Love Summer
1 Unico Capitulo - Short
Notas iniciais
enfim espero que gostem e comentem, ok!
Good Things
A luz do sol refletia sobre as ondas que se formavam e iam ao encontro da areia, onde minha prancha estava.
- bom dia Bia – me virei – já cansou de pegar onda?
- já sim, apesar do mar estar muito bom – sorri
- que beleza, enfim vou lá – ele sorriu
- ok tchau, Arthur.
Peguei minha prancha e comecei a seguir a pequena trilha que levava a minha casa, uma casa lindinha que combina com a água do mar, com as janelas brancas, e um belo jardim, que era o xodó da minha mãe.
- mãe? Mãee – chamava por ela, da varanda
- mamãe saiu, o que você quer?
- uma toalha – sorri mostrando os dentes
- sem graça, porque raios você não leva uma sempre que vai surfar
- a não, fica ruim, você vai pegar ou eu vou ter que entrar molhada mesmo?
- você não é louca acabei de arrumar aqui, fica ai que eu já volto.
Assenti, esperando por uma toalha, ainda bem que não estava tão frio, minha irmã demorava um pouco, então decidi entrar, quando estava cruzando a sala para entrar no meu quarto, encontrei com uma irmã que estava um tanto brava.
- filha da mãe – então sai correndo, com a minha irmã correndo atrás de mim, como era um pouco mais alta que ela, mesmo que fosse a mais nova, consegui ficar em vantagem, correndo até um pouco antes das pedras e rindo..
- ai – soltei assim que meu corpo se chocou com a areia – cacete!
Escutei alguns risos, e me dei conta que minha irmã havia me pegado, mas.
- ta tudo bem? – a pessoa estava rindo de mim? É isso mesmo – hey!
- sim, ta tudo bem – me levantei as pressas – meu joelho – passei a mão pelo mesmo.
- tem certeza, você caiu um tombo feio – ele ainda ria, sim era um menino e que não era da região, se não eu iria conhecer.
- sim, tenho! Me esconde – corri para as pedras
- claro, fica ali perto dos meus amigos – ele sorriu – mas por quê?
- hey menino, tu viu uma menina por aqui? – era minha irmã e ela estava cansada, pude perceber pelo tom de sua voz.
- vish – falou o tal menino – nem vi, acho que ela foi pra lá
- ok, obrigada – levantei minha cabeça.
- pronto, mas por que ta se escondendo dela? – ele franziu a testa – a propósito sou Louis!
- olá Louis, sou beatriz – sorri – não é nada
- que nome bonito, be – bonito é você meu filho – não estaria correndo dela por nada.
- obrigada, não é que eu entrei em casa molhada, e enfim ela brigou comigo e saiu correndo – assenti
- você pelo jeito não daqui, né?
- não, não sou da capital, mas vim passar alguns dias aqui – sorriu
- entendi, pega onda?
- anw? –sorri
- você surfa Louis?
- naa , sou péssimo pra essas coisas
- quer que eu te ensine? – mexi as sobrancelhas, e ele riu
- quero – sorriu.
***
Algumas semanas depois ...
Lou como me permitiu chama-lo caiu varias vezes da prancha, mais ficou na água do que em cima da mesma.
- desisto – todos os amigos de Lou, riam sem parar do amigo, que ficara emburrado com as provocações dos amigos.
- claro que não, desistir é pros fracos, gritei pro Louis – pisquei
- e pros burros, né Louis – Will, um amigo de Lou gritou da areia.
Louis deu o dedo do meio pro amigo, e voltou pra água.
- só por sua causa pequena – sorri satisfeita.
- dez reais – gritou wes – o Louis não consegue pegar aquela onda – e o mesmo apontou pra uma que iria se formar.
- fechou, eu pago vinte – falou Will novamente
- não pense nisso Louis – mas já era tarde, Louis estava entrando no tubo – Louis inclina o corp ....
A onda havia levado o Louis com tudo pra baixo, só víamos a prancha que dançava no meio da onda.
- Caralho – wes se levantou, e levou os dedos para a boca em sinal de nervosismo – e agora bea
- e agora que não to vendo ele, e é tudo culpa de vocês – falei, indo em direção a prancha – Louis, Lou, Louis pelo amor de Deus! – exclamei
Sai correndo em direção a areia, vendo que a prancha iria pra lá.
Os meninos que antes estavam sentados bebendo, agora estavam indo em direção a um Louis deitado na areia.
- Louis fala comigo, por favor – me abaixei e segurei em sua mão, o mesmo respirava, soltei o ar dos meus pulmões aliviada.
Um, dois, três, quatros tossidas e Louis abriu os olhos.
- seu idiota, qual é o seu problema? Você mal conseguia ficar em cima da prancha e vai pegar um onda daquele tamanho? Quer me matar?
- calma pequena to bem, viu – ele riu
- você é um idiota, junto com esses seus amiguinhos bêbados, que não fazem nada alem de rir dos outros, vocês são uns bando de crianças metidas, filhinhos de papai porém bêbados – me levantei – e olha tudo isso é culpa de vocês, olha a minha prancha, ta quebrada ao meio, imagina se ... – tentei terminar a minha fala, porém.
- você ta assim só por causa de uma prancha idiota? – wes se levantou e aumentou o tom de voz
- primeiro abaixa o tom de voz, segundo que idiota é você, foda- se a prancha, seu babaca, se você tivesse um pouco de educação e deixasse-me terminar de falar, arght, porque mesmo estou de dando explicações? Vai se foder seu moleque escroto – falei, e sai.
***
As luzes de casa, iluminavam a sala de jantar, dando um ar super aconchegante e alegre, se bem que não estava muito afim de se alegrar, eu estava junto com o Louis a algumas semanas, ele era um cara legal, mas depois de hoje, sei lá.
- o que foi minha filha? – perguntou minha mãe
- não é nada, mãe – sorri fraco
- tudo bem – assentiu ela.
E o jantar se estendeu num grande silencio, depois ajudei minha mãe a tirar a mesa e foi para o meu quarto não estava me sentindo bem.
***
Escutei um barulho vindo da minha janela, um tipo de barulho de algo quando se encontra com o vidro, e assim o barulho se repetiu umas vezes.
- merda – soltei, e me levantei olhei pro relógio em minha mesinha que mostravam ser 5:00, bufei e caminhei até a janela abrindo a mesma.
- Louis? – esfreguei meu olho, pisquei varias vezes – Lou é você?
- sim – cochichou – vem aqui em baixo, precisamos conversar –assenti e entrei.
Coloquei somente uma camisola azul de seda que estava pendura sobre minha cadeira.
Desci as escadas em silencio, afinal a televisão ainda estava ligada, passei perto do sofá e encontrei uma yohanna dormindo com o namorado no mesmo.
- yo, psiu – perguntei, mas ninguém respondeu, suspirei aliviada.
Abri a porta com um tanto de cuidado e segui pelo jardim, ao encontrar a figura de Louis encostado no portão branco de madeira.
- Licença – pedi e Lou se afastou do portão – sim
- desculpa por hoje? – Lou olhava em meus olhos, tive que desviar, eu estava ficando sem jeito.
- claro, Louis. Não quero que pense que sou uma garota mesquinha que estava pensando na prancha, não era isso, só que – eu fui interrompida por um beijo na testa – na testa, sério mesmo? – pensei.
- longe disso pequena, eu vi a sua preocupação comigo e por isso, quero que venha comigo – sorriu
- pra onde? –franzi a testa
- surpresa – ele pegou a minha mão e me guiou pra um lugar no qual ainda não sei.
***
Havia um caminho de velas até dois bancos, que estavam virados para o mar, e que em menos de segundo estaria virados para um nascer do sol.
- que lindo Lou – sorri admirada – obrigada!
- de nada e isso ainda não é nada, vem comigo – ele me levou até o banquinho e me fez sentar – be, eu sei que não te conheço a muito tempo, sei também que isso pra mim foi uma linda história de férias que eu vou levar pra sempre comigo, que por mais que isso passe, sempre irei lembrar ...
- que fofo Lou, e- eu – sorri, acho que tem um olho na minha lagrima.
- deixa eu terminar, por favor, trenei muito pra isso – assenti – dos nossos momentos, na praia, na praça e até mesmo enchendo o saco do senhor wathson – sorri – e que pra mim será pra sempre, minha pequena surfista.
Então Lou pegou seu violão e começou o acorde de Summer paradise, minha musica favorita.
Oh, Oh
Take me back, take me back
Oh yeah
Back to summer paradise
Cheguei mais perto de Louis, e coloquei minhas mãos em seu rostos, nos estávamos virados pra frente um do outro.
My heart is sinking
As I'm lifting up
Above the clouds away from you
And I can't believe I'm leaving
Oh I don't kno-kno-know what I'm gonna do
Nossos olhos se encontraram, mesmo que por alguns segundos, até seus olhos voltarem pro violão.
But someday
I will find my way back
To where your name
Is written in the sand
Não queria deixa-lo ir, mas não poderia ir com ele nem se eu quisesse, eu balançava conforme a musica, que sai com a sua doce voz, que me embargava junto com a brisa de uma manhã ensolarada.
Cause I remember every sunset
I remember every word you said
We were never gonna say goodbye
Singing la-ta-ta-ta-ta
Eu o amava, mas eu não poderia, isso é somente um amor de verão, algo passageiro, mas que irei lembra pra sempre – sorri.
Tell me how to get back to
Back to summer paradise with you
And I'll be there in a heartbeat
Oh-oh
I'll be there in a heartbeat
Oh-oh
Cruzei minhas mãos e pousei lãs em cima da minha perna, ouvindo minha musica preferida, ao som da voz do meu menino preferido.
(Tell 'em)
My soul is broken
Streets are frozen
I can't stop these feelings melting through
And I'd give away a thousand days, oh
Just to have another one with you
What'd you say
Eu o amava, e sempre iria lembrar desse momento, pra todo sempre
Eu já estava chorando, ele era lindo, pude ver que ele soltou um riso, lindo.
Where real life can wait
(Real life can wait)
We're crashing like waves
(Uh-huh)
We're playing in the sand
(Me and you)
Holding your hand
Cause I remember every sunset
I remember every word you said
We were never gonna say goodbye
Singing la-ta-ta-ta-ta
Tell me how to get back to
Back to summer paradise with you
And I'll be there in a heartbeat
Oh-oh
I'll be there in a heartbeat
Oh-oh
Isso iria acabar assim, que Lou fosse pra capital e seguisse a sua vida.
Chorei mais um pouco por isso. Então esse foi o ultimo acorde, pra ele deixar o violão de lado e nós beijarmos, foi perfeito, parecido com uma história de verão.
Nos beijamos até faltar ar, ele era incrível, e eu amava estar perto dele.
-Be, minha pequena você irá, estar pra sempre em meu pensamento, eu te amo mesmo que esse seja um simples amor de verão.
Ele se levantou e pegou uma prancha que ali estava e me entregou, era a mesma que havia se quebrado ontem, porém um algo escrito nela, algo tipo: you’ll be forever my sunshine – sorri – limpe essas lagrimas be – fiz o que ele disse, e me levantei e o abracei.
Ficamos assim até o por do sol, ele me levou pra comer e depois voltamos pro mesmo lugar, até ele ter que ir embora, ele me levou até em casa, e me beijou novamente.
- Tchau sunshine, eu amo você – e assim ele partiu, me deixando ali.
***
2 anos depois ....
- Beeeeeeeee – alguém gritava meu nome no portão.
- Louis – sai correndo e o abracei forte, e o beijava freneticamente, nada havia mudado, nada.
The End
Fale com o autor