Love Story

9 O encontro II


Notas iniciais
Desculpem a demora. to meia de castigo. fingindo pegar musicas na net para trabalho!

POV Sam

Eu estava no meu quarto. Eu já estava ansiosa. Eu amava o Freddie. E todos aqueles beijos naquela noite chuvosa em que assistimos Como Perder Um Homem Em 10 Dias me faziam ansiar aquela boca de novo. Eu já estava pronta, quando escuto meu toque de celular.

Hey hey,

You you

I don’t like your girlfriend!

No way, no way

I think you need a new one

Hey hey

You you

I could be your girlfriend

Hey hey

You you

I know that you like me

Hey hey

I know that’s not a secret

Hey hey

You you

I want to be your girlfriend!

Era mais ou menos como me sentia em relação ao freddie, apesar dele não ter uma namorada.

Eu peguei o celular ansiosa para ver quem era.

Deve ser ele, deve ser ele! Ele ta chegando! Ou vai acabar com o almoço? Não! Ele ta chegando! Meu coraçãozinho saltitava no meu sutiã 40 com toda o suporte, com essas questões indagadoras a respeito do ser para quem destinava um afeto secreto e adorador. Só podia ser esse ser no meu celular. E quando atendi era...

D(desconhecido): Oi Sam!!! Como ta indo seu dia. Acabo de acorda também? Não sabia que hoje era dia de visita aos seus tios, sabe o Carmine e o outro.

S: Carly?

C: sim! Que aconteceu Sam?

S: ah, nada. Achei que fosse minha mãe, sabe, pagando alguma pena de desacato como sempre – disse tentando substituir o meu desanimo por uma rápida alegria por falar com a Carly, minha melhor amiga e não a minha mãe (ou o Freddie S2) – acordei na casa do Freddie. O que aconteceu?

C: o Freddie queria enfiar algum assunto na sua cabeça, e como íamos dormir não ia dar muito certo. Inclusive o Spencer ofereceu o capacete transmissor de ideias para que você aprendesse melhor. Mas eu não acredito que um capacete amarelo, cheio de imagens de trevos e duendes com uma antena velha portátil faça alguém aprender algo. Ele disse que da inspiração.

S: certo. Mas não adiantou. Porque eu praticamente só dormi – vi filme e me agarrei com um certo nerd gostoso – e agora vou almoçar com o Freddie.

C: hã?

S: ele falou que me pagava um almoço num lugar bacana e eu vou – disse naquele tom diário de desanimo e leve interesse por algo.

C: com o Freddie?

S: é de graça!

C: com um cara que você odeia?

S: continua sendo de graça. E eu suporto muita gente por meia hora se me der comida gratuita.

C: ok. Se vem aqui em casa mais tarde?

S: deixa eu vê. Eu vo abusar do nerd e fazer ele parar em uma sorveteria para a sobremesa. Ai eu tenho um compromisso La pelas duas com a minha cama. As três com meu computador. As quatro eu vo praí e levo minha escova de dentes e uma muda de roupa...

C: com uma calcinha!

S: eu ODEIO essa palavra! Para! E eu uso shortinhos de ginástica, muito mais confortáveis que coisas que agarram entre suas nadegas.

C: Calcinha, calcinha, calcinha, calcinha......

S: tchau Carlota, até as quatro horas!

E desliguei.

De repente um toque da sala, distante. Um ring ring normal que raramente escuto. Era o interfone. Ele chegou!

O Ivanddilson, o porteiro do prédio, estava do outro lado.

I: senhorita Pucket, há um jovem, o (tapando o fone e se dirigindo a Freddie), nome?

I: Freddie, aqui embaixo querendo subir. Devo?

S: É CLARO QUE DEVE IVAN!!!! MADA ELE SUBIR!!!!

I: senhorita, fale mais baixo no telefone, por favor? Certo ele irá.

S: ok, ok!

Abri a porta. Fui para o meu quarto e dei uma retocada rápida na maquiagem, assim como conferindo a arrumação do meu recanto. Alisei as roupas e dei uma ultima checada para ver se o cabelo e todo o meu “potencial” estavam no lugar.

Estavam.

Escutei uma voz familiar querendo entrar.

S: esta aberta

Então sai para a sala, passando pelo corredor, como Melanie e todos aqueles produtores de concursos de beleza me ensinaram no passado, andando como um gato, desfilando praticamente.

Desemboquei na sala e reparei como o Freddie me analisou uma ou duas vezes olhando de cima a baixo. Ele parou uma ou duas vezes no meu decote. Sorri. Ele estava praticamente de queixo caído.

Peguei as chaves de casa. Meu celular no bolso.

S: vamos?

POV Freddie

Cheguei ao prédio da Sam. O dia continua calmo. Ainda bem. Por segurança tranquei o carro e acionei o alarme e o alarme extra da minha mãe, alem de deixar o rastreador ligado. Me surpreendi quando vi um porteiro forte e jovem, provavelmente aos 26 anos, e um segurança negro, alto e largo, como um armário, na portaria.

Na ultima vez que havia entrado ali, foi com Carly e o Spencer, antes do meio dia e só havia um porteiro idoso, que poderia se desmanchar pela frágil aparência. Ele estava dormindo quando entramos e quando saímos uma hora depois com Sam a tiracolo.

P(porteiro) : bom dia moço. O que deseja?

F: eu tenho um encontro marcado com uma das residentes do edifício, a senhorita Sam Puckett.

P: certo, irei interfonar.

Trechos da conversa

P: senhorita Pucket, há um jovem, o (tapando o fone e se dirigindo a Freddie), nome?

F: Freddie.

P: Freddie, aqui embaixo querendo subir. Devo?

O porteiro afastou um pouco o fone, indignado.

P: senhorita, fale mais baixo no telefone, por favor? Certo ele irá.

Trechos off

Suba.

O segurança deu uma tossidinha leve, rasgando a garganta.

P: ah! Claro, Montanha vai te revistar antes. Medidas de segurança. O bairro como você pode ver, é um pouco violento demais!

Ele deu um sorriso amarelo. Essa revista, seria que nem nos filmes e aquele negão ia ficar passando as mãos pelo meu corpo recém lavado e com intenções nada cavalheirescas para com uma dama?

Montanha se aproximou com uma vareta de metal com uma luzinha na ponta e uns sensores.

M: venha, não tenha medo, não vai doer. Ha ha! Procedimento padrão.

Ele passou aquele negocio pelo meu corpo e ao passar pelo meu baixo ventre apitou. Ele fez uma careta e passou por todos os lados e só ali apitou. Ai meu bom Deus, o que ele iria ter que fazer?

M: bem, vou ter que te revistar pessoalmente, mas antes poderia esvaziar os bolsos?

Esvaziei todos os bolsos e os revirei. Montanha passou de novo aquela maquininha de bips e não teve nada. Ele analisou minhas coisas e viu que meu chaveiro tinha o logo do iCarly de um lado e Tecnical Producer : Freddie Benson do outro.

M: peraí – ele disse enquanto enfiava meu Pera Pod no bolso e juntando tudo o mais rápido possível – você não é o câmera do iCarly? Aquele programa que minha filha não para de falar sobre?

F: sim, Sam é uma das apresentadoras.

M: dá um autografo pra minha filha? Ela me mataria se não o pedisse.

Dei o autografo me sentindo um pouco estranho. Era meio raro me pedirem autógrafos, vindo de um pai que quase me passara a mão, raríssimo.

Subi doido para ver Sam. Quando cheguei e bati na porta uma voz me disse :

- Está aberta.

Abri. Uma Sam vestida provocativamente, mas casual, vinha do corredor com um sorriso nos lábios, pegando umas chaves do lado direito da porta por dentro do apartamento.

S: vamos?

Foi ai que estava quase babando. Tratei de fechar a boca e sorrir depois de responder tal pergunta.

Descemos pelas escadas, já que o elevador estava muito longe de chegar. Segundo Sam, pelo horário e andar um cara estaria tentando colocar vários cães teimosos no elevador. Passamos por Montanha e pelo porteiro que Sam chamou de Ivandd.

Perguntei pra ela porque tinha chamado ele por um apelido que nem o coitado conseguira fugir de sua criatividade. Ela falou que a própria família do rapaz fizera esse favor dando o nome Ivanddilson para o pobre coitado. E eu achando que Freddward Benson era um pouco estranho.

Saímos para o encontro. As musicas ainda estavam tocando. Agora começou a tocar Hey Stephen de uma cantora gata. Parece um pouco minha musica, tipo, a Sam parece um anjo. Já cogitei varias vezes roubar um beijo dela no meio da chuva e tento ao máximo me segurar perto dela. A música tava tocando baixinho e começamos a conversar sobre varias coisas. Sobre como o Gibby as vezes faz o papel de ridículo, sobre o iCarly, sobre o Ridgway e sobre nossos professores chatos. A Sam contou que conseguiu roubar de novo o megafone da MRS. Briggs. Eu lembrei a ela que devíamos terminar o nosso trabalho de DNA. Sugeri que fizéssemos uma cadeia de DNA. Ao que ela disse…

S: putz nerd, borá relaxar um pouco?

Aproveitamos que estávamos no carro e começamos a falar um com o outro sobre varias coisas, ate sobre a Pam Puckett.

Chegamos ao Le Violet, um manobrista pegou meu carro sem animo, claro, quem ficaria animado com um Ford Bronco branco

de uma maníaca alucinada como o da minha mãe que colou um adesivo fosco por cima da lataria na época que não era moda so para não arranhar.

Entramos, fomos recebidos adequadamente por uma recepcionista elegante, com um vestido e leve casaco lavanda. Tinha o cabelo cor de mel presos em um elegante coque perto da nuca. Sempre segurando sua prancheta branca, nos levou a melhor mesa que consegui encima da hora: a 8, com vista para a lagoa, um pedaço do parque lá longe,e do céu tão azul quanto os olhos da menina para quem havia puxado a cadeira para sentar, com cavalheirismo. Agora ela olhava a paisagem de tirar o fôlego. Sorrimos. Voltamos ao assunto, sem tantas risadas e gestos como antes, falando mais baixo.

R (recepcionista): tenham um bom tempo no Le Violet!

Chegou um garçom com uma calça preta, avental branco com um bolso bordado em lilás Le Violete camiseta lavanda. Ele entregou para cada um de nós dois cardápios pratas e fofos na capa, impressa com a mesma grafia fina, colorida e inclinada da roupa do rapaz:

Le Violet

Por dentro tinha letras negras e só o titulo era lilás. Meio ridículo. Me assustei um pouco com o preço. A comida daqui ou era muito boa ou era feita de ouro!

G(garçom): vão fazer o pedido agora ou me chamarão mais tarde?

F: chamamos você mais tarde.

Ele se afastou e foi para um canto que eu não havia reparado até agora. Era um espelho. Provavelmente que nem um que a Carly comprou para fazer um trabalho. Os garçons deviam ficar ali, gastando tempo, e viam quando um novo cliente chegava.

S: nossa! Que cardápio completo. Um de bebidas e um de comidas. Nada parecido com a maioria dos lugares que frequento!

F: realmente, muito completo – disse me referindo aos preços que vinham completos até demais. Eu não via direito como poderia pagar aquilo se não fosse minha mesada farta e um pouco de dinheiro que havia começado a entrar no iCarly por uma propaganda sobre pastilhas de menta. Mixaria, mas ajudava a comprar... balinhas? Lápis? Talvez bolos gordos ou gloss labial.

S: iii! Cê tá com aquela cara...

F: que cara?

S: uma cara que foi meio ferido por assuntos relacionados a Money. A mesma cara que você fez quando fiquei devendo uns 520 dólares pra você e pra Carls. Se for por causa do preço, a gente sai, e come um hot dog, um x-burguer ou uma vitamina gorda!

É por isso que eu gosto dessa menina! Ela não liga pra comida que come, pode ser sanduiche ou caviar. E ela come mais tortas de creme de coco que eu, a Carly e o Spencer juntos e fica simplesmente linda.

E se ela quisesse que eu reparasse mais em suas curvas, não poderia ter escolhido blusa melhor, com esse decote é meio difícil não reparar. E a blusa ainda é colada. E esse colete da uma realçada.

F: já decidiu o que vai comer?

S: humm... sim. Eu vou comer esse prato especial English Hungry, com um monte de cebola, bifes e... melhor. Vou pedir o 928, Lady Amy, com molho primavera sobre alguns legumes e arroz com brócolis junto de um pedaço grelhado de frango. E uma limonada.

Ela deu um sorriso. Eu estava surpreso. Ela nunca trocaria um bife acebolado, principalmente o do jeito que eu estava lendo ali na seção de carnes que era assim no cardápio:

372 – English Hungry 1 pessoa – 72,00

2 filés grossos amanteigados na chapa, cebola, arroz, molho barbecue, fritas.

Já o Lady Amy era assim:

928 – Lady Amy 1 pessoa – 67,50

Molho primavera sobre cenouras, couve flor, maçãs, rabanetes, uvas, arroz com brócolis e um pedaço grelhado de frango.

Soltei um assobio baixo.

S: e o que você vai querer?

F: agora você me pegou. Bem, acho que vou pedir o Special Beach. Cheio de frutos do mar. Tipo risoto. E vou acompanhar você na limonada.

Devolvi um sorriso e chamei o garçom para dar nossos pedidos.

Continua...

Notas finais
mais um ou dois capitulos para começar a segunda temporada! Animados?