Love Drunk

15 Capítulo 15


Notas iniciais
HAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAI :3
Bem, nao matem a Priy Aqui Ok? U_U
Nem demorei u3u Mas o capitulo foi pequeno psé .-. Ou melhor, pequeno comparado ao anterior...
QUEREM NOTICIA BOA??
VOU FICAR DE FOLGA DA ESCOLA O RESTO DA SEMANA TODA AAAAAAAW
~sambando~
O que significa, mais capítulos *U*
Se caso, eu nao responder as reviews hoje, respondo amanha ok??
Fiquei muito feliz com elas e espero por mais :3
Boa Leitura.

Corri por toda a cozinha e a maldita da barata tava me seguindo. Corri para o meu quarto e bati a porta, ofegante.

- Vou ligar para um exterminador... – murmurei pegando meu celular, que por milagre divino não havia caído do meu bolso.

Tocou uma, duas, três vezes e...

-Alô?

- Sasuke, preciso de você aqui e agora. – informei.

-O que você aprontou dessa vez, hein? – perguntou ele suspirando.

- Uma barata. Uma barata enorme, e voadora. – falei assustada.

SASUKE POV’S ON:

- Uma barata. Uma barata enorme, e voadora. – falou Sakura assustada.

- Uma barata? – perguntei revirando os olhos. – Mate-a e pronto.

- E você acha que eu não tentei? – disse ela ironicamente – Mas ela agora quer vingança.

- Use um Baygon, ou algo do tipo. – respondi dando ombros.

- Ela vai me comer viva, Sasuke. – choramingou ela. – Ok, isso não pegou bem.

Comecei a rir e ela disse:

- Pare de rir da minha desgraça e venha matar essa barata.

- Ta me achando com cara de exterminador, é? – perguntei arqueando uma sobrancelha.

- Dane-se, só quero que você mate essa barata. – disse ela – AAAH!

- Que foi criatura? – perguntei.

- Ela ta tentando entrar por debaixo da porta, SOCORRO!! – Gritou Sakura e eu tive que tirar o celular do ouvido.

- Não acredito na merda que vou fazer... – murmurei – Já estou indo, tente continuar viva. – completei com sarcasmo.

- Ande logo. – disse ela desligando o telefone.

- Eu mereço, eu realmente mereço. – murmurei me levantando da minha cama e indo em direção a porta do meu quarto. Fui para a sala e encontrei uma cena um tanto curiosa, Itachi e Lily puxando um DVD de um lado para o outro.

- É meu. – protestava ela.

- É meu. – disse Itachi puxando o DVD.

- Vocês podem me explicar, o que ta acontecendo? – perguntei.

- Itachi disse, que o DVD é dele. – falou Lily estreitando os olhos.

- Mas é meu. – disse Itachi.

- Qual é o maldito, DVD? – perguntei revirando os olhos.

Eles mostraram a capa e eu falei:

- Vocês dividiram, ou seja compraram juntos. É dos dois, bando de idiotas. – segui em direção à porta.

Ouvi Lily e Itachi ainda protestando e revirei os olhos mais uma vez. Oh maldita mania.

- Convivência, com Sakura Haruno. – murmurei entrando no meu carro.

Dei a partida e dirigi o mais rápido o possível para a casa da rosada, que estava em desespero por causa de uma mera barata. Quando saí do carro, Sakura me olhava pela janela do quarto e gritou:

- ENTRE LOGO, ESSA BARATA VAI ME MATAR!

- Pare de drama. – reclamei.

- Dá pra entrar logo? – disse ela jogando um sapato em minha direção. – Ela ta tentando entrar pela porta... AAAAAAAAH!

Entrei na casa dela revirando os olhos, vasculhei a casa em busca da maldita barata e a única coisa que achei, foi um vaso quebrado. Subi as escadas em direção ao quarto de Sakura e vi a porta fechada. Olhei curiosamente para o chão e ali havia um pedaço de pano preto, que estava um pouco a baixo da porta...

- Abre a porta, não tem nada aqui. – falei entediado.

- Certeza? – perguntou ela.

- É um pano, que ta em baixo da porta. – respondi revirando os olhos. Mania idiota não?

- PANO? – perguntou ela com aquele jeito estabanado de ser. – Eu tava gritando por causa de um pano?

- Tecnicamente, sim. – respondi.

- Mas tinha uma barata, lá. – afirmou ela olhando por cima do meu ombro.

- Mas eu já disse que não tem, criatura. – falei franzindo o cenho.

- Então ta, né. – disse ela passando por mim – Vou limpar aquela bagunça.

Balancei a cabeça de um lado para o outro negativamente e segui a rosada. Sentei-me numa cadeira, enquanto ela começava a recolher os cacos do vaso. Quando ela terminou, jogou os cacos fora e foi até a sala estranhei, até que recebi uma almofadada na cabeça.

- HEY! – reclamei.

- Isso foi porque não me ajudou. – disse ela jogando outra almofada – E isso, porque riu de mim. – completou.

- Eu não ri de você. – me defendi.

- Ah, dane-se. – disse ela saindo correndo.

Olhei assustado para aquela maluca e mesmo assim, saí correndo atrás dela. Peguei uma almofada e joguei na rosada, que riu e desviou.

- Você não vai ganhar de mim, na minha própria casa. – disse ela fazendo uma dancinha estranha.

- Ah é... murmurei estreitando os olhos.

Não sei o que realmente aconteceu, só sei que eu e Sakura acabamos escorregando naquele maldito piso encerado e... Bem, eu caí por cima dela.

SASUKE POV’S OF.

- Isso já ta virando obsessão, porque sempre caímos? – perguntei rindo levemente.

- É, você me ama muito e fica ai me seduzindo. – disse ele se fazendo de inocente.

- Vai se lascar, vai. – falei virando o rosto.

Ele beijou meu rosto e disse:

- Vai dizer, que não me seduz?

- Não. – murmurei o empurrando e colocando um sorriso maroto nos lábios. – Você é um bobão.

- Bobão? Não tem xingamentos melhores? – perguntou ele se deitando ao meu lado.

- Estou com preguiça... – murmurei fechando os olhos.

- Mas é preguiçosa... – murmurou ele.

- Vai dizer que ficar deitado aqui no chão, não ta dando sono? – perguntei.

- Não. – respondeu ele simplesmente.

- Como você é chato... – murmurei.

- Como você é preguiçosa... – revidou ele.

Fiquei em silencio, e como sou muito preguiçosa e folgada, como todo mundo diz. Deitei minha cabeça no peito do Sasuke.

- HEY POMBINHOS, ACORDEM! – Ouvi minha mãe falando.

Pombinhos? Tem alguma ave dormindo aqui?

- Sakura... Se você não levantar, não dá pra mim levantar. – disse Sasuke sonolento.

Sentei-me no chão coçando os olhos. Sasuke se sentou ao meu lado, do mesmo modo.

- Nos dormimos? – murmurei para ele.

- Você dormiu e eu dormi tentando te acordar. – respondeu ele bocejando.

Minha mãe nos encarava de sobrancelhas arqueadas.

- Que bom que estão juntos – comentou ela tirando uma revista da bolsa. – Quero saber, como vamos preparar o casamento de vocês.

Eu e Sasuke nos entreolhamos, havíamos nos esquecido do casamento.

- Ca... Casamento? – gaguejei. – Não tem pressa mãe, ainda falta muito.

- Muito mesmo. – concordou Sasuke.

- Vocês acham que organizar um casamento é fácil? – disse minha mãe incrédula. – Estava com sua mãe agora mesmo, Sasuke.

- Mas mãe, falta muito tempo. – murmurei.

- Já se passaram dois meses e vocês se casarão daqui a UM ano, ou seja, somente 10 meses para organizar.

- Não precisamos ter pressa. – disse Sasuke sorrindo amarelo e se levantando.

Fiz o mesmo e fiquei ao lado dele, sorrindo do mesmo modo.

- Agora... Bem, nos vamos caminhar por ai. – falei confusa. – Até mais, mãe. – completei pegando na mão dele e o puxando quase que correndo para fora de casa.

Caminhamos por um tempo, em um silencio agradável até que Sasuke comentou:

- E a realidade do casamento, volta mais uma vez.

- Até agora, as coisas estão indo bem... – murmurei colocando as mãos atrás da cabeça. – Quero ver, quando chegarmos no ponto de termos de escolher os padrinhos e toda aquela baboseira.

Ele riu. Um sorriso tão bonito...

- Estamos lascados, mas somos amigos. Isso até que pode ser engraçado. – disse ele sorrindo de canto. A palavra amigo, me machucou um pouco... Estranho.

- Pode ser engraçado. – concordei retribuindo o sorriso.

Ficamos mais uma vez em silencio, mas dessa vez, fui eu a o quebra-lo.

- Lembra-se da primeira vez em que nós vimos? – murmurei. — A primeira coisa que pensei foi: “Que sexy” – revelei rindo um pouco.

- Já o primeiro pensamento que eu tive foi “Que Gata” – confessou ele também rindo – Você estava com aquele short curto e com aquela blusa rosa, que deixava a sua barriga um pouco a mostra.

Balancei a cabeça sorrindo e enlacei meu braço ao dele.

- Você me viu de sutiã. – comentei me lembrando do dia em que ele havia me visto de peças intimas.

- Nem me lembre... – disse ele num suspiro meio pervertido(?).

- Depois de uma crise de ciúmes. – lembrei.

- Você também teve uma crise de ciúmes, daquela sua prima... Mona? – disse ele confuso.

- Nana. – corrigi rindo. – Como somos idiotas. – olhei para cima e vi que o Sol estava quase se pondo.

- Os idiotas, são os melhores. – disse ele parando e ficando de frente à mim.

Fitei os olhos ônix e senti meu coração se acelerando.

- Qual seria a graça do mundo, sem nós? Os idiotas. – comentei sorrindo.

- O mundo seria totalmente sem graça. – disse ele.

Com um contato visual intenso, nossos rostos foram se aproximando lentamente. Nossos lábios se juntaram, selando um beijo calmo e intenso. Quando nos separamos, murmurei meio transtornada:

- tenho que ir para casa.

- E... Eu tambem. — murmurou ele meio incerto.

Notas finais
Continua....
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