Love In School

11 Capítulo 10- Perdoada


Eu tinha que ir para a aula, estava atrasada.. muito atrasada, eu corria pelo corredor. Quando cheguei na porta da sala, bati e entrei ofegante.

– Fionna? O que faz aqui?

– Ah.. eu vim para a aula professora.

– Não! Eu fiquei sabendo que você ganhou uma semana sem aulas, para cuidar de Marshall Lee.

– Ah.. me desculpe, eu não sabia.

– Tem que prestar mais atenção ao seu redor senhorita.

– Me desculpe...

Eu sai da sala aliviada enquanto aquela garota imprestável.. a jujuba, cochichava com uma garota sentada ao lado dela e sorria olhando para mim, qual era o problema daquela idiota?! Marceline olhou para mim e sorrio como se foce minha melhor amiga, estava sentada ao lado de Cake, e elas tagarelavam, talvez sobre mim e Marshall.

Pensei... já que eu estava livre, e Marshall estava dormindo, eu podia fazer uma visitinha a Seth e me desculpar por ter escolhido Marshall.

Quando cheguei na porta do quarto dele, bati na porta delicadamente e abri a porta colocando a cabeça para dentro do quarto e dando uma espiadinha.

– Fionna! Entre!

Gritou Seth animado.

– Me desculpe por hoje mais sedo Fionna, eu fui muito rude, eu devia ter respeitado sua escolha...

– Está tudo bem... eu te perdoou.

– Muito obrigado.

Ele se levantou da cama cambaleando e me abraçou sorridente, percebi que seu braço direito estava em uma tala.

– Oque houve com o seu braço?

– Nada, eu coloquei essa tala para enganar a enfermeira e fazer ela me dar mas alguns dias sem aula.

Eu sorri, ele me encarou com um olhar sério e chegou mais perto.

– Fionna... o que ele tem que eu não tenho?

– Seth...

– Por favor, só me responda... por favor...

– Eu não sei Set, eu segui meu coração, e ele escolheu Marshall.. mas eu te amo Seth.

– Está bem...

Ele chegou mais perto, me deu um beijo e agarrou minha cintura. Eu estremeci e arregalei meus olhos para ele, empurrei ele , mas ele não sessou.

– Seth.. eu...

– Shh...

Ele me deitou delicadamente na cama e tirou minha blusa, tirou a camiseta branca, e eu fiquei surpresa.... ual! Eu não sabia que ele tinha o peito tão definido... fiquei sem ar, e ele começou a abaixar minha saia acariciando minha barriga com as mãos delicadas.

– Seth...

– Shhh... nós merecemos pelo menos um tempinho só para nós.

Ele tirou a bermuda e desabotoou meu sutiã, me beijou e tirou minha calcinha enquanto eu tirava a cueca dele.

Ele acariciava meus seios enquanto me beijava. Depois de um tempo nos acariciando, ele colocou o membro dele na minha vagina e foi enfiando devagar, eu me arrepiei e gemi baixinho enquanto ele sorria maliciosamente.

– Estou te machucando?

A voz não saia,então fiz não com a cabeça. Ele começou a fazer movimentos e vai e volta com o membro, cada vez mais rápido.

– Ah..ah...ah..

Eu gemia alto agora, e ele gostava. Logo ele estava enfiando com mais força e eu gritava de prazer enquanto ele fazia aquilo.

Ele tirou o membro de mim, eu me sentei de pernas cruzadas na cama e ele me beijou. Depois se ajoelhou na cama e colocou o membro na minha boca, Marshall nunca tinha feito aquilo, talvez por medo de eu não gostar, ele se preocupava comigo, mas Seth apenas fez, sem se importar. Eu não sabia o que fazer, e então resolvi fazer a coisa mais óbvia, chupei o membro dele enquanto ele gemia baixinho e empurrava minha cabeça.

Ele gemia, e eu estava quase engasgando com o membro dele que descia até minha garganta, ele empurrava minha cabeça com mais força e eu chupava o membro dele com vontade.

Depois ele tirou da minha boca, apertou meios seios e me beijou novamente, eu gemi baixinho com as mão dele nos meus seios apertando-os.

Ele afastou minhas pernas e ponhou o membro na minha vagina novamente, dessa vez ele enfiou com mais força e velocidade.

Depois de um tempo enfiando o membro na minha vagina ele tirou e suspirou, ele gozou.


Eu estava voltando para o quarto de Marshall arrependida por trair Marshall daquela forma. Eu não sabia como olhar para o rosto dele, eu até me esqueci que Seth estava ao meu lado me acompanhando até o quarto de Marshall, ele mancava, e algumas pastes do corpo estavam inchadas ou roxas.

– O que foi Fionna?

–Eu estou preocupada com Marshall... e se ele descobrir?

– Nunca ninguem vai descobrir isso... se depender de mim é claro.

– Obrigada Seth.

Ele quase me beijou mas eu virei o rosto, Marshall já havia sofrido o bastante por hoje... pelo menos em minha mente.

Chegamos ao quarto, Marshall estava arrumando seu quarto, e viu Seth ao meu lado. Arregalou o olhos e fechou a mão e veio em direção a ele com a mão levantada, como se foce dar um soco na cara dele.

Ele me puxou para dentro do quarto e deu um soco na cara de Seth.

– Seu viado! O que estava fazendo com ela?!

Quando ele ia dar outro soco em Seth, eu segurei sua mão. Seth se recuperou e levantou o punho para Marshall, eu me joguei na frente dele.

– Se bater nele, estará batendo em mim!

Ele abaixou a mão e saio andando pisando duro sem dizer nada e nem olhar para traz.

– Fionna, o que estava fazendo com aquele boiolinha cor de rosa?

– Não o chame assim! Eu fui me desculpar, e ver se ele estava bem, ele é meu amigo Marshall.

– Tem certeza? Só amigos?

– Claro seu bobinho.

Eu sorri para ele e ele me olhou com cara de desconfiado.

Eu estava quase contando oque aconteceu quando ele se levantou e pegou algo em cima da estante dele.

– Fionna, eu tenho um presente para você.

– Ah.. o que é?

– Abra e você vai descobrir.

Eu abri a linda caixinha vermelha com um laço preto, dentro tinha um lindo colar, com um pingente de coração.

– Não é muita coisa, é só uma lembrança.

– Ho Marshall... muito obrigada... eu adorei, é muito lindo, eu te amo.

– Com licença.

Ele pegou o colar e tirou meu cabelo do pescoço, colocou o colar em mim com toda a delicadeza, me beijou e sorrio.

– Eu te amo... ok?

– Eu também te amo Marshall.

Eu abracei ele e ele me beijou.

Eu fiquei pensando no que aconteceu comigo e Seth, fiquei muito arrependida, eu nuca mais faria aquilo com Marshall, ele ficaria muito machucado de descobrisse aquilo, Seth deu a palavra dele que não contaria, e eu tambem não iria contar, apenas ficaria com aquele peso na consciência.