Love Drunk
58 Segunda Temporada - Capitulo 11
Notas iniciais
{Continuação das notas...
Capitulo dedicado á Lola e a Gwen, que recomendaram a fic essa semana. MUITO OBRIGADA MESMO MENINAS!
Fiz um capitulo caprichado, hein? Grandão *-* Era pra ser maior, só que amanhã é meu ultimo dia de férias e eu tenho que resolver umas coisinhas çç But, o proximo será igual ou MAIOR que esse *-* Se preparem pra treta, meus drunkers ♥
Ah e obrigada por nunca me deixarem, apesar de toda essa demora, muito obrigada mesmo.
Espero que gostem
Boa leitura.}
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Lily entrou na cafeteria com óculos escuros e fones de ouvido. Estava usando uma calça social preta, junto com uma blusinha laranja de alcinhas e um blazer também preto, que estava por cima do seu braço.
Havia tropeçado num degrau na entrada da cafeteria (malditos saltos), já havia começado o dia bem.
Sentou-se em uma mesa próximo a janela e prendeu os cabelos em um coque, tirando os óculos e os fones de ouvido, para coloca-los em cima da mesa em seguida. Logo James, um carinha simpático, filho da dona da cafeteria veio lhe atender.
– Bom dia, Lily – deu um sorriso simpático, que para ela, era sua marca registrada. Os cabelos louros estavam penteados de uma forma despreocupada, seus olhos castanhos demonstravam gentileza. Talvez ele fosse a pessoa mais gentil que ela conhecia há tempos. – Vai pedir o de sempre? – perguntou segurando o bloquinho de notas para que pudesse anotar seu pedido.
– Hey James, bom dia. – a ruiva devolveu o sorriso. – O que seria de mim sem os brownie da sua mãe? – brincou fazendo ele rir. – Mas hoje, em vez de café, quero um cappuccino.
– Se minha mãe ouvir isso vai ficar convencida. – advertiu ele num falso tom sério – Wou que mudança, você ama café! – arqueou uma sobrancelha.
– Hoje estou adepta a mudanças. – Lily fez uma expressão cética. – Mentira, amo café, mas pra não enjoar quero cappuccino. – ergueu o polegar. – E quero pão de queijo também.
– Cappuccino, brownies, pão de queijo e um pedaço de bolo de morango? – James conferiu e ela assentiu. – Daqui a pouco seus pedidos estarão aqui.
– Muito obrigada. – Lily sorriu pra ele, que assentiu e se retirou. – O que esse cara quer agora? – perguntou quando o celular começou a tocar. – Bom dia, amor.
– Você tá onde? – Itachi perguntou e ela teve a certeza de que ele estava estreitando os olhos.
– Daqui a pouco eu to chegando na empresa, ai você mata a saudade. – Lily brincou mexendo nos guardanapos de papel que estavam na mesa.
– Ótimo. – Itachi ironizou. – Isso seria bom, se eu não estivesse no seu apartamento... – comentou despreocupadamente.
– O QUE? – arregalou os olhos e endireitou a postura.
– Eu ia tomar café com você, trouxe até uma cesta e...
– Por que não me avisou? – indignou-se. – Eu teria ficado em casa!
– Ia ser uma surpresa romântica, mulher! – ouviu o barulho de chaves. – Mas de qualquer forma, vou tomar café aqui e nós saímos pra almoçar juntos, okay?
– Romântico... – choramingou. – Nós sempre almoçamos juntos, Itachi. – fez um bico inconscientemente.
– Vou pensar em algo melhor. – Itachi disse determinado. – Prometo.
– Assim espero. — Lily disse fazendo uma voz infantil, o que o fez rir.
Ficaram conversando por mais um tempo, até que ambos decidiram desligar para que pudessem tomar café com calma. James trouxe seu pedido, mas não puderam conversar por muito tempo, já que ele tinha outras pessoas para atender, a cafeteria estava cheia para aquele horário.
Lily pegou um dos pães de queijo e mordeu, enquanto mexia distraidamente num joguinho no celular (que era tão frustrante quanto campo minado), até que sua atenção se desviou para a pessoa que havia puxado a cadeira em frente a sua e se sentado, sem ao menos ter sido convidado.
– Mas que grosseria. — ela resmungou levantando o olhar. — Deidara? — arregalou os olhos em surpresa, ao ver a cópia da Yamanaka em sua frente.
– Tem noção do mico que seria, se não fosse você? — o loiro brincou dando um sorriso de canto. — Posso lhe acompanhar? — perguntou e ela notou que ele tinha uma bandeja com um copo fechado e pães com grãos, fora os bolinhos.
– Se eu dissesse que não, seria falta de educação, né? — Lily arqueou a sobrancelha e deixou o celular de canto. — O que está fazendo por aqui, dude?
– Estava de passagem, com fome e decidi dar uma passada aqui. — deu ombros. — Você vem sempre aqui? — perguntou casualmente.
– Na maioria das manhãs. — ela riu. — A cafeteria do escritório é horrível, e eu não posso viver sem o brownie da Susan, me julgue. — fez uma expressão engraçada que o fez rir.
– Será que esses brownies são tão bons assim? — olhou para os dela, que estreitou os olhos.
– São só meus, saí. — Lily mostrou a língua para ele, que riu novamente. — Como anda a vida, Deidei? Fiquei sabendo de uns lances seus, hein... — fez uma voz maliciosa.
– Que lances mulher? — Deidara perguntou curioso. — Tá legal, foi a matraca da minha irmã, não é?
– Não acuse a porca. — a ruiva apontou pra ele. — Tá apaixonado, né? — colocou a mão no queixo fazendo uma expressão pensativa. — Se quiser conselhos é só me dizer.
– Você? Me dando conselhos? — Deidara arqueou uma sobrancelha enquanto bebia um pouco.
– Qual é! — Lily protestou antes de dar uma mordida em um dos brownies, ah, como os amava. — Sabe a Sakura e o Sasuke?
– Sei...
– Eu que os juntei, ok? — franziu o nariz. — Beijinho no ombro pro seu recalque passar longe.
– Produção como essa ruivinha é ousada. — o Yamanaka fez uma expressão surpresa. — Como é osada, ochente.
– Armaria mainha nãm, é melhor tu pegar o xarope porque a zoera tá demais, och. — anasalou a voz.
– Liga pra poliça' porque seu nível de zoera já passou dos limites. — e então ambos riram.
– Ai, cala a boca Deidara. — ela tentou ficar séria. — Eu tenho que comer e ir trabalhar. — acrescentou olhando a hora no celular.
– Eu também, você acha que eu sou o que?
Lily demorou um pouco para responder, pois estava mastigando e depois bebendo cappuccino, ela mantinha a mão erguida, pedindo para que ele esperasse.
– Que você é o maior protelador de todos os tempos, Deidei. — respondeu a ruiva.
– Não pago imposto pra ouvir isso. — ele virou o rosto e ela começou a rir, sendo acompanhada por ele logo em seguida.
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Sakura Pov's:
Saí de dentro do banheiro e encontrei Sasuke terminando de vestir o smoking em frente ao espelho. Ele realmente estava bonito, muito gato e.. Ta, chega.
– Você vai sair? — perguntei estranhando, ele não havia me dito nada.
– Eu não te disse? — desviou o olhar do espelho e me encarou confuso.
– Não, não me disse. — respondi estreitando os olhos e tirando a toalha dos meus cabelos, nem ao menos havia me vestido para ir encontrar a Tenten com as garotas.
– Se lembra do convite que eu recebi há um tempo? — Sasuke perguntou e eu assenti. — É uma festa de negócios, onde eu tenho que ir, junto com o Itachi pra representar a empresa. — quando ele viu meu olhar, acrescentou — Eu achei que tinha te falado e só não te levo, porque você tem um compromisso. — fez uma expressão cabisbaixa.
– Ah, então era aquele convite... — murmurei pensativa. — E você tava sabendo da data faz tempo? — perguntei como quem não quer nada, indo em direção ao guarda roupa para pegar minhas peças intimas já que eu estava só de toalha.
– Não. — ele estava me observando. — O Itachi me lembrou ontem, eu esqueci de abrir o meu convite. — riu sem graça.
– É a idade querido, a idade. — dei risada. — Quem mais vai?
– Ah, o Naruto, o Gaara e talvez o Shikamaru. — Sasuke respondeu — Usa o conjunto vermelho. — falou naturalmente e eu desviei o olhar do guarda-roupa para encara-lo. — Mas esse azul com rendinhas também é legal... — acrescentou pensativamente.
– Desde quando você... Azul ou vermelho? — perguntei desistindo de saber desde quando ele dava opinião sobre minhas peças intimas.
– Azul. — Sasuke assentiu e se sentou na cama. — Será que aconteceu alguma coisa séria com a Tenten? — perguntou preocupado.
– Pra falar a verdade, eu acho que sim. — respondi vestindo uma blusa branca com listras finas e pretas. — Ela não deu sinal de vida todos esses dias...Não atende telefone, nem responde mensagens, muito menos e-mails! — Peguei uma saia de cetim preta, que ia até um palmo acima dos meus joelhos e que possuía buraquinhos que formavam flores na parte de baixo.
– Neji também não deu sinal de vida. — Sasuke comentou. — Espero que eles se resolvam, de verdade.
– Eu também amor, eu também. — vesti um blazer vermelho e dobrei as mangas até o cotovelo. Eu estava de costas para ele, então não podia ver suas expressões. — Só que esse é o sonho da Tenten, entende? Se você interferisse nos meus sonhos, eu ficaria magoada. — me sentei em frente a penteadeira. — E seria injustiça. — acrescentei começando a me maquiar.
– Seria egoísta demais se eu fizesse isso. — o tom de voz dele foi repulsivo. — No mínimo, eu iria pra Nova Iorque com você. — deu risada. — Aqueles gringos safados poderiam...
– Ai Sasuke, cala a boca. — comecei a rir. — Se eu borrar a maquiagem, vou dar na tua cara. — ameacei.
– Vai mesmo? — perguntou em tom malicioso.
– Desde quando tá curtindo agressões, hein? — perguntei começando a rir.
– Vou nem te responder, molier, nem vou te responder. — recrutou em tom indignado. — Isso aí demora, hein?
– Vira maquiador meu amor, ai tu aprende a fazer as coisas rápido. — revirei os olhos passando o batom com todo o cuidado do mundo. — Maquiagem é o seguinte, um passo em falso e tu vira um panda.
– Blá, Blá, Blá. — com toda a certeza ele tava revirando os olhos. — Por isso que eu gosto de ser homem, minha beleza é natural. — gabou-se.
– Ce tá me chamando de feia? -me virei para encara-lo. — Perdeu a língua foi? — levantei-me e peguei meus peep toes vermelhos que eu havia deixado separado.
– Você tá indo me trair por acaso? — Sasuke perguntou depois que eu os calcei e parei para encara-lo com os braços cruzados. — Fez tudo isso pra quem, hein? Tá sexy demais, e esse batom? É uma espécie de placa em neon, dizendo: "Hey, vemk me beijar" — ele se levantou e começou a mexer os braços exageradamente.
– Sabe esse anel? — levantei o punho. — É um palavrão omitido pra você, idiota.
(http://www.polyvore.com/sakura_segunda_temporada_capitulo_11/set?id=111319069)
Sasuke arregalou os olhos e franziu o cenho.
– Vou trair você com um moreno alto, bonito e sensual. – falei provocativamente, me aproximando dele, que mantinha a expressão indignada. – E você não vai poder fazer nada... – sorri de canto.
– Então eu vou te trair com uma moça de cabelo rosa. – ele enlaçou a minha cintura – Ela é sexy – foi aproximando o rosto do meu – Tem os olhos verdes, as coxas torneadas e o sorriso mais lindo que eu já vi. – foi aproximando seu rosto do meu até que sua respiração começou a bater contra o meu rosto.
– Ah... Eu sei que ela te domina. – brinquei dando um sorriso de canto, enrolando uma mecha do cabelo dele no meu dedo indicador. – Mas rosa? Ela devia ter um cabelo melhor, talvez devesse ser loira, morena... Ruiva, até. – murmurei quando ele encostou os lábios no meu queixo.
– Eu gosto de rosa... – ele falou convicto. – É uma cor bem atraente, sabia? – em seguida beijou o canto da minha boca. – É uma cor única, principalmente nos cabelos. Por isso que ela é única, prendeu meu coração com um sorriso maroto e tomou a minha mente com seus beijos...
– Ela deve ser muito bonita. – comentei dando um sorriso de canto.
– Ela é o amor da minha vida. – encostou seus lábios nos meus. – Eu te amo tanto, sabia?
– Eu te amo também. – fechei os olhos e então Sasuke pressionou os lábios contra os meus iniciando um beijo calmo, que me fazia sentir borboletas no estomago e calafrios no corpo todo. — Você fica bem de batom, vermelho é a sua cor, querido. — comentei encostando minha testa na dele.
– Querida, até nu eu fico bonito. — mexeu a cabeça como se dissesse 'Da licença krida, porque o brilho desse lugar sou eu'.
– Se você fosse gay, com certeza pegaria o Ricky Martin. — assenti convencida daquilo. Sasuke tem um charme... Homossexual, heterossexual ou qualquer outra coisa do gênero que você queira colocar.
– Se eu fosse gay, pegaria os seus namorados. — rebateu ele me dando um beijo na bochecha.
– Por quê? — abri a boca indignada e ele riu.
– Porque aí você ficaria solteira e daria atenção só pra mim. — me abraçou fortemente e eu retribuí. — Sabe como sou carente de atenção.
Hoje aqui, amanhã não se sabe
Vivo agora antes que o dia acabe
Neste instante, nunca é tarde
Mal começou e eu já estou com saudade
– Tadinho. — dei risada — Poderíamos ficar assim por muito tempo, né? — murmurei deitando minha cabeça no ombro dele.
– E por que não podemos? — perguntou fazendo uma voz infantil.
– Porque nós temos que sair. — respondi não movendo um dedo sequer. — Nós nem saímos daqui e eu já quero voltar.
– Então vamos logo, para voltarmos o quanto antes. — Sasuke falou, mas em vez de me soltou, apertou-me mais.
Ficamos um tempo assim, até que eu resolvi me pronunciar:
– Sasuke, você não tinha que me soltar? — e então ele riu de novo.
– Ah é. — soltou-me — Vamos logo. — e então me deu um selinho
– Primeiro você vai tirar esse batom — mandei dirigindo-me a penteadeira novamente.- Homem meu não sai de batom, mesmo que seja o meu. — resmunguei.
– Seu? — perguntou na ironia. — Acho que...
– O batom é meu cacete, o dinheiro saiu do meu bolso. — revirei os olhos e depois comecei a rir, quando me toquei sobre o que ele estava falando. — Agora vai logo no banheiro tirar isso, vai Sasuke. — balancei a mão num gesto displicente.
– Vai no banheiro tirar isso, Sasuke, Sasuke lava aquilo, pega aquilo outro... — e então ele saiu resmungando, antes que eu pudesse dizer qualquer coisa. — Não posso nem ficar mais de batom, que a mulher quer mandar em mim, och.
– Cala a boca, eu mando até quando você tá dormindo. — gabei-me. — Porque as mulheres são o poder, benhê!
– Só sei da força que a Ino vai bater na sua cabeça com aquele tamanco.- debochou voltando para o quarto — Vai ser uma tamancada e um desmaio na certa.
Analisei o que ele havia dito e tinha até certa logica.
– Verdade. — assenti pegando uma bolsinha e saindo do quarto. — TAMANCAS SÃO O PODER!
Me abraça, me aceita
Me aceita assim meu amor
Me abraça, me beija
Me aceita assim como eu sou
Sasuke foi na frente para estacionar o carro em frente a nossa casa, enquanto eu trancava tudo e verificava as bocas do fogão. Minha mãe sempre me disse isso, e até hoje diz, toda vez que liga aqui. 'Viu se o botijão tá vazando, Sakura?', 'Deixou o ferro na tomada?', 'Tem certeza que não tem nenhum fio tendo curto?' e daí por diante.
Entrei no carro e fechei a porta, colocando o cinto de segurança em seguida. Sasuke e eu conversámos durante todo o caminho, ele iria me deixar em frente ao bar em que nós encontraríamos com a Tenten e dali, iria para a festa... Que não me cheirava bem, mas o que eu posso fazer? Tenho um orgulho a zelar.
– Er... Tchau e se cuida. — sorri rapidamente e iria sair do carro, quando Sasuke segurou o meu pulso. — Oi?
– Aconteceu alguma coisa? — perguntou quando me virei para ele. — Você tá agindo de forma estranha desde os últimos dez minutos. — estreitou os olhos e colocou uma mecha do meu cabelo atrás da minha orelha.
– Preocupação com a Tenten. — respondi desviando o olhar. Claro que não era só aquilo, mas cá entre nós, casamento sem pequenas mentiras não existe. — Eu te amo, tá? Não se preocupa. — toquei o rosto dele com a ponta dos meus dedos, mas mesmo assim ele continuou com a expressão preocupada.
– Tá pedindo isso pro cara errado. — arqueou as sobrancelhas. — Se cuide também. — e então me deu um selinho, soltando meu pulso. — Sakura? — chamou-me quando eu já estava fora do carro e me preparava para fechar a porta.
– Eu?
– Te amo também. — piscou e eu sorri, fechando a porta e observando até que ele virasse a esquina.
Respirei fundo e entrei no bar, nunca havia ido ali e pra falar a verdade, apesar de ser um ambiente desconhecido era até confortável. Não to falando daqueles botecos de esquina, ou de meios de rua, e sim de um local, com luzes baixas e uma decoração formidável e acolhedora. Ao fundo tocava uma música qualquer, que eu não fazia ideia do que era, mas que era animada. Haviam mesinhas, de 4 á 6 cadeiras, com estofados na cor vinho.
– Isso é tipo... Uau. — murmurei para mim mesma e então passei a procurar pelas garotas. — Hey! — parei um dos garçons, e ele me encarou confuso. — Você por acaso viu algumas garotas? — perguntei e ele continuou me encarando da mesma forma. — Uma loira e uma ruiva escandalosas, uma moça de olhos perolados, uma meio mal humorada e uma outra com dois coques no cabelo... — continuei tentando incentiva-lo a se lembrar. — Fala sério, não é difícil percebe-las. — acrescentei exasperada e ele fez uma expressão pensativa. — Você fala? — suspirei frustrada.
– Elas estão na ultima mesa, a terceira fileira, á esquerda. — ele falou e sua voz me assustou, fazendo com que eu desse um pulo.
– O que?
– Siga as instruções de trás pra frente. — ele revirou os olhos — Vá para a esquerda, na terceira fila e veja a ultima mesa, elas estão lá.
– Ah, obrigada, Henk! — agradeci olhando o crachá dele. — Você não é muito de falar, não é?
– Suas amigas devem estar te esperando, senhorita...
– Nossa, que fora. — dei risada. — Gostei de você, Henk, talvez possamos ser melhores amigos e...
– Senhorita.
– Ah, ok, tchau Henk, espero te ver algum dia. — acenei pra ele e fui caminhando na direção que ele havia me indicado. — Garçom maneiro.
Quando eu digo, que não é difícil de identificar minhas companheiras, vocês devem acreditar em mim. Principalmente quando a Lily começa a contar alguma coisa aparentemente engraçada, enquanto gesticula exageradamente com os braços, sendo imitada pela Ino.
– Até que enfim Sakura! — Ino gritou quando me viu, fazendo com que o pessoal ao redor nos encarasse. — Achei que tinha sido abduzida, molier. — comentou ironicamente.
– Ou que tinham te sequestrado — Temari falou — E te jogado num córrego, dentro de uma barraca de plástico.
– Da onde vocês tiraram isso? — Lily e Hinata perguntaram alarmadas.
– Filmes de ação. — ambas responderam juntas. — E de ficção também. — Ino acrescentou orgulhosa de si mesma.
– Achei que você só assistia 'Legalmente loira' — Tenten comentou rindo.
– Eu não assisto só isso — a loira protestou indignada.
– Você também assiste 'Legalmente loira 2' — falei e ela me fuzilou com o olhar. — Qualé, é a continuação. — dei ombros e me sentei ao lado da Hinata, Tenten estava entre toda nós, praticamente.- Então...
– A gente podia beber agora, antes de...
– Tenten, não fique enrolando. — Temari falou impaciente. — Sabe quanto tempo esperamos para saber do que tava acontecendo? Você nem o telefone atendeu! — e então o clima descontraído mudou drasticamente.
– Sabe o quanto ficamos preocupadas? — falei da mesma forma que a Temari. — Você podia pelo menos mandar uma mensagem dizendo que estava tudo bem.
– Me desculpem meninas, eu...
– Tenten, você sabe que nós somos suas amigas e estamos com você. — Ino falou segurando a mão dela.
Ela ficou um tempo quieta e nós também, estávamos esperando o tempo dela.
– Neji me deu um ultimato. — falou baixinho. — Na verdade, não me forçou a nada... Eu... Eu apenas escolhi Nova Iorque. — confessou fazendo com que nós nos entreolhássemos confusas.
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