Love Drunk
30 Capítulo 30
Notas iniciais
Essa fic é uma das maiores que já escrevi, o maximo pra mim eram de 24 capitulos *-*
Obrigada mesmo por todas as reviews e recomendações, quero mais e mais *--*
Recomendem a fic, sim? *-*
Ah me desculpem a demora, tive um surto de não saber o que colocar. Por isso acho que o capitulo saiu ruim e enrolativo... Mas é mais para esclarecimento, então... Saiu uma merda ._.
Bem dedicado a todos que comentaram e que sempre me acompanharam. Mas especialmente para Kaory Miku por ter recomendado. Arigato sua linda *-*
Espero que gostem... Me desculpem mais uma vez pela demora e mais tarde respondo as reviews tenho que sair, ir na casa da minha prima.
Boa Leitura.
IA ME ESQUECENDO SE LEMBRAM DA MINHA FIC NOVA? Que eu vou postar quando acabar Love Drunk?
Então, aqui está o trailer dela. Me digam o que acham ^^
http://www.youtube.com/watch?v=BF6Ucp2aSdo&feature=plcp
Que ta rolando, hein? – perguntei andando até a porta e abrindo a mesma. – Você ta estranho desde a hora em que te ligaram. – estreitei os olhos e me virei para frente, dando de cara com o...
– Quanto tempo rosada.
Eu conhecia, DEFINITIVAMENTE conhecia essa voz. Talvez mesmo que eu escutasse apenas um murmúrio de pelo menos quilômetros de distancia, eu o reconheceria.
– SASORI! – Gritei correndo e o abraçando. Meus olhos ardiam e me apertei contra meu amigo que não via há meses. Sasori tinha os cabelos ruivos, tinha a pele clara e os olhos castanhos... Olhos de peixe... OK, só eu posso chama-lo assim. – O que faz aqui? – perguntei ainda abraçada com ele.
– Não me quer aqui? – ele perguntou se fingindo de ofendido. – Achei que sentiria falta de um amigo que não vê há quase seis meses.
– Eu senti a tua falta. – murmurei. – Muita falta tua, olhos de peixe. – brinquei.
Ele me cutucou e disse:
– Vamos rosada, pare com isso de me chamar de “Peixe” – resmungou e depois me soltou exclamando. – PUTA MERDA GAARA, COMO TU É LERDO!
– CARALHO, EU VIM O MAIS RAPIDO QUE PUDE! – Gaara rebateu.
– MAS EU TE LIGUEI MERDA, DEVIA TER VINDO VOANDO! – Sasori apontou para ele.
– DA PROXIMA VEZ ME TELETRANSPORTO, DESGRAÇA! – Gaara também apontou para ele. – OU MELHOR, NÃO VOU FAZER NADA! – e então cruzou os braços e virou o rosto em um gesto infantil.
– NÃO IREI TE PEDIR MAIS NADA. – Sasori fez o mesmo que ele.
2 segundos depois...
– Hey Gaara, eu trouxe jogos novos. – Sasori murmurou.
– amigão, vamos invadir o quarto da Sakura e jogar. – A carranca de Gaara foi substituída por um sorriso.
– Bipolares... – Temari arregalou os olhos. A loira ainda não havia dito nada.
– TEMARI-CHAN! – Sasori a abraçou. – Você cresceu.
– Sasori seu retardado, tenho a mesma idade que o Gaara e que você. – Temari revirou os olhos.
– Mas não era esse mulherão quando eu me mudei. – ele elogiou, fazendo com que ela desse uma voltinha.
– Cala a boca. – ela deu risada. – Vamos jogar! – e então se soltou do abraço do Sasori, me empurrou mais pra dentro de casa e fechou a porta.
– Não, não, não. – estreitei os olhos e cruzei os braços. – Você vai me explicar direitinho o que veio fazer aqui ruivo e quanto tempo vai ficar.
– Oras, um amigo não pode vim visitar outra amiga? – Sasori revirou os olhos, enquanto ia em direção ao sofá.
– Não quando havia se mudado para o Canadá. – também revirei os olhos e sorri de canto. – Sentiu tanta a minha falta assim?
– Bem, eu senti sim sua falta. Do ruivo dorgado, da loira e do povo. – Sasori deu ombros. – Mas, vim porque meu pai irá passar três semanas aqui e me chamou para acompanha-lo.
– E a escola? – Temari perguntou.
– Vocês ainda não saíram de férias? – Sasori arregalou os olhos.
– Mas que merda... – Gaara praguejou. – Daqui a uma ou três semanas.
– Tadinhos... – Sasori deu um sorrisinho cínico.
– Vou me mudar para o Canadá, diga ao tio que terá mais alguém para perturba-lo. – dei um sorrisinho amarelo.
– Ok, Ok. – Sasori deu ombros. – Vai ser legal, ter alguém para perturbar.
– Me ama muito. – suspirei.
– Só isso? – ele perguntou impaciente. – Tenho um jogo para ganhar.
– E quem disse que você vai ganhar? – Gaara protestou. – Eu que vou ganhar.
– Ninguém vai ganhar. – Temari revirou os olhos. – A vitória já é minha.
– Tenho mais uma coisa. – protestei antes que eles começassem uma discursão. – Você vai ficar aqui em casa, né?
– Se você me quiser aqui. – ele sorriu.
– VAMOS JOGAR! – anunciei dando pulinhos e eles deram risada.
X-X-X
Sasuke Pov’s:
– Hn. – resmunguei abrindo a porta, tomei um susto quando senti braços passando ao redor do meu pescoço e uma voz exclamando:
– SASUKE-KUN!
Eu conhecia, conhecia aquela voz. O cheiro daquela pele e o modo de como uma única pessoa gritava meu nome em qualquer lugar que me visse. Kyoko estava ali depois de quase meses e mais meses sem a ver. Uma das minhas melhores amigas estava ali.
– O que você faz aqui? – perguntei surpreso enquanto devolvia o abraço. Kyoko ainda estava do mesmo jeito que da ultima vez em que tínhamos nos visto. Os cabelos negros até o meio das costas, com uma franja impecavelmente cortada e alinhada. Os olhos castanhos destacados por maquiagem.
– Vim matar a saudades do meu Sasuke-kun. – ela gargalhou levemente e depois desfez o abraço. – ITACHI! – E então abraçou meu irmão.
Lily tinha os lábios entreabertos, e os olhos arregalados.
– Kyoko. – ela murmurou sem acreditar. – Achei que nunca mais te veria. – estreitou os olhos.
– Infelizmente, estou de passagem. Para ficar umas três semanas. – Kyoko sorriu se virando para mim. – Tenho alguns assuntos para resolver e são muito importantes.
– Vai ficar aqui, não é? – perguntei.
– Não incomodaria? – ela perguntou timidamente.
– Nunca. – sorri para ela.
– AWN Obrigada, Sasuke-kun! – e então ela me abraçou. — E seus pais? – murmurou.
– Eles irão adorar tela aqui, Kyoko-Chan. – Itachi falou dando ombros.
– Porque tenho um mau pressentimento...? – Lily murmurou fitando o chão. – Vou pra casa.- anunciou.
– Já? – perguntamos eu e Itachi juntos.
– De repente, me lembrei que tinha que fazer uma coisa.... – Lily murmurou incerta. – Vejo vocês qualquer dia MENINOS. – é impressão minha, ou ela fez questão de frisar os “meninos.”.
– Quer que te acompanhemos? – perguntei estranhando.
– Não. – ela respondeu. – Vou sozinha.
– Eu vou te levar. – Itachi deu ombros.
– Que parte do SOZINHA, você não entendeu? – ela o encarou.
– Essa parte mesmo. – ele a encarou de volta. – Vamos, ou você não sai daqui hoje. – e então ele passou por ela, deixando a mesma pasma.
Depois do choque, Lily seguiu Itachi e nem se despediu.
– Bem Sasuke-kun, conte-me TUDO o que aconteceu com você nesses últimos meses. – ela segurou minha mão e me levou até o Sofá ficando bem próxima a mim.
– Ok, como vou contar isso... – murmurei olhando para baixo, ela segurou meu queixo e murmurou:
– Apenas me conte.
Algum tempo depois...
A expressão de Kyoko havia endurecido e se suavizado a medida com que eu lhe contava tudo. Por fim, agora estávamos em um silencio incomodo.
– Você... Você... – ela respirou fundo. – VAI SE CASAR? – perguntou frustrada.
– É. – sorri amarelo.
– Sasuke, você é jovem. Tem muito que viver, não pode se amarrar desse jeito. Essa tal de... Seilá o que nem gosta de você. Existem pessoas melhores para você. – ela se levantou e andou de um lado para o outro na minha frente.
– Ela me ama e eu amo ela, Kyoko. – respondi indiferente. – Aceite isso.
– Você também dizia que me amava, quando namorávamos. – ela disse com amargura.
– Mas depois concordamos que o que sentíamos era apenas atração física. – protestei.
Ela parou e olhou para o chão e então murmurou:
– Apenas atração física. – e depois colocou um sorriso no rosto e disse: — Agora somos Bons amigos, melhores amigos.
– Fico feliz que entenda isso. – dei um sorriso de canto.
– Agora vamos, me ajude a pegar as malas no carro. – ela seguiu em direção a porta.
– Sou obrigado? – arqueei uma sobrancelha.
– A menos que queira que eu aperte suas bochechas. – Kyoko deu ombros.
– Vou te ajudar. – anunciei.
X-X-X
Segunda Feira:
– Ah Sasori, não precisa ir comigo ao colégio. – revirei os olhos, estávamos no meu quarto eu já estava com a bolsa nas costas e ele tentava inutilmente ir comigo para o colégio.
– Mas... – tentou protestar.
– Não. – estreitei os olhos.
– Você ainda me verá circulando pelo seu colégio, ainda hoje. – ele emburrou a cara. Fui até ele e apertei-lhe as bochechas. – Ai. – reclamou tentando desviar o rosto.
– Porque quer tanto ir ao colégio? – perguntei.
– Hm... Nada. – ele não estava olhando para mim.
– Vamos Sasori, diga logo. – revirei os olhos. – Sabe que não pode mentir para mim.
– Ok, quero ver esse tal de Shizuke, Batuque seilá. – ele respondeu sem me olhar.
– Sasuke. – corrigi. – Pra que toda essa curiosidade?
– Não posso ser curioso com o próprio noivo... – ele fez uma careta. – Da minha amiga?
– Uma hora você o conhecerá. – dei ombros seguindo em direção à porta do meu quarto. –Vá dormir que ganha mais.
– Dormir é para os fracos. – ele me seguiu. – Vou resolver algumas coisas.
– Que tipo de coisas? – perguntei enquanto seguíamos em direção as escadas.
– Nada que possa lhe interessar. – ele respondeu sorrindo cinicamente.
– Bom dia, vejo que vocês estão bem. – meu pai comentou dando risada. Ele estava sentado no sofá assistindo ao noticiário matinal.
– Papai, Sasori me ama. Por isso me trata assim. – dei risada.
– Claro Tio, a rosada é o amor da minha vida. – Sasori passou um braço por cima dos meus ombros e depois deu risada, sendo acompanhado pelo meu pai.
– Acho melhor correr, agora REALMENTE está atrasada. – meu pai deu um sorriso maldoso.
– Não caio nessa duas vezes, velhote. – dei ombros e ele estreitou os olhos.
– AMAYA! – Gritou e minha mãe alguns minutos depois apareceu. – Que horas são?
Minha mãe olhou no relógio, depois no celular e por ultimo.
– Sakura vai sem tomar café, coloque o cinto de segurança e acelere porque faltam apenas 10 minutos. – ela respondeu impassível. – Sasori querido, vamos tomar café. – e então sorriu.
– Ta esperando o que, “novinha”. – meu pai me alfinetou.
Praguejei e sai correndo, esbarrando em tudo o que vinha pelo caminho. Peguei as chaves atrás da porta e fui correndo até o meu carro. Entrei nele e joguei a bolsa em qualquer canto, acelerando logo em seguida.
– Vou dar uns sopapos no Sasori. – murmurei com raiva.
Quando cheguei ao colégio, faltavam apenas cinco minutos.
– Sou muito ninja. – murmurei saindo do carro. Ok, eu devo ter passado um sinal, quase atropelado um cachorro e quase batido meu carro em uma lixeira, mas todo mundo ficou bem, isso é o que importa. Claro que se algumas multas chegarem para os meus pais, eu vou ter que dar um BELO jeito de conseguir continuar viva. Já que meu pai disse que se caso eu ganhasse uma multa, me faria trabalhar MUITO duro para paga-la. Ah trabalhar não é tão ruim assim.
AH, uma coisa estranha foi à reação do Sasori ao saber que eu tinha ficado noiva... Ele quase surtou e depois forçou um sorriso... Ah ele é assim mesmo.
– Suspeito, muito suspeito... – murmurei enquanto entrava nos corredores do colégio, não sei o que foi mas sei o que foi.... Sem sentido?
Vou explicar então. Não sei quem foi o ser dos.... Que colocou o pé para que eu caísse e sei que foi um pé... Linda a minha lógica, não?
– Ai você fica tão bonitinha ai, chiclete. – ouvi a voz debochada de Karin.
Deitei-me no chão, virada de barriga pra cima e então comecei a gargalhar e muito.
– Do que ta rindo? – ela perguntou com raiva.
– Acha que eu realmente ligo por ficar no chão? – olhei pra ela com um sorriso sarcástico. – Por mais que agora eu esteja em quesitos de altura mais baixa que você, isso não define o meu caráter e muito menos do que eu sou capaz de fazer. Karin se quer encrenca comigo vai ter de fazer pior. – pisquei e me levantei.
– Você devia se preocupar com isso, posso ser MUITO pior quando quero. – ela apontou o dedo para mim e eu investi contra ele, como se fosse o morder. CLARO que eu não iria fazer isso, iria me contaminar com o veneno dela.
– Ta dizendo que quer guerra? – a encarei arqueando uma sobrancelha.
– Estamos em guerra desde quando viramos inimigas. – Karin sorriu maldosamente. – Afinal, vou acabar pegando o teu namorado. – aquilo não me deixou surpresa.
– Sempre soube que sempre quer o que é meu. – falei antes de me virar para ir à sala. – Só não te garanto que vai conseguir. – anunciei antes de começar a caminhar. Passei por alguns alunos que conversavam e me encaravam, “acho que tenho algo no rosto”... E então finalmente cheguei à sala, encontrando meus amigos lá.
– RETARDADOS! – Gritei abrindo os braços contente.
Eles me olharam e depois continuaram a conversar como se eu não tivesse dito nada. Fiz a maior cara de poker face possível e andei até onde o Sasuke estava de costas, o abraçando assim.
– Da próxima vez que eu der bom dia, e vocês não responderem vou manda-los para o Haiti. – anunciei próximo ao seu ouvido. Ele deu risada e se virou, passando os braços pela minha cintura.
– Você gritou “retardados” e não “bom dia amigos, e Sasuke” – ele revirou os olhos.
– Bom dia Sasuke, amor da minha vida. Sexy e pura sedução. – brinquei lhe dando um selinho.
– Bom dia amor. – ele deu risada. – Mas eu não quero só um selinho. – sorriu de canto maliciosamente.
– Mas vai ter que se contentar com um só. Estamos na sala de aula. – dei ombros.
– Desde quando se importa? – Sasuke arqueou uma sobrancelha.
– Desde que eu não quero tomar uma suspensão, pelo menos não essa semana. – respondi e ele ficou um pouco em silencio e depois murmurou:
– Posso ganhar outro selinho então?
Notas finais
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