Notas iniciais
Boa Leitura meus amores

Leiam esse capítulo ouvindo: Como Perro y Gato — Eiza González

PDV Francesca
Dava para ver que o castelo virou um pandemônio, eu estava preste a ir para o esconderijo junto das outras, porém, algo me fez parar. Vi a Vilu, Meri e Ludmi encurraladas pelos rebeldes, não penso duas vezes, pego a espada do guarda caído. Estou quase a sair do castelo até que alguém me puxa para trás, irritado.
"Que porra você iria fazer lá fora? Quer morrer?" — reconheço esta voz rouca. Diego.
"Não, mas tem pessoas em perigo lá fora, está se preocupando comigo? — debocho na última parte.
"Não viaja só estou fazendo meu trabalho" — arqueio a sobrancelha — "Quem está lá?"
"América, Ludmila e a Violetta" — ele arregalou os olhos no último nome do qual eu falei.
O Diego impunha a espada indo até as garotas sorrateiramente, faço a menção de segui-lo, mas ele me para e me manda voltar para dentro dizendo que é pela minha segurança, tento argumentar. So que o guarda estava certo, não sei nem como manejar uma espada, volto e entro na biblioteca — o primeiro lugar que vejo sem nenhum suspeito por perto.
PDV Diego
As garotas me viram e a Vilu disfarçou brigando em um tom calmo com o rebelde. Prenso a espada em seu pescoço firmemente.
"Manda seu grupinho de revoltados para longe daqui, senão..." — o ameaço.
"Se não o que?" — pergunta debochado.
"Senão, eu te mato aqui mesmo" — respondo apertando mais a espada em seu pescoço.
"Se eu fosse você não faria isso".
Surge uns três rapazes pegando as garotas e as mesmas se debatendo para se soltar. O rebelde do qual eu prensava me deu uma cotovelada no estômago me fazendo soltar a espada e recuar para trás.
"Saia daqui ou pode dar adeus a sua vida" — falou um deles.
"Então, irei morrer lutando" — digo.
"Perfeito! Pronto para morrer?"
O único rebelde alto entre os quatro me jogou a espada para lutarmos. Começamos lutar só que ele maior e tinha agilidade com a espada que eu não tinha. Logo, me derrubou no chão me chutando com o pé o que faz eu bater a cabeça com tudo no chão.
"Deixei-o, ele não é um empecilho no caminho de vocês" — ouço a Violetta dizer.
"Tudo bem só porquê estamos com pressa".
Não sei por quanto tempo fiquei ali deitado no chão tentando recuperar as forças, mas só me lembro da Vilu dizer: "Você vai ficar bem e, irá procurar o Maxon, ele sabe me localizar!", falou e me deu um beijo na bochecha. "Obrigada por tentar nos salvar", continuou antes de ir.
PDV Francesca
Percebo que está tudo quieto sem gritos, lutas, nada. Saio do meu esconderijo e por algum motivo que não sei o que é vou lá fora e encontro o Diego caído. Corro até ele e me agacho ao seu lado.
"Diego?!" — o chamo.
"Não avisei para não vim para cá?" — ri.
"Nem mesmo quando está caído no chão continua sendo um ogro" — digo.
"Vai me ajudar ou não?" — reviro os olhos.
"Grosso!" — mas, eu o ajudo mesmo assim — "O que houve com as garotas?"
"Quando a gente encontrar o Maxon, conto tudo de uma vez" — diz mancando ao meu lado.
"Vem cá" — o puxo para perto de mim pegando o seu braço para dar apoio a ele.
"Achei que me odiasse" — ri.
"Odeio, mas não poderia deixa-lo estirado no chão" — ele acaba rindo junto comigo.
"Okay"
Levo-o até o salão principal e vejo o Maxon junto com o Federico e o León. Assobio para chamar atenção o que acaba fazendo se virarem para mim.
"Maxon?"
"O que houve?" — perguntou curioso e preocupado.
Olho para o Diego e ele volta o seu olhar para mim. "Foram capturadas pelo grupo rebelde", diz os encarando.
"O quê?!" — pergunta Federico nervoso.
Ele contou como tudo aconteceu. Que as garotas estavam lá fora com um rebelde e, logo apareceram mais três, o Diego tentou salvá-las, mas não deu certo.
"A Violetta disse que você sabia como rastrea-lá" — fala Diego ao Maxon.
"É claro, venham" — diz o príncipe de Illea.
Seguimos-o e acabamos esbarrando na Marlee e no Carter. Resultou em todos no quarto do Maxon no terceiro andar. "Aqui, ninguém vai nos perturbar", diz o príncipe.
"Qual o plano?" — questiona o argentino.
"Primeiro localizar onde a Vilu está e, depois ver como iremos resgata-las" — continua o Maxon.
"Localizar? Como?" — pergunta León.
"Maxon, Vilu e eu temos chips de rastreamento o que é bom porquê assim mais fácil de localizar uns aos outros" — explica Federico.
Cada um ficou perdido em seus pensamentos, dava para ver claramente os rostos de preocupação do Federico, Maxon, León e Diego de alguma maneira se culpando por não terem evitado tudo isso.
"Achei!" — diz Maxon.
"Onde?" — pergunto.
"Na floresta perto da próxima província"
"Precisamos agir" — fala Diego.
"Precisamos? Tem algum interesse nisso?" — questiona León irritado.
"Você sabe que sim, a Vilu vai abrir os olhos e descobrir que o rapaz ideal para ela, sou eu" — responde Diego com ar de convencido.
Nunca em todo esse tempo na Seleção, vi Leonard Vargas bravo e com uma vontade de acabar com alguém, mas parece que o Diego conseguiu irrita-lo achando que irá roubar a namorada do León. Não sei porquê de alguma forma se o idiota gostar da princesa me magoa, além disso, ele é um ogro.
"Rapazes, foco, elas precisam da gente" — fala Marlee calmamente.
"Isso mesmo, vamos bolar um jeito de salvá-las" — diz Carter.
Ficamos pensando em um jeito de fazer isso até que uma lâmpada acende em cima da minha cabeça — sentido figurado igual dos desenhos.
"Os rebeldes querem alguma coisa com elas e, consequentemente com algo do palácio, podemos atraí-los para uma armadilha, um grupo distrai os sulistas e os outros as resgatam" — explico o meu plano.
"Pode dar certo, obrigado Francesca" — agradece o Federico.
"Que isso é uma honra em ajuda-los e, elas são como amigas para mim" — sorrio.
Fomos até a biblioteca secreta e o Maxon pegou a cópia do diário que queria faltando várias páginas importantes. Estávamos decidindo os últimos detalhes da missão.
"Posso saber o que diabos está havendo aqui?!" — ferrou!

Notas finais
Até o próximo capítulo meus amores Beijinhos