Em um de seus encontros, Yoshino havia comprado um panda de pelúcia para Haru, ele ficou muito feliz pelo presente que havia ganhado e decidiu chama-lo de Del Rey.

Haru leva Del Rey para todos os lugares que vai, inclusive quando ele se encontra com Yoshino.

Alguns dias depois, Haru convida Yoshino para jantar na casa de sua amiga Nakamura. A janta terá batata recheada, então ele aceita a ir.

A mãe de Yoshino é super protetora e só o deixa ir se ela o levar. Chegando lá, viram que Haru ainda não havia chegado, então decidem esperar.

Aproximadamente 20 minutos depois Haru aparece, ele vê que Yoshino está o esperando então diz:

– Oi Rose! Vem Yoshino, vamos entrar!

Yoshino desce do carro, eles cumprimentam Nakamura e entram na casa. Lá havia mais quatro pessoas e Haru queria ficar a sós com Yoshino, então o chama para se sentarem lá fora.

Yoshino se senta, Haru deita em seu colo e diz:

– Amor... Eu achei uma música muito linda, quer ouvir?

Yoshino responde:

– Sim, amor!

Ele coloca a música para tocar em seu celular, Yoshino mexe em seu cabelo e Haru diz:

– Eu nunca vou te perder... Nunca!

Yoshino responde:

– Claro que não amor.... Nunca se esqueça que nós vamos ter duas filhas, a Lana e a Charlotte.

Haru sorri e diz:

– Claro, eu te amo, “baka”

Nakamura percebe que ela havia esquecido de comprar alguns temperos para preparar a janta, então pede para eles irem até o mercado buscar.

No caminho do mercado, Haru diz:

– Lembra de quando eu terminei com você? Eu fui um idiota, fiquei no meu quarto a noite toda chorando, arrependido pelo o que eu havia feito... Você é tudo para mim e eu não havia percebido isso, sou um idiota mesmo, espero que nós nunca mais fiquemos separados novamente. Eu já disse que te amo? Então... eu te amo!

Yoshino fica envergonhado, sem respostas e apenas responde:

– Você nunca vai me perder, vou estar sempre ao seu lado.

Haru e Yoshino chegam no mercado, eles até parecem pessoas casadas comprando algo. Após irem ao mercado, voltam para a casa de Nakamura.

Haru está cansado e o chama para deitar na cama de Nakamura, Yoshino fica envergonhado por causa das outras pessoas, mas vai mesmo assim.

Deitado, Haru diz:

– Eu quero te beijar, quero me entregar a você (Haru insinua que quer fazer sexo com Yoshino).

Yoshino responde:

– Amor, eu não quero fazer isso agora, já disse que não estou preparado, quando nós nos casarmos eu prometo que iremos fazer isso todos os dias se você quiser (Yoshino se sente envergonhado).

Haru está muito afim de fazer sexo com Yoshino, mas sabe que não irá conseguir fazê-lo mudar de ideia, por que ele é uma pessoa de opinião própria.

Nakamura os avisa que a janta está pronta. Eles vão comer e Haru come até passar mal, passar tão mal ao ponto de Yoshino ter que ligar para a sua mãe ir busca-los.

Rose, então, vai busca-los para levar Haru embora. Durante o caminho, ele percebe que havia esquecido Del Rey na casa de Nakamura e diz para Yoshino:

– Eu esqueci o Del Rey lá.

Yoshino responde:

– Ahhhhh poxa, quer tentar mandar uma mensagem?

– Tudo bem, vou pedir para Nakamura entregar para mim quando puder.

Rose chega à casa de Haru. Ele se despede de Yoshino apenas com um “tchau” e agradece a mãe dele por ter o levado à sua casa.

Em um sábado à noite, Yoshino não poderia sair com Haru, pois ele iria a um teatro com a igreja que ele frequenta. Haru fica triste por isso, mas mesmo assim, ele sai com seus amigos, Felipe e Larissa. Haru tenta mandar uma mensagem para Yoshino pedindo para vê-lo logo que chegar, mas Yoshino não responde, então logo pensa que o celular dele estaria desligado devido ao teatro, mas não tinha certeza.

Felipe e Larissa compram bebidas alcoólicas e Haru bebe com eles, ele não fica totalmente bêbado, mas já era o suficiente para ele fazer uma coisa que iria se arrepender.

Yoshino chega do teatro e diz para sua mãe leva-lo onde Haru está. Ao chegar lá, Yoshino vai cumprimenta-lo, mas Haru vira o rosto e diz:

–Olha, precisamos conversar...

Yoshino responde:

– Ok... Vamos nos sentar.

Haru e Yoshino se sentam. Haru o olha fixamente nos olhos e diz:

– Yoshino... eu preciso ter uma conversa muito séria com você. As coisas estão difíceis... você me troca para ir na igreja, você me troca por seus amigos.... Está difícil...

Yoshino responde:

– Por que sua pupila está dilatada?

Haru diz:

– Porque eu bebi... eu bebi vodca, mas a questão não é essa...

– Não era pra você beber... Não era. E eu já sei o que você vai falar. Você quer terminar não é?

Haru diz quase chorando:

– Sim, eu quero terminar.

Yoshino responde:

– Então está bem... eu ia te chamar para nós irmos comer lanche mas, vou embora, vou ligar para minha mãe vir me buscar.

Enquanto isso, umas amigas de Yoshino chegam para cumprimenta-los, Haru sai de perto e vai em direção aos seus amigos.

Quando chega, ele diz:

– Eu não devia ter feito aquilo... eu não devia. Eu deveria abraça-lo e beijado, sou um idiota, um idiota mesmo. Eu o amo e olha o que fiz, eu amo ele e ele sabe disso... por que eu fiz isso? Eu só estava triste, talvez um pouco nervoso... eu preciso dele, preciso pedir desculpas.

Haru procura Yoshino desesperadamente, mas não o encontra. Ele se desespera e começa a chorar, seu amigo Felipe percebe que está triste e tenta consola-lo beijando, então eles se beijam, mas Haru pra ele diz:

– Desculpa, eu não quero beijar outra boca, só quero a dele, só consigo me sentir atraído por ele, não gosto de ninguém além dele, me desculpe, não quero mais te beijar.

Haru volta para a sua casa chorando. Está muito arrependido pelo o que havia feito, pois no fundo, ele sabia que o amava e a sua raiva era só momentânea, mas seu amor era eterno.