Love Story

190 Immortality ❥ “— Grissom vai voltar??”


Notas iniciais
Hey pandinhaaas! O tão esperado finale de CSI chegou aaaaaaaaa ♥ Quem diria! Foi uma longa caminhada pra chegarmos até aqui, passamos por muita coisa né :') Mas esse final é apenas mais um começo hahah ♥ Ainda temos um futuro lindo com CSI: Vegas (Assim espero) Enfim, chega de lenga lenga, tenho certeza que estão ansiosxs pra descobrir como Immortality tá aqui ♥ Boa leitura :3

“O mundo pode mudar minha vida toda completamente,

Mas nada vai mudar meu amor por você” ― George Benson

Deitadas no sofá da sala, cada uma agarrada com sua cria, Sara e Rayle aproveitavam o resto das férias da fotógrafa assistindo um filme de terror e comendo besteiras. Abby e Becca se agarravam nas adultas com medo de tomarem susto a qualquer momento.

O tempo lá fora estava feio, chuvoso e com trovões, as luzes piscavam as vezes, isso ajudava no medo.

O filme estava até interessante, mas a mente de Sara estava em outro lugar. Já tinha uns dias que ela estava pensativa. Estava tudo mudando no laboratório desde a saída de Nick e a morte de Julie.

Russell não conseguia mais manter o foco como gostaria e, Hodges e Henry estavam fazendo teste pra ir à campo. Com dois a menos seria uma boa oportunidade deles subirem já que ambos já estiveram em campo antes.

Com Russell querendo sair — pois seu divórcio o ajudou em seu desânimo —, e a vaga de diretor em aberto, Sara vivia pensando “e se?”.

E se preenchesse a vaga de diretor? E se virasse supervisora? E se não tivesse mais tempo pra nada se conseguisse? E se isso não importasse já que não tinha vida pessoal nenhuma?

— Sara?- a voz de Rayle a tirou do devaneio. — Tudo bem?

— Ah, tudo.- ela balançou a cabeça para afastar os pensamentos. — O que você estava dizendo?

— Disse que as duas caíram no sono.- a fotógrafa apontou para as meninas dormindo em seus ombros.

Sara sorriu e acariciou o rosto da sua.

— Não era pra menos, ficamos um tempo fazendo cafuné nelas.

Rayle sorriu.

— No que estava pensando? Estava com a mente longe, nem viu o filme terminar.

— Desculpe, é que… tenho pensado muito em uma coisa.

— Pode contar o que é?- a loira perguntou carinhosamente. Era bastante raro Sara não dividir algo com ela.

A morena assentiu e se ajeitou com cuidado para virar-se pra ela sem acordar Abby.

— Estava pensando em me “candidatar” pra subir de cargo. Acredito já estar pronta há um tempo.

— Com certeza.- Rayle se animou. — Você daria muito bem como supervisora.

— Estava pensando na direção.

— Sério? Puxa!- Rayle se surpreendeu. — É uma grande subida.

— É, é sim.

— Qual o problema? Está preocupada?

— Ao mesmo tempo que eu quero e sei que mereço, eu tenho… medo… de ficar igual a ele.- confessou.

Rayle não demorou muito pra entender de quem se tratava.

— Você não vai ficar assim, Sara. Vai conseguir conciliar bem o tempo. Você merece essa vaga, não vai viver só pro trabalho como ele fazia. Ele tinha escolha, você também vai ter.

Sara sorriu de lado.

— Então acha que devo tentar?

— Acho. E sei que vai conseguir.

Um lindo sorriso surgiu no rosto de ambas.

Sara pensou mais um pouco por uns dias, pra ter certeza de que era aquilo mesmo que queria. Russell já tinha anunciado que iria sair e que só estava esperando alguém para substitui-lo. Foi a deixa para Sara pegar no tranco.

Hodges e Henry já tinham passado no teste e agora eram CSI’s e não técnicos de laboratório, seguindo o caminho de Greg e Wendy.

Ecklie ficou um pouco — não completamente — surpreso quando Sara foi até uma prancheta pra pegar e preencher com seus dados. Estava no laboratório — não na delegacia onde havia sua nova sala — quando a viu ir pegar a folha.

Torcia para que ela conseguisse, pois dali ela era a mais experiente e competente, e se tinham CSI’s que mereciam a direção e a supervisão, estes eram Nick e Sara, o texano já tinha conseguido e agora era a vez dela.

Sara levou a prancheta para uma sala vazia do laboratório e preencheu a papelada.

“Sara Sidle / Diretora do Laboratório”

Ao terminar levou de volta e foi à sala de descanso. Minutos depois, Sara recebeu uma ligação de Russell que estava no cassino Eclipse onde houve uma explosão, e pediu que ela fosse com todo mundo pra lá. Se prepararam e foram ao local.

Sara viu Jim quando chegou e o abraçou. Ele estava trabalhando lá como segurança. (eu ainda preciso que alguém me explique isso porque eu ainda não entendi bulhufas)

— Você está bem?

— Estou bem, querida. Não se preocupe.

Sara beijou sua bochecha e entrou com a equipe. Encontraram Russell atrás da fita.

— Hey.- chamou a atenção dele.

— Ah, que bom que chegaram. Certo, precisamos de toda a ajuda nesse aqui. A área da explosão é de uns 5 metros por 3. Temos três mortos e dezenas de feridos. Então vamos começar.- passou pela fita.

— Eu vou procurar as peças das bombas.- antecipou-se Greg.

— Eu pego os macacões.- Morgan foi a seguinte.

— Henry e eu documentaremos a área da detonação.- disse Hodges.

Russell foi até Sara.

— Então, eu sei que você está se dedicando à diretoria. A coisa não poderia ser maior do que esta, Sara. Você quer este caso?- ele sabia que se ela conseguisse resolvê-lo, conseguiria o cargo. Ela assentiu. — Ótimo. É seu.- ele olhou em volta. — Sei que vai parecer insensível, mas não acha que um homem-bomba, vestindo um colete, poderia ter atingido mais pessoas do que isso?

— Acho...

— Então... O que? Bomba defeituosa?

— Eu coloco um colete num lugar público, penso que tenho que planejar atingir o máximo de pessoas possível.

— É... Então, o que acha? À primeira vista.

— Terrorismo.

— Por que diz isso?

— Vegas está aterrorizada.

~ ♥ ~

Porto de San Diego…

Vendo a sujeira que outro cara fez num barco, Gil analisava tudo quando...

— Senhor? Patrulha Portuária. Eu sou o oficial Scinta. Estes homens são da polícia de San Diego. Tenho ordens para retirar todos os invasores. Por favor, mostre suas mãos.

“Só falta eu ser preso agora. Esse barco não é meu.”

Gil fez o que ele pediu, as levantou, suas luvas estavam cheias de sangue, claro, mas continuou fazendo o que estava fazendo. Afrontoso.

— Eu lhe darei dois segundos para se virar, ou eu vou considerá-lo uma ameaça e atirarei em você aqui mesmo, neste barco.

Gil se virou com duas barbatanas de tubarão nas mãos.

— Barbatanas de tubarão. Parece que alguém embarcou um tubarão.

— Esse barco não é seu.

— Claro que não.- ele não teria barbatanas de tubarão em seu barco.

— Como se chama?

— Gil Grissom.

— Vou verificar seu nome.- o algemou e o deixou lá. Estava quase amanhecendo, era bem tarde.

~ ♥ ~

Las Vegas…

Sara tirava fotos do local quando ouviu a voz de Catherine dizendo: “FBI, Agente especial Willows. Autorizada pelo escritório de L.A. para supervisionar o local.” Catherine foi até ela enquanto Sara passava pela fita.

— Sara!

— Catherine! Oi.- abraçaram-se. — Eu sinto muito. Que bagunça.

E então separaram-se.

— Estava em L.A. e vi os noticiários. Como posso ajudar?

— Bem... eu não sei exatamente como. É conflito de interesses.

— Legalmente, eu sou dona do Eclipse. Tudo isso é da minha responsabilidade!

— É claro que é. É sim, mas… nós sabemos que você não pode estar aqui.- disse se preocupando com ela e com o procedimento também.

— Três dos meus funcionários estão mortos! O que acha que devo fazer? Esperar no saguão?- se alterou um pouco.

Sara não queria deixá-la nervosa, só estava seguindo as regras. Que irônico. Não pode haver conflito de interesses e Catherine sabia disso, das regras e do que Sara estava fazendo, então tratou logo de se acalmar.

— Olha, Sara... Não estou aqui pra causar problemas, mas também não estou para ficar de fora. E enquanto houver corpos no chão do cassino do meu pai, eu preciso trabalhar neste caso. Tudo bem?

Não tendo mais alternativa, ela concordou:

— Tudo bem.

Catherine respirou fundo:

— Obrigada.

Sara sorriu e assentiu. Cath só então percebeu há quanto tempo não a via e nem o resto da equipe, e já chegou brigando.

— Senti saudades de você.

Sara sorriu e a abraçou novamente.

— Também senti de você.

(Meu lado CSR gritou aqui! Foca, Sariinha! Foca!)

~ ♥ ~

San Diego...

— Verifiquei seu nome. Diz que costumava comandar a Perícia de LV.

— Foi há muito tempo.- e sentia muita falta.

— Poderia me dizer, por que está ilegalmente neste barco?

— Bem, vejamos...- apontou para seu barco. — Aquele ali é o meu barco. O pescador, cujo é dono deste barco aqui, violou o código de Pesca e Caça 8599, que afirma: ‘É ilegal cortar o dorso de um Carcharodon Carcharias, a menos que traga a carcaça inteira à terra.’ Tubarões brancos são retirados somente para fins científicos e educacionais com licença. Este barco não tem licença! Meu trabalho é confiscar evidências, documentá-las e prepará-las para um tribunal internacional ou nacional.

Ele o olhou como se dissesse “Calma parceiro, não precisava ser tão detalhista.”.

— Eu tinha que perguntar.- Gil assentiu sorrindo. — Então, agora, você é o que? Um CSI do mar?

Pode-se dizer que sim.

— Mais ou menos. Sopa de barbatana é horrível. E é pior ainda ser preso por isso.

O homem em sua frente balançou a cabeça sorrindo.

Gil só queria saber como sairia daquela situação, porque por mais que tivesse explicado tudo, ainda assim estava naquele barco ilegalmente, o que não é certo. Só não esperava ser salvo ao amanhecer.

~ ♥ ~

Las Vegas…

Depois de Jim lhe dar as filmagens das câmeras, ela entregar as mesmas à Morgan e falar com a mulher do homem-bomba, Sara foi dar uma passada em casa. Estava saindo do laboratório quando Ecklie a chamou.

— Sara! Espera...- ele correu até ela e Sara se virou. — Isso vai soar estranho, mas sabe onde o Grissom está?

Oi? Ecklie estava mesmo lhe perguntando onde aquele tonto estava? Tá de brincadeira! Já não falava com ele há um bom tempo.

— Grissom??

— Sim.

— Ah, deixe-me ver ... Pegue um globo terrestre, giro-o, ache o azul, e escolha um oceano.- Ecklie achou mesmo que ela não fosse levar a sério. — Pode estar em qualquer lugar. Por quê?

— Achamos que a Lady Heather pode ter algo a ver com o atentado.

— Lady Heather?- “Ah agora fodeu! O que ela tem a ver com o Grissom?” — Bem, mesmo se ela tiver, o que isso tem a ver com meu ex-marido?

Ex-marido. Aquela palavra ainda doía.

— Lady Heather está de volta, certo? Conseguimos um mandado pra casa dela.

E? Ela fez exatamente essa cara. “E?”

— Qual é! Se há alguém que a conheça da cabeça aos pés, esse alguém é o Grissom. Achei que nos mostraria algo mais profundo.

“Ele realmente não está dizendo isso pra mim! Já foi foda superar minha separação com aquele tonto do Grissom e ele me vem com esse papo de que só o Grissom conhece os segredos mais íntimos de Heather? Ah dá um tempo! Ele não vai trazer o Grissom de volta!!”

— Conrad, com todo o respeito, tudo isso por uma explosão? Greg e eu lidamos com ela, cuidaremos disso.

Ela realmente não queria ver Grissom de novo.

— Eu sei, Sara, mas o atentado já está nos noticiários internacionais. Seria melhor se esgotássemos nossos recursos. Você tem ao menos o celular dele?

Sara riu nervosa.

“Droga!”

Claro que ela tem, não conseguiu apagar de seu celular, tentou várias vezes e sempre desistia. E mesmo que apagasse, ainda sabia de cor, então não adiantava.

— Caramba, Conrad!

— Desculpe.

— Tenho.

“Isso não vai ter fim

Nem que eu quiser você sai de mim

Eu já tentei mas te esquecer assim

Não dá” — Sandy e Junior

Não tendo outra alternativa, Sara lhe passou o número de Gil e até desistiu de ir pra casa. Voltou para o laboratório e foi falar com Greg. O encontrou no corredor perto da sala de descanso.

— Alerta! Alerta! O perigo se aproxima!- ela disse “calmamente” e o puxou pelo braço para dentro da sala.

— O que houve?

— Você que descobriu sobre a Heather?

— Sim, por quê?

Ele e Morgan tinham ido falar com Russell — que tinha acabado de voltar do cemitério, pois tinha ido lá levar flores para o túmulo de Finn — e o ainda supervisor passou tudo o que tinha para Ecklie.

(Eu achei legal o fato deles colocarem o Greg pra analisar o pedaço de metal dourado e descobrir a marca dele, já que foi a Sara que ensinou ele a fazer isso na quinta temporada ^^)

— Ecklie vai trazer o Grissom.- a morena informou.

— Está falando sério?- levantou as sobrancelhas ao perguntar.

— Eu gostaria que não, mas sim.- riu de nervoso e o amigo respirou fundo sem saber o que dizer. — Greg, eu não posso vê-lo de novo... Não posso.- estava em pânico? Talvez.

— Creio que não temos como te ajudar, Sarinha. Quando Ecklie põe uma coisa na cabeça, ninguém tira.

— Que porcaria! — colocou as mãos na cabeça e andou de um lado pro outro.

Hodges passou pela sala na mesma hora.

— Opa! Tem alguém nervosa. O que houve?

— Opa, puxa saco! Você não sabe?- Greg ficou surpreso.

— Não sei do quê?

— Conta pra ele.- disse Sara tentando se acalmar, ela mesma não diria.

— Ecklie vai trazer o Grissom pra cá.

— Grissom vai voltar?? Pra ajudar no caso??- pessoa mais animada que ele naquele momento, não existia.

— Vai.- afirmou Greg.

— Yeaah!- ele quase pulou. — Mas espera aí. É por causa do que descobriu da Heather?- Greg assentiu. — Ahh…- Hodges sorriu travesso. — Agora eu sei porque ela está nervosinha.- provocou Sara.

— Me erra, Hodges!- a morena respondeu irritada.

— O que acha de vê-lo de novo, Sidle?- sorriu ainda na provocação.

— Péssima ideia. Péssima ideia.- repetiu enfatizando a palavra “péssima” e sentou-se na cadeira.

Greg foi pegar uma xícara de café pra ela enquanto Hodges se divertia com a situação.

— Vou ficar o mais longe dele possível.- e bebeu um gole do café que o amigo lhe entregou.

“Já chorei pra valer só pensando em você

É inútil tentar te esquecer

Posso até disfarçar que deixei de te amar

Só que a minha vida não tem graça sem você” ― Rick e Renner

— Achei que ainda amasse ele.

— De que lado você está?- ela o questionou.

— Do seu, é claro. Por muito tempo eu te culpei pela saída do Grissom daqui, mas depois eu entendi. Só não posso perder a oportunidade de dar uma curtida com a sua cara né, Sara.- riu e ela revirou os olhos. — Ele faz falta nesse laboratório.

— Se quer que eu concorde com você, esqueça!

Hodges olhou para Greg e ambos seguraram o riso.

~ ♥ ~

San Diego…

O celular de Grissom começou a tocar anunciando ser do laboratório. O oficial Scinta atendeu e depois levou para Grissom falar com Conrad colocando o aparelho sobre seu ouvido, já que Gil estava algemado. Conrad lhe explicou tudo.

Sua amiga estava envolvida naquilo? Mas como? Tinha que tirar isso a limpo.

— Bem, se este for o caso, Conrad, então eu preciso chegar até aí. Mas você tem que me livrar dessa primeiro.- olhou para o oficial que novamente falou ao telefone com a pessoa do outro lado.

— Alô... Deixá-lo ir? ... Tem certeza disso, xerife? ... Tudo bem... Vou providenciar transporte e liberá-lo sob a sua custódia.

Uffa!

O oficial desligou.

— É seu dia de sorte, parceiro. Eu lhe diria para não sair da região, mas acho que está indo à cidade do pecado.

— ...Vegas.- pensou alto.

Nem pensou muito na possibilidade de rever seu grande amor lá. Não mantinha contato com ela, não sabia se ela ainda estava em Las Vegas, mas se estivesse... Não saberia como lidar com a situação que se encontravam.

Ainda a amava, disso tinha certeza. Durante todos esses anos tentou esquecê-la, mas quanto mais tentava mais lembrava dela. Sara lhe trouxe alegria e amor. Ela deixou sua vida colorida com apenas um gesto de que o amava. Ela era tão perfeita! Amava tudo nela, cada pedacinho. Ela foi a melhor parte de sua vida e sentia muita, muita falta. Tudo o que queria era tê-la em seus braços novamente. Mas quando você é burro, a vida te devolve u.u

Las Vegas…

Andando pelas ruas daquela luminosa cidade, Gil se lembrava dos velhos tempos. Que saudade daquela cidade! Solucionar crimes, prender assassinos em série, jantar com os amigos, passear com seu amor... Ah que saudade! Mas os anos não voltam, não é? Paciência.

Ao chegar em frente ao Laboratório Criminal de Las Vegas, suspirou. Nunca imaginaria pisar ali novamente.

Entrou, passou pela recepção e parou ali, olhando cada canto. Aquele lugar fora sua casa por tantos e tantos anos. Achou que passaria o resto da vida trabalhando ali, até decidir se aposentar, bem velhinho, com seus 80 anos.

Estava perdido em pensamentos quando uma moça passou por ele e que, ao perceber que era Grissom, o chamou.

— Sr. Grissom?- ele se virou. — Oh meu Deus! Oi! Seja bem-vindo de volta! Faz tempo desde a última vez que o vi.

Grissom não fazia ideia de quem ela era. Tentava a todo custo se lembrar quem era enquanto ela falava, mas não estava a reconhecendo.

— Mas veja isso...- mostrou sua identidade que ele não conseguiu ler. — CSI nível 1. Eu consegui! — disse contente. — Sabe o que é mais louco nisso? É meu primeiro dia.- sussurrou e sorriu mais uma vez. Ela era pura alegria ao vê-lo. — Você quer tirar o meu sangue ou oferecer um gafanhoto coberto com chocolate?- riu.

Nem deu tempo de ele responder. Aliás, ele nem conseguiria, não sabia quem ela era. Ou pensava que não sabia. E ela falava rápido também.

— Mas, de qualquer forma, eu tenho que correr. Foi ótimo revê-lo, como sempre. Até mais.- virou-se e foi embora.

Ele ficou parado como uma estátua assimilando tudo o que a garota lhe disse. Resolveu ir até a sala de Conrad, e quando se virou…

... Lá estava ela.

“Faz tempo desde que estive aqui

Faz tempo, mas estou de volta à cidade

E dessa vez não partirei sem você” ― Lady Gaga

To Be Continued...

Notas finais
Tava com saudade de parar em partes estratégicas hsaushashjk Essa primeira parte foi só pra contextualizar, e mesmo assim deu quase 3k hsaushjk Todos os capítulos tem em média entre 2 e 3k, acho que nenhum chega em 4 não ;) Bom, nesse aqui eu acrescentei 6 cenas, umas bem pequenas, outras maiores. A partir do próximo terão mais, porque se Immortality já tem um leve tom de treta, minha versão supera shaushajsk Os rounds de Sara e Grissom, contando ponto pra cada um em patada e coisas fofas shausaj ai ai, vocês vão entender Espero que tenham gostado dessa primeira parte e deixem suas opiniões pra eu saber ♥ Abraço de urso e até domingo que vem :3