Love Faberry
19 Capítulo 19
Notas iniciais
P.O.V Quinn (Charlie)
Eu estava terminando de preparar o café de Rachel coloquei um pouco em um xícara e me preparava para ir até seu quarto levá-lo para ela beber, quando ouço uma voz me chamando...
Viro-me em direção a entrada da cozinha e me deparo com uma Rachel Berry em um robe preto transparente sem nada, absolutamente nada por baixo, a xícara se espatifa no chão, Rachel me olha de uma forma que nunca olhou, existe um brilho diferente em seus olhos, ela caminha decididamente em minha direção.
– R-Ra-Rachel, o que vo-você está... – não pude terminar meu raciocínio porque merda eu gaguejava demais e porque Rachel havia me dado um beijo enlouquecedor, ela me beijava lenta e sensualmente explorando cada canto de minha boca como se sua vida dependesse disso, eu estava completamente excitada.
Ela se separou de mim e olhando dentro dos meus olhos passou a mão na linha da minha cintura me fazendo estremecer, mordi o lábio com força quando seus dedos entraram na beirada da minha calça puxando levemente a barra da camisa que eu usava, ela se desfez da camisa me deixando de sutiã e gravata, passou a mão entre os meus seios e foi descendo pelo meu abdômen, eu me segurava fortemente contra o balcão, estava difícil segurar, suas mãos desceram ainda mais passando sobre o volume na minha calça e apertando, soltei um gemido, suas mãos se desfaziam de minhas calças, abriam meu cinto, as pontas dos seus dedos roçando contra meu membro enquanto abria o zíper estava me deixando louca, ela deslizou as calças pelas minhas pernas e no decorrer do caminho passava suas unhas em minhas coxas, eu grunhia em repreensão.
– Ra-ch se vo-cê... não parar agora, eu não vou parar – falei após gaguejar em um fôlego só, minha sanidade estava me abandonando.
Rachel se levantou esfregando seu corpo contra mim beijando meu abdômen, entre os meus seios, pescoço, ombros até chegar ao meu ouvido e se pronunciar pela primeira vez desde que adentrou a cozinha e puta merda que voz era aquela?
– E quem disse que eu quero que você pare alguma coisa Char? – disse ela de forma provocante em meu ouvido mordendo o lóbulo da minha orelha.
Ela me puxou pela gravata me levando até a mesa se colocou acima da mesma abriu levemente suas pernas e me puxou entre elas fazendo nossas intimidades colidirem, ambas soltamos um gemido rouco.
– Porra tão molhada já?! – não consegui controlar, droga mesmo de boxer eu conseguia sentir, ela gemeu em resposta seu quadril se direcionando ao meu encontro.
– Eu quero você Char – disse praticamente sussurrando enquanto eu trabalhava em seu pescoço – Ahn... Eu quero você, desde a primeira vez que te vi. – disse arranhando minhas costas com força, gritei e a porra do meu autocontrole se foi.
Segurei o robe sobre seu corpo e o puxei com força fazendo ele se rasgar e me dar o privilégio de ter a visão mais bela a minha frente a pele de Rachel parecia reluzir, era deliciosa e provocante. Beijei Rachel ferozmente, me dividia entre beijá-la, morder seu lábio inferior e chupar sua língua, ela estava ficando ensandecida e eu cada vez mais excitada. Desci meus beijos até chegar ao seus seios os abocanhando com pressa eu tinha fome, Rachel se retorcia sob mim e gemia descontroladamente, desci minha mão direita até sua intimidade, ela estava completamente molhada, acariciei seu clitóris fazendo a tremer levemente, passava meu dedo pelo sua intimidade a deixando louca.
– Char... Eu preciso de você... Agora! – pediu puxando meus cabelos e tentando abaixar minha boxer com a sua mão livre.
Forcei um dedo para dentro dela e ela é tão apertada, iniciei um movimento de vai e vem devagar enquanto pressionava seu clitóris com meu polegar, ela gemia em meu ouvido e isso me deixava fora de mim. Desci beijando, mordendo e sugando cada parte de seu corpo, tinha algo diferente apesar do desejo que eu sentia por Rachel, era algo tão bom eu estar aqui com ela, ouvi-la gemer e saber que sou eu quem estou provocando essa reação nela faz meu coração se aquecer e como se ao mesmo tempo em que eu quisesse levá-la como faria com qualquer outra garota, eu não conseguisse e tivesse algo dentro de mim que me impedisse de fazer isso, a minha vontade é de cuidar dela.
Cheguei em suas coxas me ajoelhei a sua frente beijei desde seus pé até suas coxas dando leves mordidas na parte interna da mesma, Rach se contorcia, afundei minha língua em sua intimidade fazendo-a soltar um gemido rouco e se agarrar na beirada da mesa, explorei toda sua intimidade com minha língua ela tem um gosto maravilhoso, comecei a penetrá-la enquanto estimulava seu clitóris com meu dedo fazendo Rachel rebolar contra meu rosto, continuei cada vez mais firme com os movimentos até ela não aguentar mais e gemer alto enquanto chegava ao orgasmo.
Levantei-me e observei Rachel, ela estava magnífica, respirava pesadamente deitada contra a mesa de olhos fechados, baixei a boxer e voltei a beijá-la sua boca tem um sabor delicioso, viciante eu estava completa e fodidamente viciada em Rachel, a levantei da mesa, colocando-a novamente sentada enquanto a beijava. Entrei nela devagar e saí repeti o mesmo movimento umas três vezes, Rach é tão apertada fiz isso para deixá-la se acostumar, já que meu amiguinho estava bem duro de tão excitada que eu estava.
– Char-liie se você não me comer agora eu te castro – disse Rachel em um fôlego só.
A penetrei rapidamente fazendo-a se agarrar firmemente ao meu pescoço para ter equilíbrio, comecei a me movimentar lentamente, fui aumentando gradativamente as estocadas quanto mais forte eu ia mais Rachel se agarrava em mim e arranhava minhas costas, o que iria ficar muito marcado, enjoei daquela posição levantei Rachel da mesa ainda a penetrando, confesso que não sabia que tinha toda essa força, levei-a até a sala e a coloquei no sofá levantei sua perna esquerda enquanto entrava nela de novo, por esse novo ângulo ela sentia ainda mais prazer e gritava meu nome, a única coisa que eu pedia e repetia como mantra em minha mente para que não acontecesse era: “Santana Lopez não chegue agora”
Rachel e eu nos movíamos freneticamente, eu entrava e saia dela com força.
– Charlie... Eu to... tão perto – ela mordeu o lábio inferior fortemente fechando os olhos, soltei sua perna e a beijei.
– Eu também amor – disse após o beijo, ela arregalou os olhos, unhas cravadas em meus ombros, senti suas paredes apertando fortemente envolta do meu membro ela gritou meu nome alto com sua cabeça jogada para trás se entregando a um orgasmo intenso junto comigo. Desabei ao lado de Rachel no sofá e a coloquei por cima de mim.
– Bom acho que a intenção de ir devagar se foi – disse após recuperar o ar.
Rachel riu contra meu pescoço.
– Sim acho que eu acabei com a sua ideia – falou rindo.
– Eu acho que pra alguém bêbada você se recupera rápido demais – constatei olhando para ela.
– Eu? Você acreditou mesmo que eu estava tão bêbada daquele jeito? – perguntou sorrindo travessa.
– E porque não acredita.. Ohh! Você não? – ela balançou a cabeça – Eu não acredito que você encenou sua bebedeira senhorita Rachel Berry. – falei séria se eu estivesse de pé provavelmente estaria com as mãos na cintura, ela riu.
– Bom eu não encenei tudo porque eu realmente bebi além da conta, mas não tanto para não saber o que estava fazendo e você caiu direitinho – disse rindo e me dando um beijo. Até que nós ouvimos um barulho na porta, fiz sinal para que Rachel ficasse em silêncio, como a luz da sala estava apagada e o sofá era de costas para a entrada da mesma ninguém nos veria se estivéssemos em silêncio, Rachel e eu levantamos a cabeça com cuidado a tempo de vermos Santana com uma Brittany seminua em seu colo enquanto ela sugava seu seio, elas gemiam loucamente e Santana subiu as escadas da forma como estava, só não me perguntem como elas não caíram. Após as duas ninfomaníacas subirem e gemerem tão alto que chegava a ser meio ensurdecedor, Rachel e eu caímos na gargalhada.
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