Notas iniciais
Oie gente!! Aqui estou eu para terminar mais um fic! Ahhhh...kkkk

Quero agradecer a todos que leram, acompanharam e comentaram a fic, pela força que me deram, o apoio e o incentivo. MUITO OBRIGADA!!!

Boa leitura!

ps: Aqui é a Laris Neal, apareci!!!!!!! yaay! hahah bem eu também quero agradecer a todos os comentários que vocês deixaram na história, todos os incentivos, as alegrias quando tinha postado novo capítulo e a Tháis, por me deixar participar dessa história maravilhosa! Não sou muito de magias e afins, mas quando vi a ideia dela, achei perfeita e fiquei curiosa. Bem era só isso mesmo, agradacer a todo mundo e dizer que foi muito bom participar dessa fic, e ver todos os comentários aqui, por mais que não fosse eu quem os respondesse! E aproveitem o último capítulo :D Beijos, Laris!

A procura das gêmeas durou bem mais tempo do que elas tinham planejado. As duas tinham levado mais tempo do que o calculado para atravessar o litoral de uma ponta à outra. Faltava cerca de 20 minutos para a meia-noite e para que elas desistissem de vez da busca, quando Olivia avistou a pedra iluminada e duas figuras encostadas ali. Uma delas, claramente, era Regina.


– Eu sabia! – O ego de Cora inflou-se de uma forma que fez a irmã revirar os olhos verdes.


– Certo, Sherlock. Agora é comigo.


Olivia segurou a mão da sua gêmea e ia puxá-la para os arbustos, em busca de um esconderijo para se aproximarem, quando sentiram uma mão forte no ombro de ambas.


– Finalmente encontrei vocês. Vamos para casa. Aqui não é lugar para meninas como vocês. – Henry as segurava agora pelo punho e começava a puxar as duas na direção contrária.


– Henry, agora não! Precisamos ajudar nossa mãe. – Gemeu Cora. – Onde está todo o seu senso investigativo? – O momento de fragilidade era como uma brisa na garota, leve e passageira, ela logo recuperava o seu dom do sarcasmo.


O rapaz olhou em direção a pedra e enfureceu-se com a presença da ruiva ao lado de sua mãe. Elas pareciam tão íntimas que pensar em qualquer possibilidade de Regina estar tendo um caso com aquela mulher asquerosa o enojava.


Eles não perceberam o tempo passar, até que surgiu uma terceira mulher. Ela tinha mesmo saído de dentro do mar? Henry acreditou que estava tendo uma alucinação. Porém, Cora manteve-se alerta, assim como Olivia, que os havia puxado para trás da vegetação em busca de um esconderijo.


Eles presenciaram a chegada da segunda bruxa e viram, num misto de espanto e felicidade, a figura da mãe que acreditaram ter perdido para sempre. Era um ritual, Cora havia acertado em suas suspeitas.


– Olhem! – As orbes verdes de Olivia encheram-se de lágrimas ao avistar a mãe desacordada ser colocada e amarrada sobre a pedra.


– Eu sabia. – Era tudo o que ela conseguiu naquele momento. – É um ritual. – Ela disse, mais para si mesma do que para os irmãos.


Aguardaram os próximos passos. De onde estavam não podiam ouvir ou ver muita coisa com exatidão. Lentamente, pé após pé, Olivia guiou os irmãos até mais perto da pedra. Ali sim eles tinham uma visão melhor e conseguiam distinguir algumas palavras que as mulheres falavam.


Olivia entendeu a mulher dar a ordem a sua mãe para que se levantasse e caminhasse até Emma. Ela agora tinha a certeza agora de que a prefeita estava sem o seu coração e sendo controlada por aquela mulher. Henry cerrou os punhos atrás dela e a garota segurou sua mão com carinho, fazendo um sinal negativo com a cabeça.


Cora observava cada passo que a prefeita dava em direção à loira. Assim que a viu se posicionar sobre Emma, ela teve certeza do que aconteceria. Regina retiraria o seu coração. Ela ouviu o grito estridente da mulher ruiva que sorria.


– Mate-a!


Aquele grito despertou Henry e Olivia de seus devaneios, mas não a tempo de impedir Cora de pular de trás dos arbustos em direção às bruxas.


– NÃO! – A mocinha revelou-se e parou diante da ruiva.


– Veja só, o que temos aqui? Como é o seu nome, garotinha? – Alexia gargalhou.


– Meu nome é Cora Swan-Mills. E vocês não irão machucá-las! – A garota rugiu, apontando em direção às mães sobre a pedra.


Os olhos de Alexia imediatamente se arregalaram e ela foi transportada até aquela floresta onde encontraram a vidente. As palavras da mulher agora se repetiam em sua cabeça. “Sempre haverá outro fruto do amor verdadeiro.”


– Cora. Como a Rainha dos Corações. – Cassandra repetiu para si e para a prima, apontando o livro que a menina carregava nos braços. – Alexia, essa menina também é...


– Cale a boca! Eu estou vendo! – Ela deu um passo adiante.


– Entregue esse livro e livrarei suas mães do encanto sobre elas. – A ruiva direcionou um sorriso medonho em direção à jovem.


– Nunca! – Ela cerrou os punhos e os dentes. – Deixem minhas mães em paz. Agora!


A ruiva enfureceu-se. Regina já começava a sair outra vez do controle e ela notou através do brilho de seu cajado. Tornou a ordenar.


– Aperte! Mate-a! – Ela virou para a prima e deu a ela também uma ordem. – Ela não pode interromper o ritual. Cuide dela, sua imprestável! Traga-me o livro!


Cassandra deu alguns passos em direção a Cora, que deu passos para trás por mero instinto. Ela não era uma lutadora. Mas Olivia era. Ela revelou-se assim que a bruxa ameaçou bater em sua irmã, acertando um soco muito bem dado em seu queixo, o qual a derrubou. A garota de olhos verdes tinha herdado mais que apenas as íris cor de esmeralda da xerife, mas também sua força física. Henry também se revelou e ajudou a irmã a conter a bruxa.


Os olhos castanhos de Cora se voltaram para a ruiva diante dela, fazendo-a recuar até a pedra. As orbes cor de âmbar da jovem ardiam sobre o cajado de Alexia. Ela posicionou o livro aberto nas mãos e pronunciou ali as palavras de encantamento que fizeram com que a bruxa fosse imobilizada. Ela se aproximou e tomou o cajado das mãos da mulher.


Henry se aproximou de Alexia e a acertou com um soco que fez a mulher desmaiar, assim como a outra. Ele juntou as duas e as amarrou da mesma forma. Olivia vasculhou as roupas de Cassandra e encontrou o bonequinho feito com os cabelos loiros de Emma.


Feito isso, Cora tornou a ler o livro da avó e conseguiu abrir um portal para um lugar qualquer e Henry empurrou ambas as mulheres ali para dentro. Eles observaram o portal se fechar e Olivia os encarou com o boneco em mãos.


– Temos que destruir isso, vai libertar nossa mãe.


– Não! – Cora a interrompeu. – Se o fizer, matará Emma. Eles ainda estão ligados, não pode destruir o boneco. Só tem um jeito de resolver. – Ela olhou a parte brilhante do cajado em suas mãos e a mãe logo acima, na pedra.


Alheia a toda aquela confusão, Regina sentia algo quente e pulsante em sua mão. Ela não entendia o que fazia ali, nem mesmo se lembrava de nada. Ela recolheu a mão, sem se dar conta de que estava com ela dentro do tórax de alguém. Muito menos que aquele alguém abaixo dela era Emma Swan.


Olivia e Henry observaram a irmã quebrar o cajado da bruxa e retirar o órgão vermelho e brilhante de dentro dele. O rapaz não se lembrava de ter visto um coração tão de perto, mesmo em sua turbulenta infância.


– Esse é o... Da nossa mãe? – Olivia tapou a boca, como se fosse vomitar.


Cora ignorou tudo aquilo e dirigiu-se à pedra onde suas mães estavam. Com a ajuda de Henry, ela conseguiu subir mais facilmente. Ela ajoelhou-se e inseriu o coração da mãe de volta ao lugar, com todo o cuidado. E Regina recuperou sua consciência. Ela viu Emma logo a seus pés e seu primeiro instinto foi beijá-la.


Regina agora se recordava do funeral, de sua dor e toda a atrocidade que aquela ruiva a induzira a fazer. Consigo mesma, com seus filhos, com seus sogros, com todos na cidade e, principalmente, com sua amada Emma Swan.


Cora desceu da pedra quando notou o beijo. A garota sentiu o poder da magia sendo desfeita passando por ela naquele momento. Ela e os irmãos desamarraram as mãos e pernas de Emma, em seguida abraçaram-se. Os três pares de olhos estavam fixos nas duas mulheres sobre a pedra. Ansiosos.


E o inesperado aconteceu. Pela primeira vez, a Rainha Má quebrou uma maldição com um beijo de amor verdadeiro. Os olhos verdes abaixo dela piscaram e a cabeça loira se levantou, sentindo uma leve vertigem. Regina imediatamente a abraçou; havia lágrimas nos olhos da prefeita e de seus filhos.


O controle do boneco tinha sido quebrado e Olivia logo tratou de queimá-lo e jogar seus restos no mar. Henry ajudou as duas a descerem da pedra e deu a jaqueta para Regina se aquecer. A roupa curta e quase transparente a estavam fazendo congelar naquela noite fria. Emma estava confusa, não conseguia lembrar-se de nada com exatidão. Mas estava com as pessoas que mais amava em todo o mundo, isso ela sabia. Os filhos abraçaram ambas com todo o amor e cuidado do mundo. Eles sorriam e deixaram lágrimas escorrerem por suas faces. Tanto Emma quanto Regina estavam orgulhosas de seus filhos, principalmente de suas duas amadas meninas.


– Acabou. Vamos para casa. – A xerife e a prefeita pronunciaram, quase em uma única voz.

Notas finais
E aí, o que acharam? Mereço meus últimos reviews?? Beijão!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!