desvio meu olhar do seu. Percebo o livro que ainda está em minhas mãos, e olho para o mesmo.
–Está lendo o que?- pergunta, chegando mais perto de mim, e olhando para o objeto em minhas mãos.
Fiquei um pouco incomodada pela sua aproximação, mas não me esquivei. Virei o livro, e mostrei para o garoto a capa, para que assim, ele visse o título.
–Eu já li esse.- fala, e sorri.
–E é bom?- pergunto.
–Muito. Mas eu não vou te contar a história; descubra sozinha.- falou, irônico.
–Era isso que eu estava fazendo quando você chegou.- respondi.
–Ah! Desculpa ter te atrapalhado. Já estou saindo.- falou e fez menção de se levantar.
–Não!- gritei, e limpei a garganta logo depois. Que desesperada...- Quer dizer, pode ficar.
Ele solta um risinho, e senta novamente.
–Eu não ia sair mesmo.- falou, com um pouco de indiferença.
–Ata.- digo, rodando os olhos.
Ele ri, e não fala mais nada. Olho para as minhas mãos, um pouco desconfortável por causa de seu olhar sobre mim. Ele parece perceber o meu incômodo, e solta um riso debochado.
–Sabe, as suas bochechas estão ficando vermelhas.- ele diz num sussurro.
–Quer que eu te deixe com mais vergonha?- perguntou, sorrindo sacana.
–Cal...- tentei falar, mas ele interrompeu.
–Seus olhos são tão lindos. É uma droga você ter que usar óculos.- falou, e se sentou de frente comigo.
–Por que?- perguntei, sentindo meu rosto queimando ainda mais.
–Porque ninguém consegue ver o quão lindo é a cor de seus olhos.- falou, como se fosse óbvio.
Não respondi, apenas olhei para o livro novamente. Por que eu estou com vergonha mesmo? Aposto que ele joga esse papinho para todas as meninas.
–Sabe, eu não sou que nem as outras meninas. Então pode parar de falar esse tipo de coisa para mim, porque não funciona.- sussurrei, olhando para baixo.
–Eu sei que você não é como todas as meninas. Eu estou te observando desde que eu cheguei aqui, e sei que você é muito diferente. E pode apostar que eu não falo esse tipo de coisa para as outras garotas.- disse, me olhando sério.
–Me observando? Por que?- perguntei confusa.
–Sei lá... Você foi a única que me chamou a atenção nessa escola, e então eu não evitei.- respondeu.
Fiquei em silêncio, e olhei para o chão novamente. Não sabia se eu podia confiar nele quanto aquilo, porém sua expressão diz que o que ele falou, era verdade.
E então eu levantei meu olhar, observando o garoto, que estava bastante perto de meu rosto. Olhei para a sua boca, vendo-o fazer o mesmo.
Senti um frio na barriga, e um nervosismo estranho. Ele se aproximou mais um pouco, antes de falar.
–Ahn... Eu quero muito te beijar agora. Será que eu posso?- perguntou sussurrando.
–Eu não sei se eu sou tão boa nisso.- respondi. Eu nunca havia beijado antes...
Ele soltou uma risada, e então me olhou novamente.
–Aposto que é.- disse.
E então ele acabou com a distância entre nós, e colou nossos lábios, num selinho. Fechei meus olhos, e senti sua mão em minha nuca. Meu coração faltava sair pela boca, enquanto retribuía aos seu beijos. Senti o seu sorriso durante o nosso ato, o que me fez sorrir também. Logo aprofundamos o beijo, e logo eu estava sem ar.
Continuei com os meus olhos fechados, e senti seu toque em minha bochecha. Nos encaramos e ele deu um sorriso que não demorei para retribuir.
–Parece que escolhi a pessoa certa para observar.

“E foi assim, de repente. E eu soube o que era. Eu gosto de você.”- Original.

Notas finais
Bom, valeu por ler até aqui. Espero que tenham gostado, e desculpa qualquer coisa aí; como eu disse, é a primeira fic. P.S: não revisado, sorry... Kissus...
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!