Love Drunk

25 Capítulo 25


Notas iniciais
OLÁAAAAAAAAA
E eu nomeio essa semana do "Vamos matar a Priy Taisho" KKKKKKK'
Serio, achei hilária as reviews *---* Amei de mais *u*
Bem, essa semana é corrida pra mim. Hoje vou ter de ir no Oftamologista com a mama, sexta reposição, fora que vou ter de fazer um trabalho do curso sobre a criadora de Frankenstein.
Mas irei tentar atualizar ainda essa semana *U*
Irei responder as reviews, mas não garanto que agora. Tenho que me arrumar, mas darei uma passada para responder rapidamente.
Ah, querem me fazer perguntas? Mandem aqui : http://ask.fm/PriyTaisho
Acho que fica legal, perguntar sobre fics e etc *U*
Boa Leitura.

- eu t... — ele travou e se afastou bruscamente. Fiquei com cara de idiota.Ele com certezatinha alguma coisa para me dizer, eu sei disso.

- Bem... Er, o que você ia me dizer? -perguntei com a voz roucamente.

-E... Eu não consigo. — ele caminhava pelo quarto e passava as mãos pelos cabelos.

- Apenas respira e me conta. — falei. Ok, não é curiosidade, mas... Ok é aflição, o que ele iria me dizer, começa com "Eu t" ta? Agora me digam, vocês não ficariam nervosos,se a pessoa que você descobriu amar loucamente, vem na sua casa e fala isso? Ainda mais se ele começa a falar o que você tanto anseia por ouvir e trava? Vamos respondam, irei dar uma resposta bem mau-criada.

- Mê de dois minutos. — ele pediu.

- Ãhn... Ok. — concordei.

Ele continou caminhando e dando passos circulares no quarto, aquilo estava me deixando tonta. Comecei a bater o pé no chão impacientemente e depois mordi o labio inferior. E pisquei varias vezes, estralei a lingua e murmurei:

-Patos Patinhos, porque vocês são crueis?

Sasuke instantaneamente parou de andar e me olhou espantado, dei ombros e falei:

- Você fica ai andando de um lado para o outro e eu lembrei do dia em que a Temari espancou o Gaara por contar que ela tem medo de patos.

Ele suspirou e se sentou novamente na cama, me encarando profundamente.

- Isso é MUITO complicado... Talvez até problematico. — ele sorriu de canto.

- Você é bipolar. -comentei assentindo e ele estreitou os olhos. — Vamos continue. — sorri amarelo.

- Bem, eu nunca me senti assim. — Sasuke estava me deixando animada... Animada? Sakura, pare de criar falsas esperanças, ele não vai dizer aquilo. — E... Eu adimito que não pretendia te dizer isso, talvez por medo. Não talvez não, com certeza com medo de ser rejeitado e de ter você caçooando de mim, ou até por receber uma resposta que não seria lá muito agradavel. Eu já passei por isso uma vez, ou tavez achasse que tivesse sentido isso,mas na verdade era uma ilusão talvez um sentimento de amizade que... Oh droga, um sentimento que não tem nada a ver com que eu sinto agora.

Eu não sentia nada. Todos os barulhos cessaram e eu apenas ouvia a voz do Sasuke, sentia a tua respiração compassada e tudo que era relacionado a ele, somente ele. Como se estivessemos em um mundo negro, a onde somente Sasuke existisse e tivesse a minha completa atenção.

- E por isso,demorei um pouco para descobrir e até mesmo me convencer em vir aqui. — Ele suspirou frustradamente. — Prometa que irá pensar, Ok?

Assenti. Era a unica coisa que eu podia fazer agora.

- Eu te amo, preciso de você e gostaria que começassemos do começo, e eu queria te pedir... — ele respirou fundo. — Sakura Haruno, aceita namorar comigo? Sem aquela droga de relação livre, esquecendo esse noivado por um momento. Apenas com uma nova perspectiva... — ele olhou para baixo.

Eu estava me sentindo nas nuvens, como se tivesse... Ah não dá pra descrever essa felicidade que brotou em mim. Um... Namoro a serio com o Sasuke? Com Sasuke Uchiha que me disse uma vez que não gostava de compromissos? Com esse Sasuke que eu seria obrigada a casar e que havia virado um dos meus melhores amigos em tão pouco tempo?]Oh merda, eu não sei... Melhor eu SEI que eu quero namorar com ele, mas é um misto tão grande que eu fiquei sem reação.

- E então...? — ele estava receioso.

- Achei que nunca ouviria você dizer isso. — exclamei o abraçando. — Eu te amo tambem, seu idiota. — murmurei sentindo os braços dele envolverem a minha cintura, me apertando contra ele.

Ficamos assim por um tempo, eu sentia o coração dele acelerado, assim como tive certeza de que ele sentia o meu. Ele colocou o nariz na curva do meu pescoço e eu apenas acariciei os cabelos dele. Paraíso, talvez seja isso, digo para vocês que talvez meu subconciente tenha desejado que isso acontecesse desde quando eu era pequena, apesar de nunca ter brincado com barbies e nunca imaginar que eu era um princesa, eu queria um principe?

Nós soltamos devagar e nos encaramos sorrindo. Nossos labios se aproximaram lentamente, selando um beijo de incio? É, o inicio de uma nova perspectiva.

X-X-X

Estava deitada atravessada na minha cama, junto com ele.

- Posso acordar? — perguntei franzindo o nariz. Ele riu e disse:

- Acha que é um sonho? — Sasuke perguntou acariciando meus cabelos.

- Sinceramente? — falei. — Se fosse um sonho, não seria tão real. — sorri.

Ele apenas me deu um selinho e acariciou o meu rosto.

- Na verdade, acho que já estavamos destinados um ao outro. — ele murmurou roucamente. — Desde que nascemos. — ele riu fracamente.

- É Acredito nisso. — sorri e balancei a cabeça. — Esse destino malandro nos juntou desse jeito inusitado. — comentei.

- Ainda bem que não tentei protestar. — ele suspirou.- Já pensou?

- Digo o mesmo. — concordei com ele.

Estavamos perto de nos beijarmos novamente, quando algum maldito puto, desgraçado... OK, me controlei para não xingar mais.

- Que é? — perguntei contragosto.

- Senhorita, seus pais estão chamando para jantar. — Hana avisou sem abrir a porta.

- Ta ne. — murmurei desolada. — Vamos jantar. — me levantei contra a minha vontade.

X-X-X

- Nunca... Me... Deixe... – eu falava entre soluços, as lagrimas caiam livremente.

- Nunca te deixe o que, Sakura? – Sasuke perguntou desesperado.

- Assistir Titanic com você. – solucei tentando limpar as lagrimas.

- Você nunca assistiu Titanic? – ele perguntou frustrado.

- Não, nunca prestei muita atenção. – solucei. Ele revirou os olhos e me abraçou.

- Para de chorar, isso me deixa frustrado. – ele murmurou com o rosto entre os meus cabelos.

- Vou ficar bem. – murmurei e então me desfiz do abraço, ele me olhou com uma cara engraçada.

- Vou cantar uma musica. – ele se levantou revirando os olhos e indo buscar minha guitarra.

- E você canta? – perguntei, acho que eu que fiz uma careta.

- Acha que só você que vai ter talento na família? – ele arqueou as sobrancelhas.

- Eu nasci com o cabelo rosa, tenho um talento benhê. – fiz pose de convencida.

- E daí? Quem me garante que não é pintado, benhê? – ele fez uma voz engraçada e colocou as mãos na cintura.

- Nunca mais faça isso. – caçoei rindo.

- Você é bipolar. – ele arregalou os olhos.

- Bah. – resmunguei.

Ele se sentou em minha frente com a minha querida, amada e apaixonada guitarra.

- Escute bem, eu não deixo qualquer um mexer nela, OK? – avisei.

- Devo me sentir especial? – ele perguntou inocentemente.

- Traduzindo: se você quebrar uma corda, irei usa-la para lhe estrangular. – sorri maldosamente.

- Isso que é amor. – ele falou ironicamente.

- Amar não é agradar a pessoa a todo o momento e sim, tratar ela de todo o modo.

- Patadas gratuitas são aqui, não é? – Sasuke murmurou impressionado.

- Cante logo. – dei ombros.

Que mulher ruim
Jogou minhas coisas fora
Disse que em sua cama
Eu não deito mais não
A casa é minha
Você que vai embora
Já pra saia da sua mãe
E deixa meu colchão

– Então... Você não é o Senhor certinho que eu pensava – falei.

– E você não é exatamente do jeito que eu imaginei – disse ele pensativo.

– Gosta de sair, todo fim de semana? – perguntei arqueando uma sobrancelha.

– Logico – respondeu ele sorrindo de canto – Você bebe?

– Logico – Respondi, não evitando sorrir – O que seria uma boa festa, sem bebidas?

– Seria basicamente festa de criança – disse ele.

– Por favor, não me diz que é controlador! – perguntei me deitando na minha cama.

Ele se levantou da cadeira em que estava sentado e se sentou ao meu lado.

– Às vezes.

– Tipo? – perguntei.

– Não vou te responder isso – disse ele.

– Ta. – falei o encarando.

– Você é...? – perguntou ele indiscretamente.

– Não. – Respondi já sabendo do que iria perguntar – E não me confunda com uma Vadia, foi umas duas vezes porque estava loucona.

Ele riu e disse:

– Sakura, ate que podemos nos dar bem.

– Compromisso sem restrições? – perguntei sorrindo maliciosamente.

– Concordo plenamente – disse ele sorrindo do mesmo modo.

– Então, acho que nos daremos muito bem, Sasuke – falei.

Ele sorriu e céus que sorriso lindo.

– Acho que devemos descer – comentou olhando para a porta.

– Claro – falei me levantando.

– Vamos fingir na frente dos nossos pais – disse ele também se levantando.

– Tipo? – perguntei.

Ele não respondeu e apenas me puxou para um beijo. Um beijo calmo e sincronizado, nossas línguas exploravam a boca do outro com desejo. Passei os braços pelo seu pescoço e ele segurou minha cintura, me puxando para mais perto, como se fosse possível. Depois que nos separamos, por falta de ar, ele disse:

– Preciso responder?

– De jeito nenhum – falei meio ofegante. – Vamos descer? – perguntei incerta.

Ela é pró na arte
De pentelhar e aziar
É campeã do mundo
A raiva era tanta
Que eu nem reparei
Que a Lua diminuía

Sakura estava sentada no bar, uma musica mais lenta começou a tocar e ela se balançava no ritmo da mesma. Observei a menina de cabelos rosados, eu estava extremamente equivocado, quando pensei que ela seria uma garota feia, que usasse óculos, aparelhos e que não ligasse para a aparência. Sakura se mostrou decidida, confiante, sincera e totalmente provocativa. Realmente, temos mais em comum do que muitas das garotas com quem já saí.

Minhas pernas se moveram sozinhas e quando me dei por mim, estava sentado ao lado dela.

– Se cansou de dançar? – perguntou ela me fitando com aquelas orbes verdes.

Sorri de canto e respondi:

– Apenas não tem ninguém de interessante na pista.

– Enquanto eu estava lá, havia alguém interessante, não é mesmo? – perguntou ela com um sorriso maroto.

– Eu não disse isso. – respondi – Mas não posso negar que você é muito interessante.

Ela virou o rosto para o lado por alguns segundos e depois voltou a olhar para mim. Se aproximou lentamente, ate que seus lábios ficassem próximos ao meu ouvido e murmurou:

– Também não posso negar que você me parece muito interessante. Sasuke.

A doida tá me beijando a horas
Disse que se for sem eu
Não quer viver mais não
Me diz Deus, o que é que eu faço agora?

– Você mexe comigo, sua idiota – murmurou ele.

– Nossa como você me ama. – falei zombeteiramente e meio ofegante.

Sasuke me beijou, mas não foi um beijo feroz como os dois primeiros. E sim, um mais calmo, mais delicado. Passei a mãos por seu cabelo, o puxando para mais perto.

Se me olhando desse jeito
Ela me tem na mão, meu filho aguenta
Quem mandou você gostar
Dessa mulher de fases?

– Vamos Sasuke-kun, por favor. – ela fazendo um bico e usando os olhos para me convencer. Sakura definitivamente parecia uma criança, uma criança linda, com corpo de mulher...

– Por favor! – pediu ela com os olhos brilhando. Me diz, quem consegue resistir aqueles olhos esmeraldinos?

– Ok. – me rendi suspirando.

– Vamos. – disse ela pegando na minha mão animada e me puxando correndo pelo shopping.

Quase atropelamos, dois homens, uma senhora de idade, três crianças, e um cachorro.... Ok, talvez essa parte do cachorro tenha sido exagero, mas quase atropelamos algo peludo...

Quando chegamos a livraria, Sakura ficou em êxtase. Correu ate uma estante de livros que ela provavelmente conhecia, e pegou um dos livros do Harry Potter. Ela se sentou em um dos grandes pufes e começou a ler.

Depois de 15 minutos entediado, perguntei:

– Por que gosta de Harry Potter?

Ela parou de ler abruptamente. Me encarou como se eu fosse algum tipo de alienígena e respondeu:

– Porque Harry Potter é um exemplo de superação, o modo de como os pais morreram para salva-lo, de como conseguiu poucas, mas amizades verdadeiras. É um mundo de fantasia, onde você se perde quando começa a ler, é magico. – disse ela com os olhos brilhando. – Não tem como explicar e se você não gosta de Harry Potter, vai passar a gostar. – completou se levantando decidida.

Observei Sakura pegar mais 6 livros do Harry Potter e ir ate o caixa compra-los. Ela voltou com os mesmos em uma sacola e disse:

– Pra você.

– Mas o que...? – perguntei pegando a sacola que a mesma me estendia.

– Aceite isso como um presente – disse ela piscando – Mas já vou pegar esse livro emprestado. – completou sorrindo marotamente.

Complicada e perfeitinha
Você me apareceu
Era tudo que eu queria
Estrela da sorte
Quando a noite ela surgia
Meu bem você cresceu
Meu namoro é na folhinha
Mulher de fases

– Ok. – rendi-me indo empurra-la. Pequenos pingos de chuva, começaram a cair mas nenhum de nos dois se importou.

Sakura sorria a media em que o balanço ia mais alto, ria e contava experiências de quando era pequena.

– Houve uma vez, em que eu fui empurrar uma menina quando era pequena – comentou ela – E a menina levantou bem na hora em que eu peguei impulso para empurra-la. – completou rindo.

– O que aconteceu? – perguntei imaginando a rosada mais nova.

– Eu tecnicamente me embolei no baçanço e caí em uma poça de lama – respondeu rindo – Vamos para a gangorra. – disse descendo do balanço bem na hora em que eu havia pegado o ritmo, ou seja uma representação real do que aconteceu com Sakura, aconteceu comigo, mas por sorte não caí em uma poça de lama.

Põe fermento, põe as bombas
Qualquer coisa que aumente
A deixe bem maior que o Sol
Pouca gente sabe que na noite
O frio é quente e arde e eu acendi

– Oras, Oras seu... – ouvi Sakura resmungando indignada.

Não evitei um sorriso.

– Vamos Sakura, o bolo não vai ficar pronto sozinho. – falei me escorando em uma cadeira.

Ela apareceu estreitando os olhos.

– Ande, vá lavar as mãos. – disse ela abanando a mão em um gesto displicente.

Revirei os olhos e falei:

– Se vou fazer tudo sozinho, esqueça. – me dirigi até a pia, enquanto resmungava.

– Você acha que eu iria deixar você fazer um bolo sozinho? – disse ela ironicamente. – Não depois de queimar 5 quilos de arroz.

– Ainda se lembra disso? – perguntei surpreso.

– Pode crer, que eu só me lembro dos fatos constrangedores e que futuramente poderei usar contra você. – ela falou rindo e vindo lavar as mãos.

X-X-X

Ok, esse não é o barulho do liquidificador, mas... Cara, esse barulho me irrita. Por mera curiosidade, ou seja, to entediado. Abri aquela pequena tampa de cima do liquidificador e sabe o que aconteceu...?

– HAHAHAHAHAHAHAHAHAAHAH’ – ria Sakura se contorcendo com a mão na barriga. – Você não.... Não sabe que não pode abrir? – perguntou ela entre acessos de risos.

Até sem luz dá pra te enxergar
O lençol fazendo congo-blue
É pena, eu sei amanhã já vai miar
Se aguente que lá vem chumbo quente

– Corada? – perguntou ele se sentando na cama e tocando em meu rosto, fazendo com que eu virasse para ele.

– Pois é. – sorri amarelo. Senti o impulso de abraça-lo e fiz isso. Ele retribuiu e me abraçou fortemente. Não entendi o motivo de ter sentindo a necessidade de fazer isso, mas fiz.

– Sabe Sakura... – começou Sasuke.

– O quê? – perguntei fechando os olhos e deixando meu nariz na curva do seu pescoço.

– Eu te a... – ele falou e depois parou. – Eu te adoro. – completou ele em um tom meio nervoso.

– Me adora... – murmurei – Mas eu te am... – calei a boca antes que falasse alguma besteira. – Eu gosto muito de você, Sasuke-kun.

Complicada e perfeitinha
Você me apareceu
Era tudo que eu queria
Estrela da sorte
Quando a noite ela surgia
Meu bem você cresceu
Meu namoro é na folinha
Mulher de fases

– AI, ISSO DÓI — reclamei me encolhendo um pouco sobre a cama do Sasuke.

– Tem que limpar, quer pegar bactéria da Karin? — ele perguntou com um pano branco nas mãos. Sim, a Karin fez um corte não muito grande no meu pescoço, nada que não se recupere sozinho e nem dói, só quando o Sasuke vem com aquele maldito pano tentando limpar.

– Eu não. — respondi indignada. — Será que não tem como deixar ele assim? — sorri amarelo.

– Que pegar bactéria? — ele arqueou as sobrancelhas.

– Mas dói... — choraminguei.

– Prometo tentar ser rápido. — ele disse começando a limpar o ferimento. Doía, aquele idiota inventou de passar mertiolate(N/A Puts, o mertiolate de antigamente ardia negada.)E eu apertava o braço dele.

Ele terminou de limpar e pegou um pano limpo, dessa vez passando perto do canto da minha boca.

– Sakura, me prometa uma coisa.- ele pediu se abaixando, para ficar na minha altura, já que eu estava sentada na cama dele.

– Depende. — murmurei encarando aquelas orbes ônix que eu tanto amava. Ele tocou meu rosto e deu um sorriso leve.

– Prometa-me que se for inventar de entrar em uma briga de novo, que não vai sair machucada. — ele pediu.

– Vou tentar. — retribui o sorriso.

– Isso não é uma promessa. — comentou ele se aproximando de mim.

– Mas, eu irei tentar. Não vale? — perguntei também me aproximando dele. Já podia sentir as nossas respirações se chocando, e então finalmente nossos lábios se tocaram, em um beijo calmo e apaixonado.

– Só por você tentar, vale. — ele murmurou quando nos separamos.

Essas lembranças invadiram a minha cabeça, enquanto ele cantava. Quem diria que já tínhamos passado tantas coisas juntos?

- Eu sou uma mulher de fases? – perguntei rindo.

- Você é muito complicada, mas também é perfeita. Fazer o que. – ele deu ombros e me deu um beijo na bochecha. – Tenho que ir. – anunciou suspirando.

- Ok. — fiz um bico e lhe dei um selinho. — Agora vá embora. — fiz um gesto displicente com as mãos.

- Você só quer o meu corpo nu. — ele se fez de ofendido.

Me aproximei dele, ficando com os labios proximos a sua orelha e sussurei:

- Somente eu, posso querer seu corpo nu. — e então mordisquei o lobúlo da sua orelha de leve e ele ficou arrepiado. Me afastei e ele me olhava com os olhos semicerrados. — Nem invente vinganças, você tem que ir. — sorri amarelo.

- Vai ter volta. — ele disse sorrindo de canto.

- Eu não tenho pressa.

Depois desci com Sasuke até a sala e lá encontramos meus pais conversando, eles se despediram do Sasuke e ele foi embora. Não depois de quase me sequestrar... Como ele disse.

X-X-X

Rolei da cama e cai no chão, mas dessa vez o despertador tambem levou a pior, foi parar do outro lado do quarto totalmente esbagaçado.Me levantei preguejando e balancei a cabeça para clarear os pensamentos.

Separei a minha roupa e fui até o banheiro fazer minha higiene pessoal, depois de ter lavado e secado meus cabelos voltei para o meu quarto e vesti uma blusa preta que tinha "New York City" escrito em prata. Coloquei meu short jeans e um sneaker preto com alguns detalhes. Fiz uma maquiagem basica e deixei meus cabelos soltos. Coloquei um bracelete de prata e meu colar inseparavel de acessorio. ('http://www.polyvore.com/sakura_capitulo_25/set?id=53014571').

Peguei a minha bolsa e corri para a sala, tomando o cuidado para não cair.

- Bom dia! — sorri assim que encontrei meu pai mexendo no notebook na sala.

- Quem é você e o que fez com a minha filha? — meu pai perguntou tirando os olhos do computador.

- Oras, porquê? — perguntei.

- Você nunca acorda de bom humor. — minha mae respondeu por ele, brotando do chão. Acho que ela ta fazendo aulas com a Ino e com a Tenten, para aprender a aparecer assim do nada.

- E não posso estar de bom humor? — perguntei arqueando uma sobrancelha. Oh mania chata. De quem eu peguei essa mania de arquear as sobrancelhas?

Minha mãe deu ombros e disse:

- Pelo menos acordou atrasada como de custume.

Atrasada?

Olhei para o relogio e vi que eram 6:49 da manhã.

- Oh merda. — falei saindo correndo e ouvindo meus pais rirem. Peguei as chaves do meu carro e minha bolsa, saindo correndo pela porta. Assim que consegui entrar no meu bebê, depois de tropeçar no nada varias vezes, acelerei feito louca.

- Bom humor, que vá para a casa do joão.- praguejei. Odeio acordar cedo, mas me atrasar supera esse odio.

Cheguei na escola quase atropelando um bando de garotas, acho que eram lideres de torcida e estacionei, saindo dele. Peguei minha bolsa e sai marchando até os corredores, quando recebi a seguinte mensagem:

" Antes de matar qualquer professor do coração, saiba que ainda são 6:45 :) Sabe... O relogio tava adiantado... Beijos, mamãe."

Olhei incredulamente para o meu celular, eu sai como doida para chegar no horario normal na escola? E EU NEM TOMEI CAFÉ.

- Ela ta me assustando. — ouvi Naruto murmurar.

Olhei para ele e vi meus amigos ali, junto com Sasuke.

- Que foi, nunca viram uma pessoa que foi trolada em plenas 6:00 da madrugada? — perguntei revirando os olhos.

- Bom dia, Amor. — Sasuke falou ironicamente.

Notas finais
continua...
Mereço reviews??