Love Me Until The Death
3 Capítulo 3
Notas iniciais
Quem quiser ouvir: http://www.youtube.com/watch?v=3n71KUiWn1I&ob=av2e
Eu usei ela como fonte de inspiração!!!
- Alicia? – Damon sussurrou.
- Não, sou Nelly, você está bem? – a morena perguntou preocupada.
Damon fitou o chão em sinal de que precisava reorganizar seus pensamentos urgentemente, era informação demais, era uma enchente de imagens e lembranças que ele não fazia idéia de onde vinha.
- Nelly, espere um instante aqui, por favor, não saia daqui – Damon falou saindo.
Foi em direção á mesa em que Stefan e Elena conversavam e sussurravam palavras amorosas entre eles, Damon revirou os olhos.
- Ei casalzinho – Damon falou.
- O que aconteceu Damon? – Stefan.
- Temos um problema.
- Quando você diz um problema...?
- Quero dizer uma terceira guerra mundial.
- O que está acontecendo Damon? – Elena perguntou olhando nos olhos azuis gelo de Damon, ela sabia o quanto era difícil ele mentir para ela olho á olho.
- Temos um pequeno probleminha com sua nova amiguinha – Damon sussurrou para que só as pessoas presentes naquela mesa ouvissem.
- Quem Nelly? Irmã do policial Gabriel? – Stefan perguntou levantando uma sobrancelha.
- Damon, ela parece ser inofensiva como qual quer um – Elena falou incrédula.
- Claro, parece ser tão inofensiva quanto Bonnie, por exemplo, a bruxinha quase fez churrasquinho de mim – Damon disse tentando convencê-los, por que tudo o que ele dizia era motivo de desconfiança? – Se não acredita em mim, então você lembra quando Katherine nos conto sua história, e mostrou a foto de sua irmã mais nova? Alicia?
- Tudo bem me conte essa história agora – Stefan exigiu – Mas aqui não – Stefan falou levantando da mesa com Elena o seguindo para fora do Grill até o carro.
Damon olhou pela ultima vez para Nelly, mas ela estava de costas, então saiu impaciente do local pegando sua Ferrari e seguindo Stefan até em casa.
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Nelly tomava sua bebida, já havia até esquecido de Damon, e aquele papo louco, o que tinha de gente louca naquele lugar não era pouco. Olhou o relógio e procurou Damon pelo local, mas não o achou em lugar algum.
Pagou sua conta e saiu do local com um pouco de raiva de si mesma por ter falado com um estranho, e por ser deixada sozinha. Pegou o celular do bolso discando o numero de Gabriel, mas a chamada deu como não permitida, olhou de novo e viu que estava sem sinal, e havia uma ultima mensagem do seu pai. Abriu a mensagem relutante.
De> Felipe (Papai)
Para>Minelly
Tem até amanhã para voltar para casa, mas enquanto não voltar, sua conta de celular, cartão de credito, fundos da universidade, e plano de saúde foram bloqueados. Se não voltar serei obrigado a cancelar todas elas.
- Droga! – ela praguejou. Como iria para casa agora. Nem conhecia a cidade direito. Estava escurecendo, tinha que dar um jeito de sair dali.
Suspirou fechando os olhos tentando se acalmar ao máximo deu um passo para rua pronta á sortear um caminho de preferência movimentado onde pudesse pedir informação sobre um posto policial mais perto possível, mas logo foi interrompida abruptamente, por uma Ferrari, onde dentro havia uma ruiva de óculos escuros, de pele branca e perfeita olhava a morena com um sorriso de canto amigável.
- Oi – a ruiva falou abaixando o volume do radio que tocava as alturas “don’t Trust me” do 30H!3.
- Te conheço? – Nelly perguntou com uma sobrancelha levantada.
- Tecnicamente, não, mas conhecera – a ruiva abaixou os óculos até a ponta do nariz piscando para morena – vem, entra no carro e te levarei para sua casa.
A morena pensou um pouco nas opções e como a regra: “Não fale com estranhos”, poderia ter algum valor nessa decisão.
- Ah! Por favor, você pode vir comigo, ou ficar aí exposta a qual quer violência – a desconhecida propôs divertida.
Nelly pensou um pouco, e se sentiu frustrada por não conseguir decidir algo sozinha, mas o que podia fazer? Estava entre duas opções onde os perigos eram um pior que o outro.
- Ok! Vou com você – ela abriu a porta da Ferrari vermelha extremamente chamativa, entrando logo após.
A garota arrancou com o carro do local fazendo os seus cabelos vermelhos esvoaçar como chamas ao vento.
- Bom, meu nome é Minelly, e o seu? – a morena se pronunciou desconfortável.
A ruiva revirou os olhos como quem dizia: “É claro que seu nome é esse”.
- Lindo nome, posso te chama de Nelly, certo? – Nelly assentiu – Ok, meu nome é Loretta.
- Prazer em conhecê-la Loretta.
- Não o prazer é todo meu – a Loretta murmurou sorridente para quem seria sua futura melhor amiga.
As duas sorriram. Nelly já tinha o corpo relaxado no banco, olhava a ruiva com certo reconhecimento que não entendia. Aquilo era espantoso.
Loretta fez questão de seguir o caminho mais longo possível, pra quê encurtar esse momento?
- Como veio parar aqui? – Nelly perguntou entre uma sessão de risos e uma serie de gargalhadas histéricas.
Loretta desviou o olhar, odiava mentir, mas era necessário, por uma incrível sorte já estava na rua da residência da garota, soltou um suspiro de alivio.
- Parece que chegamos á sua casa, Nelly – Loretta disse estacionando o carro em frente à casa um tanto simpática.
- Droga, Gabriel está em casa, ele deve está subindo pelas paredes de preocupação – Nelly murmurou tensa.
-Quer que eu te acompanhe? – a ruiva sugeriu calma.
- Não, vai ser pior se ele vê alguém desconhecido comigo – a morena respondeu – Mas agradeço pela intenção – sorriu.
- Ok, agente se ver por aí – a ruiva disse quando Nelly já estava fora da Ferrari – Vejo você logo, logo.
- Mas, espera como vou saber onde te encontrar? – a morena perguntou descrente.
- Não vai saber, eu vou te encontrar – ela disse com um sorriso misterioso nos lábios.
- Ok, obrigada Loretta – a morena sussurrou com um sorriso doce nos lábios.
- Não á de quê – a ruiva respondeu agradecida? Ela estava mais agradecida que a própria Nelly que em uma sorte incrível conseguiu uma carona para casa e voltou sã sem sofrer qual quer dano.
- Ótimo, até qual quer dia – Nelly se afastou indo até ao encontro da casa simples.
Loretta observava a garota entrar na casa, para ter certeza que ela estaria segura, se virou de volta olhando a estrada a sua frente deixando uma lágrima solitária escorrer pelo seu rosto.
Ligou o carro acelerando o mais rápido possível para uma floresta mais próxima.
Notas finais
Recomendações?????
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