Love Drunk

42 Capítulo 42


Notas iniciais
Demorei? Demorei?
Ãhn-Ãhn? ~parei;
Vamos ver, tenho alguns avisos...
Eu tecnicamente saí sambando pela casa, ao receber TRÊS recomendações ao mesmo tempo. Sério mesmo, fiquei muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito feliz!
Outra coisa, vocês vão querer Epilogo?
Eu tava pensando hoje enquanto estava deitada, que talvez algumas pessoas queiram que a fic acabe... No fim sabe e não mostre depois o que acontece, ou seilá o quê.
E mais uma coisa!
1 ou 2?
kkkkkk
Só pra deixar mais curiosidade, saibam que por trás desses números está "o destino" da fic.
Estou com duvidas, então deixo nas mãos de vocês, mas claro que não irei contar o que é porque se não perde a graça.
Capitulo dedicado à:
Thali-chan *-*
Anônimo
FlashMoon
OBRIGADA MESMO, por terem recomendado *-*
Boa Leitura.

O futuro é algo tão... Intenso. Cheio de surpresas, desavenças e momentos inesquecíveis. É algo que te obriga de certa forma, a tomar decisões no escuro. Ele é imprevisível e traiçoeiro, é um questionário que decide o que irá acontecer no dia seguinte. São situações que podem te agradar... Ou não.

Eu apenas... Gostaria de mudar tudo. De poder voltar a tempos atrás e resolver toda essa situação que está me corroendo por dentro. De poder abraça-lo fortemente e dizer que o amo com todas as minhas forças, e ele iria envolver seus braços em torno da minha cintura e dizer que nunca iria me deixar.

Dizem que o arrependimento é uma das piores dores do mundo e eu me arrependo. Dói não é?

Dói sentir culpa, dói não poder fazer nada e pensar que poderia ter evitado tudo isso.

Já não aguento mais chorar, mas as lágrimas já ser tornaram tão naturais quanto piscar.

Somente você pode fazer com que elas se cessem, somente quando você abrir os olhos e me der mais um dos seus belos sorrisos de canto. Quando se gabar de algo que conseguiu fazer ou quando finalmente aprender a cozinhar... Somente você.

Mas se você não puder voltar agora... Por favor, me mande um sinal dizendo que irá voltar um dia porque eu estarei aqui, te esperando de braços abertos.

Apenas volte... Volte porque sinto sua falta, volte para que eu possa pedir perdão por todos os meus erros e que mesmo que você não me perdoe, volte para que eu possa olhar em seus olhos e dizer que eu te amo... Mesmo que seja pela ultima vez.

O tempo parou. Lembro-me de ter chamado ele algumas vezes, abracei seu corpo e passei a chorar mais fortemente.

- Senhorita, temos que examina-lo. – uma voz fez com que eu voltasse à realidade.

Olhei pra ela desnorteada, não havia nem percebido que a ambulância havia chegado. Não queria sair de perto dele, mas era preciso. A enfermeira o examinou, e chamou os outros para colocarem-no em uma maca.

- Como... Como ele ta? – perguntei com a voz fraca.

- Ele apenas desmaiou – disse ela sorrindo fracamente – Mas tomou dois tiros, um no ombro direito e um no peito, não sabemos a gravidade dos ferimentos.

Prendi a respiração e senti minhas pernas ficarem momentaneamente bambas.

Assim que entrei dentro da ambulância, sentei-me ao lado de Sasuke e segurei sua mão. Beijei-a carinhosamente e falei:

- Vai ficar tudo bem... Você vai ver. – Na verdade, eu tentava convencer nós dois disso.

Assim que chegamos ao hospital, foi uma correria maluca. Eu tentei os acompanhar até a sala de cirurgia, mas fui barrada pela enfermeira, que disse que seria melhor avisar parentes e amigos.

Não sei como, mas consegui ligar para Naruto e avisa-lo de tudo o que tinha acontecido. Eu mal conseguia segurar o celular direito.

Eu estava sentada em uma cadeira encarando o chão, enquanto mantinha os braços cruzados, assim como minhas pernas.

- Sakura! – ouvi a voz de Naruto e me levantei em um pulo, estavam todos ali. Os Uchiha, meus pais e todos os meus amigos.

- Me desculpem... – murmurei sentindo-me culpada.

- Não foi sua culpa, querida. – a Sra. Uchiha me abraçou fortemente, ela também estava chorando.

- E-ele não devia... – solucei apertando ainda mais o abraço.

- Ele fez o que achou certo... – ela murmurou com a voz entrecortada. – Vai ficar tudo bem, se Deus quiser.

- Nós temos... Temos que ir assinar alguns papeis do hospital. – a voz de Fugaku fez com que eu me separasse do abraço.

- Eu te trouxe uma roupa. – minha mãe se pronunciou aproximando-se de mim. – Não se preocupe filha, vai ficar tudo bem...

- Mãe... – murmurei.

12 horas depois...

- Será que vai demorar muito? – Lily murmurou andando de um lado para o outro.

Nós havíamos chegado no hospital por volta das seis horas da tarde e já iriam dar seis horas da manhã.

- Eles estão lá há doze horas. – Ino falou escorando numa das paredes e escorregando até o chão.

- Uma cirurgia pode ser tão demorada? – Naruto resmungou quase fechando os olhos. Todos nós tínhamos olheiras horríveis.

- Dependendo da cirurgia, até mais. – Itachi respondeu sentando-se ao lado da loira que estava no chão.

- Bem... Eu vou até a lanchonete. – Gaara falou levantando-se da cadeira. – Vão querer alguma coisa?

- Café. – todos resmungaram.

- Sakura? – o ruivo me encarou.

- Nada. – respondi num sussurro.

- Você não pode ficar sem se alimentar, Sakura. – Hinata me repreendeu.

- Não vou comer se não tenho fome, Hinata. – respondi baixando o olhar.

- Vou trazer um suco. – meu amigo se pronunciou de novo. – Alguém vem...

- Eu. – Tenten falou desfazendo os coques e deixando os cabelos caírem pelos ombros. – Preciso passar uma água no rosto...

- Na verdade, acho que todos vocês deviam ir descansar um pouco. – Mikoto se pronunciou assim que chegou. Ela havia ido até a lanchonete, junto com os meus pais e Fugaku. – Vocês estão há quase vinte quatro horas acordados...

- Tiramos alguns cochilos. – Neji falou passando as mãos nos cabelos, que estavam um pouco desgrenhados.

Passei a não prestar mais atenção na conversa. Minha mente vagava por momentos felizes e que agora me pareciam tão distantes.

Eu devia estar ali, não é?

Eu devia estar naquela maca, sofrendo no lugar dele...

- Duvido você falar “M” sem encostar os lábios. – Sasuke falava rindo baixinho, fazendo a cama tremer.

Os dois tinham acabado de se conhecer, isso era um fato. Era madrugada... Isso também era outro fato. O pai da rosada quase que havia os pego no quarto, bem isso significa que eles deviam tomar cuidado, não é?
— Não posso. – Sakura afundou o rosto no colchão para não encara-lo. Maldita hora que tinha contado que não recusava nenhum desafio.

- Você não é a pessoa que não recusa nenhum desafio? – o moreno perguntou a cutucando.

- Se você me cutucar de novo, eu te soco. – Sakura levantou o rosto para encara-lo mortalmente. – Dizer M é uma falha, não consigo pô! – se justificou e ele apenas começou a rir mais. – Que foi?

- Ainda bem que você tem falhas. – murmurou. – Eu não gostaria de casar com um ser “perfeito” de mais. – piscou, fazendo com que ela corasse levemente.

- Babaca.

~*~

Prendi a respiração quando um dos médicos apareceu e chamou pelos Uchiha. Ele tinha os cabelos grisalhos, a pele era bronzeada e usava um par de óculos com as armações negras. Eu tinha me distraído por quanto tempo?

Dei uma olhada rápida às pessoas ao meu redor, e vi que a maioria tinha ido provavelmente para a lanchonete comer algo, enquanto eu, Ino (que estava cochilando escorada na parede), Naruto que fazia o mesmo (só que estava sentado na cadeira ao lado da minha), meus pais e os pais do Sasuke.

- Sr. e Sra. Uchiha?

- Sim? – eles falaram ao mesmo tempo.

- Bem, sou o cirurgião que cuidou da cirurgia do seu filho, Sasuke Uchiha. – ele começou cauteloso. Levantei-me lentamente para poder prestar mais atenção à conversa. – Aconselho que vocês me acompanhem, até a sala onde seu filho se encontra.

- O que aconteceu? – perguntei aflita. – O que aconteceu com ele? – inúmeras possibilidades ruins começaram a passar como flashes em minha cabeça. Ele não podia...

- Senhorita aconselho que você...

- Me acalme? – isso não ia dar certo, não mesmo. – Tem noção do que ele é pra mim? E você vem pedindo que eu me ACALME?

- Sakura se acalme. – meu pai falou colocando uma das mãos no meu ombro. – Eles são os pais e tem todo o direito de saber qualquer coisa antes de nós.

- Mas...

- Sakura, eu tenho de concordar com seu pai. – Fugaku falou calmamente. – Não se preocupe, não mentiremos e nem omitiremos nada a você.

- Por favor... – murmurei sentindo meus olhos arderem.

- Apenas confie, Sakura-Chan. – Mikoto sorriu fracamente. – Vamos?

- Claro Sra. Uchiha. – ele me encarou antes de começar a andar e ser seguido por eles.

Senti um arrepio percorrer minha espinha. Aquilo não era bom, não é bom.

I remember tears streaming down your face

When I said "I'll never let you go"

When all those shadows almost killed your light

I remember you said "don't leave me here alone"

But all that's dead and gone and passed tonight

Eu lembro das lágrimas escorrendo pelo seu rosto

Quando eu disse que nunca deixaria você ir

Quando todas aquelas sombras quase mataram sua luz

Eu lembro de você dizer não me deixe aqui sozinho

Mas tudo isso está morto e enterrado e hoje à noite passou.

- Por quê? – murmurei enquanto meu pai me conduzia novamente às cadeiras. – Por que tanto sigilo?

- Sakura, se acalme. – minha mãe falou abaixando-se. – Pode ser porque o médico acha melhor conversar com os pais, não precisa ser necessariam...

- Eu acho que deviam falar na frente de todos. – Naruto já estava acordado e tinha a postura tensa.

- Acho melhor começarmos a rezar... – Ino murmurou tristemente enquanto se levantava. – Cadê os outros hein? – perguntou enquanto cruzava os braços e passava a caminhar de um lado para o outro.

Ninguém respondeu.

Estávamos em um clima pesado, eu mal conseguia escutar as vozes ao meu redor. De relance via algumas enfermeiras passarem por nós conversando, enquanto carregavam algumas sacolas, outras falavam como a noite tinha sido difícil e que estava feliz por ser seu dia de folga.

Esse ambiente estava me dando uma incrível nostalgia. E eu estava me sentindo vazia, como uma casca oca e sem valor.

14 horas antes...

Sasuke Pov’s:

- Cara consegui ouvir os gritos daqui. – Sai falou debochado, enquanto eu entrava dentro de seu carro.

- Cale a boca e acelere essa merda. – rebati trincando o maxilar.

- Claro senhor. – ele riu. – Para onde? – perguntou acelerando.

- Onde aquele desgraçado está. – o encarei pelo canto do olho e vi que ele sorria de canto, maldito.

- Sasori? – fez-se de desentendido. – Bem, vamos raciocinar. Eu te contei que ele se uniu com a sua amiguinha, para te separar da rosada e você surtou, creio que pela parte da sua amiga já que pelo menos no fundo desse seu cérebro oco devia existir alguma evidencia contra o Akasuna, ou pelo menos uma duvida. E depois de te contar toda a trama, você quer caça-los. – deu risada.

- Se você não quiser voar pela janela desse carro, é melhor parar com as piadas. – avisei fechando a mão em um punho. Se esse imbecil continuasse a me irritar, eu o jogaria do carro.

- Quanta hostilidade. – ele repetiu a frase que havia dito mais cedo. – Ele não está fixamente na casa da Sakura. – revelou enquanto virava em uma esquina.

- E o que ele faz lá? – perguntei estranhando.

- Ele garante território. – Sai me respondeu seriamente. – Sasori nunca veio com o pai em viagem alguma, sempre esteve sozinho e para a surpresa mundial, sempre teve um apartamento completamente mobilhado a espera dele e que o mesmo escolheu a dedo. Hum... Outra coisa, ele sempre foi para lá... Desde quando chegou. O desgraçado é esperto, admita Uchiha.

- Ele fica na casa dela, para envenena-la contra mim. – murmurei começando a raciocinar.

- Bingo. – ele falou parando o carro num farol. – E lá, é onde ele passa a maior parte do tempo e onde também armou algumas coisas junto com a sua amig... Kyoko. – corrigiu-se. – E lá eles terminaram de armar o pequeno show que aconteceu na festa da Ino, claro que eles apenas induziram, como eu havia dito. Kyoko tinha noção das suas reações, mas Sasori não tinha ideia do que Sakura iria fazer, ela sempre foi muito imprevisível. Karin foi um trunfo... Ela não queria fazer isso, mas foi induzida, por assim dizer.

- Induzida? – ri sarcasticamente. – Por que está me ajudando? – perguntei enquanto o carro começava a se movimentar novamente.

- Porque apesar de tudo, a Sakura é uma grande amiga minha. – Sai respondeu. – E se ela quer ficar com você, não vou deixar um bando de filhos da puta atrapalhar isso.

- Você esconde alguma coisa. – murmurei virando-me para encara-lo. – Mas obrigado por me ajudar.

- Podemos dizer que o que eu escondo, será revelado em breve para Sakura. – Sai piscou. – E por nada, eu estava devendo essa...

- O quê?

- Nada.

Achei melhor ficar quieto.

Meu plano era simplesmente não ter um plano. Vou chutar a porta do apartamento daquele idiota, e soca-lo ate não poder mais. Talvez eu não conseguisse isso, pois preciso me resolver com a Sakura, mas que ele vai ficar muito ferrado... Ah se ele vai.

Depois de uns 10 minutos, paramos em frente a um prédio luxuoso.

- Vamos lá. – Sai falou saindo do carro.

- Você não vai se envolver. – decretei começando a segui-lo para dentro do prédio.

- E quem disse que essa era minha intenção? – deu ombros. – Posso até ficar na internet, enquanto você o esmurra, to’ de boa.

- Você é um amigo filho da puta. – comentei enquanto entravamos na recepção e íamos direto para o elevador.

- Quem disse que sou amigo dele? – rebateu.

Não respondi.

Entramos no elevador e Sai apertou o botão do 9º andar. Bati o pé impacientemente, esse elevador é movido à mula?

Porque, nunca vi um mais lerdo que esse. Ou será que é ansiedade?

Talvez.

E se... Sasori não estivesse em casa?

Pare de pensar negativo Sasuke, hoje você irá fazer um bem a humanidade. Somente pensamentos do tipo “Vou afundar o nariz dele pra dentro do rosto”, ou que eu irei fazer a cabeça dele rodar igual ao da garota do exorcista.

- Vai ficar aí com cara de idiota? – Sai perguntou irritado. Ele já estava fora do elevador.

- Cala a boca. – respondi saindo do elevador. Passamos por algumas portas, e paramos em frente ao apartamento 304. Ele tocou a campainha e alguns minutos depois a porta se abriu.

- Olá seu filho da puta, vim resolver minhas contas com você. – dei um sorriso falso e dei um soco na cara de Sasori que cambaleou.

- Você tá louco seu imbecil? O que tá fazendo aqui? – ele tinha uma mão sobre o nariz. – SAI?

- Oi. – ele acenou. – Acho melhor você se defender, porque ele tá puto. – completou como quem não quer nada, enquanto eu partia para cima dele.

Cale a boca, eu nem quero ouvir

Implore até suas lágrimas secarem

Vou ver o fim disto, você vai ver, você mexeu com a pessoa errada

Chutei em direção a barriga de Sasori rapidamente e ele desviou, tentando me dar uma rasteira, que acabou me derrubando.

- Acha mesmo que eu vou apanhar de graça, Uchiha? – ele perguntou com raiva, sei nariz estava sangrando.

- Assim não ia ter graça. – me levantei e fui para cima dele novamente. Dei um soco em seu estomago e outro em seu rosto. Ele tentou revidar, mas apenas conseguiu mais um chute no estomago, o fazendo voar em cima da mobília. Ele gemeu de dor, mas nem ao menos dei tempo para que se levantasse, passando a chutar-lhe as costelas.

Em um movimento impensado, Sasori rolou para o lado e me deu uma rasteira para poder se levantar. Ele estava ofegante e meio curvado, enquanto mantinha uma mão sobre as costelas.

— Des.. graçado. – murmurou cuspindo um pouco de sangue.

- Você não devia ter mexido comigo. – dei um sorriso de canto, enquanto me levantava. – Não devia ter achado que se sairia bem depois de tudo. – Avancei contra ele novamente, segurando sua cabeça entre minhas mãos e levando seu rosto de encontro ao meu joelho.

Estávamos apaixonados

E eu só tinha ela

Mas por que, por que você tocar na minha menina, de jeito nenhum

Ele caiu desorientado no chão, cuspindo uma grande quantidade de sangue.

- Você não tinha um plano para isso, não é? – perguntei debochadamente. – Nem você e nem a Kyoko esperavam isso, não é? – abaixei-me. – Você é um merda Akasuna, um homem de verdade já teria se assumido para Sakura e com toda a certeza você tomaria um toco, quer saber por quê?

- Fo-Fora daqui... – ele murmurou enquanto gemia em dor.

- Porque ela é uma mulher de opinião, que odeia que mintam para ela. – despejei levantando-me. – Você é um ser desprezível, não será novidade se acabar ficando sozinho.

Arrumo minha roupa e me levanto

Tanto quanto eu sofri, apenas assista

Você mexeu com o amor, você mexeu com a amizade — apenas observe

Apenas com o pensamento de você, meu corpo treme

Eu não posso perdoá-lo — a partir de agora

É guerra,

Seu covarde

Apenas veja

Você a fez chorar de novo

Seu covarde,

Você, que mexeu com meu amor

É guerra

- Boa. – Sai falou enquanto eu me dirigia em direção à porta. Ele realmente não tinha movido um dedo sequer, nem ao menos entrou no apartamento. – Eu adoro campo minado, Dude.

- Cala a boca. – rebati passando por ele direto.

Fim do Sasuke Pov’s.

- E aí? – perguntei levantando-me assim que vi Mikoto e Fugaku voltarem. Ele tinha um braço enlaçado à cintura dela, que estava... Chorando? – O que aconteceu? – comecei a me desesperar, enquanto as lágrimas começaram a surgir e escorrer pelo meu rosto.

- Sa-Sasuke... – a mulher tentava falar entre espasmos de soluços.

- Eu falo. – Fugaku abraçou a esposa, e me encarou. Seus olhos negros refletiam tristeza. – Sasuke sofreu algumas complicações durante a cirurgia. Ele recebeu dos tiros, um no ombro esquerdo e o outro no peito, próximo a uma artéria importante, por conta disso a operação foi de risco. – ele respirou fundo. – Por mais que tenham conseguido realiza-la com sucesso, ele ainda está num estado grave, e está sendo mantido em observação na UTI.

- Na-Não... — De repente eu não sabia mais como respirar. Meu peito doía, e eu senti um forte aperto no coração. Minhas pernas bambearam e minha visão escureceu.

- SAKURA! – gritaram antes que eu apagasse de vez.

Notas finais
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1 OU 2? Lembrem-se, preciso da ajuda de vocês u-u ~leia as notas iniciais~