Love In School

7 Capítulo 6- Escuridão


Notas iniciais
Esse capitulo é meio pervertido... hehehe.

Cake estava arrumando suas coisas dentro do quarto, e estava extremamente nervosa, por que não achava o seu par de tênis preferido, então eu sai do quarto para ela não descarregar a fúria em mim.Eu estava sentada no banco do corredor enviando torpedos para amigas em meu celular, havia muitas pessoas passando de um lado para o outro, com malas e bouças, já eram 15:30 do sábado, e os parentes dos alunos esperavam do lado de fora do colégio. Meus pais não iriam me buscar naquele fim de semana, aviam viajado a negócios, e a uma hora dessas, deveriam estar em um avião, há 300 mil pés de altura.

- Hey Fionna, não vai se arrumar?

Perguntou Jake, o garoto ruivo legal que geralmente não falava muito comigo.

- Não... eu não vou sair nesse fim de semana...

- Ah, que pena, divirta-se...

- Obrigada por se importar.

Ele saio andando com uma bolça enorme no ombro, caramba, pra que tanta coisa só para passar um fim de semana fora do colégio?

Cake saio do quarto com uma mala na mão e o cabelo meio desgrenhado.

- Tchau Fionna, bom final de semana.

- Tchau Cake... você deveria se olhar no espelho antes de sair, seu cabelo está uma maçaroca!

- Ah! Argh! É por que eu acabei de sair de de baixo da minha cama, eu estava procurando meu tênis....

- Achou?

- Nãaao!

Ela fez uma cara de raiva, beijou minha testa e saio correndo. Uma voz ecoou por toda a escola através de mega-fones.

" Atenção alunos, os parentes estão esperando na frente do colégio, apressem-se"

Rapidamente o corredor ficou vazio, e só restava eu ali sentada. Resolvi dar uma passeada pelo colégio vazio para ver se ainda tinha gente por ai. mas quando eu estava no fim do corredor, as luzes se apagaram, e tudo virou uma completa escuridão.

- Ah! Hey! Tem alguém aqui?

- Fionna? É você?

Uma voz conhecida gritou meu nome.

- Marshall? Marshall!!?

- Sim!

Uma luz ligou no meio da escuridão, e vi Marshall com uma lanterna no fim do corredor, corri até ele.

- Oque está fazendo aqui Fionna? Deveria estar no seu quarto!

- Eu sei, é que... eu ia dar um volta por ai, eu não sabia que a energia ia acabar!

- A energia não acabou, a diretora desliga as luzes quando todos vão embora, ela também foi, só temos nos dois no colégio todo.

- Argh.

- Vamos.

Ele puxou minha mão.

- Hei! Para onde vamos?

- Para o meu quarto, eu não vou deixar você sozinha aqui.

Eu dei um sorriso, ainda bem que estava escuro, assim ele não poderia ver meu sorriso malicioso e minhas bochechas coradas.

Quando chegamos no quarto dele, ele ligou a luz e trancou a porta.

- Fique a vontade.

- Ah.. Obrigada.

O quarto dele era cheio de pôsteres de bandas de rock, e a cama dele tinha um lençol preto com uma caveira no meio. Me sentei na cama dele e peguei uma caveirinha de plástico que estava na estante dele. Ele tirou a camisa, e como já se pode imaginar... eu corei e arregalei os olhos.

- Que foi? Nunca viu um garoto sem camisa?

- Ah... é... eu já vi meu pai, e meu irmão...

Ele sorrio.

- Você é virgem?

- Claro!

Ele sorrio e suspirou.

- Qual é o motivo dos risos?

- Haha, nada...

Ele ligou o computador e logo ficou calado, concentrado no que estava fazendo na internet.

- Fionna.

- Oque?

- Como foi o encontro com o Chiclete?

- Ah... foi legal...

- Oque aconteceu lá?

- Nada de mais...

- Como assim nada de mais?

- Ah.. agente só fez um piquenique, e conversamos.

- Hahaha, o Cet é mesmo uma bichinha!

- Porque?

Eu fiquei nervosa com o insulto.

- Se fosse eu, eu já tinha lhe dado uns beijos.

Eu abaixei a cabeça para que ele não visse o meu sorriso.

-Ora, oque quer dizer com isso?

- Quero dizer que...

Ele se levantou da cadeira, e ficou em pé na minha frente, se inclinando um pouco para olhar nos meus olhos.

- Eu gosto muito de você Fionna.

Eu corei e respirei fundo.

- Fionna! Lembre-se de respirar!

- Ah...

A voz não queria sair de dentro de mim.

- Marshall... eu...

Ele me interrompeu e meu beijou, eu fiquei imóvel enquanto ele tirava a minha blusa. Quando ele ia desabotoar o meu sutiã, eu o empurrei.

- Marshall!

- O que foi Fionna?

- Oque está fazendo?!

Eu me levantei e tentei abrir a porta, mas estava trancada, e eu tentava girar a chave com as mãos tremulas.

- Oque você está fazendo? Essa chave tem um segredo, só eu sei qual é.

- Abra já essa porta Marshall!

- Por que? Estávamos indo tão bem!

- Eu não posso!

- Ah, já sei, você não gosta de mim não é? Só não me diga que esta namorando aquele... viadinho do Chiclete!

Ele agora esta gritando, e eu senti um alivio por não ter aceitado ainda o pedido de namoro de Cet.

- Não! Não é isso Marshall! Eu não estou namorando ele, e sim, eu gosto de você.

Ele se levantou e veio andando até mim.

- Então, por que não me quer?

- É que....

- Está nervosa? Não precisa... é só se deixar levar.

Ele me empurrou contra a parede, e olhou fixamente em meus olhos, me beijou, eu queria fazer aquilo, eu amava Marshall, mas se Cet ficasse sabendo, ele iria ficar muito magoado, mas de qualquer forma, eu sei que Marshall não iria dizer para ninguém, então eu confiei nele, e me deixei levar como disse ele.

Ele desabotoou a calça Jeans, e tirou minha saia azul. Me levou para a cama dele, e tirou meu sutiã. Passou a mão por todo o meu corpo, me fazendo arrepiar.

Com movimentos delicados ele tirou minha calcinha e acariciou meus seios, eu estremeci e ele deu um sorriso malicioso enquanto beijava todo o meu corpo. Delicadamente ele enfiou de leve um dedo na minha vagina.

- Aaar

Eu gemi baixinho, eu não queria fazer muito barulho, poderia ter mais alguém no colégio. Ele fazia movimentos da entra e sai com o dedo, ele colocou mais um dedo e eu não consegui gemer baixo, gemi mais alto, mas sem gritar, ele parecia se satisfazer apenas com os meus gemidos. Algo desceu da minha vagina, aquilo nunca tinha acontecido comigo, pelo fato de eu ser virgem, e nunca ter me masturbado, eu preferia ser a garota comportada. Então, eu conclui que eu havia gozado no dedo dele, eu fiquei envergonhada.

Ele tirou o dedo de enfiou o membro na minha vagina.

- Aaawm.

Eu gritei, ele começou a enfiar o membro da minha vagina com mais força, e eu arranhava as costas dele deixando lá marcas vermelhas. Já estávamos... transando... ( eu não gostava de usar aquela palavra, sempre que pensava nela eu corava, eu acho que sou doente, eu coro por tudo! Argh!) a quase 1 hora, e eu me sentia nas nuvens com aquilo. Ele metia com cada vez mais força. E eu gritava de dor e prazer. Ele tirou o membro de mim, suspirou e gozou em cima de mim, no inicio eu achei aquilo meio nojento, mas depois de um tempo até que eu gostei. Eu estava sem ar, e respirava com dificuldade.

- Ah...ah...ah.. Marsh..Marsh... Marshall.

Ele se deitou ao meu lado e me abraçou com força.

- Oque?

- Eu... eu te amo.

- Eu também te amo Fionna

Eu dormi em seu peito, ele ainda cansado, respirava fundo, e seu halito fresco soprava em meus cabelos loiros, bagunçados e espalhados no suor do peito dele. Aquela tarde foi maravilhosa!

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Notas finais
Gente, comentem oq acharam, e eu quero que me digam, se estão conseguindo ver as imagens no fim do capitulo.