Notas iniciais
Oi meus amores!!!!
Fiquei muito feliz por cada reviews de vcs!!!
Muito obrigada mesmo!
Todos estão intrigados com a Loretta isso é de se perceber mais ela veio para isso, em breve verdades serão esclarecidas sobre ela...
Então vou deixar vcs lerem!
Boa leitura!

- Como foi á aula? – Gabriel perguntou de repente.

Eles estavam no Grill, comendo uma pizza, acompanhada de refrigerante.

- Legal, não foi tão ruim – respondeu Nelly.

- Viu não foi o fim do mundo sua chata, me estressou á toa, fique a manhã inteira preocupado com você – disse se fingindo de bravo.

A morena deu uma gargalhada.

- Diga o que quiser, mas papai me mataria se me visse comendo isso – ela levantou o pedaço de pizza com as mãos, que ainda tinha o queijo derretendo – ele me deixaria de castigo pelo resto da vida, e á megera faria eu comer brócolis e aspargos pelo resto da vida, papai sempre teve medo que eu engordasse demais.

- Você ta louca? Eles precisam de óculos, se você emagrecer mais uma grama o vento te leva! – ele riu sem parar, enquanto a morena batia nele por cima da mesa, era impossível de acreditar que aquele garoto\\homem na verdade era policial e sustentava a si, e agora a irmã mais nova, sozinho – Não estou de brincadeira! É sério!

- Oi, com licença – os dois se voltaram para ver a dona da voz vendo Caroline sorrindo de ponta á ponta.

- Olá Car.! – Gabriel cumprimentou a loira, que sorriu mais ainda com o apelido.

- Oi, Gabriel, como vai? – disse simpática, assim que notou Nelly a cumprimentou sorrindo.

- Vou bem, porque não se senta conosco? – o policial ofereceu.

- Claro! – disse sentando-se em um acento ao lado de Gabriel, a frente de Nelly – E então, Nelly já decidiu o que vai usar na festa?

Ops... Nelly pensou, abaixou a cabeça xingando Caroline dos piores nomes possíveis na cabeça, o assunto da festa só iria ser discutido com Gabriel provavelmente em algum momento entre o jogo dos Dallas Cowboys e a boa latinha de cerveja entre os comerciais.

- Festa? – o policial perguntou e riu como se não acreditasse no que ouvia, estava furioso por dentro – Sério? Nelly não me falou sobre isso.

- Eu ia te falar – a irmã sussurrou ainda de cabeça baixa.

- Ah... Eu não sabia, é que você já tinha confirmado, me des... – Caroline começou a tagarelar suas desculpas.

- Não peça desculpas Car., está tudo bem – ele interrompeu encarando a morena.

- Então, bem vou indo, obrigada pelo convite, mas já está tarde, Nelly se ainda for é amanhã ás 21h nesse endereço aqui, ok? – a loira entregou um papel indicando o local e saiu sem espera resposta.

Gabriel encarava Nelly como quem esperava um bandido confessar seus crimes, seu olhar era de intimidar qual quer um.

- Ok, ok, eu iria á essa festa, mas eu te pediria permissão depois! – a morena exclamou derrotada.

- Depois quando? Depois de amanhã? Para pedir permissão já para outra festa? – ele disse sem se exaltar, mas com fúria na voz.

- Você não confia em mim? – Nelly sussurrou indginada – Você não é o primeiro, sabia?

- Não venha com chantagem emocional, ok? Quem te impediu de contar a mim agora? Qual é sua desculpa? Deve ser muito boa.

Nelly apenas ficou quieta, enquanto comia um pedaço de pizza nervosamente.

- Eu iria te conta – repetiu após minutos de silêncio.

- Ok – Gabriel suspirou – vamos dizer que você iria me contar, quando me contaria? – perguntou vencido, ele não conseguia ficar com raiva muito tempo daquela pestinha, ela era sua fraqueza, isso nunca mudaria.

- Provavelmente entre um dos intervalos do jogo de futebol americano – respondeu dando uma risada sendo acompanhada por ele.

- Você me lembra de mim quando pedia para mamãe para ir a festas em boates, sempre pedia entre os comerciais das novelas dela, ás vezes funcionava, ás vezes não.

- Então, vai me deixar ir? – ela perguntou cautelosa.

- Vou pensar no seu caso entre os intervalos do jogo, bem já está na hora de irmos.

Gabriel pagou a conta, saindo do Grill ao lado da irmã.

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Damon entrou na mansão já vendo o que não queria: Elena com as pernas entrelaçadas na cintura de Stefan se beijando fervorosamente no sofá. Pigarreou obtendo atenção do casal.

- Temos uns 10 quartos lá em cima, por que vocês não usam um deles? – o moreno reclamou.

- E aí, o que estava falando com Nelly? – Stefan perguntou ignorando, enquanto Elena se sentava ao seu lado.

- Nada demais, jogando papo fora, sabe ás vezes é bom conversar com alguém que não vou me alimentar mais tarde, ou transar – disse indo até uma prateleira de livros, fazendo Elena e Stefan darem uma careta.

- Ok, nos prive da sua vida sexual, por favor, mas é sério o que vocês falavam? – Stefan insistiu.

- Nada que você deva se preocupar – falou indo até o sofá á frente de Stefan se jogando lendo um livro qual quer – e não queira dar um de bravo pro meu lado porque eu é que deveria está bravo com você.

- Por quê? – dessa vez foi Elena á perguntar.

- Fácil, porque alguém aqui não sabe como vigiar alguém, uma dica: Tem uma cabeça enorme, que aparentemente não está servindo muito – o Salvatore mais velho respondeu.

- Eu?! – Stefan perguntou incrédulo.

- Din, din, temos um vencedor — falou irônico.

- E o que diabos eu fiz a você?

- Não a mim, e sim a Nelly, qual a parte de “vigiar discretamente” você não entendeu? Suponho que a parte do “discretamente”, certo? Bom, não importa, foi até bom isso.

- Como assim? – o irmão mais novo disse confuso.

- Digamos que agora sou o irmão bonzinho da história, ela acha que você persegue ela, provavelmente estava com medo, por isso acho melhor eu fazer esse trabalho.

Stefan balançou á cabeça em sinal de aceitação.

- Ótimo então – o moreno concordou se voltando para seu livro.

- Só queria que vocês me contassem seus planos antes de colocá-los em ação – Elena disse emburrada.

- Era para ser discreto, aposto que você ficou com ciúmes de Stefan, e isso que vocês estavam fazendo ou prestes a fazer era a reconciliação de vocês – disse divertido enquanto a morena tacava uma almofada no cunhado.

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- E então vai me deixar ir? – Nelly perguntou enquanto o intervalo do jogo começava.

- Hum... Estou pensando nisso nesse exato momento – Gabriel respondeu, estava deitado no colo da irmã, que carinhosamente afagava seus cabelos.

- Por favor, todo mundo vai! – ela disse fazendo sua melhor cara de pidona.

- Sério? Só que “todo mundo” não mora comigo, pega uma cerveja, por favor?

- Claro – a morena levantou indo até á cozinha – ok, mas muita gente vai.

Abriu a geladeira pegando uma latinha de cerveja, mas viu uma fôrma de gelo, o que a fez perguntasse a si mesma, o que diabos uma fôrma de gelo faria ali, o certo era ela está na parte de cima da geladeira no freezer, porque ali provavelmente nunca congelaria.

- É... Mas toda essa gente pode ser prostitutas, drogados... – ele começou.

Ela puxou a fôrma, que após analisá-la tinha suas duvidas se aquilo realmente era o que supunha ser, nela havia um suporte onde havia pequenos vidrinhos com uma água um pouco amarelada. Mas o que diabos eram aquilo?

- O que está fazendo? – Gabriel perguntou atrás dela, assustando-a quase derrubou todos os vidrinhos.

- Ah... Desculpa é que eu achei essas coisas... O que elas são...? – a irmã perguntou nervosa, ele tomou os vidrinhos das mãos dela colocando no lugar rapidamente.

- Não é nada ta? Vai para o seu quarto, pense na festa que vai – antes que ela o interrompesse a puxou para sala – sim, você vai, então descanse ok? Vai lá.

- Ok – apenas respondeu subindo as escadas aquilo era estranho, e muito suspeito.

Foi para seu quarto pegando seu celular novo em cima do criado-mudo, seu irmão havia tirado de suas economias para comprar para ela, é claro que não se sentia bem em ver Gabriel gastando seu dinheiro com ela, enquanto tudo o que fazia era causar confusão. Olhou no relógio e ainda era 20h23, ele queria mesmo que ela dormisse essa hora? Só podia está brincando. Seu celular tocou, deveria ser Elena, Bonnie ou Caroline foram as únicas que tinham seu numero de telefone. Atendeu rapidamente no quarto toque.

- Alô? – disse ao atender.

- Alô, Nelly? – uma voz feminina perguntou.

- Sim – respondeu à morena.

- Oi, é a Loretta! – a ruiva do outro lado da linha disse animada.

- Loretta! – Nelly quase gritou – como vai garota?! Onde se meteu?!

- Eu vou bem, estava em uma cidade vizinha.

- Como descobriu meu numero?

- Tenho meus contatos, e então, o que vai fazer amanhã?

- Bem, vou a uma festa, conhece Caroline Forbes?

- A loira e patricinha? Não, não conheço – Loretta disse irônica, fazendo Nelly rir.

- Pois é ela me convidou para uma festa, amanhã ás 21h, por que não aparece por lá?

- Claro, eu te busco na sua casa amanhã e vamos juntas.

- É... Só tem um fato que impede isso, eu já tenho um acompanhante Lore.

- Acompanhante? – repetiu.

- Sim, um amigo pediu para me acompanhar.

- Amigo? Sei bem o que vai fazer com esse amigo – disse maliciosa.

- Loretta! - repreendeu - é sério, ele é meu amigo! – exclamou enfurecida.

- Ok, ok, sem neura, calma, nós nos encontramos na festa eu vou está lá com certeza.

- Vou te acha rápido com esse cabelo vermelho! – Nelly disse gargalhando.

- Ok, eu mereci essa, agora parei – as duas deram uma risada – Bem tenho que desligar, esse numero é meu, quando precisa de uma amiga meio doidinha é só ligar. Tchauzinho!

- Tchau! – Nelly exclamou um pouco desanimada, estava entediada, era sexta de noite e estava sem nada para fazer.

Decidiu dormi mesmo que ainda fosse perto das 21h, trocou de roupa colocando algo mais confortável, deitou em sua cama puxando as cobertas, podia ouvir seu irmão gritando do andar debaixo feito um louco, xingando adversários, e esfregando a sua vitória nos jogadores adversários, ela devia ir lá embaixo avisar a ele que os jogadores estavam na TV e não a sua frente, e que provavelmente eles não se ofenderiam. Ela riu enquanto ele comemorava no andar debaixo.

- Louco – sussurrou.

Depois de tanto persistir caiu na inconsciência do mundo dos sonhos.

Estava sentada em um banco da praça mais popular da pacata cidade, alimentava alguns pássaros com migalhas de pão que tinha nas mãos, via de longe uma morena, conhecia aquela vadia muito bem. Tinha ao seu lado os irmãos Salvatores. Os três passaram a frente dela, a mulher passou como um furacão, apressando seus acompanhantes, ela havia percebido sua presença. Mesmo com sua pressa, o mais velho dos irmãos percebeu a presença da mulher sentada ao banco.

- Espere Katherine – disse acalmando a mulher logo após se voltando para a mulher sentada — olá, qual é seu nome? – perguntou se aproximando.

- Damon! Vamos?! Por favor! – insistia Katherine.

– Olá Katherine como vai? – disse a mulher jogando os restos de migalhas no chão.

- A conhece? – o mais novo perguntou a sua amada.

- Sim – Katherine disse com fúria – olá, vou bem e tu?

- Indo – respondeu amarga – mas vejo que estás bem, com ótimos rapazes a seu lado.

Katherine sorriu sedutora para os dois Salvatores que sorriam de volta bobos.

- Por que não vão indo? Sr. Salvatore pode ficar preocupado, eu não me demoro – Katherine disse com um sorriso sexy nos lábios.

- Claro – os dois responderam em uníssono.

- Nos vemos logo? – Damon disse saindo quase como uma pergunta para a mulher que mal conhecia.

- É claro que vai, e talvez se tiver bastante auto estima pode-se dizer que logo – ela sorriu triste enquanto ele retribuía.

Levantou rapidamente se sentando na cama, uma lágrima desceu descontrolada pelo rosto de Nelly, aquele sonho lhe deixara com um aperto no coração horrível. Sonhara com Damon e Stefan, mas em uma época distante. Bem distante, e quem era aquela? Katherine? Seja lá quem fosse era muito parecida com Elena.

- Nelly! Desce aqui em baixo sua preguiçosa! Tem visita pra você! – Gabriel gritou do andar de baixo.

Á essa hora visita? Isso sim era sacanagem.

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Desceu as escadas de mau humor, avistando a loira no sofá.

- Olá Nelly!Bom dia! – Caroline disse animada.

- Bom dia – disse contra gosto indo para cozinha vendo seu irmão fazer panquecas.

- Bom dia maninha – disse virando uma panqueca no ar que caiu como esperado na frigideira de volta.

- Bom dia exibido – respondeu azeda.

- Coma logo, a Caroline vai te levar em um salão, lojas de roupas, essas coisas de mulher.

- O quê?! – exclamou a garota – sabe que eu odeio essas coisas Gabriel!

- Sério? Por que pensei também que você odiasse festas – falou segurando o riso de vitoria.

- Ok, você venceu – falou emburrada fazendo bico – eu aprendi a lição, agora manda a loira ir para casa de volta.

- Não esse é seu castigo, sinto muito – falou sorrindo vitorioso, colocando a panqueca no prato da morena e fazendo um cafuné nos cabelos dela – E aí, com calda ou sem calda?

- Sem – respondeu emburrada.

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- Vamos a uma loja aqui perto, tem um vestido rosa super lindo que... – Caroline começou a tagarelar, mas a morena ao lado da loira estava perdida em seus próprios pensamentos, as duas estavam em uma das ruas onde se encontrava mais lojas de roupas.

- Caroline, aqui tem alguma loja de CDs aqui por perto? – Nelly interrompeu.

- Tem uma de CDs e livros, é a ultima loja dessa avenida – respondeu.

- Ok, obrigada, nós nos vemos daqui á pouco – a morena disse correndo.

Encontrou a loja, entrou olhando fascinada assim que a sessão de rock, que se encontrava em uma das prateleiras perto da entrada.

- Gosta de Rock? – alguém perguntou, virou-se vendo o dono da voz sedutora, Damon Salvatore como sempre impecavelmente lindo.

- Amo rock, o que faz aqui?

- Salvando certa pessoa, de uma certa loira – disse sorrindo torto.

- Você está de brincadeira? Se ela fala mais uma palavra eu esgano aquela garota! – exclamou de olhos arregalados, o fazendo rir.

- Vem, eu posso te levar á minha casa, Elena está lá, ela pode te ajudar a se arrumar – propôs.

- Bom – pensou um pouco, seria bem melhor que ficar com Caroline que era possessiva por compras — ok, eu vou!

Notas finais
O que acharam?!
Bom?
Ruim?
Ótimo?
Se tiverem idéias ou sugestões só manda;]
Mereço um,a recomendaçãozinha??????