Love To Death
13 Chapter Thirteen
Notas iniciais
Fiquei muito, muito, muito feliz, tá Lihce? Sério, eu amei do fundo do meu coração!
Fiquei tão feliz que vou postar meu capítulo preferido. E se preparem, suas divas... ele é narrado pelo nosso nego sedução (ok, branquelo sedução)... NICO DI ANGELO!
Palmas pra ele, gente.
Nico
- Mas vocês não vão ficar no escuro.
E de repente, Afrodite saiu de cortina de fumaça rosa e purpurinada. Eu não sabia com os outros a estavam vendo, mas eu via uma garota de cabelos castanhos caramelo meio ruivos e olhos azuis. Eu via Audrey.
- A-Afrodite? – Indagamos.
- Sim, eu! A Deusa do amor e da beleza, a diva do olimpo! – Ela disse e sorriu, exatamente como Audrey faz. – E eu quero falar com você, filho de Hades.
Ela apontou para mim.
- Venham, vamos entrar. – Ela falou e uma porta apareceu em uma das parede do beco. Nós entramos e subimos uma escada de mármore branco com o corrimão de ouro. Entramos em um apartamento muito grande, espaçoso e bonito. Percy, Annabeth e Audrey ficaram na sala enquanto eu fui para o quarto com Afrodite.
- Ah, Nico, Nico... – Ela disse, se jogando na cama cor-de-rosa. – Pode sentar naquela poltrona ali, sim?
Assenti e me sentei em uma poltrona rosa em frente a cama.
- Sabe...eu sei o que você vê. – Falou, apontando para si mesma. – É a Audrey, não é? Você a vê em mim.
- Sim, vejo. – Eu assenti, olhando para baixo com o rosto corado.
- Querido...não precisa corar. Se eu fosse homem, aposto que ela veria você em mim.
- Você acha?
- Tenho certeza.
- Mas...é só isso que você veio falar comigo?
- Não, não é.
- O que é?
- Eu quero que você saiba uma coisa. – Afrodite hesitou. – Eu quero que você saiba que ela gosta muito de você, Nico. Ela só está esperando que você tome uma atitude.
- Ela está? – Indaguei.
- Sim, está. Ela gosta de você desde que você a viu no mundo inferior.
- Tem certeza?
- Querido, eu sou a deusa do amor! É claro que eu tenho certeza. – Ela riu. – Agora vamos para a sala, sim?
Assenti e nós fomos para a sala, aonde Annabeth e Percy se beijavam e Audrey ficava de vela.
- Voltamos! – Afrodite disse. – Eu vou lhes dar mais dinheiro e os criados invisíveis vão fazer comida. Vocês podem passar a noite aqui, ok? Amanhã eu vou dar um jeito de vocês irem para Detroit.
Ela jogou uma carteira para cada um e depois sumiu em uma névoa rosa e cheia de glitter.
- O que ela queria, Nico? – Audrey pediu.
- Hã...não lembro. – Eu respondi. Droga! Eu sou um covarde! Afrodite pediu para que eu tomasse uma atitude, mas não era essa atitude. Eu tive uma chance perfeita e a perdi! Eu sou tão idiota!
- Tudo bem se você não quer contar, Nico. – Ela disse. Seu tom de voz era tranquilizador para mim. – Eu não me importo.
Ela sorriu e depois disso, várias bandejas cheias de comida vieram flutuando para a sala.
Peguei um cheeseburger e um copo de coca e comecei a comer. Eu estava morto de fome. Desde de Indianápolis.
Depois de jantar, olhamos um pouco de TV e fomos dormir. Como só tinha um quarto com uma cama de casal, nós todos (sim, os 4) dormimos nela. Nem me pergunte como.
Eu sonhei com Afrodite, ela ainda era a Audrey para mim. Ela estava usando um vestido de seda vermelha, um salto alto prateado e os cabelos estavam arrumados do jeito que Audrey sempre os deixa, soltos com uma trança em apenas uma mecha.
- Olá, Nico. – Ela disse, sorrindo.
- Afrodite, me desculpe. Eu perdi uma ótima chance para dar o primeiro passo e... – disparei a falar, mas Afrodite apenas negou com a cabeça.
- Nico, Nico... – Era o mesmo tom de voz tranquilizador que Audrey usa. – Eu vi que você perdeu aquela chance de ouro. Ou melhor...diamante. Mas não se preocupe com isso, você ainda tem 7 dias. E quero que você tome uma atitude até o fim da missão, se não...eu vou preparar uma vida amorosa terrível para você.
- Mas eu não tenho coragem! – Repliquei.
- Tem sim, é só encontrar o seu Romeu interior. – Ela disse e sumiu, então eu acordei.
Ainda deitado de barriga para baixo, olhei para trás e vi que Audrey usava minhas costas como travesseiro. Ela deveria estar sonhando com algo bom, pois ela sorria.
Tive medo de acordá-la, então eu fiquei deitado até ela despertar.
Senti ela se mexendo e ela tirou a cabeça das minhas costas.
- Bom-dia! – Ela disse, se espreguiçando e bocejando.
- Bom-dia. – Eu respondi.
Ela saiu da cama e foi até a sua mochila, que estava naquela poltrona em que eu me sentei.
- Eu vou tomar banho, tá? – Ela avisou e entrou no banheiro.
Percy e Annabeth acordam um pouco depois de ela ter ido tomar banho. Eles se deram um longo e meloso beijo e foram para a cozinha. Eu fui logo atrás.
- O que tem de café, Annie? – Percy pediu.
- Nã... – Annabeth nem conseguiu começar de falar e os criados já trouxeram várias bandejas com comida.
Percy pegou algumas coisas azuis e Annabeth se serviu com alguns bolinhos de amora. Eu peguei um sanduíche e um copo de suco. Audrey chegou, disse “Bom-dia” para Percy e Annabeth e pegou um cupcake de chocolate e uma xícara de café.
- Afrodite disse que nos daria um meio de chegar em Detroit. – Annabeth falou.
- Verdade. – Audrey assentiu. – Será que ela já arrumou esse jeito?
- Não sei, mas mesmo que ela não tenha arrumado, nós temos que ir. Só temos 1 semana agora. – Annabeth falou. – Bem, vamos tomar banho e partir.
Annabeth tomou banho primeiro, depois Percy e por fim, eu. Depois do banho, coloquei uma blusa preta, minha jaqueta de aviador e os jeans pretos. Calcei os tênis e saí do banheiro.
Eles já estavam com as mochilas nas costas e me esperando para descer.
Quando chegamos na rua, Annabeth falou:
- Parece que aqui não tem nada para nos levar a Detroit. Vamos andando até onde conseguirmos, ok?
Nós assentimos e continuamos caminhando para onde Annabeth dizia. Ela estava com um mapa na mão e um óculos de Sol no topo da cabeça.
Nós estávamos andando a apenas 10 minutos e Percy começou:
- Sabidinha, falta muito? – Annabeth lhe dirigiu um olhar meio raivoso e meio que parecia que ela ia rir.
- Percy, você acha que chegaremos em Michigan com apenas 10 minutos de caminhada?
- Não, mas... eu estou cansado! – Ele disse, caminhando de um lado para o outro feito um bêbado.
- Para com isso, cabeça de alga! – Annabeth falou e eles começaram a se dar tapas de mentirinha. Notei que Audrey olhava para eles com tristeza.
- Audrey, você está bem? – Pedi e ela desviou o olhar. – Você está assim porque eu não te contei sobre a minha conversa com Afrodite?
- O quê? Não, não. – Ela disse. – É só que...
- É só que...?
- Não é nada. – Ela disse. – Eu estou bem, sério.
Caminhamos em silêncio por um longo período de tempo, até que ninguém aguentou mais. Caímos sentados em um banco de um parque.
- Eu não aguento maaais! – Percy reclamou. – Quando vamos chegar?
- Percy, nós nem saímos de Indiana. – Annabeth disse. – Queria que Afrodite nos desse logo aquele meio de locomoção que ela falou.
Descansamos um pouco e voltamos a caminhar. Nós já estávamos longe daquela praça quando uma van parou ao nosso lado.
Nós nos entreolhamos e o motorista disse:
- Vocês querem uma carona?
- Devemos aceitar? – Percy sussurrou e Annabeth assentiu.
- Pode ser a carona de Afrodite.
Então Annabeth se debruçou na janela aberta da van e disse:
- Queremos sim.
- Opa, pode entrar então. – Ele disse e destrancou as portas. Annabeth as abriu e todos nós entramos.
- Eu sou filho de Hefesto. – Ele disse, enquanto já íamos seguindo a estrada. – Afrodite me pagou para ajudar vocês.
- Ela pagou? – Percy pediu.
- Sim. – Ele respondeu e nós ficamos em silêncio o resto do caminho.
Percy e Annabeth dormiram em certo ponto da viagem, só eu, Audrey e o motorista estávamos acordados.
- Audrey... – chamei.
- Hã?
- Você está brava comigo?
- Não. Só estou um pouco triste. – Ela disse e eu me assustei. Notei que suas bochechas salpicadas de sardas estavam meio avermelhadas.
- Triste comigo? – Perguntei, preocupado.
- Não, não é isso. É só que...eu não sei direito o que está acontecendo comigo. Porque eu...
- Você...
- Eu quero fazer uma coisa, mas não posso.
Notas finais
XoXo ♥
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