Love Kills

1 O amor mata


Notas iniciais
- Eles não me pertencem. - Fic sem fins lucrativos. Em um momento depressivo saiu isso, espero que gostem.

Soluava ao ouvir tais palavras, as lagrimas sofridas abandonavam seus olhos.

- Acabou, não adianta insistir, eu não te amo e nem nunca amei. Agora some daqui Takanori. — Disse o loiro com raiva.

-Ma...mas você não pode fazer isso comigo, eu te amo e... e não que... quero que acabe... assim. — Era interrompido por seus soluos.

- Mas eu não te amo, alias, tenho nojo de você. — O loiro fitava a parede escura de seu quarto, dando um soco na mesmo logo em seguida.

- E qual o motivo disso, o que eu fiz pra você? — Chorava mais, acabou por se sentar no conto do quarto escuro abraçando as pernas.

- O motivo, bem, você apareceu na minha vida, fez ela se moldar ao redor do seu egoísmo Takanori, e ainda mais, estou com uma mulher agora.

- No entendo você Akira, jurava me amar, fez meus pais me jogarem pra fora de casa, e agora fala isso. Espero que essa sua vadia saiba te satisfazer e você no se canse dela. — Levantou e correu até a porta. Mas antes de fechá-la gritou. — Morre Reita, você e sua vadia.

Aos prantos entrou no elevador, no tinha para onde ir, afinal morava com Reita desde que veio para Tokyo tentar a sorte com sua banda, seus pais foram claros, ele nunca mais poderia aparecer na casa deles, e seus companheiros de banda, estes pouco ligam para ele, acabou os afastando de si por seu egosmo e tinha plena consciência disso, o contato com eles era extremamente profissional.

O pequeno tremia de tanto chorar, não sabia o que fazer, como iria viver sem seu amor, sua famlia, seus amigos, não tinha absolutamente nada naquela imensa cidade. Queria voltar até o décimo segundo andar e ver que tudo fora um delírio, que Akira o esperava com uma linda mesa de jantar e flores, mas era obvio que a verdade não era essa.

Realmente, ele voltou ao décimo segundo andar, no apartamento 1208, pensou em bater porta, mas ouviu, era a voz de uma mulher aos risos com Akira, que estava muito feliz para o recente acontecimento.

- Vamos Aki-chan, é sua vez. — Riram, isso fazia o pequeno querer morrer, todas as juras de amor eram falsas então, como poderiam.

Bateu a porta, e logo a vadia abriu com um sorriso enorme.

- No que posso ajudar? — A como era sinica, poderia ajudar sumindo dali e morrendo.

- Quero falar com Akira-san por favor . — As lagrimas secaram, só restava a raiva e ódio do loiro e de sua vadia barata.

- Entre, vou chamá-lo, sinta-se a vontade. — Falava como se fosse dona da casa, o que deixava o pequeno com mais raiva ainda.

Adentrou o local tão conhecido e viu o que não queria, Reita beijava a vadia, que estava arrancando sua camisa.

- Boa noite Reita e... como posso chamá-la? ...a vadia do Reita, como a noite está linda, não ?

- Takanori, o que você 'tá fazendo aqui? E como se atreve a tratar Aiko assim.

- Aiko, esse o nome, bom agora sei o que você anda gemendo.

- Cala a boca e sai daqui, nada do que eu faço lhe diz respeito. — Nesse momento o loiro se aproximou e lhe deu um soco na barriga.

- Bom Reita, continue defendendo a vadia, por que não me deixa experimentar, quem sabe eu gosto, hum?

- Sai daqui. — Outro soco.

- Venha aqui Aiko. — Esta o obedeceu. Sabe, eu namorava o Reita antes de você aparecer e acabar com tudo, mas eu te agradeço sabia, venha, me dá um abraço. — Timidamente e receosa ela o fez, e neste momento Ruki pega o seu canivete no bolso e acerta a barriga de Aiko, repetindo o ato por mais sete vezes.

- RUKI, EU VOU TE MATAR. — Gritou, logo avançou sobre o pequeno lhe dando vários socos pelo corpo, então a faca foi sentida pelo loiro em sua perna, logo em suas costas e logo caiu ao chão. O ruivo continuava a esfaqueá-lo e a chorar.

- Agora você pode amar sua vadia. Caminhou até a janela e pulou, dose andares de queda e um solo nada agradvel, um impacto doloroso, a morte.

Notas finais
Desculpem meu sadismo, mas a Aiko merecia morrer, não acham?

Reviews?
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