Depois de, finalmente, vestir-se decentemente, Steve chegou na sala, me cumprimentando envergonhado.

– Ér... Tudo bem com você Liz?

– Tudo, Steve. E vocês, aproveitaram a minha ausência? perguntei com um sorriso bem sugestivo, deixando-o mais envergonhado.– ...

– Mas, do que vocês falavam? ele perguntou-nos

– Do Adam! De quem mais seria? — Lilly bocuda respondeu rapidamente — e, como a Liz fez questão de lembrar, a regra não-sei-o-que-lá namorados.

– Não é regra do não-sei-o-que-lá namorados. É a regra que diz que de nada de namorados em casa sem que a outra colega de quarto saiba. tentei desconversar o assunto sobre Adam antes que ele perguntasse algo, mas não adiantou muito.

– Não conhecia esta regra, mas tudo bem. E quanto ao tópico Adam? Do que era hein, Liz?

– Não era nada, só a Lilly perguntando o que nós fizemos enquanto estávamos lá, nada demais.

– E também, é claro, o fato de os dois estarem namorando...- Lilly tinha de completar. Vergonha em 3, 2, 1...

– O QUÊ??? Você e o Adam? Mas, assim, do nada? ele perguntou rapidamente, espantado.

– Eu falei pra você que eles foram feitos um para o outro. Lilly cantarolou.

– Ei. Deu né dona Lilly? Eu vou para o meu quarto arrumar minhas coisas, amanhã tem faculdade. Beijinhos. — mandei beijos no ar aos dois.- Divirtam-se, só não façam muito barulho.