Love History

17 Capítulo 17


Notas iniciais
Sim aqui estou com mais um cap o/ e dessa vez é o penúltimo mesmo ^_^

Eu me emocionei escrevendo esse cap, era uma coisa que eu queria fazer já a algum tempinho, espero que gostem...

vou deixar o link com a musica que eu ouvi enquanto escrevia.

http://letras.mus.br/final-fantasy-series/843131/traducao.html#legenda

Prontinho, agora vamos ao cap uhuuu

Londres 1890

A temporada em Londres mal havia começado e eu já sabia que não seria fácil, como o ultimo negocio em que entrei se mostrou um sucesso as coisas estavam calmas, pelo menos nessa parte. No jantar da noite passada minha mãe deixou bem claro a sua vontade de ser avó, meu irmão que por milagre se designou a comparecer ao jantar já disse que não tem planos de se casar nessa nem em nenhuma vida o que nos levou à horas ouvindo uma lista interminável das bênçãos e maravilhas do casamento, de quão engrandecedor é para um homem ter uma mulher qualificada e refinada ao seu lado.

Eu sempre soube que meus pais se casaram por conveniência, assim como quase todos os casamentos eram feitos e assim como meu casamento também seria. Mas eu também era testemunha da amizade, companheirismo e felicidade deles durante os anos de casamento e também foi testemunha do quanto ela sofreu com a morte dele.

-Sesshy. –ouvi alguém gritar, só havia uma pessoa que ainda usava esse velho apelido. –por que esta andando tão rápido, esta com pressa ou algo parecido?

-e você, não pensei que estaria acordado tão cedo depois da farra na casa de Will. –Charles era um grande amigo desde meus tempos de calça curta, ele era quase como um irmão, principalmente quando recebi a noticia da morte de meu pai, ele esta no meu lado no momento e foi um grande aliado no pior momento da minha vida.

-não fui à festa. –disse ele caminhando ao meu lado. –as festas dele já foram melhor frequentadas, agora é só um bando de arruaceiros sem nada para fazer a não ser gastar o dinheiro dos pais.

-e você é muito diferente né? –provoquei, Charles e eu não éramos santos, já tivemos nossas aventuras e deslizes, mas podíamos dizer que éramos os mais responsáveis na nossa idade e com nossa condição social.

-muito engraçado. –disse ele fingindo estar ofendido. –então quais são os planos para a fervorosa temporada em Londres? –ele era uma das poucas pessoas para quem podia me abrir então decidi que não havia problema em lhe contar sobre meus futuros planos.

-vou me casar. –Charles parou no mesmo instante, já esperava essa reação dele.

-esta falando serio?

-minha mãe não para de dizer que quer netos para mima-los em seus últimos anos de vida. –revirei os olhos. –como se ela fosse alguma velha anciã.

-já tem alguém em mente? –perguntou Charles enquanto voltávamos a caminhar, eu tinha que estar presente na reunião na camará dos lorde naquela manhã embora não estivesse muito animado para isso.

-na verdade não, eu tomei essa decisão há pouco tempo. –talvez agora terei que frequentar bailes para conhecer alguma possível candidata. -mas me diga o que perdi nos primeiros dias da temporada? –Charles pareceu pensar um pouco, mas então ele deve ter lembrado algo, pois um largo sorriso surgiu em seus lábios.

-na verdade o assunto da temporada esta vindo em nossa direção. –olhei na direção em que ele me indicou e foi como se o mundo a minha volta tivesse sumido, vindo em nossa direção estava a criatura mais bela que pudesse existir na face da terra.

-quem é ela? –perguntei, agora fui eu que parei de andar.

-Rin Takahashi, sobrinha do general Takahashi, acabou de debutar e dizem que será o sucesso da temporada. –Charles tinha um sorriso nos lábios enquanto me dava todas as informações sobre a jovem que vinha caminhando em minha direção.

Com toda certeza ela seria um sucesso, os cabelos negros que brilhavam como a noite em pleno dia no meio de tantos cabelões louros eram como uma flor rara num imenso jardim comum, os olhos azuis era como o oceano nos convidando para mergulhar em sua profundezas e seu sorriso... seu sorriso era como o primeiro brilho do sol depois de uma tempestade, ela era simplesmente maravilhosa.

-como você sabe tanto sobre ela? –perguntei finalmente deixando de olhará para encarar Charles, será que ele estava interessado nela?

-não me olhe assim. –disse ele levantando as mãos em defesa. –ela é uma jovem bonita, mas não estou interessado, apenas tenho uma irmã que também debutou nessa temporada, acredite isso é o suficiente para saber sobre tudo sobre qualquer pessoa nessa cidade.

-sabe se ela já tem algum pretendente.

-vejo que ficou interessado. –o sorriso em seus lábios se alargou. –pelo que sei ainda não a nenhum pretendente aceito, mas não posso lhe garantir nada, pelo que soube ela já recebeu algumas visitas. –essa era a primeira vez que me arrependi de perder o inicio da temporada por estar ocupado fazendo negócios. –mas se serve de consolo, ela ira acompanhar a mim e a minha irmã ao piquenique amanhã, você podia parecer e deixe o resto comigo. –sabia que podia contar com Charles.

Na manhã seguinte recebi um bilhete de Charles confirmando a hora do piquenique, confesso que estou ansioso, embora não entendesse porque, já conheci varias mulheres, mas essa jovem era diferente, tinha algo nela que me despertava algo que não conhecia.

-Onigumo. –quando estava saindo, meu irmão mais novo estava entrando, a gravata desfeita, os cabelos bagunçados, barba por fazer, com certeza estava voltando de mais uma noite de farra. –até quando vai isso?

-a que se refere milorde? –lá estava o mesmo tom de deboche com que ele vem se referindo a mim nos últimos tempos.

-você sabe muito bem. –aquilo já estava me irritando. –essa vida leviana a que você tem se submetido, não só você, mas nossa família ou pensa que isso não afeta nossa mãe?

-não se preocupe, tenho certeza que ela esta bastante feliz com seu primogênito. –ele andou cambaleando, nosso mordomo teve que segura-lo, isso era realmente humilhante não entendia o porquê de Onigumo se prestar a isso. –eu estou bem, estou bem. –disse se soltando. –pode seguir seu caminho, não perca seu valioso tempo como duque de Brandyshon, tenho certeza que tem coisas mais importantes a fazer.

-você é meu irmão Onigumo, não a nada mais importante que a minha família. –ele apenas balançou a mão como se aquilo não fosse importante e subiu as escadas em direção a seu quarto. –mande prepara um banho para ele... e um café bem forte. –dei instruções a Alfred e sai, se eu ficasse com certeza brigaria com meu irmão e ele não parecia com disposição para isso.

Encontra-los não foi difícil, mas deixar de encarar Rin cada minuto se mostrou quase impossível. Se antes a achava maravilhosa agora tinha certeza de que ela era perfeita.

-então você gosta de literatura? –perguntei surpreso, a maioria das mulheres que conhecia só liam as revistas de fofocas.

-de todos os tipos, quando leio é como se pudesse viajar por vários lugares. –seus olhos brilhavam em quanto falava sobre suas aventuras literárias e isso só me deixava ainda mais fascinado. –tem vezes que perco a hora lendo. –ela se calou e me encarou hesitante, suas bochechas estavam coradas. –me desculpe, acho que acabei me empolgando, tenho certeza que não esta interessado...

-pelo contrario, estou fascinado. –a alegria que vi surgir em seu rosto com o sorriso o fez ter certeza que queria aquela mulher.

Os dias seguintes foram os mais difíceis, além de todo um ritual a se fazer quando se cortejava uma dama, ainda tinha a questão de Rin aceitar ou não e essa duvida me torturou até a noite do baile dos Synclair, quando tive certeza que tinha uma chance, e também foi à primeira vez depois de varias tentativas de tira-la para dançar, seu cartão de dança estava sempre cheio, mas na ultima noite Charles me cedeu sua vez, claro que isso me custou um pouco, mas se fosse para ter Rin em meus braços nem que fosse por um breve momento valerá a pena.

-pelo visto as coisas estão indo bem entre você e Rin. –Charles e eu estávamos almoçando em nosso clube favorito.

-você acha que ela aceitaria se eu fizesse o pedido? –perguntei sem perceber, Charles me encarou e então sorriu.

-está falando serio? –então começou a rir.

-pensei que já soubesse, eu a estive cortejando durante duas semanas, tenho certeza que já devem estar especulando pelas redes de fofoca quando farei o pedido.

-eu sei... eu sei. –disse recuperando o fôlego. –mas ouvir você falando torna tudo tão real. –ele finalmente parou de rir e eu agradeci mentalmente por isso. –Rin é uma ótima garota, vocês dois ficam bem juntos e se for o caso você poderia fazer o pedido antes do baile de mascara dos Wilson?

-e por que esse interesse? –perguntei desconfiado.

-apostei uma boa quantia em que você faria o pedido antes do final de semana. –claro que ele tinha algum interesse nisso.

-me alegra em saber que os rumos da minha vidam vão aumentar a sua renda. –rimos e continuamos com nossa refeição.

Dois dias depois durante o jantar que a Tia de Rin organizou consegui um momento para que ficássemos sozinhos.

-se minha tia nós ver aqui fora terá um ataque. –disse se sentando em um dos bancos do jardim. –tem vezes que acho que ela é conservadora demais. –eu me aproximei, mas não sentei ao seu lado, estava nervoso, na verdade aquela era a primeira vez em que me senti tão nervoso antes na minha vida. –aconteceu alguma coisa? –ela tinha percebido, era incrível a facilidade que ela tinha de perceber as coisas sobre mim.

-na verdade tenho uma pergunta para te fazer. –eu andava na sua frente sem conseguir ficar parado. –é uma pergunta importante.

-então faça. –ela se levantou e veio até mim, parou em minha frente e ao ver aqueles lindos olhos azuis todo meu nervosismo se foi.

- Rin Takahashi. –me ajoelhei e tenho certeza que vi lagrimas surgirem em seus olhos. –me daria à honra de ser tornar minha esposa? –ela não me respondeu apenas me encarava, os olhos arregalados, nesse momento pensei que ela diria não, foram os segundos mais longos da minha vida antes de ela responder.

-aceito. –sua voz não passou de um sussurro, mas foi o suficiente para me fazer levantar e agarra-la, a girei no ar e quando a desci tomei seus lábios, já havia tempos que queria beija-la sentir o gosto de seus lábios e eram mais doces do que poderia ter imaginado.

Dois meses depois...

-nenhuma noticia ainda? –a reunião na camará já havia acabado, Charles e eu éramos um dos poucos que ainda permaneciam ali.

-desde a noite do noivado que não o vejo, minha mãe está muito preocupada embora tente disfarçar, por isso Rin e eu decidimos voltar mais cedo de Brandyshon, não queríamos deixa-la sozinha. –e também porque estava muito preocupado.

-então foi por isso que voltaram tão cedo da lua de mel? –acenei em afirmação. –eu realmente não entendo o que esta acontecendo. –eu sabia bem sobre o que ele queria dizer. –ainda lembro que quando éramos crianças e Onigumo vivia atrás de nós para participar de nossas brincadeiras, o que será que mudou tanto nele? –eu me fazia a mesma pergunta. –quem sabe seja só uma faze... logo ele voltará a ser o mesmo de sempre. –apesar de Charles tentar me animar eu não tinha tanta certeza, tinha algo no olhar de meu irmão que me dizia que ele já não era o mesmo.

Mas semanas se passaram sem nenhuma noticia de Onigumo, mas por outro lado também foram as melhores da minha vida, e não me surpreendi quando descobri que estou apaixonado pela minha esposa, sempre pensei que teria um casamento com amizade e companheirismo, mas nunca com amor e tenho que confessar que é a melhor coisa do mundo.

-tenho certeza de que ele logo dará noticias. –disse Rin me abraçando por trás, com certeza ela percebera minha preocupação durante o jantar.

-tem razão. –me virei para ela para beija-la, tê-la em meus braços sempre fazia com que eu me sentisse mais calmo e em paz.

-na verdade tenho uma noticia para lhe dar. –ela parecia um pouco hesitante e me perguntava o que poderia ser. –na verdade é algo que vai chegar daqui a um tempo. –levantei a sobrancelha confuso, mas quando ela levou minha mão ao seu barriga foi quando entendi tudo.

-tem certeza? –ela fez que sim, explodi em alegria, um filho... vamos te rum filho. –eu te amo Rin. –disse voltando a beija-la. –a amo como nunca pensei que pudesse amar alguém.

Com a gravidez de Rin toda e qualquer preocupação e problema foram esquecidos, minhas atenção estavam todas para ela e para nosso filho, assim quando faltava pouco para o bebê nascer fomos para Brandyshon, embora eu estivesse nervoso, Rin estava sempre tão calma e tranquila, com certeza isso era uma coisa de mãe. Três semanas depois de chegarmos nosso filho nasceu, um menino, meu primogênito, era ao mesmo tempo maravilhoso e aterrorizante saber que um ser tão pequeno e indefeso dependia de nós para viver, orgulho, medo, ansiedade e felicidade se misturava dentro de mim.

-obrigada. –disse Rin, a expressão cansada depois do duro trabalho de parto, mas mesmo assim ela estava linda com um brilho no olhar que para mim faziam dela a mulher mais linda do mundo.

-eu que devia agradecer. –disse emocionado. –você me deu tudo, tudo que um homem poderia querer você me completou... obrigada.

Um mês se passou desde que nosso filho nasceu e eu sabia que algo havia mudado, eu agora não só era um marido, como também era pai, mas eu sentia que havia algo errado, um pressentimento de que alguma coisa ruim estava por acontecer, infelizmente eu estava certo.

-Onigumo. –acordei com um baralho e para minha surpresa era meu irmão. –o que esta fazendo aqui? –foi então que perceber o que ele tinha em mãos, um frio subiu pela minha espinha. –o que você pensa que esta fazendo?

-acabou irmão. –ele parecia fora de si. –eu perdi tudo... tudo que eu queria... eu perdi.

-Sesshomaru. –vi Rin se mexer na cama, ela se levantou assustada com certeza tinha percebi a presença de Onigumo. –o que esta acontecendo?

-Rin pegue o nosso filho e saia daqui. –disse tentando conter o desespero em minha voz.

-ela fica. –gritou Onigumo, aquele parado na minha frente nem de longe lembrava meu irmão. –ela fica.

-Onigumo por favor se acalma.

-como posso me acalmar. –ele se virou para Rin e depois de volta para mim. –ele tirou tudo de mim.

-Onigumo... –disse tentando alcançá-lo.

-por favor Onigumo, escute seu irmão. –sua voz era de desespero, ela vestiu o robe, eu podia entender seu desespero, o berço do nosso filho estava no outro lado da cama, tudo que o separava do meu irmão éramos nós.

-chega! –gritou voltando a arma para mim. –acabou... eu vou pegar tudo que é meu por direito. –então ouve o disparo, tudo aconteceu rápido de mais, Rin correu para minha frente e então seu corpo caiu sobre mim ela tinha uma expressão de dor em seu rosto.

-não! –não podia ser, isso não podia estar acontecendo, cai no chão com Rin em meus braços. –não faz isso comigo, por favor. –olhei para os lados atrás de socorro, Onigumo estava em choque parado no outro lado do quarto. –o que você fez? –raiva e medo se misturavam dentro de mim.

-não era o que eu queria. –ele deixou a arma cair no chão. –não era pra ser assim. –então saiu correndo do quarto cambaleando.

-você vai ficar bem. –disse acariciando seu rosto. –alguém... por favor alguém me ajude. –senti o sangue molhando a camisola dela. –por favor, não me deixa. –as lagrimas começaram a cair pela minha face.

-por favor não chora. –sua voz estava fraca, mas ela mantinha um sorriso em seus lábios.

-por que você fez isso?

-porque eu te amo. –disse acariciando meu rosto. –eu não suportaria se alguma coisa acontecesse com você.

-e como eu vou ficar sem você. –eu nem reconhecia minha voz embargada pelas lagrimas. Alguns empregados começaram a aparecer na porta. –chamem um médico... rápido. –apesar de chocados e surpresos se apressaram a cumprir minha ordem.

-você precisa cuidar do nosso filho. –disse ela e tossiu por causa do esforço.

-não, vamos cuidar dele juntos, você não pode me deixar.

-eu vou estar sempre com você, porque eu te amo, mas do que qualquer coisa nesse mundo. –lagrimas começaram a cair pela sua face. –você me fez a mulher mais feliz do mundo, desde que eu te conheci até agora, obrigada por tudo.

-por favor, não.

-não importa onde, nem quando eu sempre vou te amar... Sesshomaru. –então seus olhos se fecharam e a mão que acariciava meu rosto pendeu para o lado.

-não... não faz isso... por favor. –eu a abracei desesperado. –não me deixa... por favor... Rin!

O que aconteceu depois foi como um borrão, o medico chegou, mas não se podia mais fazer nada, ela tinha ido, eu a perdi.

-milorde... –eu estava com meu filho nos braços, ele finalmente tinha se acalmado e agora dormia sem saber sobre tudo que estava acontecendo.

-reúna todos os empregados aqui no escritório. –no mesmo instante ele saiu, eu fiquei ali com meu filho, precisava ser forte, ele ainda precisava de mim. Alguns minutos depois todos estavam reunidos. –tenho algo para pedir para vocês. –eu imaginava o que estava passando pela cabeça deles. –quero que mantenham segredo sobre o que ocorreu aqui.

-mas milorde...

-não mencionem meu irmão, apenas digam que foi um assalto. –eu ainda odiava meu irmão, e não sei se poderia perdoa-lo algum dia, mas ele ainda era meu irmão. –isso é tudo, podem ir. –voltei a ficar sozinho. –agora sermos só nos dois. –disse para o pequeno bebê que ainda dormia em meus braços. No dia seguinte iria voltar para Londres, não suportaria mais ficar naquela casa, só deixaria instruções para que trancassem a ala principal da casa, aquela era a parti preferida da Rin, não queria que mudassem nada.

Os dias, meses passaram se arrastando, eu não era mais o mesmo, era como se alguma coisa dentro de mim tivesse morrido junto com Rin, eu não podia mais viver sem ela. Alguns meses depois recebi a noticia de que meu irmão foi encontrado morto, pelo que parecia foi ferido durante uma briga em uma taverna, estava ciente sobre os falatórios, mas não me importava. Mesmo Charles que vinha sempre me visitar na tentativa de me animar não conseguia, e assim foram se passando meus dias, até que fiquei de cama, sabia que devia ser forte, mas simplesmente não podia.

-meu filho por favor... –minha mãe estava sentada ao lado da minha cama. –eu já perdi o seu pai, o seu irmão, você não pode me deixar também... pense em seu filho.

-estou sendo um covarde não é? –minha voz estava fraca. –eu só não posso mais sem ela... me perdoe acho que a decepcionei.

-você nunca me decepcionou. –ela tinha um fraco sorriso nos lábios. –afinal você a amava, não posso culpa-lo. –eu via o esforço que ela fazia para segurar as lagrimas, me sentia horrível por fazer isso com ela. –eu vou cuidar dele, não se preocupe.

-obrigada. –foi tudo que conseguir dizer antes de fechar meus olhos

Estados Unidos 1983...

-parabéns Sr. e Sra. Taisho é um menino. –disse entregando o bebê para a mulher na cama.

-ele é lindo Izayo. –disse orgulhoso.

-se parece com você InuTaisho. –seu sorriso era largo, seu filho estava ali em seus braços.

-já escolheram o nome? –perguntou a enfermeira.

-já sim. –respondeu InuTaisho orgulhoso. –ele vai se chamar... Inuyasha.

Seis anos depois...

-Inuyasha o almoço esta pronto. –gritou Izayo na porta que dava para o jardim dos fundos. –o que aconteceu filho? –perguntou quando viu o menino parado.

-mamãe eu não sei explicar... mas eu estou feliz?

-hã?.... mas por que?

-eu não sei, eu só sinto isso, como se alguma coisa boa tivesse acontecido. –Izayo então sorriu.

-se é uma coisa boa então não devemos nos preocupar, certo? –o menino fez que sim com a cabeça. –agora vamos entrar para almoçar, e é melhor ser rápido antes que seu pai coma tudo.

-então vamos rápido mamãe. –disse e correram para dentro.

No mesmo instante em Londres...

-parabéns é uma menina.

-minha filha. –disse todo orgulhoso. –obriga meu amor, ela é maravilhosa, veja mamãe.

-minha netinha. –Kaede se aproximou. –qual nome vocês vão dar para ela?

-Kagome. –disse a mulher deitada na cama com a filha aninhada nos braços. –ela vai se chamar Kagome.

Notas finais
Bom é isso, deixem seus comentários, favoritem e recomendem kkkk mentira só precisam comentar mesmo ^_^

Bom o próximo cap será o ultimo T.T eu já me sinto mau com isso, é uma dor terminar uma fic u.u

Até bjs o/