Love can be a miracle
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Essa fic pode ser one ou não,vai depender só de vocês porque eu já sei como ela continua,mas se acharem melhor paro nesse capítulo, espero comentários ;)
A prefeita e a xerife de Storybrooke se casaram numa linda tarde de domingo nos jardins da câmara municipal, lá todos os amigos do casal se reuniram pra celebrar essa união que já durava dois anos. A cerimônia fora simples e repleta de amor, a família estava finalmente se tornando oficial e nada poderia ser melhor do que isso. Os meses que se seguiram ao casamento foram os melhores da vida das duas, elas se amavam sempre que podiam e nunca deixavam de declarar o que sentiam, esse amor emanava por toda a mansão e era nítido como tudo era perfeito, pelo menos até certo ponto. Tudo começou a desmoronar exatos seis meses após a bela união, foi numa fria manhã de novembro que a vida perfeita de Regina Mills começou a desmoronar. A morena já desconfiava que algo estava diferente com seu corpo, mas não conseguia dizer exatamente o que era até que algo dentro dela a fez perceber do que se tratava e agora ela estava em seu banheiro esperando a confirmação. Exatos três minutos depois ela então viu o que já sabia e seu coração se encheu de alegria, ela estava grávida de seu amor e mal podia acreditar, era maravilhoso e foi nesse estado que saiu do banheiro e foi diretamente para a cozinha onde sua bela esposa se encontrava.
– Bom dia, meu amor. – disse a morena que não escondia a emoção que sentia.
– Bom dia, minha rainha. – respondeu a xerife que logo se encaminhou até sua esposa e lhe deu um caloroso beijo. – Vejo que acordou de bom humor, posso saber o motivo de tamanha alegria? – questionou a loira sem desgrudar de sua amada.
– Emma, eu tenho uma surpresa pra te contar. – respondeu cheia de entusiasmo a morena. – Vem comigo até a sala? – pediu já levando sua esposa pela mão e então sentando com ela no sofá.
– O que foi, baby? – perguntou Emma já sem conter a curiosidade.
– Eu estou grávida! – disse a morena que possuía um sorriso mais brilhante que o sol.
– Grávida? Como pode? Quem é o pai? – começou a questionar de uma vez a xerife que já estava bastante exaltada.
– É seu, Emma. – disse a morena que agora parecia muito triste, ela não esperava uma reação dessas vinda da mulher que dois anos e seis meses antes houvera lhe salvado com um beijo de amor verdadeiro.
– Como pode ser meu? Sei que nossa magia é forte, mas não tanto a ponto de criar uma vida. – retrucou a xerife.
– Emma eu te amo e nunca a trairia, esse filho é seu sim. – dizia a morena que agora chorava abertamente.
– Tudo bem, Regina. – foi a resposta da xerife.
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Duas semanas depois da descoberta da gravidez e todo o resto Regina se encontrava sozinha no consultório da Drª Foster, ela era a obstetra de Storybrooke e quem cuidaria da prefeita. Regina estava muito triste desde que descobrira a gravidez, as coisas com sua esposa não ficaram melhores e a cada dia a distância entre elas era maior e pra piorar a morena começara a sentir os tais enjoos matinais e também a não ser mais capaz de controlar suas emoções o que deixava a xerife irritada, ela sempre que falava algo temia deixar a morena chateada e por mais que não aceitasse essa gravidez não gostava de vê sua amada sofrer. A consulta estava marcada para ás 16 horas e Emma garantiu está presente apesar de tudo, mas na última hora ligou e cancelou e agora a morena passava por tudo mais uma vez só, ela que sempre desejou ser mãe agora precisava fazer isso sem ninguém apesar de ter uma esposa que ela amava mais que tudo.
A Drª Foster examinou a morena e constatou que tudo corria bem, mas por se tratar de uma gravidez mágica ela preferiu uma garantia a mais de que de fato o bebê era saudável e por isso encaminhou Regina para sala de ultrassom, lá então um médico a examinou e verificou tudo, depois de uns minutos de exame ele explicou o que via na tela.
– Srª Swan Mills, a senhora está com doze semanas de gestação e seu bebê é perfeitamente saudável. Gostaria de ouvir os batimentos cardíacos dele? – perguntou o médico que mesmo sem uma resposta definitiva já se preparava para mostrar o que sabia que a futura mamãe gostaria de ouvir.
– É claro. – foi a resposta da morena que estava fascinada com tudo.
Ouvir o coração de seu bebê fez o mundo de Regina melhorar, ela ainda sentia muito por não ter o apoio de sua esposa nesse momento, mas ela sabia que nada mais importava desde que seu bebê ficasse seguro porque mesmo que Emma nunca acreditasse ela sim tinha convicção de que esse pequeno ser que crescia em seu ventre era fruto de seu amor. Foi assim que a morena voltou pra casa e que passou o resto da semana.
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A indiferença de Emma com relação a gestação de Regina se tornava maior com o passar das semanas e nem mesmo quando a morena teve uma das melhores surpresas de sua vida isso mudou. Foi numa manhã de domingo quando pela primeira vez Regina notou seu bebê, ela estava com pouco mais de quinze semanas de gestação e finalmente sua barriga começava a aparecer e ela não escondeu a emoção que sentiu, mas Emma optou por ignorar e agiu como se nada tivesse mudado. A xerife ainda amava muito sua esposa, mas não conseguia ainda acreditar em nada do que lhes disseram, ela procurou Rumple, a fada Azul, seus pais e todos confirmaram o que Regina lhe dissera sobre duas mulheres com verdadeiro amor e magia conceberem uma criança só que pra ela era ainda impossível mesmo depois de tudo que vivenciou e por isso apenas deixou as coisas acontecerem.
Era final de semana e a família Swan Mills tentava ter um pouco da normalidade de antes e por isso foram para o Granny’s se encontrarem com Snow e David para almoçarem, mas os planos foram interrompidos quando um certo ex- pirata cumprimentou a ex- rainha.
– Bom dia Regina! – disse Hook com seu habitual charme e simpatia. Ele nesses últimos anos havia se acertado e agora morava junto com Tinker em uma casa nos arredores de Storybrooke e por causa desse relacionamento com a fada acabou por se tornar amigo de Regina que tinha em Tinker uma grande amiga.
– Bom dia Hook. – respondeu a prefeita animadamente.
– Bom dia Emma. – falou o ex- pirata no mesmo tom que cumprimentara a prefeita.
– Bom dia. – veio a resposta seca da xerife que ficou de péssimo humor ao vê como sua mulher respondeu ao ex-pirata. Ela que nessas últimas cinco semanas estava morrendo de ciúmes e cheia de desconfianças não pensou duas vezes ao despejar tudo que sentia em cima de sua esposa bem na porta do Granny’s.
– Ele é o pai dessa criança que você insiste ser minha? É ele? Você me traiu com esse pirata? Traiu a confiança da sua amiga? – falava bastante exaltada a xerife. – Me responde! Ele é o pai desse bebê que você quer que eu crie como se fosse meu?
– Emma, para! – pedia a morena que chorava copiosamente. – Eu nunca trairia você, eu te amo. Acredita em mim, esse filho é seu. – falava ainda em meio ás lágrimas e sem se importar se seu filho ou seus sogros estavam presenciando a cena.
– Como posso acreditar? Eu não posso, sinto muito só que não acredito que essa criança seja minha. – dizia a xerife que estava muito alterada assim como a morena.
– Ele é seu sim, eu sinto tanto que as coisas chegaram a esse ponto. – disse a morena que logo depois começou a correr e logo desapareceu no horizonte deixando para trás uma xerife furiosa, sogros preocupados e um filho decepcionado com sua outra mãe.
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Enquanto isso na frente do Granny’s todos estavam abismados com a reação da xerife, eles nunca imaginaram que ela seria capaz de tratar Regina daquele jeito, justo ela que sempre a defendeu mesmo quando todos estavam contra ela e que a salvou quando Peter Pan a colocou numa maldição da morte. Henry foi o primeiro a quebrar o silêncio
– Ma, porque disse tudo isso pra minha mãe? – questionou o adolescente de quase quinze anos. – Você não a ama mais?
– Kid, não é que não a ame, mas eu simplesmente não posso acreditar que a magia seja assim tão poderosa. – respondeu a loira que agora estava mais calma.
– Tudo bem, Ma. – respondeu de volta o adolescente. – Mas me diz então só mais uma coisa e deu deixo vocês resolverem sozinhas que fazer.
– O que foi Henry? – Emma perguntou curiosamente.
– A senhora acha certo tudo o que tem feito com a minha mãe nessas últimas semanas? Acha certo tê-la ignorado mesmo quando ela mais precisa? É disso que se trata o amor? Abandonar as pessoas quando elas mais precisam, quando estão passando por momentos complicados e alegres também? Porque é exatamente isso que tem feito com a minha mãe durante esse tempo todo. Ela foi a duas consultas sozinhas quando tudo o que precisava fazer era ir com ela. – falava o garoto que soava muito mais velho que sua idade. – Lembra da história de porque minha mãe me adotou? De como ela sempre desejou ter um bebê, mas que ela não podia e que mesmo assim nunca desistiu e que por isso eu entrei na vida dela... De que esse foi o dia mais feliz pra ela em muito tempo e que tudo deixou de importar, de que eu passei a ser tudo que importava e que o fato dela não poder engravidar por causa da maldição ficou esquecido? – terminou de questionar sua mãe loira que agora estava completamente perdida com tantos questionamentos para os quais já tinha resposta.
– É complicado, kid. Você tem que entender que de onde eu venho coisas assim não acontecem. – disse já sem soar tão confiante quanto antes.
– Ma, não tem nada de complicado e que eu saiba de onde vem maldições não existem, nem fadas ou bruxas ou elfos ou magia e mesmo assim a senhora passou a acreditar em tudo quando foi necessário, porque agora que minha mãe precisa que acredite em algo tão simples não é possível? – perguntou o adolescente. – Minha mãe só precisa de apoio e por mais que eu ou meus avós ou qualquer outra pessoa esteja com ela não é a mesma coisa, ela precisa do seu apoio e não de indiferença. Ela precisa saber que está segura e não ter medo de perder tudo. Minha mãe está grávida e até onde eu sei é um momento complicado, posso ter só 14 anos, mas sei que quando uma mulher engravida ela precisa de paz e não da pessoa em quem ela mais confia a tratando como se ela tivesse feito algo terrível e sendo a minha mãe a senhora já deveria saber que ela não confia facilmente, mas que mesmo assim ela se entregou e que se a deixar ela não vai ter mais ninguém, só que eu prefiro que a deixe agora do que depois porque quando meu irmão nascer ela vai precisar de ajuda e se não puder oferecer isso a ela o resto da nossa família pode. – finalizou o menino que agora ofegava e mostrava sinais claros de que se tornaria um homem justo e compreensivo. Ele depois de semanas suportando tudo calado agora finalmente fez o que deveria, mostrou pra sua outra mãe o quanto ela fez a mulher que tanto ama sofrer.
– Henry, eu... Eu sinto muito. – disse antes de ser cortada por soluços e algumas lágrimas começaram a cair involuntariamente depois desse discurso do seu menino. Ele que estava coberto de razão e que finalmente depois de semanas a fez perceber que ela estava agindo completamente fora de si. – Obrigada por ser assim tão especial. – disse o abraçando. – Agora eu preciso concertar as coisas, mas antes tenho que ir em casa, tá começando a nevar e viemos sem carro.
E assim ela fez, poucos minutos depois dos últimos acontecimentos Emma chegou na mansão, pegou as chaves do carro e partiu em busca de sua morena. Ela precisava consertar as coisas e faria isso do jeito certo, mas agora era hora de ação e não poderia demorar muito, já começava a cair uma fina camada de neve e não era bom que Regina ficasse nesse frio, além disso, no dia anterior havia chovido o que deixava a neve bem escorregadia.
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Do outro lado da cidade a morena se encontrava perdida em pensamentos e desnorteada, ela havia cansado do modo como Emma a estava tratando, mas não conseguia imaginar ficar longe dela. Esperava que logo a sua xerife percebesse que esse bebê era sim das duas e que finalmente pudessem aproveitar essa gestação inesperada e que ainda assim era desejada por ela, foi com esses pensamentos que se viu chegando próximo ao castelo o lugar onde pela primeira vez Emma disse que a amava, um lugar que agora era especial pra ela. A morena estava tão distraída que não se dera conta da neve que agora tinha uma fina lâmina d’água e que estava muito escorregadia e nem percebeu o momento da queda só sentiu uma forte dor em seu tornozelo e em seu ventre, ela havia escorregado nas escadas que levavam ao castelo.
Conforme os minutos passavam mais neve começava a cair e a morena se encontrava sem condições de levantar ou mesmo usar sua magia para sair do local, todo seu corpo doía e o frio a estava impedindo de se movimentar, mas mesmo assim ainda chegou a tentar, porém quando o fez outra onda de dor atravessou seu corpo e principalmente sem abdômen e por isso acabou desistindo e deixou a escuridão se apoderar dela. Foi somente cerca de uma hora depois que começou a recobrar a consciência e nesse momento avistou ao longe a pessoa que não saía de seus pensamentos, sua salvadora que vinha chamando por ela.
– Gina? Gina, pode me ouvir? – falava a xerife já bem ao seu lado, ela estava muito assustada e ficou ainda mais quando viu a neve manchada de vermelho e ao notar que nenhuma parte visível da morena estava machucada entrou em pânico e ela soube na mesma hora que chegara tarde demais pra mudar tudo, seu bebê, o bebê milagre que ela por tanto tempo lutou pra não aceitar agora não mais existia e isso a quebrou por dentro.
– Em-ma? – foi tudo que saiu dos lábios quase sem cor da morena que estava muito pálida e fria.
– Estou aqui, baby. Vou te levar ao hospital, você está congelando. – disse já segurando fortemente a morena nos braços e usando o pouco que aprendeu sobre teletransporte para levar seu amor ao hospital ela não poderia mais perder tempo.
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Ao chegar a recepção ela logo começou a pedia ajuda e segundos depois vários enfermeiros vieram atender a prefeita, eles a colocaram numa maca e sumiram pelos corredores do hospital deixando para trás uma xerife completamente quebrada e culpada. Ela ainda teve forças para avisar o que acontecera e depois tudo que fez foi rezar para que aquele sangue não fosse o que já sabia ser, mas que optara por tentar ignorar, tudo que precisava era que Regina e o bebê ficassem bem. Cerca de duas horas e meia mais tarde a Drª Foster e o Dr. Whale saíram e nenhum deles tinha um bom semblante.
– Como está minha esposa? – foi logo questionando a xerife.
– Regina agora está estável, mas ela chegou com a temperatura corporal muito baixa, uma torção no tornozelo esquerdo e uma forte hemorragia, tivemos que operá-la para parar o sangramento. No momento ela está sendo transferida para o quarto, mas perdeu muito sangue e seu estado é delicado ainda. – respondeu primeiro Whale.
– E o bebê? – questionou com medo da resposta.
– Srª Swan Mills, a sua esposa perdeu o bebê. Quando ela deu entrada aqui não havia mais nada a ser feito para salvar o bebê, ela teve uma hemorragia muito forte como o Dr. Whale já informou e precisou de cirurgia para retirar o feto e parar o sangramento A cirurgia foi delicada e ela não pode engravidar por pelo menos um ano, seria muito arriscado depois do que aconteceu. O útero dela agora está muito sensível e uma gravidez em menos de doze meses pode não ser viável, ainda mais um bebê mágico que tem seu próprio mecanismo de desenvolvimento e exige mais da mãe. – foi a vez de a Drª Foster responder. – E eu sinto muito pela sua perda. – finalizou.
– Whale, eu posso vê minha esposa agora? – pediu a loira que estava devastada com tudo que acontecera.
– Claro que sim Emma, vou leva-la até Regina. Só peço que vá com calma, ela ainda está sob efeito da anestesia e pode não compreender completamente o que acontece ou então ela pode acordar com dor, é normal depois da delicada cirurgia. Quando acordar eu tenho certeza de vai querer saber sobre o bebê e só lhe peço que seja gentil, nunca é fácil passar por algo assim. – finalizou o médico que sabia que as coisas não estavam bem.
– Pode deixar, eu vou cuidar dela e se precisar eu chamo ajuda. Agora se não se importa vou ficar com a minha esposa. – disse já entrando no quarto. Ela ao vê sua bela mulher deitada completamente coberta e mais pálida que o normal não conteve as lágrimas, doía saber que pelo menos em grande parte era sua culpa que tudo tivesse terminado dessa forma e ali ela se prometeu que nunca mais duvidaria de nada e que faria de tudo para fazer Regina feliz novamente, mas antes precisava ser forte, sua amada precisaria dela por muito tempo ainda.
Cerca de meia hora depois Emma percebeu dois olhos castanhos cheios de medo e dor olhando pra ela e ali soube que o momento estava chegando, o momento de quebrar mais uma vez o coração de sua esposa.
– Em-ma? – falou ainda com voz rouca.
– Hey baby. Estou aqui. – disse a xerife tentando mascarar suas emoções.
– O que aconteceu? Onde eu estou? – falou a morena ainda com a voz fraca.
– Você tá no hospital, meu amor. Aconteceu um acidente, eu te encontrei perto do castelo. – respondeu a xerife que sabia exatamente qual seria a próxima pergunta.
– O meu bebê, ele está bem? – perguntou a morena com os olhos mais tristes que Emma já tinha visto e que apesar de saber a resposta ainda tinha um fio de esperança de está errada.
– Baby, o nosso bebê não sobreviveu. – respondeu a xerife que pela primeira vez se referiu a criança como sendo sua também. – Você caiu e quando chegou ao hospital nada mais pôde ser feito, e você estava com uma hemorragia muito forte, eles te levaram pra cirurgia onde conseguiram parar esse sangramento, mas por causa disso e da perda do bebê pelo menos pelos próximos doze meses você não pode engravidar. – finalizou de forma muito resumida, ela sabia que era muito pra Regina absorver de uma vez.
– Meu bebê. – chorava a morena que ao tentar se levantar sentiu uma forte dor em seu abdômen. – Meu bebê, eu queria tanto ele mesmo que significasse te perder eu o queria. Ele era tudo que tinha de você, Emma e agora eu não tenho mais nada. – chorava ainda mais.
– Baby eu sinto tanto. Sei que nunca vou me perdoar por ter feito o que fiz e que cheguei muito tarde para consertar as coisas, mas prometo que você nunca mais vai ficar só. Eu te amo muito. – disse a xerife que também chorava.
– Emma, eu queria tanto esse bebê e por mais que queira te culpar pelo que aconteceu não posso, eu não posso porque se fizer isso não vai ter mais volta e agora se perder mais alguém sei que não suportaria. Não posso perder você também, por favor, não me deixa. Não agora, se você deixou de me amar ainda assim fica comigo pelo menos essa noite. – falava a morena aos prantos.
– Regina eu não vou a lugar algum e não deixei de te amar, eu estava cega e agi feito uma completa idiota, mas você é a mulher da minha vida e eu vou cuidar de você. – respondeu depositando um beijo na testa da morena que ainda chorava fortemente. – Eu vou ficar com você pra sempre, agora durma um pouco e quando acordar ainda estarei aqui.
Notas finais
Evil Kisses :*
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