Love Starts With A Drink
2 Capítulo 2
Quando percebemos, já estava no meio da tarde e resolvemos comer um pouco. E não sei porque fiz isso, mas contei-lhe sobre toda a minha vida, tudo o que passei. Ele parecia ser uma boa pessoa. Comemos em silêncio até que ele me perguntou o que tinha acontecido para eu ficar tão bêbada naquela noite. Contei-lhe que, exatamente naquele dia, fazia três meses que meu primeiro namorado, o qual eu namorava desde o colegial, tinha terminado comigo.
Comecei a chorar ao relembrar daquele cafajeste do meu ex-namorado. Ele secou minhas lágrimas dizendo para eu não me sentir assim, pois ele havia saído de um relacionamento complicado a pouco também. Recomeçamos a conversar, e, quando vimos, já estava de madrugada. Visto que eu não podia ir para casa aquela hora, ele me ofereceu para que eu dormisse ali novamente. Relutei ao aceitar, mas por fim aceitei.
Quando chegamos ao quarto dele, ele pegou uma camiseta (para mim um camisetão) e uma calça de pijama. Fui até o banheiro do quarto dele para me trocar, e, quando saí, vi-o indo deitar-se no sofá que havia no canto do quarto. Corri até onde ele estava e disse:
-Você não vai dormir novamente no sofá por minha causa! – exclamei – ontem eu estava bêbada, mas hoje eu durmo no sofá e você na sua cama.
-Mas isso não é justo, você é a visita, você dorme na cama e eu no sofá!
-Não imagina, eu já estou sendo muito inconveniente. — eu disse já me deitando no sofá.
-Inconveniente nada! VOCÊ é minha convidada, você dorme na cama e ponto. – dito isto, ele me puxou do sofá, me fazendo ficar de frente a ele, nossos narizes quase se roçando. Afastei-me rapidamente já ficando corada.
-Ér... então para não ter briga, que tal dormirmos os dois na cama? Afinal só vamos dormir.
-Ér... pode ser – disse ele, que também estava meio corado
Como não estávamos com muito sono, Adam colocou um filme de comédia para assistirmos. Lá pelo meio do filme, fui ficando com sono, e, sem perceber, fui me aconchegando em seu peito.
Ele começou a me fazer cafuné até que eu dormisse. Virei-me para desejar-lhe boa noite e ele também havia se virado em minha direção para falar algo e nossos lábios acabaram se encostando, num leve selinho. Fiquei envergonhada com aquilo e virei o rosto para o outro lado, mas ele não parecia estar muito abalado, pois logo recomeçou o cafuné que fazia em minha cabeça, mas antes que eu dormisse, acho que pude ouvir um “boa noite, minha linda” vindo dele.
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