Love Drunk

64 Segunda Temporada - Capitulo 17


Notas iniciais
Na verdade, eu iria postar amanhã, mas ai eu acabei olhando a data e olha só, a ultima vez que eu postei foi dia 26 ou seja, duas semanas atrás UHUEHE não demorei, uhu ♪ Minhas aulas também começam amanhã, estou numa mini-depressão SUAAHSUSAH ME DESEJEM SORTE! Espero que gostem! Boa Leitura.

Loving can hurt
Loving can hurt sometimes
But it's the only thing that I've known
When it gets hard
Amar pode doer

Amar pode doer às vezes

Mas é a única coisa que eu sei

Quando fica difícil

*

– Hey.

Somente ouvindo a voz dele sentiu seu coração disparar de forma absurda. Havia sentido tanta raiva de Neji quando terminaram, mas depois não sentira mais nada, além de que seu amor continuava intacto, porque era assim que o amor funcionava.

Por mais que, — com o perdão da palavra — você estivesse fodida, o amor continuaria a persistir e como uma barreira iria impedir e repelir pra bem longe qualquer coisa que pudesse faze-lo mal. E não importava e muito menos ligava, se a pessoa que o sentisse estava se magoando. Na verdade, ele estava pouco se fodendo pra isso também.

– Como está se sentindo? – ele perguntou sentando-se na cadeira ao seu lado.

– Nostálgica. – murmurou a morena dando um sorriso fraco. – Não esperava te ver por aqui, Neji. – declarou após encarar as orbes peroladas.

– Compartilho dessa sensação. – o Hyuga concordou – Quer a verdade? – perguntou e ela assentiu. – Eu não sei o que estou fazendo aqui. – admitiu. – Só tive vontade de vê-la mais uma vez, antes de... Você sabe.

– Eu sei? — a voz de Tenten falhara. – Nós não temos contato há uma semana – alegou esperando que ele esboçasse alguma reação. – Só teve vontade de me ver agora?

– Você sabe que não. – Neji respondeu desviando o olhar. – Mas tem uma coisa que eu aprendi em todos esses anos de namoro, algo essencial.

– O que?

– Nós nunca voltamos atrás.

Tenten ficou em silencio. Ele estava certo, os dois sempre foram muito firmes em suas decisões, nunca haviam deixado a opinião alheia interferir em seus planos e muito menos em seu relacionamento. Aquilo que os fazia dar certo.

– E por isso que eu não posso e muito menos tenho o direito de pedir para que você fique. – continuou ele ao notar que ela não diria mais nada. – Por mais que eu queira, é lá que seu sonho está. Eu não posso ficar entre isso, não posso ser um empecilho...

– Então por que diabos não me apoia? – murmurou raivosa. – É só um ano! Com tanta tecnologia, com tanta possibilidade de eu conseguir vir visitar todo mundo! – falou como se pudesse mudar algo. – Não existem empecilhos.

– Eu sou o empecilho. – Neji declarou firme. – Tenten e se por acaso você não conseguir vir? E se um de nós se apaixonar por outra pessoa? E se a carência for grande e nós sucumbirmos a traição? – perguntou exasperado. – Acha que só dói em você? Que eu não estou sentindo também?

– Acha que os sentimentos podem mudar assim?

– Acho. – Ele respondeu prontamente. – Não tenho certeza, mas o que me vem na cabeça é que se eu e você acabarmos com isso por agora, e se acontecer algo durante esse tempo teremos uma dor menor! – estava tentando se convencer disso.

– Quer dizer que isso é um tempo? – Tenten, que tinha os olhos marejados, o encarou em um misto de raiva e descrença. – Eu não vou te esperar, Neji!

We keep this love in a photograph

We made these memories for ourselves

Where our eyes are never closing

Our hearts hearts were never broken

And time's forever frozen still

Nós mantemos este amor numa fotografia
Nós fizemos estas memórias para nós mesmos
Onde nossos olhos nunca fecham
Nossos corações nunca estiveram quebrados
E o tempo está congelado para sempre

*

– Nem peço que me espere. – respondeu ele. – Só que... Eu te amo.

Tenten arregalou os olhos e entreabriu os lábios não acreditando no que estava ouvindo.

– Me diz uma coisa, você quer ferrar com a minha cabeça? – perguntou – Porque você tá conseguindo fazer isso perfeitamente. – ironizou e ele riu baixo.

– Só estou propondo uma coisa. – Neji falou pegando algo no bolso do blazer que estava usando. – Olhe. – entrou duas fotografias para ela.

Eram fotos deles que ela não se lembrava.

Uma delas, eles estavam na praia há quatro anos... Quando haviam começado a namorar, eles estavam sentados próximos ao mar e o sol estava se pondo, as mãos entrelaçadas e os olhares fixados na paisagem. A outra era de todos os amigos juntos, numa festa surpresa que tinham feito para Hinata, Tenten tinha os indicadores nas bochechas de Neji e tentava faze-lo abrir um sorriso, enquanto tentava manter o próprio. Na verdade, naquela foto todos acabaram fazendo caretas.

– Você ainda tem isso? – murmurou ao ver as fotografias. – Por que?

– Eu não poderia me livrar disso. – explicou. – Estamos eternamente felizes ai, o amor, a ligação continua a mesma... Pra sempre. – deum um sorriso nostálgico. – Tenten, o que eu quero dizer com toda essa enrolação é que se quando você voltar, se não tiver conhecido alguém melhor ou se nenhum de nós estiver apaixonado por outra pessoa, que nós poderíamos tentar de onde paramos. – ela o encarou surpresa. – Claro se você quiser, se ainda me quiser daqui a um ano se...

– Se o que eu sinto por você continuar da mesma forma. – Tenten completou dando um sorriso desanimado. – Isso é loucura, mas... Eu aceito. – completou. – Eu não vou me esquecer de você, Neji. – ele segurou sua mão firmemente.

– Também não vou me esquecer de você, Pucca. – e então, meio sem jeito, ele a abraçou.

Um abraço apertado, reconfortante para as lagrimas silenciosas que ela derrubava, cheio de saudades e inseguranças, cheio de amor. – Eu desejo toda a sorte do mundo pra você, que essa viagem te faça muito bem, que você mostre todo o seu potencial lá fora. – murmurava ele sem romper o abraço. – Se precisar de qualquer coisa, me ligue ou para qualquer um dos outros, nós iremos de ajudar. – ela murmurou um “Aham”.

– Eu te amo, Neji. – ela falou fechando os olhos. – Obrigada por vir até aqui, se explicar. – Não queria separar o abraço, estava tão bom.

– Devia ter feito isso há uma semana. – justificou-se – Mas eu simplesmente não consegui, não estava querendo acreditar. – separou o abraço para aproximar seu rosto do dela. – Eu também te amo, Tenten. – com os polegares limpou as lagrimas que escorriam do rosto da morena. – Me desculpe por tudo. – e ela encostou seus lábios nos dele.

– Eu te entendo. – murmurou – Entendo o seu lado e fico feliz por entender o meu.

*

So you can keep me inside the pocket
Of your ripped jeans
Holding me close until our eyes meet
You will never be alone

Então você pode me guardar no bolso
Do seu jeans rasgado
Me abraçando perto até nossos olhos se encontrarem
Você nunca estará sozinha

– Eu quero chorar de novo. – ouviram a voz de Sakura e ao se soltarem do abraço viram os amigos os observando um tanto afastados. – Desculpa. – ela disse sem graça escondendo o rosto com as mãos. – É que seu voo atrasou alguns minutos. – disse tirando as mãos do rosto e as recolocando em seguida.

– Você tá parecendo uma criança – Neji declarou dando risada e sendo acompanhado por Tenten, que limpava as lagrimas com as costas da mão. – Não vão perguntar o que aconteceu? – perguntou ao ver as expressões despreocupadas dos amigos.

– Tenten pode nos mandar um e-mail com mais de nove páginas explicando tudo. – Ino disse dando ombros enquanto tentava se escorar em Gaara. – Ouch, fica parado. — repreendeu.

– Mim obrigue. – Disse ele se afastando dela.

– Tu não ser índio, ser curupira – Sakura falou rindo e descobrindo o rosto de uma vez por todas. – Fico feliz que vocês tenham se resolvido. – sorriu e ergueu o polegar em um joinha. – Não é Sasuke?

– É, ela fica muito feliz. – concordou ele revirando os olhos e a abraçando por trás.- Tenten, o seu coração tá mais leve? – perguntou despreocupadamente.

– Não tem ideia do quanto. – a Mitsashi respondeu dando um sorriso sem graça. – Não tem ideia. – repetiu.

– Pode apostar que sim. – disse o Uchiha divertido. – Não é? – deu um beijo na bochecha da esposa e ela riu.

– Quanta viadagem – Temari resmungou balançando a cabeça negativamente, mas não tirou o sorriso do rosto.

– Mimimimimi – Lily disse mostrando a língua pra ela. – Hinata, o que tu acha dessa situação?

– Acho que meu irmão demorou demais, certo Naruto? – ela respondeu olhando para o namorado.

– TÁ CERTO! – Itachi e ele responderam ao mesmo tempo e depois fizeram um high-five. – Essa frase é minha! – Naruto protestou apontando para Itachi. – Plágio Brasil, Plágio!

– CHAMEMOS OS ADVOGADOS!

– CHAMEMOS A TEMARI!

– EU JÁ ESTOU AQUI!

– Problemáticos... – Shikamaru revirou os olhos e todos os encararam. – Que foi?

– A cada 10 palavras que o Shikamaru diz, 11 são “problemáticos”. – Tenten respondeu fazendo uma careta.

– Ele não chega a dizer tudo isso. – Neji discordou e ignorou o olhar que o Nara lhe lançava. – Que foi? Tá com fome? – franziu o cenho e Shikamaru fez uma careta.

– GENTE! — Lily disse animada e todos, novamente juntos, lhe encararam. – Ai, como eu gosto dessa atenção, me sinto mais diva do que já sou. – brincou jogando os cabelos por cima dos ombros.

– Menos, bem menos. – Sasuke discordou. – Fala logo!

– Já contei que a cafeteria tem uns bolos muito bons?

– Já.

– E dessa vez eu tenho que concordar. – Sakura falou assentindo como uma criança. – A Hina trouxe um combo pra você comer no avião – disse animada.

– E você tá levando dois – Naruto disse e ela o encarou indignada. – Que foi?

– Calunia! – a rosada protestou colocando uma das mãos sobre o peito. – São um pra mim e outro pro Sasuke!

– Na verdade, são dois pra você e um pro Sasuke. – Ino discordou ceticamente. – Isso se ela deixar ele comer, porque né...

– Cala a boca, porca!

– Me ame – ela disse empinando o nariz.

– Morra, Ino – Sakura deu um sorriso cínico, que logo foi substituído por uma expressão alarmada. –Nãaaaaaaaaaao, você sabe que eu te amo, Ino volte pra mim!

– Eu é que to indo embora, e a Ino é quem tem que voltar? – Tenten perguntou fingindo um falso ciúmes. – Ah, não... – murmurou quando o voo dela foi chamado.

– É hora de dar tchau – Gaara falou fazendo uma expressão triste.

Tenten encarou Neji e ele sorriu assentindo brevemente, sorriso esse que foi retribuído enquanto ambos se levantavam.

Quando estavam perto do portão de embarque, Tenten deixou sua mala no chão e abraçou cada um dos amigos. O coração apertado, os olhos lacrimejando mais uma vez, a saudade que já estava enorme.

– Se sentir minha falta, não hesite em me ligar – Neji murmurou para que ela ouvisse quando se abraçaram demoradamente. – Boa sorte, eu amo você. – lhe deu um selinho demorado e em seguida um beijo na testa.

– Boa sorte aqui também, amo você. – ela respondeu sorrindo. – Quando eu voltar, quero todos vocês aqui, me recepcionando hein! – disse segurando a mala novamente.

– Vamos até trazer uma bateria de samba – Temari disse convicta. – Vamos ter confetes, vai ser uma festa mais bonita que o casamento da Sakura e da Ino juntas.

– Assim parece que eu e a testuda somos casadas – Ino revirou os olhos. – Não esqueça do e-mail, hein Pucca.

– Não vou esquecer – Tenten riu sem jeito. – Obrigada por tudo, eu amo vocês!

– Chega de viadagem, que meus sentimentos já estão partidos. – Sakura falou recolocando os óculos escuros. – Vai, vai antes que você perca o voo mulher. – avisou abanando as mãos.

– E ela não está te expulsando, VAI LOGO TENTEN – Gaara praticamente gritou – Estamos sendo solidários e compreensivos.

– Quanto amor – disse sarcástica. – To sentindo a saudade de vocês daqui.

– Não aguento mais dar tchau. – Itachi resmungou. – TCHAU TENTEN, HASTA LA VISTA, BYE BYE, SEE YA! – afinou a voz e começou a acenar quando ela começou a se afastar.

– HASTA LA VISTA! – gritou ela antes de desaparecer do campo de visão deles.

Tenten manteve um sorriso fraco nos lábios, nunca havia viajado sozinha... Sozinha. Era estranho estar no avião sem ninguém pra conversar, ninguém conhecido pelo menos, de não poder surtar quando o avião começasse a decolar e por não ter a mão de ninguém pra segurar durante o pouso.

Teria que se acostumar com isso, pelo menos por um tempo.

– Quando eu voltar, espero poder resolver tudo. – murmurou pegando as fotos no bolso da blusa e dando uma atenção especial para a foto dela e de Neji. – Eu não queria, mas eu espero que você me espere... Porque eu vou esperar por você.

Loving can heal

Loving can mend your soul

And it's the only thing that I've known

I swear it will get easier

Remember that in every piece of you

Amar pode curar

Amar pode remendar sua alma

E é a única coisa que eu sei

Eu juro que fica mais fácil

Lembre-se disso em cada pedaço seu

Sakura Pov’s:

Quando saímos do aeroporto, após vermos o avião decolar, Naruto havia proposto que nós fossemos a alguma pizzaria para “espairecer”. Era quarta feira, eu não estava no pique e acho que as meninas muito menos, então acabamos adiando o passeio para o dia seguinte.

– Você tá quieta demais. – Sasuke falou enquanto passávamos as compras no caixa. – E isso é irritante. – acrescentou ao ver minha expressão confusa.

– Quando eu falo, você me chama de irritante. – Respondi divertida. – Quando eu fico quieta, sou irritante também.

– Você consegue se superar ficando em silencio. – Disse ele rindo e a caixa, soltou um riso leve.

– Tão engraçado – falei debochadamente. – Vou até bater palminha pra você – bati palmas e ele revirou os olhos terminando de passar as compras e indo embala-las. – Compramos mais coisas do que pretendíamos, não é? – paguei tudo e fui ajuda-lo com as compras.

– E aposto que vamos ter que voltar e comprar mais amanhã. – Sasuke disse começando a andar com a maioria das sacolas.

– E por que não compramos tudo agora?

– Você tá sabendo de tudo que tá em falta lá em casa? – perguntou olhando para trás e arqueando a sobrancelha.

Não respondi de imediato. Estava tentando lembrar das coisas que nós precisaríamos repor. Eu sou a mulher, tenho que saber isso de cabeça, certo?

– Não faço ideia. – respondi sem graça. – Sou uma péssima dona de casa. – choraminguei e corri um pouco para enlaçar meu braço no dele quando a brisa fria bateu contra o meu rosto.

– Só é desatenta. – comentou desligando o alarme do carro. – Eu sou o dono de casa eficiente.- gabou-se abrindo o porta-malas e colocando as sacolas dentro do mesmo.

Esperei que ele trancasse o porta malas sem dizer nada e peguei as chaves de sua mão, indo para o lado do motorista.

– O que você pensa que tá fazendo? – perguntou quando eu entrei no carro. – Você não vai dirigir o meu carro. – afirmou e eu tranquei a porta para que ele não pudesse me tirar dali.

– Ah, eu vou sim. – respondi colocando a chave na ignição. – Se você não quiser, pode pedir um taxi ou ir andando, amor. – sorri e ele fechou a cara.

Ele deu a volta no carro e entrou fechando a porta, enquanto ainda mantinha a expressão de raiva.

– Vou furar os pneus do seu carro. – resmungou baixo.

– Se fizer isso, eu vou furar os seus olhos. – respondi amigavelmente. – Brincadeirinha, sabe que eu amo você!

– Eu sei – ele sorriu e eu ri. – Só é estranho você estar no meu carro e estar dirigindo.

– Isso se chama machismo.

– Não, isso é você no meu carro e ainda por cima dirigindo. – discordou ele. — Onde é que fica o meu estilo?

– Querido, que estilo? – perguntei reprimindo o riso. – Não é você que tem cabelo rosa, benhê.

– Por isso mesmo. – Doeu, claro que doeu.

– Mancada.

.

.

.

– O que aconteceu aqui? – Sasuke perguntou assim que abrimos a porta de casa. – Furacão Katrina?

– O que? – o empurrei para que pudesse ver o que havia lhe surpreendido. – Leon – abri a minha boca surpresa ao ver duas almofadas retalhadas no chão da minha sala. – Essas são as almofadas que minha mãe me deu? – fechei a porta e a tranquei, ainda estava absorvendo a situação.

– Aquele é o meu sapato novo? – Sasuke perguntou se abaixando e pegando um tênis vermelho. – Eca. – o soltou ao ver que estava todo babado.

– Se tiver coco pela casa, você vai limpar – anunciei pegando as sacolas que ele segurava e seguindo até a cozinha. – SASUKE!

– Que? – Ele veio correndo da sala. – JESUS CRISTO! – o lixo estava todo revirado no chão, algumas das sacolas do puxador estavam rasgadas e alguém tinha feito as minhas laranjas de bolinhas mastigáveis.

– Eu vou matar aquele saco de pulga! – esbravejei colocando as sacolas no balcão e marchando atrás dele. – Vou joga-lo da janela, com as patinhas pra cima!

– Sakura, foi a primeira vez que ele fez isso! – Sasuke disse entrando em defesa do pequeno Golden Retriever.

– Pra você! – retruquei subindo as escadas – Ele já comeu uns três pares de sapatos seus. – acrescentei e ele me segurou pelo braço. – Não vou mata-lo... Só esgana-lo um pouco. – puxei meu braço e passei a procurar o bendito cachorro pelos cômodos, que graças a Deus não tinham recebido danos como os do primeiro andar. – LEON! – gritei ao ver a bola de pelos sobre a minha cama. – Eu vou... – O cachorrinho ergueu a cabeça, abrindo os olhos sonolento e depois que nos reconheceu deu um pulo, começando a abanar o rabo animadamente enquanto latia. – Eu vou te amar, vem cá. – o peguei no colo e comecei a brincar com ele como se nada tivesse acontecido.

– Você não estava nervosa? – Sasuke perguntou cruzando os braços. Ele estava escorado no batente da porta e mantinha um sorriso no canto dos lábios. – Vai ser uma ótima mãe. – o encarei sem entender. – Nada, eu apenas sonhei com isso hoje. – explicou-se como se lesse a minha mente.

– Obrigada. – agradeci dando um sorriso e ele veio ate mim, me dando um beijo demorado, enquanto acariciava meu rosto com o polegar. – Vamos ter uma longa noite pela frente. – murmurei dando-lhe mais um selinho.

– Nossas noites sempre são longas, meu amor. – passou a mão pelos meus cabelos. – Sempre.

Notas finais
Continua... Mereço reviews??