Notas iniciais
Oi gentem! Quem ta aqui é a Bia (mindigoquevoa) e esssa é a minh primeira fic em parceria com o Matheus (mattbensoncoll). Eu sei que o primeiro capitulo ficou meio fraco, mas os outros estarão melhores! Espero que gostem e deixem reviews!

Love Me For Me

Capitulo 1 – All We Know

Burburinhos ecoavam por todo o corredor, ou melhor, por toda a escola. Era o primeiro dia de aula do colégio Goode High School. Todos os alunos conversavam, contavam suas férias ou fofocavam para seus amigos. Toda essa mistura de vozes e sons resultava no normal barulho do primeiro dia do ano letivo.

De repente a porta do colégio abriu e uma figura, muito conhecida para os veteranos e completamente nova para os novatos, a atravessou. Era uma menina de cabelos muito loiros, ondulados e que iam até a cintura, olhos cinzentos, pele bronzeada e que vestia roupas curtas e de marca. Seu nome a maioria dos alunos já sabiam e sua fama era conhecida até entre os professores.

Seu nome é Annabeth Chase e ela era a garota mais popular do colégio. Ela era conhecida por ter ‘’pegado’’ quase todos os caras bonitos do colégio e, segundo boatos, até mesmo professores. Ela era odiada pela maioria das meninas e cobiçada pelos meninos.

Enquanto ela andava, vários garotos viraram a cabeça para vê-la, parecia que esse ano ela estava mais bonita do que nos anteriores. Ela andava confiante e não olhava para os lados enquanto andava.

Annabeth parou na frente de seu armário e olhou para o espelho que ela havia posto no fundo do mesmo um ano atrás. Viu alguns garotos novos babando por ela, alguns veteranos a olhando com volúpia e algumas garotas lhe fuzilando com o olhar. ‘’Nada mais que o normal’’ pensou ela.

Pegou seu horário e olhou para a primeira aula. Química. Ela não gostava de química, mas teria que ir as aulas se quisesse estar na faculdade no ano seguinte. Bufou enquanto pegava o livro de química.

Fechou o armário e se dirigiu até a sala de química, sentindo suas costas serem queimadas por diversos olhares de garotos e garotas. Ela não ligava, afinal já estava acostumada com isso. Andou tranquilamente a até a sala 215, que era o laboratório de química.

O laboratório estava vazio então se sentou em qualquer cadeira, pegou seu iPod e colocou em qualquer musica. Annabeth não reconheceu a musica que ouvia, mas moveu-se no ritmo da musica que escutava, enquanto esperava o sinal tocar.

O sinal tocou e os alunos começaram a chegar na sala e ocupar seus lugares.Como todos os anos, sua primeira aula nunca era com suas melhores amigas. O professor entrou em sala e escreveu seu nome no quadro. Seu nome era Hefesto Beckendorf, ele era conhecido por ser pai de um dos jogadores de futebol americano do colégio, chamado Charles Beckendorf, e por ser um professor bem rígido com seus alunos, mas a maioria dos alunos gostava dele. Quando o professor ia começar a falar, um aluno apareceu na porta.

— Desculpe o atraso professor, mas o meu carro enguiçou no meio da rua e eu tive que vir o empurrando. – disse o garoto que estava todo sujo de graxa.

— Dessa vez, eu lhe perdôo, mas eu não tolero mais atrasos em minha aula! – o professor disse e o garoto assentiu – Agora vá sentar-se!

Ele saiu da porta e começou a ir em direção a Annabeth, pois o lugar do seu lado era o único vago. Assim que ele se sentou, a loira o olhou. Ele não era feio, pelo contrario. Ele era muito bonito. O garoto tinha cabelos negros como petróleo, olhos verdes como o mar e pele morena. Tinha feições descontraídas e alegres mas o único problema era que ele usava óculos de aro grande . Naquele momento Annabeth viu a sua primeira ‘’vitima’’ do ano.

‘’Vitima’’ era como ela se referia aos garotos que ela gostaria de ‘’pegar’’ pois uma vez ela ouvira umas nerds falando assim dos garotos que ela ficava. Ela havia gostado do apelidinho e era assim que ela se referia.

Parou de olhar para o garoto e começou a prestar atenção na aula.

Primeiro estava prestando atenção mas depois ficou pensando: “‘Pego" ou não ‘pego’.”

Até que o professor disse:

- Annabeth.

- O que?

- Quando um átomo perde um elétron, o que é que se forma?

- Eh...eh...um ar? – balbuciou ela.

- Não. Então quem quer responder essa pergunta?

0 garoto ao seu lado levantou a mão e Annabeth começou a achar que ele era meio esquisito, afinal que tipo de aluno que queria ter algum tipo de popularidade positiva na escola, levantava a mão para responder o professor? Mas mesmo o achando esquisito, ele ainda era lindo.

-Sim, Perseu. É Perseu não é? – disse o professor Beckendorf.

- Sim. Ele se forma um íon. – respondeu o garoto.

-Certo.

A loira encarou o menino ao seu lado completamente surpresa. De repente, ele fez algo que ela também não esperava: pegou sua mochila, tirou dela um óculos feio e brega de aro grande e colocou-o no rosto. Se ela houvesse visto qualquer outra pessoa fazendo isso, acharia que ficou ridculo, mas nele pareceu cair perfeitamente.

Ela tentou afastar tais pensamentos de sua cabeça até o sinal tocar. Saiu da sala e, em seu interior, desejou que ele tivesse a mesma aula que ela no tempo seguinte, mas decepcionou-se ao vê-lo indo em outra direção. Annabeth resignou-se, caminhou em direção a sua sala e quando chegou sentou-se em qualquer cadeira.

De repente, um rapaz adentra a sala. Ele tinha cabelos loiros meio areia,alto,com olhos azuis como o céu e pele levemente bronzeada. Seu nome era Luke Castellan e ele antes fora conhecido como o maior ‘’pegador’’ do colégio, mas havia uns tempos que ele mudara. Essa mudança havia acontecido quando ele havia virado uma das ‘’vitimas’’ de Annabeth e por acaso, havia se apaixonado completamente por ela. Mas, como de costume, a loira não sentia mais do que atração física pelo mesmo. O rapaz quis se sentar ao lado dela, mas ela disse:

— Não quero sentar com você hoje, Castellan. Sente-se em outro lugar.

Mas o pedido de Annabeth foi frustrado quando ambos perceberam que aquele era o ultimo lugar vago na sala. A loira ansiava para que a professora chegasse logo e Luke prestasse atenção na aula.

Suas preces foram atendidas e uma mulher ruiva adentrou a sala. A professora chegou e escreveu seu nome no quadro. Seu nome era Artemis e ela transpassava uma imagem de simpatia e calma para a turma toda, até mesmo para Annabeth. Ela começou a falar sobre ela e tal, mas a loira já não prestava mais atenção. Seus pensamentos eram voltados a somente uma pessoa: um tal de Perseu que havia sentado ao seu lado na aula de química.

Ela nunca imaginou que queria "pegar" um garoto de óculos de aro grande e que parecia meio esquisito. Sua preferência sempre fora garotos de portes mais atléticos, populares e que não usassem óculos, mas Perseu parecia ter mudado um pouco esse conceito. Annabeth não entendia como poderia sentir algo forte por um esquisito que ela nunca havia visto na vida.

Seu tédio e sua confusão já estavam começando a irritar muito a menina quando ela perguntou para a professora:

-Posso beber água?

-Sim, mas vá rápido! – respondeu a professora Artemis.

Annabeth saiu da sala, seguindo em do bebedouro, pegou um copo, encheu-o e ficou lá parada bebendo até que ela houvir passos. Curiosa para saber quem andava por ali também, saiu de perto do bebedouro, seguiu o som e encontrou ninguém mais ninguém menos do que Perseu, que por algum motivo continuava sujo de gracha.

Disfarçadamente, se aproximou dele e fingiu que tropeçou, caindo em cima dele e fingido-se de arrependida, disse:

— Oh, me desculpe!

— Não tem problema. – respondeu vagamente.

— Então, nunca te vi por aqui antes. Você é novo? – perguntou Annabeth insatisfeita com a resposta vaga dada pelo garoto.

— Sou. – o garoto respondeu.

— Eu poderia saber o seu nome? – perguntou ela novamente. Por que suas respostas eram tão vagas?

— Me chamo Perseu Jackson, mas a maioria das pessoas me chama de Percy. E o sue nome é...?

— Ah, Annabeth. Annabeth Chase. – ela respondeu.

A loira ia falar mais alguma coisa, mas fora interrompida pelo sinal que acabara de tocar. Ambos murmuraram um ‘’tchau’’ e seguiram seus caminhos. A menina sentia-se extremamente idiota por ter ido falar com ele e não sabia porquê de ter feito isso.

Tudo parecia muito confuso para ela. Mas ela não sabia que mudanças estavam próximas. Tais mudanças seria beneficiadoras, tanto para ela, quanto para ele.

Notas finais
E ai? O que acharam? Merecemos reviews? E recomendações?