Love Faberry
36 Capítulo 36
Notas iniciais
Todos os clientes do restaurante aplaudiram as meninas que sorriram em agradecimento.
– Santana você sempre exagerada, mas eu senti sua falta latina abusada. – falou Q abraçando a latina.
– Eu senti sua falta projeto de pegador – falou a latina sorrindo ainda abraçada com a loira, Rachel limpou a garganta – É, já pode me largar loira isso tá gay demais.
– Hey Britt, saudades de você também – disse Q abraçando e dando um beijinho na testa de Britt.
– E a minha falta ninguém sentiu não? – perguntou Rachel de braços cruzados, Santana segurou o comentário de “Grávidas... Tão sentimentais”.
– É claro que sim, você foi a pessoa de quem eu mais senti falta amor – esclareceu beijando os lábios carnudos.
As meninas voltaram a sua mesa e começaram uma conversa e uma série de perguntas direcionadas a loira.
E então amor como foram as coisas lá em NY? — perguntou Rachel sorrindo, abraçada a loira.
– Foi bom revi alguns amigos, mas também tive uns probleminhas ainda mais com essa história do meu pai e avô, entre outras coisas. Eu senti tanta falta de vocês – desabafou a loira.
– Você parece cansada – observou Rachel dando um beijo na têmpora de Char.
– E eu realmente estou cansada, mas muito feliz por estar com vocês e por ter você pertinho amor – disse a loira e se aproximou de Rachel tocando seus lábios lentamente e assim que a morena deu passagem Charlie a beijou profundamente, o sentimento de ter quem ama por perto, de estar ali de volta, de sentir o sabor da boca de sua amada novamente invadiu a Fabray de tal forma que ela se esqueceu de tudo, dos problemas com seu pai, do novo testamente encontrado, de sua ex grávida, só existia Rachel pra ela naquele momento e ela estava ali, finalmente ela se sentia em casa.
– Meu Deus será possível?! Vocês parecem um casal de coelhas – Disse Santana separando o casal e rindo. Rach ficou tensa, mas soltou uma risada tentando disfarçar para que Charlie não percebesse sua súbita mudança.
– Até parece Santy, o casal de coelhas que temos aqui é você e a Britt – Char falou rindo com as sobrancelhas arqueadas.
E assim o jantar prosseguiu entre brincadeiras, conversas e uma Rach tensa sempre que surgia uma piada de Santana relacionada a coelhos e sua fertilidade ou a vida sexual das meninas.
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– Santana você é sempre exagerada, mas eu senti sua falta latina abusada. — falou Q abraçando a latina.
Na mesa...
– E então amor como foram as coisas lá em NY? — perguntou Rachel sorrindo, abraçada a loira.
– Foi bom revi alguns amigos, mas também tive uns probleminhas e complicações com essa história do meu pai e avô. — disse a loira, mas logo mudaram o tópico da conversa.
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As duas garotas adentram a casa aos beijos, Charlie sugava a língua de Rachel que gemia no beijo e passava as unhas na nuca da loira. O beijo esquentava mais a cada minuto, a língua da loira explorava cada centímetro da boca de sua namorada sentindo cada vez mais vontade de ficar ali apreciando os lábios morenos e carnudos que tanto ama.
– Mmm Rach, quero você – falou a loira descendo beijos pro pescoço da morena.
– Também quero você amor, eu senti tanto sua falta – disse a morena, mordendo o lóbulo da orelha da mais alta.
Char segurou Rachel e a levantou pegando-a no colo e subiu as escadas pro quarto, chegando no quarto da morena colocou-a na cama e se pôs sobre ela.
A loira ergueu a blusa da mais baixa e retirou-a, passou a beijar o abdômen moreno sentindo a pele arrepiar ao toque de seus lábios.
– Ah Rach como senti falta do seu cheiro; – passou o nariz na pele da namorada – do seu gosto; — lambeu da altura do umbigo até o meio da barriguinha definida – da sua pele e dos seus lábios. – completou massageando os seios morenos e dando um beijo profundo na morena que gemeu ao sentir a língua da loira em sua boca e as mãos massageando seus seios tão deliciosamente.
– Amor eu preciso de você agora, não consigo mais esperar – a morena soltou em um suspiro.
Sem responder a loira beijou o queixo de Rach e passou a deslizar a saia pelas pernas que tanto ama, beijando cada parte por onde o tecido passava.
– Hmm Rach você está tão molhada – disse a loira e em seguida passou a língua sobre o tecido molhado da calcinha a morena se remexeu na cama, Charlie delicadamente puxou a calcinha de lado e lambeu o sexo molhado fazendo Rachel arfar a cada golpe mais profundo de sua língua, Charlie aproveitou seu momento para matar a saudade do corpo de sua namorada, acariciou, sugou, penetrou, lambeu, mordeu, até que Rach não aguentou e se entregou a seu ápice se derramando na boca da namorada.
A loira subiu pelo corpo moreno e beijou os lábios de Rachel fazendo a morena gemer com seu próprio gosto. Charlie se afastou tirou a calcinha da morena e retirou suas roupas colocou a camisinha e beijou a morena.
– Eu te amo Rach – sussurrou no ouvido de sua namorada e se colocou dentro do sexo apertado, começou um vai e vem lento olhando nos olhos de Rachel, aqueles olhos hipnotizantes a transportavam para outro mundo, ela se via neles, via o amor, segurou a mão da sua garota e beijou cada parte do rosto.
– Eu amo você também bebê – sussurrou Rachel contra o ouvido da loira. Enrolou suas pernas no quadril da mais alta fazendo-a ir mais fundo dentro dela, gemeu baixo e mordeu o pescoço pálido – Só mais um pouquinho amor. – pediu Rach.
A loira ouvindo o pedido da mais baixa e sentindo que seu ápice estava próximo aumentou um pouco a velocidade de seus movimentos e beijou a boca de sua namorada com todo desejo e amor que tinha, no momento em que se entregaram a seus orgasmos.
– Te amo Char – falou Rach abraçando a loira.
– Te amo minha princesa – a loira disse beijando a testa da mais baixa e se colocando ao seu lado, tirou a camisinha e jogou na lixeira ao lado da cama, voltando-se para a morena e a abraçando. – Senti tanto sua falta enquanto estava em NY. Nunca pensei que sentiria falta de alguém assim, nem mesmo da minha família, mas agora você é minha família, a peça mais importante na minha vida – falou dando beijinhos nos cabelos castanhos.
A morena fechou os olhos e sentiu o peso das palavras da loira e os beijos a acalmando, pensou em contar, mas nada saía de sua boca e o sono a levou antes que pudesse pronunciar qualquer coisa.
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