Love Faberry

12 Capítulo 12


Notas iniciais
Oi gente voltei, rs. Resolvi postar o outro hoje. Esse tem Faberry moments e mais um pouquinho da Charlie. Estou escrevendo o da competição e depois tem uma surpresa pra vocês. Rodrigo Agron obrigado querido por favoritar a fic, beijos no S2. Ok, boa leitura gente linda. Ahh a propósito uma pergunta que fiz para Demi nos comentários, qual seria o nome do meu alter-ego pessoal? kkkk

P.O.V Rachel

Eu estava distraída (como ando muito ultimamente), sentada nas arquibancadas pensando (uma das outras coisas que eu andava fazendo muito ultimamente) com fones de ouvido e de olhos fechados, de repente sinto alguém sentar ao meu lado e ficar me observando, depois de um tempo tiro os fones e olho pro lado, para ver a pessoa ao meu lado.

– Oi, você estava tão lin... Concentrada, desculpa se eu atrapalhei – disse Charlie com seu sorriso torto timidamente, ah esse sorriso e essa boca. Stop Rachel.

– Oi, não precisa se desculpar, você não atrapalha – respondi sorrindo de volta.

– O que está fazendo aqui sozinha? – perguntou-me

– Estava pensando e aqui estava calmo, geralmente fico no auditório, mas tinha gente lá. – disse.

– Oh, entendi. O que estava ouvindo? – perguntou. E fiquei nervosa, a música que eu estava ouvindo falava de sentimentos que eu evitava pensar, sentimentos que achava nutrir por ela.

– Eu.. Tava ouvindo Lucky – respondi.

– Ah, eu amo essa música – falou segurando o fone que estava em minhas mãos – Posso? – perguntou-me, somente assenti e voltei a música. E ela começou a cantar junto.

Charlie:

Do you hear me, I'm talking to you
Across the water across the deep blue ocean

Under the open sky oh my, baby I'm trying

– Sua voz era incrivelmente suave. – pensei. Não resisti e comecei a cantar junto com ela.

Rachel:

Boy I hear you in my dreams
I feel you whisper across the sea
I keep you with me in my heart
You make it easier when life gets hard

– Quando cantamos juntas, meu coração parecia que iria explodir, nossas vozes se encaixavam perfeitamente, nossos olhares não eram de duas amigas.

Rachel e Charlie:

Lucky I'm in love with my best friend
Lucky to have been where I have been
Lucky to be coming home again
Oooohhhhoohhhhohhooohhooohhooohoooh

– Havia um brilho diferente, um brilho que eu nunca havia visto nos olhos da loira. Ela cantava perfeitamente e não desviava seu olhar de mim a nenhum momento. Parecia que estávamos realmente declarando uma a outra o que a canção dizia.

They don't know how long it takes
Waiting for a love like this
Every time we say goodbye
I wish we had one more kiss
I wait for you I promise you, I will

Lucky I'm in love with my best friend
Lucky to have been where I have been
Lucky to be coming home again
Lucky we're in love in every way
Lucky to have stayed where we have stayed
Lucky to be coming home someday…

Durante toda a música os olhares entre nós eram intensos, parecia estarmos em outra atmosfera, onde o oxigênio era escasso por conta de toda a tensão ali presente. Ao termino da canção ficamos em silêncio em uma observação mútua.

– Sabe, eu fiz uma versão dessa música no piano – disse ela quebrando o silêncio que havia se instalado e o amor que ela sentia quando falava de musica era visível.

– Não sabia que você tocava piano. Será que posso ouvir qualquer dia? – Perguntei e tive como uma visão de vê-la olhando pra mim tão intensamente como estava tocando Lucky em uma versão completamente acústica em um piano. Droga eu provavelmente teria um ataque do coração.

– É claro. Na verdade eu toco piano, violão e guitarra. – respondeu-me sorrindo. – e você toca algum instrumento?

– Eu toco um pouco de piano e arranho um pouco no violão, mas prefiro cantar – disse.

– Sei e você o faz muito bem, fica ainda mais linda quando canta, consegue passar a verdade e o sentimento da música – falou me olhando intensamente e meu coração saltava contra meu peito, sua mão estava sobre a minha e eu não sei quando ela a pôs ali, nos aproximávamos sem perceber.

Estamos tão perto que posso ver mais de seus olhos e eles são tão incríveis e hipnotizantes, seus lábios estão tão próximos e parecem ser deliciosos e estava cada vez mais próximo eu já podia sentir sua respiração e meu coração não parava, até que quando faltavam centímetros entre nós a droga do meu celular toca. Ela se senta direito e limpa a garganta.

– Alô! – atendo grosseiramente.

– Ui, que isso hobbit, estou aqui preocupada com você e é assim que minha preocupação é retribuída – diz Santana, reviro os olhos.

– Menos Santana.

– Onde você esta hobbit? – pergunta

– Estou nas arquibancadas com a Charlie – respondi e Santana começou a gargalhar no telefone. – O que houve ta rindo de que?

– Ah, agora eu entendi o porquê da acidez no humor. Atrapalhei algo Berry? – perguntou ainda rindo.

– Santana faz um favor – pedi.

– Fala – disse ainda rindo.

– Vai se ferrar – disse e desliguei o telefone e deixei Santana falando sozinha do outro lado.

– O que a San queria? – Charlie perguntou.

– Ela queria saber onde eu estou.

– Ata.

– Aí estão vocês – disse San com um sorriso que eu conheço bem, ou ela aprontou algo ou estava armando.

"Meu Deus! To completamente ferrada"! – Pensei.

xxxxxxxxxx

P.O.V Quinn (Charlie)

Eu realmente estava cantando Lucky com Rachel e a olhando dessa forma? Sim eu estava e não conseguia desviar o olhar, ela é tão linda, seus olhos, essas pernas e essa boca me chamando e droga eu não devia estar pensando isso da minha amiga.

Seus olhos têm um brilho diferente enquanto me olham e eu nunca quis tanto saber o que alguém estava pensando.

Em algum momento da música nos aproximamos mais, quando a musica acabou começamos a conversar e eu a elogiei, mas o elogio saiu da minha boca de forma diferente, quando eu disse que ela fica linda cantando e expressando tudo o que a musica diz, meu coração se aqueceu e nossa aproximação se tornou mais frequente, minha mente voava e eu não acreditava que estávamos próximas assim, amigas não se aproximam das outras com a intenção de beijar os lábios da outra.

E quando estávamos próximas demais seu celular toca, apesar de estar nervosa pelo que aconteceria se o celular não estivesse toca eu fiquei frustrada por ele ter tocado.

"Droga eu queria beijar minha melhor amiga... E como queria". — pensei.

Após o telefone e alguns minutos mais tarde a Santana aparece, conversamos um pouco e eu depois de certo tempo dei um jeito de sair dali, o que não foi difícil já que eu teria que ir treinar com as meninas.

No caminho pro ginásio eu fui pensando e tentando entender tudo o que estava acontecendo comigo. Eu só me senti assim uma vez, quando namorava a Dani eu a amava e estávamos felizes, até meu pai descobrir que namorava com ela escondido e me fazer ficar trancada estudando em um internato durante seis meses, sem dar nenhuma explicação a ela e apesar de levar um tapa na cara quando voltei, lutei muito e consegui seu perdão, até voltamos a namorar, mas meu pai descobriu de novo e resolvemos ser apenas boas amigas para que nada de pior viesse acontecer e depois resolvi vir pra Lima, já estava farta do meu pai.

A verdade é que eu tenho medo, do que posso estar sentindo pela Rachel, ela é especial e muito importante pra mim e eu não sei se sou o melhor para ela.

Fui treinar, mais fiquei meio aérea durante o treino.

Será que estaria me apaixonando pela minha melhor amiga?

Notas finais
Espero que tenham gostado. Talvez o próximo será a competição.