Notas iniciais
Olá, pessoas! (e aliens, pra quem não é desse mundo)
Gente primeiramente, eu quero agradecer a quem comentou nos capitulos 12 e 13:
nataliasilveira
Lisa
MesninadoBieber
bieberfaan
Susana Salvatore
lelepimentah
Mayara Lima
Dafny_Cullen
Rafinha
SmileyDoBieber
nunuzinha97
Vcs me deram força para fazer esse cap.
Então nada mais justo que ser totalmente dedicado a vcs,
Eu entendi a desculopa de cada um, sem recentimentos qual quer.
Hje estou de bom humor, e mal humor mesmo tempo ( bipolaridade total)
Bem vou deixar vcs lerem!!!
Bjs...

– Tem toda razão – Damon disse se aproximando da garota – mas antes preciso fazer algo que deveria ter feito hoje de manhã.

Ele a puxou pela cintura, ela ficou surpresa e sem reação, ele cheirou os cabelos dela, passando para o pescoço onde espalhou alguns beijos, traçando um caminho pelo maxilar dela. Mas ela era encarregada de acabar com isso, ela precisava conversar com ele, antes que ela saísse machucada disso.

– Damon... – ela sussurrou, enquanto ele apenas ronronava – eu preciso falar com você é serio – disse tentando se controlar enquanto empurrava seu peito nu, o que não ajudou muito, juntou suas forças para falar com mais firmeza — Damon!

– Ah... Qual é! Tudo bem, eu vou escutar – se sentou na cama fitando-a entediado – satisfeita? Pode falar.

Ela se ajeitou e deu um pigarro, ajeitando os cabelos bagunçados e acalmando seus batimentos cardíacos, as palmas de suas mãos já estavam suadas.

– Bem... Eu sei que eu tive minha parcela de culpa na nossa briga hoje de manhã – ela disse desviando o olhar para o chão, o quão difícil era para alguém admitir que estava errada? – mas não vim me queixar disso... Até por que eu tentei entender seu lado.

– Não? – disse cruzando os braços e levantando uma sobrancelha.

– Não – confirmou e tentou continuar – Bem, eu não costumo me preocupar com rótulos, mas...

Ela disse, mas sentiu uma pontada na cabeça, fazendo sua visão escurecer, só conseguiu sentir o baque de seus joelhos ao cair.

– Por que faz isso? Não faz sentido! – alguém dissera.

Ela estava vendo tudo em terceira pessoa, lá estava sua ancestral, que remexia em algumas gavetas.

– Ora, gostaria que soubessem de uma coisa tão intima? – Alicia dissera ajeitando seus cachos.

– E quem mais saberia que a grande e impetuosa Alicia Samantha Petrova, a única que consegui colocar medo na grandiosa vadia da Katerina Petrova – disse com ar de grandeza – tem certo pequeno e doce livrinho do qual pensa que não sei da existência.

– Primeiramente a impetuosa Alicia Petrova não seria nada sem a melhor bruxa do mundo, se não fosse por ti nem estaria aqui... – disse olhando com carinho para a mulher deitada na cama luxuosa de seda dourada, não se podia ver muito coisa além dos longos cabelos ruivos que pareciam está forçados em ficar em cachos como mandava a moda da época – E segundo, é bom não contar isso a ninguém.

– Acalme-se Alicia, e, aliás, sei muito bem que sou a bruxa mais poderosa do mundo – falou a ultima parte convencida, enquanto a morena revirava as gavetas – o que procuras mesmo? Odeio quando faz isso, fica remexendo todos os cantos.

– Um bilhete dourado – disse, e toda a atenção se voltou para um pequeno papel dobrado em quatro partes – Achei! – falou pegando o papel e estendendo, soltando um suspiro de alivio.

– E para quê diabos serve isso garota?

–Desde que Katerina contou de meu primeiro beijo prematuro, nunca mais confiei em meus esconderijos, como embaixo do colchão, ou dentro de uma caixa em cima de um armário, com uma chave escondidas entre as penas do travesseiro – disse desdobrando o pequeno bilhete — o fato é, passei a esconder tão bem meu “doce livrinho” pelo meio dos carvalhos, que passava semanas sem achá-lo, então minha mãe me ensinou a escrever bilhetes com a localização dele, a cada dia escondo em um lugar diferente, mesmo depois de... Bem, você sabe, continuo fazendo isso, eu sei que parece idiotice, mas faz me lembrar dos velhos tempos...

– Há quanto tempo tem esse diário? Sinceramente eu não entendo por que escrever em um livro sobre seu dia inteiro?

– Escute o que lhe digo: Esse livro um dia será preciso, ele será uma das chaves...

E de repente uma escuridão se tomou, números saltavam como se pudessem cair em cima dela como blocos de pedra... O que parecia ser 7, 1454, 45. Repetia mentalmente os números decorando 7, 1454, 45.

– Nelly! – alguém disse sacudindo-a constantemente, mas a voz em sua mente parecia murmúrios, sua mente estava ocupada tentando processar as informações.

Seus olhos conseguiram ganhar foco, e aos poucos ela se levantava com a ajuda de Damon.

– Você esta bem? – ele perguntou preocupado.

– Acho que sim... – disse fitando o chão enquanto sua mente se esforçava para assimilar tudo – Eu tenho que ir... – disse enquanto saia do quarto descendo escada abaixo rapidamente.

– Nelly, espere – o moreno disse a seguindo.

Ela já estava abrindo a porta, mas antes disso foi prensada na parede, claro que isso lhe custou um susto enorme, Damon estava bem a sua frente a olhando desconfiado com o rosto próximo ao dela.

– O que aconteceu lá em cima?

Minta... Sua mente lhe gritava, tinha certeza que havia muitas coisas que Damon escondia, agora era sua vez.

– Foi uma fraqueza, apenas... Acho que preciso do meu remédio – disse inventando a melhor mentira que podia inventar no momento.

– Ok... Essa eu vou fingir que engulo, mas sobre o que queria conversar?

Suspirou fechando os olhos, abrindo-os logo depois, tentando se afastar do aperto de Damon e escapou habilmente.

– Preciso de um tempo, assim como sei que você também precisa – suspirou indo até a porta sem em qual quer momento olhar nos olhos dele – então... Vejo você amanhã, Damon.

Saiu da mansão, deixando um Damon confuso. Subiu apressada em sua moto, indo em direção a sua casa, felizmente. Não queria saber se o maldito de seu pai estava morando lá, e nem se a desgraçada da sua madrasta estava lá, só queria está em um lugar reconfortante como a casa de seu irmão, queria sentir o abraço dele, até o café da manhã mal feito dele era um motivo de saudades.

(...)

Entrou na casa, deveria ser 2h40, seu estomago roncava, viu Charlotte sentada no sofá lendo uma revista, com as pernas cruzadas, ao ouvir a porta abrir abaixou a revista fitando a garota.

– Pensei que tivesse me livrado de você – a loira dissera como se estivesse vendo um fantasma.

– Digo o mesmo – a morena falara tirando a jaqueta e jogando a bolsa em um canto qual quer – e não me olhe desse jeito, eu apenas mudei de cidade, eu não morri.

Ouviu a mulher murmurar um “infelizmente”, mas não estava em condições de discutir, estava morrendo de fome, foi até a cozinha pegando um pedaço de bife dentro do microondas, se servindo de uma dose de salada e arroz.

– Onde está Gabriel e Felipe? – Nelly perguntou com um prato na mão se sentando no sofá e ligando a televisão colocando aleatoriamente em um canal.

– Seu pai foi resolver negócios – a madrasta respondera – e Gabriel está trabalhando.

– Que negócios?

– Não lhe interessa garota.

Nelly bufou, e em minutos terminou seu prato, colocou em cima da mesa de centro.

– Bom, se Gabriel aparecer avise que estou para casa.

– Aonde vai?

A Renard pegou a jaqueta novamente vestindo-a, e enrolou um cachecol vermelho queimado envolta do pescoço.

– Não lhe interessa Charlotte – respondeu sarcástica saindo pela porta.

Montou na moto, dando partida, mas aonde ir agora? Em alguns minutos já estava no centro da cidade, e lembrou-se do que Alaric falara sobre os livros da biblioteca Municipal e de seu trabalho de três paginas para sexta que vem. Saiu de cima da moto, e antes de perceber já estava dentro da biblioteca, se direcionou a primeira estante que encontrou, e depois de revirar livros já via os primeiros sinais dos livros antigos de 1860.

– Nelly? – alguém a chamou.

– O que faz aqui? – disse ela á Ryan.

– Eu trabalho aqui! – disse sorridente.

– Ótimo! Então vai me ajudar, preciso de algo muito valioso, informação sigilosa – disse séria.

– Ok, mas não acha que esta pedindo demais para alguém que conheceu hoje? E além do mais alguém que começou a trabalhar aqui anteontem?

– Ah! Vamos por favor! Eu preciso seriamente dessa informação, é caso de vida ou morte! – implorou enquanto ele ainda olhava incerto – vamos, por favor! Pelo bem da nossa amizade de um dia!

– Tudo bem, tudo bem – disse com as mãos para o alto se rendendo – pode falar, o que é?

– Preciso de qual quer informação sobre uma família de muito tempo atrás.

– Ok, até aí tudo bem, é uma das famílias fundadoras com linhagem perdida?

– Os Petrova’s – falou rapidamente.

– Nunca ouvi falar dessa família, com certeza não é uma das fundadoras, vai ser difícil, mas vou ver o que consigo, prometo que ao menos a linhagem eu acho!

– Obrigada... – disse soltando um suspiro cansado, ela olhou em seu relógio vendo como o tempo passara rápido, eram exatas 3h58 – eu gostaria de ficar mais um tempo, mas tenho que ir para... – ela mesma se interrompeu, no momento ela não tinha para onde ir.

– Para? – ele influenciou-a a continuar.

– Não tenho aonde ir – ela disse abaixando a cabeça observando seus pés.

– Pois agora tem! – ele disse animado desejando que um pouco dessa alegria se infiltrasse nela.

– É mesmo?

– Claro! Vamos fugir pelas portas dos fundos e vamos para minha casa – disse já a arrastando para os fundos da biblioteca.

– Não acredito que vai fazer isso por mim – Nelly disse enquanto atravessavam a porta de emergência, que acabou dando em um beco imundo, os dois se dirigiram a frente da biblioteca.

– Por mim, e por você eu não agüento esse lugar – disse tirando o alarme de sua moto preta com detalhes em vermelho sangue.

Nelly riu pelo nariz.

– Ei, gostei da moto, se não gosta desse lugar por que trabalha aqui?

– Bom – ele disse fazendo uma pausa – eu preciso do dinheiro, a grana não é muita, mas ainda assim é boa, eu só espero que não se importe com a bagunça que é minha casa.

– Sem problemas – ela deu um sorriso de canto, que logo foi retribuído por ele.

(...)

– Essa é minha casa, só espero que minha irmã não esteja aqui – disse abrindo a porta da casa rezando para que a louca que nem sequer parecia ter o mesmo sangue que dele, não estivesse em casa, assim que entrou olhando para os lados, soltou um suspiro, a casa estava em ordem, do jeito que deixou – graças a deus! Eu em meu quarto, já volto – disse correndo em direção a ultima porta do corredor.

Nelly observou a casa simples de andar único que ficava muito mais distante da cidade do que imaginou demorara quase 1h, mas nem percebera, a maior parte do caminho passou apostando corrida com Ryan.

No meio da sala, havia um sofá que um dia fora branco, uma pequena televisão que em uma década passada talvez fosse a ultima geração, sobre ela havia um enorme sombreiro colorido, ela foi até ele e teve a curiosidade de tocá-lo, em um canto da sala havia dúzias de caixas de vodca, uma sobre a outra, iam até o teto, do lado esquerdo uma porta que levava provavelmente para a cozinha.

– Já são 5h, daqui a pouco o sol se põe , tenho que te mostrar uma coisa – disse Ryan indo até a cozinha – quer alguma coisa? Chocolate quente, café, água...

– Não valeu, não precisa – disse sentando-se no sofá.

– Então vai ser chocolate quente.

Ela revirou os olhos, pegando o controle e ligando a televisão, colocou em um noticiário local, sempre odiou jornais, parecia que a única coisa que falava neles era de mortes e mais mortes.

“Mystic Falls novamente em um banho de sangue, três corpos foram encontrados em uma estrada, todos sem um pingo de sangue e com o rosto desfigurado, a policia alega ser um animal”

“Incêndio em uma reservar florestal, ninguém entende, nada além da própria floresta fora queimada, de acordo com a perícia há apenas restos mortais de pequenos animais, a policia suspeita de fazendeiros locais...”

Mudou de canal antes mesmo que a noticia acabasse.

– Ataque de animal... Eles só têm essa desculpa? – ela sussurrou.

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– Damon, viu Nelly? – Stefan perguntou ao entrar na sala, vendo Damon deitado no sofá com um copo de vodca na mão.

– Não – disse rapidamente com aparecia de quem pouco estava se importando.

– Chegou a falar com ela hoje?

– Sim.

– Acho que mereço muito mais que respostas monossilábicas – o Salvatore mais novo disse cruzando os braços.

– Por mim você não merecia nenhuma resposta minha, mas sabe como é, sou uma pessoa muito caridosa.

– Pode me dizer ao menos aonde ela foi? Afinal vocês estão juntos...

– Parece que estávamos juntos... Agora estamos dando um tempo e... – começou mais logo depois parou e olhou abruptamente para sua bebida logo depois voltou seu olhar para o irmão – o que você colocou na minha bebida? Estou me abrindo para meu irmão mais novo, isso é estranho, nunca mais troco meu whisky por vodca, sinceramente.

– É sério Damon, ela combinou de me contar sobre a mãe dela no final da aula, já fui à casa dos Gilbert, mas nem sinal dela, Elena está ligando para o celular dela, mas ela não atende, e o sol já está se pondo, se eu fosse você iria atrás dela.

– Exatamente, se eu fosse você cuidaria da sua vida e deixaria seu irmão em paz, por que está começando a pensar na hipótese de arrancar seu coração.

– Ok... Tudo bem, mas caso encontre Katherine afundando as presas dela no pescoço de Nelly não reclame – disse Stefan saindo da sala.

Assim que o irmão saiu da sala, a mente de Damon se forçou a traçar a imagem de Nelly tendo o pescoço dilacerado, quando percebeu já estava em correndo pela floresta em busca de qual quer rastro, porque ela sempre se metia em confusão?

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– Isso é lindo! – disse Nelly observando o sol se por entre duas colinas ao longe.

Os dois estavam sentados sobre o telhado da casa de Ryan, a vista era magnífica, um galho grosso de um carvalho era a única fonte de equilíbrio para os dois.

– Eu sei... Não sou do tipo que gosta de ver essas coisas, na real acho super gay, eu descobri por acaso anteontem quando fui arrumar a maldita da minha antena de TV acabo, e... Sinceramente não resisti, perdi um ótimo jogo dos Cat’s, o que é uma raridade, eles são o pior time da historia, enfim...

– Ah... Isso eu tenho que concordar, Cat’s é o pior time de todos, que tipo de idiota torce para eles? – disse observando o céu pouco a pouco escurecer.

– Meu pai torcia – disse perdido em alguma lembrança – mas não se preocupe – falou antes mesmo que a garota abrisse a boca e pedisse desculpa – ele era um idiota mesmo.

– O que aconteceu entre você e seu pai?

– É meio complicado – suspirou – eu tenho poucas lembranças dele, o pouco que sei já me perturba profundamente, só sei que ele me abandonou aos meus quatro anos, mas não sei ao certo se ele é meu pai, o interessante é que ele me tratava como filho, eu tenho nos meus registros o nome dele, tentei achar ele, mas parece que o nome era falso, lembro do tempo em que fazíamos tudo juntos, eu associo a ida dele ao nascimento da minha irmã, quando minha mãe contou a ele eu estava escondido dentro do closet, ele reagiu de uma forma que nunca esperei, ele parecia um demônio, literalmente.

Nelly se virou de repente voltando toda sua atenção a Ryan.

– Demônio? – ela indagou de olhos arregalados.

– Não se preocupe deve ser apenas a minha imaginação, relaxa sempre tive uma ótima imaginação fértil, sempre associei ele ao monstro praticamente minha vida inteira depois desse fato.

A morena abaixou a cabeça pouco convencida de que as lembranças de Ryan sobre um demônio fossem vindas de uma mera imaginação.

– É melhor irmos, já está escuro e você parece com medo, eu te assustei não é mesmo? – disse rindo enquanto levantava e ajudava Nelly levantar se apoiando em um galho.

– Você quase conseguiu me deixar levemente temerosa, me assustar não é uma tarefa fácil.

– Que pena... – disse dando um sorriso torto a puxando de uma vez para que levantasse fazendo-a bater contra seu peito, e antes que ela caísse a prendeu com um só braço.

Estavam tão próximos que a respiração dele batia contra o rosto dela, era questão de centímetros para ela alcançar os lábios dele.

– Eu... Tenho que ir – sussurrou voltando a sua devida consciência, meio sem equilíbrio desceu pela escada de madeira, pronta a ir embora.

(...)

Ligação on

– Não se preocupa, Bonnie, eu vou ficar bem, avise a Elena que eu vou dormir em casa mesmo – disse abrindo a porta da sua casa com a chave reserva – e não, não há nada que ela possa fazer para me convencer do contrario, antes que ela pergunte.

– Não sei Nelly, estou com um mau pressentimento, deveria vir para minha casa.

– Bonnie eu não acredito nessas coisas de pressentimento.

– Não te disseram?

– Não me disseram o que?

– Vamos fazer um trato, se você vir para minha casa eu te conto tudo...

– Desculpe Bonnie, mas você não vai conseguir – a Renard cantarolou desligando logo após.

Ligação off

Não havia ninguém em casa, subiu as escadas indo para o seu quarto, estava cansada e tudo que precisava era de um banho e uma boa noite de sono, infelizmente o ultimo fato não seria possível já que as lembranças de Alicia não a deixavam em paz nem quando estava acordada, acendeu as luzes, vendo Damon escorado na lateral da janela olhando nada em especial lá fora.

– Pensei ter dito que só veria você amanhã – disse friamente.

– Eu precisava lhe falar algo importante – falou voltando seu olhar para a morena, indo até ela colocou uma mecha de cabelo dela atrás da orelha delicadamente, enquanto ela tentava olhar para qual quer lugar, menos para os olhos dele, o moreno virou o rosto dela para que ela o encarasse, fazendo-a se perder em seus olhos azuis que pareciam se derreter – não vim aqui para dizer que não posso viver sem você, eu posso, mas não quero...

Ela suspirou cansada de tudo, apenas encostou seus lábios ao dele, enlaçou seus braços ao redor do pescoço dele, enquanto ele segurava firmemente a cintura dela, ela pegou impulso dando um pequeno pulinho subindo no colo dele, agarrou os cabelos do moreno, estava tão inebriada de desejo que nem sentiu quando foi colocada sobre a cama com Damon por cima, ele tirou rapidamente a blusa da Renard, enquanto ela lutava com os botões da dele quando por impaciência forçou os botões arrancando alguns, em segundos ambos estavam semi-nus, ele traçou um caminho de beijos molhados entre o ombro e o maxilar, enquanto ela arranhava as costas do Salvatore com as unhas, a morena deu um pequeno gemido quando ele lhe deu um chupão no pescoço.

– Eu te amo – ele sussurrou pela primeira vez encostando a testa dele a dela, ambos estavam ofegantes.

– Eu te amo – ela respondeu de volta igualmente em um sussurro.



Notas finais
Muitas coisas aguardam galera,
Personagens que estão avulssos na história vão reaparecer.
Eu invento muito personagem gente, eu sei eu amo, fazer isso.
Se vcs puderam por obsequio dizerem apenas um "eu gostei", eu agradeço, muito obrigado a todos!!!
bjs
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