Love For Amateurs

8 Capítulo 8 - Sábado, Natsu - Parte 4


Notas iniciais
Se a vida é uma caixinha de surpresas, ela veio pra mim embrulhada numa caixa de geladeira. Preciso pedir desculpas pela demora, meus leitores. Eu tive que ficar off por muito tempo (éeeeee!+ d um ano né, bitch u.u) e pensei várias vezes em abandonar a história... Mas agora vocês já sabem que não abandonei! EEE PALMAS!!! (só se for tapa na cara, né u.u) Só queria postar pelo menos esse pedaço que acho que vão agradar aos fãs... espero eu... T . T

Não foi nenhuma visão maravilhosa no momento em que entrei e vi que tio Noiaki estava sem roupas, deitado num colchão inflável , babando rios. Sem contar que o lençol com que ele tapava suas partes baixas, tinha um pequeno volume, para não dizer o contrário, muito peculiar.

–É, melhor ver isso do que ser cego...

Tentando me aventurar entre a bagunça obscena que estava no chão, eu me adentrei pelo quarto, e fui caminhando vagarosamente em direção ao banheiro, como se estivesse para enfrentar um leão de 7 cabeças.

À medida em que fui abrindo a porta rangente, eu vi com todos os meus olhos uma coisa surpreendente.

–Ó MEU DEUS DO CÉÉÉÉÉÉÉÉU!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Eu simplesmente não acreditava naquela banheira de hidromassagem que eu via.

Além dela, podia se encontrar paredes revestidas com um tipo de aquário, daquelas que só se vê em filme de Las Vegas ou em fotos de revista de decoração feitas pra carinhas que aparecem na Forbes.

Toalhas felpudas e ornamentos de cristal também pertenciam àquele banheiro.

Eu conseguiria viver numa boa dentro daquele banheiro.

Tava tudo planejado: Eu dormiria na banheira vazia, tomava banho quando quisesse, tomava uns Wiskey que eu tinha achado no frigobar lá dentro (sim, tinha um frigobar dentro do banheiro), via TV o dia inteiro na Tela Plana de 60' 3D com Home Theater que também tinha lá e ainda chamava uma galera pra fazer guerra de papel higiênico.

Ah, eu não falei do papel higiênico ainda? Pois é, parecia que o negócio era importado. Era tão macio que parecia que você estava esfregando um coelho lá embaixo.

Tinha até desenhinhos envolta e pequenas purpurinas douradas. Fiquei até com pena de limpar minhas nádegas com ele.

–OBRIGA-DO JESUS!!! Não merecia tanto, senhor!!! –meus olhinhos brilhavam enquanto entrava na banheira, quase chorando de felicidade.

A banheira tinha mais botões que o controle remoto, então eu fui apertando tudo, e o pior é que deu certo.

De repente, ou melhor, depois de uma hora e meia, eu senti um ventinho frio vindo de algum lugar.

Abri meus olhinhos preguiçosos (por causa da água quente) e vi um homem robusto com suas “coisas” de fora, tentando acertar o vaso com seu “coiso”.

Fechei os olhos de novo. Respirei fundo. Mergulhei. Subi de novo.

Abri meus olhos e ele ainda estava lá, na mesma tentativa.

Resolvi, sabendo que ia me arrepender, dar uma sugestão.

–Por que você não tenta do outro lado ? [disse eu, com a maior paciência do mundo]

–Naa... Já tentei todas as posições... nem tá funcionando... [disse, agora se apoiando na parede]

–Ok então, boa sorte! [dei-lhe um sorrisinho pacato, fichei os olhos e voltei a mergulhar no paraíso]

–Sabe de uma coisa? Acho q vou mijar aí dentro...

Vindo em minha direção, o “coiso” começou a dar sinais de ataque.

Eu, cego, mas não surdo, já estava até fora da banheira.

–Ei,ei...por que você saiu tão rápido?

–Ora bolas... Que tolo da minha parte, não é? Um cara mijando numa banheira com você dentro é super agradável! [Eu, fora da banheira, estremecido e molhado, com as pouca mãos que eu tenho, nas muitas “coisas” que me pertenciam, dizia isso ao pé do sarcasmo épico.]

–Nem acredito que você tá fazendo isso...depois de tudo que a gente passou juntos...[dizia tio Noiaki com um risinho irônico que me deixava com vontade de cortar o pinto dele...]

Neste momento ele entra na banheira ,relaxa e solta aquele sonzinho de satisfação depois de uma boa mijada.

–Agora a água tá mais quentinha. Quer entrar não?

Olhei pra ele com meus olhos enfurecidos por ter estragado meu banho perfeito.

–Fala sério, Daisuke. Você tá doido pra se juntar a mim aqui dentro não está?

–Nossa... tô tentando me conter aqui. – Já pegando a toalha mais felpuda que achei (e que não estava suja como as 23 que achei espalhadas pelo banheiro) e me enrolando nela para sair de cena.

De repente, ele levanta da banheira e me puxa pra dentro, agarrando minhas nádegas fortemente.

–LAAAAAAAAAAAAAAARGAAAAAAA!!!!! [Meu grito de desespero]

Afundei dentro da banheira enquanto, ainda tendo minhas nádegas seguradas por aquele psicopata pervertido, afundava em xixi.

–MAS QUE PORR- [Ele me afunda novamente e me levanta]

–Haha... é muito mais divertido quando tem alguém pra você afogar.

Depois de meia hora de demonstração de carinho e afeto por mim, meu tio finalmente largou minhas nádegas.

Agora ele pegara meu pau para seu refém.

–Que isso, hein Daisuke!! Agora eu sei em que parte você me puxou...

–OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOPAOPAPOAPOPAPAPAPAPAA!!!! LARGA MEU PAAAU SEU DEMÔNIOO!!!

Dei uma voadora na testa dele e por um incrível azar, aquele filho de uma égua me carregou pelo pinto.

Quando dei por mim, estava montado nele, sentindo algo me cutucando muito extremamente indescritivelmente fortemente no traseiro.

–Ops... acho que “ele” tá alegre... Hehe. –rindo como um palhaço que é.

–OOOOOWWWWWWWWWWWWWWWW!!!

Rapidamente mais que rapidamente eu dei um pulo e fui parar nem sei onde. Só sei que quando dei por mim, estava pelado no colo da Jesse, enquanto ela assistia sem ao menos piscar ao seriado na TV.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.