Love Me Until The Death
7 Capítulo 7
Notas iniciais
Sei que estou sumida, mas tudo culpa da aula;
Bom, e em parte fui vitima de depressão, sou o tipo de pessoa que não aguenta comentários pesados, perante as pessoas eu vou rir desses comentarios me fazer de forte, mas em casa vou está o caco...
Quando alguém diz que tudo o que você faz não presta, isso mexe com vc, muda sua rotina...
Eh horrivel...
Bem, não vou encher a paciência de vcs...
Boa leitura...
Damon foi praticamente expulso da casa, será que ele falou algo que não devia? Olhou confuso para a porta onde havia saído, e ouviu um choro quase inaudível, podiam-se ouvir os pequenos soluços vindos dela, sem dúvida era sua amiga ali.
Nelly... Como ele queria ir consolá-la. Sentiu uma agonia e estresse lhe subindo, queria ir lá, mas não podia, ela não queria sua presença, não era a primeira sem dúvida. Ele desejava com todas as forças ir abraçá-la sem se importar com o motivo.
Foi até seu carro ainda indeciso se devia ir lá consolá-la, ou deixá-la alguns minutos em paz. Ele bolou á primeira opção como se soubesse como consolar alguém, revirou os olhos. Belo amigo ele era, deixando Nelly abandonada. Entrou na Ferrari e deu partida.
“Amigo”, essa palavra era tão estranha para descrevê-lo, era quase incômoda. Por que agora “amiga”, já era uma palavra insuficiente? Merda! O que diabos ele estava sentindo! Quando percebeu já estava descontando sua raiva de si mesmo andando em alta velocidade, chegou a sua casa rapidamente. Entrou na casa e fechou a porta com uma força exagerada, subiu as escadas passou pelo corredor em sua velocidade vampiresca indo para o quarto trancando a porta. Stefan já estava em casa, se encontrava em seu quarto conversando com Elena sobre qualquer coisa engraçada, Bonnie já havia ido para casa, é claro que Stefan percebera que havia algo errado com o irmão, mas mexer com Damon nesse estado era burrice.
O moreno se jogou na cama, esperaria ali até dar a hora da festa.
- Por que tudo tem que ser tão complicado? – ele sussurrou angustiado.
É... Damon Salvatore, ele pensou, está na hora de admitir, você se apaixonou novamente. Era o que tudo indicava, e agora amava a pessoa que nunca imaginara amar, uma mera humana que até um tempo atrás era apenas alimento, despertou sua humanidade, escavou seu ser até achar algo bom que poderia ser aproveitado.
- Ah... Por favor, se apaixonar de novo não, isso sempre acaba em merda! – sussurrou para si mesmo tentando acreditar em suas palavras.
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- Oi, Gabriel, é a Nelly, eu já estou saindo para a festa, estou indo com um amigo, e antes que você se desespere, Elena e Bonnie vão está lá, e sempre ficarei perto delas, não se preocupe caso você se decida ir á festa, me liga ok? – Nelly disse desligando, deixando uma mensagem na caixa postal do irmão mais velho.
Já eram 20h50, e estava sozinha em casa, já estava vestida e pronta para a festa.
(N\\A: Pra quem não sabe ainda Nelly é a Victoria Justice. Só eu acho ela mega parecida com á Nina? Caramba elas podiam ser irmãs!;D)
Não estava com o menor pique para isso, estava cansada fisicamente e mentalmente. Compras, seguida de duvidas e passado complicado de um amigo, eram coisas, diga-se de passagem: esgotante.
Alguém tocou a campainha, ela levantou do sofá onde assistia uma programação musical da qual não a deixava mantida entretida, foi até a porta fazendo careta, já tinha suas suspeitas de quem fosse.
- Calma! – ela dissera indo lentamente até a porta, mas no fundo estava ansiosa, e cada minuto a matava.
Abriu a porta, encontrando escorado na mesma, nada mais, nada menos que Damon Salvatore, estava dos pés a cabeça vestindo preto. As botas de motoqueiro, a calça, a blusa por debaixo da tão habitual jaqueta de couro, tudo negro.
- Oi, Nelly – ele disse dando um sorriso de canto, olhando-a intensamente.
- Olá, Damon – ela disse ainda segurando a porta desviando o olhar para o chão nervosamente.
- Você quer ir agora? Podemos ficar aqui mais um tempo – ele sugeriu.
- Não, vamos direto para lá – ela disse de certa forma fria, já tinha sua escolha feita, iria evitar Damon, Stefan, e por conseqüência Elena e Bonnie, isso lhe entristecia, mas era o certo a fazer, não agüentava segredos em cima de segredos, sim, ela havia percebido como eles mudavam rápido de assunto, os olhares comparsas, e o namoro de Stefan e Elena? Aquilo era sobrenatural, sentia isso. Aquilo lhe deixava amedrontada. Devia ouvir mais seu irmão, ele conhecia aquele lugar melhor que ela. Ficaria sem amigos provavelmente, é o que dizem, antes só do que mal acompanhada. Ser anti-social ainda era uma opção, certo?
Talvez com isso, os malditos pesadelos com “seu mundinho imaginário” formado em sua cabeça, fossem demolidos.
- Espere um instante — ela pediu.
Entrou novamente deixando a porta entreaberta, pegou a bolsa e desligou a televisão, pegou as chaves, logo depois, e saiu pela porta apressada, onde Damon ainda esperava, assim que ela trancou, o vampiro pegou a mão dela levando-a até seu carro. Um arrepio passou por todo o seu corpo, não de medo, e sim como uma espécie de corrente elétrica.
- Senhorita – ele disse abrindo a porta do passageiro e fazendo uma antiga reverência digna de um cavalheiro.
Ela cruzou os braços e o fuzilou com os olhos.
- Não precisa abrir a porta – a morena disse revirando os olhos – eu ainda tenho braços e pernas.
- Vamos, deixe de ser turrona! – ele disse divertido enquanto ela bufava – Ah... Por favor, Nelly! Só quero que você tenha uma noite para você não esquecer, poderia colaborar?
Ela entrou ainda relutante, não entendia o que diabos ele estava fazendo, porque ele estava agindo assim, Damon fechou a porta, ele contornou o carro com uma divina elegância, depois estava do lado do motorista, entrou, já ligando a ignição, dando a partida.
Minutos de silêncios foram seguindo tornando a viagem mais longa que o normal, até ser quebrado por Damon.
- Se você quiser saber, você está linda – o vampiro de olhos azuis disse com devoção, ela corou de leve, olhando para suas mãos sobre sua perna, fazendo-o apenas sorrir.
- Obrigada — ela sussurrou – você não fica nada longe dessa definição – ela disse tomando sua coragem, só para perdê-la ao ver o sorriso do moreno em retribuição, Deus! Como ele conseguia ficar mais lindo a cada dia?
Depois de mais breves 20min de viagem, onde o silêncio reinou e cada um mergulhava em seus respectivos pensamentos. O carro foi perdendo velocidade até parar totalmente, Damon foi mais rápido e saiu do carro primeiro travando as portas, impedindo que a garota as abrisse.
- Muito engraçado Damon! – ela exclamou desistindo de tentar abrir a porta, as travas foram destrancadas, e o vampiro abriu a porta como um bom cavalheiro novamente, no entanto o sorriso sacana quebrava um pouco essa definição – ok, isso está começando a me dar nos nervos.
Ele estendeu a mão para que ela pegasse. Um pouco atrapalhada ela aceitou. A festa era em uma casa distante da cidade, mas era bonita e enorme, deveria ter no mínimo três andares, e Caroline jurou que a festa fora autorizada pelos pais da amiga dela, então estava tudo certo.
Starstrukk, da Katy Perry e 30!3 podia-se ouvir, mesmo que abafado por todas as portas e janelas estarem fechadas. Os dois entraram na casa (Obvio que o vampiro teve o devido cuidado em seu tempo livre de ir até a casa onde haveria a festa e dar um jeito de ser convidado) Onde no máximo 20 pessoas estavam arrumando as coisas. Eles deveriam ter chegado mais cedo do que deviam, ou muita gente se atrasou.
- Nelly! – Caroline gritou superando o volume da musica, correu até a morena abraçando-a, quase a sufocando.
Ela sussurrou para Damon um “me ajuda”, era quase inaudível, mas a leitura dos lábios era possível.
- Caroline! – Damon exclamou de braços abertos, um tanto sínico, ela largou Nelly fuzilando o moreno com os olhos indiscretamente, voltou seu olhar para a morena.
- Bem, gente sejam bem-vindos, o pessoal não chegou ainda, porque a maioria se perdeu – a loira revirou os olhos – mas parece que você encontrou, estou feliz por isso – sorriu triunfalmente – veio com Gabriel?! Cadê ele?! – ela disse animada, procurando por toda sala o policial.
- Eu vim com Damon – apontou para o moreno ao seu lado que deu um aceno com um sorriso debochado nos lábios — mas meu irmão disse que talvez viesse, enfim, quer ajuda em alguma coisa? – a garota se ofereceu.
- Não, está tudo sobre controle, se vocês quiserem podem explorar a casa – a Forbes sussurrou desanimada, indo até um grupo de pessoas que arrumava alguns petiscos em uma mesa de vidro.
- É incrível, quão indiscreta ela consegue ser – Damon comentou.
Ela se virou encarando o moreno.
- Isso eu tenho que concorda, é melhor nós irmos fazer o que ela disse.
Ele assentiu, enquanto passava a mão pela cintura dela possessivamente, uma corrente elétrica passou estranhamente pelo corpo dos dois, guiou a garota para fora da casa passando por uma porta de vidro, levando para um quintal, onde havia uma piscina.
A lua nova pendia no céu, não muito limpo, talvez na madrugada chovesse, encontraram algumas cadeiras de praia e sentaram-se em silêncio.
- Como veio parar em Mystic Falls? – ele foi o primeiro a acabar com o maldito silêncio.
- Bem, é uma história bem complicada – ela disse, quando Damon iria falar algo para convencê-la, Nelly levantou um dedo interrompendo-o – porém, você me contou sobre você, e, aliás, não posso guardar isso para sempre em segredo.
- Então, a história que todos sabem, não passa... – ele começou.
- De uma baita mentira — completou ela – Bom, minha mãe morreu, esse é um dos únicos fatos verdadeiros, e meu pai casou de novo com uma mulher insuportável, eu tentei seguir em frente, acreditar que poderia seguir em frente como meu pai fez, mas... – a garota engoliu em seco, ele a olhava atentamente – isso não aconteceu – uma lágrima solitária escorreu pelo seu rosto, Damon se inclinou limpando a lágrima com o polegar, ela deu um sorriso tímido continuando a falar — só me metia em confusão, ninguém entendia o que eu passava, meu pai afastou Gabriel de mim, e o tonto do meu irmão achou que isso faria bem para mim – revirou os olhos – depois de algumas advertências, na semana, digamos que foi a gota d’água para o diretor, chamaram meus pais, e quem acabou vindo foi minha madrasta, exatamente nesse dia Gabriel resolveu me visitar, depois de perceber que nada ficaria bem se eu continuasse lá, ele me levou embora, para morar com ele, e aqui estou eu – Nelly finalizou suspirando.
Minutos de silêncio se passaram.
- Parabéns, pelo menos você teve um final feliz – Damon disse de repente encarando a lua que aos poucos era eclipsada pelas nuvens.
- Não ainda não acabou – ela sussurrou vendo a lua sumir — mas uma pergunta: Você desistiu da Elena? – tentou mudar de assunto.
- Não, eu a entreguei, eu sei é difícil de acreditar, mas só porque a amo não quer dizer que eu vaia ficar e atrapalhar a vida dela, ela está feliz com meu irmão, isso já não é mais problema meu – disse dando um sorriso de canto, a história não era exatamente assim, mas ainda era uma verdade.
- Seria abuso lhe pedir para me prometer algo? – Nelly disse enquanto brincava com as pulseiras em seu braço.
- Não, claro que não, você é – o moreno engoliu em seco – minha amiga.
Ela sorriu por saber que pelo menos alguém nessa noite poderia confiar, a idéia de abandoná-lo nesse momento era tão idiota.
- Me prometa que nunca irá mentir para mim – sussurrou olhando dentro dos olhos azuis mar vendo-os derreter a olhando intensamente.
- Prometo – ele disse verdadeiro, mas ao mesmo tempo com um medo desconhecido, porque sabia que escondia mais segredos que qual quer um, quando sonharia um dia cumprir uma promessa? Essa ele faria de tudo para cumprir – prometo que nunca vou mentir para você – completou sorrindo triunfalmente.
- Ei, parece que alguém aqui está feliz – a morena disse mudando de assunto olhando-o divertida – bom, pelo menos um de nós – ela abaixou a cabeça angustiada, rindo sem humor.
- O que foi que aconteceu com você? – Damon perguntou preocupado, com seus olhos azuis mar sondando-a.
Ouvia-se dentro da casa uma movimentação, e a música as alturas.
- Bem, não importa, acho que a festa acaba de começar – Nelly concluiu, puxando Damon pelo braço.
Ready To Go (Get Me Out Of My Mind) do Panic! At the disco, animava toda a festa, rapidamente Damon puxou Nelly para seus braços, ambos dançavam muito bem, mas a elegância de Damon causava inveja. Assim que a musica terminou dando inicio a outra, alguém tocou o ombro da morena, ela se virou vendo a ruiva.
- Loretta! – ela quase gritou, Damon permanecia imóvel, rígido.
Ela abraçou a ruiva, Loretta olhou de relance para Damon, jogou-lhe um olhar mortal, o moreno olhou a mulher abraçando Nelly, confuso. Afinal, qual era o problema dessa garota?
As duas se separaram, com Loretta sorrindo de ponta á ponta.
- Fico feliz que tenha vindo! – Nelly disse sorrindo de ponta a ponta.
- Eu também! Fiz um enorme esforço! Mas vim! – Loretta sorriu triunfalmente, a ruiva olhou de relance para o moreno como se houvesse percebido sua presença agora – Quem é ele? – disse com uma falsa malicia.
- Ah... Esse é... — ela começou.
- Damon, Damon Salvatore – o moreno a interrompeu, puxando Nelly pela cintura para o seu lado, logo após sorriu debochado estendendo a mão para a ruiva.
- Loretta Lupo – disse ela mentindo no sobrenome, apertou a mão dele a soltando rapidamente com certa repulsa – ouvi falar muito bem de você.
- Sério? Por que eu sou um idiota – disse debochado.
- Ao menos ele sabe — ela murmurou virando rosto como se alguém tivesse chamado ela – bem, vou ali com um amigo, falo com você daqui a pouco – ela falou se retirando indo até um canto da sala.
- Estranho – a morena sussurrou.
- Bem, vou procurar Stefan, preciso falar com ele urgentemente, não saia daqui, ok? – Damon disse saindo sem espera resposta.
Ótimo, ela estava sozinha, maravilha, pensou irônica, foi até uma mesa de ponches, pegou um copo e colocou uma concha do liquido carmim, saiu pela porta para o jardim, ela sabia que Damon havia pedido para ficar naquele mesmo lugar, quer dizer mandou, ela bufou, ninguém mandava nela, olhou para a porta que havia acabado de passar e tinha uma mulher morena.
- Elena? – Nelly perguntou se aproximando da figura.
- Olá! Pensei que não viesse, viu Damon ou Stefan? – ela perguntou esticando o pescoço olhando para a movimentação atrás de si, lá dentro como se os procurasse.
- Não vi Stefan – disse arrastada desconfiada – mas Damon estava procurando ele para conversar sobre algo.
- Que ótimo – ela disse fazendo as veias ao redor dos olhos saltarem, salientes, enquanto deslizava a porta de vidro pra que a mesma fechasse.
Nelly recuou por impulso.
- Katherine – sussurrou sufocada por impulso, vendo a mulher de cabelos cacheados idêntica a Elena com as presas de fora, fazendo a vampira da um sorriso malicioso.
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- Stefan – Damon chamou a atenção do irmão.
- Sim, o que aconteceu? – falou o mais novo preocupado parando totalmente sua dança com Elena.
- Viu uma mulher ruiva nova na cidade? – perguntou receoso já indicando que as próximas informações não eram das melhores.
- Na verdade não, mas pelo que vi de longe Nelly a conhece – ele disse olhando confuso.
- Ou acha que conhece, essa mulher é estranha, juro que quando ela me viu com Nelly, se ela pudesse teria me matado ali mesmo, estou preocupado, e se ela fizer algo a Nelly?
- Ai, meu deus, mais problemas? Já não temos os nossos? – Elena sussurrou cansada, não era egoísmo, mas não podia encaixar mais um problema a lista de afazeres, era loucura. Não desejava a ninguém suas experiências de quase morte e seqüestro de vampiros loucos e sedentos.
- O que quer dizer com isso Elena? – o moreno disse fuzilando a garota com os olhos, a mesma estremeceu, Stefan olhou o irmão primeiramente confuso, depois incrédulo, e depois reprovador, só para logo após ficar confuso novamente.
- Quero dizer que temos problemas de mais para encaixar mais um, ou alguns, vocês não podem resolver de tudo, já temos nossos problemas envolvendo Klaus e Katherine, vocês não podem me proteger, proteger meus amigos, proteger a cidade e a si mesmos — Elena disse suplicante, amava os dois, não podia deixá-los se envolverem assim.
- Corrigindo, Stefan não pode te proteger, proteger seus amigos. Proteger a cidade e a si mesmo – o mais velho disse levantando o pescoço encontrando Loretta dançando com um cara qual quer e conversando com alguém, logo após procurou Nelly no lugar em que pediu para ela ficar e ela não estava mais lá, Merda! Que garota teimosa!
- O que quer dizer com isso? – Stefan perguntou confuso, levantou hipóteses sobre isso, e não acreditava em nenhuma delas.
- Quero dizer, que cuidar de Elena é dever seu, você é o namorado dela não é mesmo? Sou apenas seu irmão mais velho – disse sem um pingo de falsidade na voz, e saiu apressado procurando por Nelly.
Ele não acreditava que realmente tinha dito aquilo, não acreditava que pouco lhe importava se seu irmão era namorado de quem era a cópia exata de quem mais amou no passado, ou quem pensou que amava. Era a liberdade de sentimentos, só para se prender a outro, sim, era uma certeza agora. Só não podia suportar a dor de saber que quem era o motivo de toda essa façanha essa hora poderia esta em perigo, ou machucada. Seus instintos eram 1000 vezes maiores, tantas vozes o confundiam, e procurava apenas uma capaz de aquecer seu coração frio, de consolá-lo e entendê-lo, como não havia visto isso antes?!
Se ela não estava aqui dentro isso significava que estava lá fora, deslizou a porta de vidro para que abrisse, sentiu cheiro de sangue, uma poça vermelha no chão lhe chamou a atenção, fazendo-o ficar assustado.
Encontrou um bilhete rosa em meio aquele sagüeiro. Apenas escrito:
E que os jogos comecem, e o inferno fique mais próximo...
Notas finais
Mereço Uma recomendação como consolo?
Bjssssss
Comentem!!!!
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