Love Me
2 Amor é para fracotes
Notas iniciais
Percy Jackson nunca esperou se apaixonar.Ele até gostava de Rachel, — uma garota rica, com que seu pai queria que ele saísse – mas apenas como amiga.Achava que amor era para os fracos, idiotas e insolentes.Apaixonar-se só iria trazer desespero para sua vida.
Mas o que ele não sabia é que teria uma nova teoria sobre o amor quando conhecesse ela.
–Perseu! – berrou uma voz de garota do corredor da mansão Jackson.
Ele suspirou.Levantou-se de sua cama confortável e foi abrir a porta de carvalho.
–Thalia. – ele encarou com frieza a irmã gêmea.
–Não me venha com essa! – ela esbravejou – Onde está o meio diário?!
–Acha que eu vou saber? – ele ergueu uma sobrancelha.
–Mas é lógico!
–Uma informação para você, querida irmã.Eu não peguei seu querido diário. –ele disse com calma e fechou a porta.
–Mãe! – ouviu-se Thalia gritar.
O garoto voltou pensando para sua cama.O sol brilhava lá fora, com uma leve brisa refrescando o ar.
Um sorriso bobo brotou de seus lábios.
Ele levantou-se repentinamente e caminhou até a porta.Abriu-a e andou até o quarto de sua irmã.
As paredes de um vermelho sangue, o deixavam arrepiado.Ele sempre dizia que ela era gótica, apenas para irrita-lá.Diferente das garotas do século XIX, Thalia se destacava por ser mais...moderna.Seus vestidos pretos cobriam o guarda-roupa e todo o tipo de coisas idiotas e pretas – de fotos de vampiros à vampiros sanguinários de pelúcia – ocupavam seu quarto.
–Deixe-me ver.Onde a minha esquecida irmã guarda o seu diário. – ele abaixou-se no chão e vasculhou de baixo da cama. – Aqui!
Ele puxou um caderno vermelho sangue – para variar – e abriu-o.
–“Querido diário, hoje eu e Luke fomos calvagar no campo da família dele.Ele foi tão cavalheiro!Minha vida está se tornando um conto de fadas, a não ser pelo Percy – o imbecil do meu irmão -.” – ele riu.
–Percy! – gritou sua irmã.Só então o jovem se deu conta que Thalia estava observando-o.
–Opa! – ele levantou-se com o diário na mão e começou a correr.
–Volta aqui, seu peste! – ele desceu pela escada e foi em direção do salão principal.
A mãe deles – Sally – estava arrumando arranjos de margaridas.
–Crianças. – ela disse calam, quando eles passaram por ela. – Parem de brigar.
–Mãe!Diga para Percy devolver meu diário!
–Percy, devolva o diário de sua irmã.
Tântalo – o modormo — apareceu e parou na frente de Perseu.
–Senhor. – ela falou, tirando gentilmente o caderno das mãos do garoto e entregando para Thalia.
–Obrigada, Tân. – a garota agradeceu.
–Não foi nada, senhorita.
Percy bufou.O modormo sempre tratou sua irmã melhor do que ele.Tântalo, sempre cedia às vontades de Thalia.
Ele andou até o jardim imenso da família Jackson.Quando seu pai voltaria? Perguntou-se.
Ele observou as imensas montanhas que cercavam o vale.Um carro deslizava para dentro do vale.
Ele sentiu alguém se aproximando.
–Olá, Perseu. – falou Poseidon,- seu pai – sorrindo.
–Oi pai. –ele disse desanimado.
–Sabe quem vem lá? – o senhor de cabelos escuros e olhos verdes perguntou ao filho.
–Hummm.Não.
–A neta de Carmem Chase.Junto dos pais.
–Ah.
–Carmem está doente.O filho veio cuida — lá. – explicou Poseidon.
–Está certo. – disse Percy.
–Acho que devemos visitá-los, não concorda? – perguntou o pai.
–Concordo. – repondeu.
–Esse é o meu garoto. – sorriu o senhor.
Perseu pensou nos interesses do pai sobre a neta de Carmem.Será que ele desejava que Percy saísse com a garota?
Ele deixou seus pensamentos vagarem, enquanto o crepúsculo cobria o céu.
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