Love Drunk
13 Capítulo 13
Notas iniciais
Obrigada, Obrigada, Obrigada, Obrigada, Obrigada, Obrigada, Obrigada mesmo por cada review, vocês não tem noção de como me deixam felizes. :3
Passei MEIA HORA, respondendo os reviews do capitulo 11.
Serio, minha primeira fanfic de Naruto e eu realmente não esperava ter essa 'popularidade' KKKKK'
Achei que no capitulo 13, eu teria no máximo umas 20, 25 reviews e não 97, NOVENTA E SETE.
Rumo aos CEM, nesse capitulo *O*
Serio gente, muito obrigada mesmo. Essa autora idiota, ama voces :3
Boa Leitura.
Levantei da cama pulando. Nem parece que são 6:00 da manhã. Coloquei It’s My Life, do Bon Jovi pra tocar e fui pulando em direção ao banheiro.
This ain't a song for the broken-hearted
No silent prayer for faith-departed
I ain't gonna be just a face in the crowd
You're gonna hear my voice
When I shout it out loud
Esta não é uma canção para um coração partido
Não é uma oração para quem perdeu a fé
Eu não serei só um rosto na multidão
Você vai ouvir minha voz
Quando eu gritar bem alto
Enquanto lavava meu cabelo, peguei a embalagem do Shampoo e fingi que era meu microfone. Saí do banheiro, enrolada em uma toalha e coloquei uma calça jeans, uma regata branca com um coração preto e um sneaker cinza com roxo.(‘http://www.polyvore.com/sakura_capitulo_13/set?id=49685472’).
Fiz uma maquiagem básica e em seguida sequei mais ou menos o meu cabelo e o deixei solto.
Liguei para Ino e avisei para a mesma vir me buscar, já que supostamente eu estou de castigo. Peguei minha bolsa e desci as escadas, encontrando Nana tomando café junto com meus pais.
It's my life
It's now or never
I ain't gonna live forever
I just want to live while I'm alive
(It's my life)
My heart is like an open highway
Like Frankie said
I did it my way
I just wanna live while I'm alive
It's my life
É a minha vida
É agora ou nunca
Eu não vou viver para sempre
Eu só quero viver enquanto eu estou vivo
(É a minha vida)
Meu coração é como uma rodovia aberta
Como Frankie disse
Eu fiz do meu jeito
Eu só quero viver enquanto eu estou vivo
É a minha vida
- Olá. – falei me sentando junto deles.
Nana me olhou displicentemente e disse:
- A melhor vista da cidade, com os melhores moveis que alguém pode querer. – ela fazia gestos enquanto falava. – Uma varanda enorme, e os sofás em branco. As paredes da sala pintadas de Pink... Definitivamente, é o apartamento dos meus sonhos.
- Pra mim, ta mais pra casa de bonecas. – murmurei baixinho.
- Fico feliz que tenha gostado do apartamento, querida. – disse minha mãe me olhando torto.
- E seus pais, chegam quando? – perguntou meu pai bebendo um pouco do café.
- Ah, eles não me disseram nada, tio. – respondeu Nana – Estão na Alemanha, quem sabe quando voltam?
Ouvi uma buzina do lado de fora e me levantei. Com uma torrada na mão e um pão de queijo na outra.
- Beijo, pra todos e uma bolada na testa para a Nana. – falei saindo correndo.
Abri a porta e ali estava Ino, com o seu Porsche cinza. Assim que ela me viu, buzinou mais uma vez impaciente.
- Dá pra parar de ficar buzinando essa porcaria? – reclamei entrando no carro.
Ela fechou os olhos e disse:
- Se você não quiser ir a pé, não xingue meu carro. – e então acelerou.
- Ta temperamental hoje, porque? – perguntei prendendo o cinto de segurança.
- Simplesmente, porque tem um jantar importantíssimo hoje e eu tecnicamente, os jovens devem ir com acompanhantes. – começou Ino – E você não sabe quem me convidou.
- Você sabe, que se me contar fica BEM mais fácil, não é? – falei suspirando.
- Foi o Gaara. – disse ela corando.
Gaara? Gaara meu amigo? O retardado que colou os dedos com super. Bond junto comigo?
- O Gaara gêmeo, que não parece gêmeo da Temari? – perguntei.
- É, ESSE Gaara. – disse Ino exasperada.
- E qual é o problema criatura, você não gosta dele? – perguntei revirando os olhos.
- Problema MAIOR, eu não tenho o que vestir. – respondeu Ino agitada.
- PARA TUDO. – gritei. – Você tem um closet, que tem o tamanho do seu QUARTO e não tem a roupa certa? Ino, pelo amor de Deus, você tem alguma roupa que não usou.
- O problema não é se eu usei, ou não usei a roupa. Você mesma sabe que eu não ligo pra isso. – respondeu Ino. – O problema é: Eu não sei qual roupa coloco, qual sapato, qual acessório e que tipo de penteado faço. Sakura-chan, me ajude. – pediu ela com os olhos do gato do Shrek.
- Ok. – cedi – Se meu cérebro der pane, a culpa é sua. – falei dando ombros. Comecei a colocar meus neurônios para trabalhar e consegui criar um Look para Ino. – Coloque aquele seu vestido tomara que caia azul marinho, aquele seu salto que tem uns detalhes em strass seilá, aquela gargantilha sua que tem um coração em prata, com aquele seus brincos de perolas brancas, umas pulseiras prateadas e no cabelo, aquele penteado... Aquele que prende uns pedaços, e tem algumas trancinhas e atrás e totalmente cacheado por causa do Babyliss, ah... Dá pra entender. – resmunguei. (‘http://www.polyvore.com/ino_capitulo_13/set?id=49760854&.locale=pt-br’).
- AAAAWN que lindo! – exclamou Ino com os olhos brilhando – Obrigada Sakura-chan.
- Sei que sem mim, você não seria nada. – me gabei.
- Sem você, eu seria uma porca sem uma testuda. – disse ela rindo. – Chegamos.
- Finalmente. – falei pegando minha bolsa e saindo do carro. – Achei que iriamos demorar mais.
- Bom saber que minha companhia não lhe agrada, Haruno. – disse Ino ironicamente.
- Não disse isso, Yamanaka. – respondi sarcasticamente. – Mas você não concorda, que demoramos para chegar na escola?
- É, concordo. – disse ela assentindo.
Fomos conversando para dentro da sala de aula e todos os alunos estavam em pé, novidade. Encontramos os outros e eu os iria cumprimentar, se não tivesse visto uma coisa um tanto engraçada.
- O que aconteceu? – perguntei ao ver Neji com a mão enfaixada.
Tenten corou e Temari riu.
- Dá pra dizerem logo? – perguntou Naruto curioso.
- Ontem, bem... Eu e a Temari estávamos treinando. – começou Tenten. Sim meus queridos, Temari e Tenten lutam box. – E bem... O Neji apareceu de repente e eu pensei que era a Temari... – continuou ela.
- Ainda bem que não era eu. – comentou Temari rindo.
- Então... – Tenten abaixou o olhar – Eu apliquei um golpe nele e Neji acabou machucando a mão.
Não ri, não ri. Não RI SAKURA, NÃO RI.
Eu me repreendia mentalmente, mas na boa foi impossível.
- AHAHAHAHAHA – vire-me para Neji e falei – Você apanhou de uma garota?
- Tecnicamente, eu não estava preparado. – se defendeu ele.
- Papai disse, que se ele tivesse batido na Tenten teria tomado uns cascudos, quando chegasse em casa. – comentou Hinata começando a rir da expressão do irmão.
- Outro fator, que contribui para que eu não tenha me defendido – disse Neji dando ombros.
- Acha que se pudesse, teria ganhado de mim? – perguntou Tenten arqueando as sobrancelhas.
- Teria ganhado de olhos fechados. – disse ele a encarando.
Bati palmas e todos me olharam como se eu fosse retardada.
- Ai, Ai isso ta melhor que novela mexicana. – comentei assentindo.
- Para de ser retardada, Sakura. – disse Sasuke revirando os olhos.
Revirei os olhos e Naruto murmurou para Hinata:
- 3.513.
- 3.513, o quê? – perguntou Shikamaru.
- 3.513 vezes, em que a rosada revirou os olhos nesses últimos dois meses. – respondeu Hinata.
- Vocês CONTARAM? – perguntei indignada. – Vou processar TODOS, vocês. – apontei para eles.
- Se você não tirar esse dedo da minha cara, eu mesma o quebro. – disse Temari dando um tapa na minha mão.
- Ai, isso dói. – reclamei pondo a minha outra mão, em cima da coitada que havia levado o tapa.
- Isso só aconteceu, porque você apontou. – disse Shikamaru. – Mas agora isso é passado, e com o passado ficamos alertas para o futuro.
- Como assim? – perguntei.
- Olhe. – ele deu um tapa na cabeça do Naruto.
- AI. – reclamou.
- Agora observe. – ele foi tentar dar um tapa mais uma vez, só que o Naruto desviou. – Viu? O Naruto aprendeu, que sempre deve desviar dos tapas.
- Serio? – perguntou Temari ironicamente – Achei que ele iria aprender, que apanhar de graça é legal. – completou Sarcasticamente.
- Se você gostar de apanhar de graça, ai já é problema seu. – respondeu Shikamaru a altura.
- Receba que é de graça. – disseram Gaara e Hinata juntos.
- Melhor que novela mexicana. – falamos eu e Ino juntas.
- Vocês andam assistindo muitas novelas não acham? – perguntou Sasuke.
- Assim como o Naruto odeia Lámen – respondi.
- Eu não odeio Lámen. – se queixou Naruto.
- Naruto-kun, modo de expressão. – disse Hinata gentilmente.
- Ta vendo? – disse Ino – Devíamos ser gentis entre nos, assim como a Hina-chan é com o Naruto-kun.
Nos entreolhamos e rimos, muito.
- Ino, você passou muita química no cabelo foi? – perguntou Tenten.
- Você sabe que não. – disse ela dando um tapa de brincadeira no ombro de Tenten.
- Acho que vocês realmente, deveriam se sentar. Se não quiserem ser suspensos por uma semana. – Ouvimos a voz da professora Anko e então, pernas pra que ti quero. Acabei sentando no lugar do Sasuke e ele no meu. Então depois, tivemos que correr de novo e nos sentarmos nos lugares certos.
- Hoje, va... – começou a professora mais foi interrompida por Shizune que bateu na porta. Com uma ‘leve’ raiva, a professora foi abrir a mesma.
- Òtimo, um aluno novo, que NÃO é aluno novo. – disse a professora ironicamente – Senhor Sai, espero realmente que não seja como há três meses atrás, que o senhor aprontava todas com a Senhorita Haruno. – advertiu a professora.
- Professora, a senhora sabe que eu não mudaria por nada, não é mesmo? – ouvi Sai falar.
- Pois saiba, que se o senhor não ficar na linha, faço questão de pedir para a diretora te mandar para o Alasca. – avisou a professora Anko entrando – Ande logo.
Sai entrou com aquele jeitinho prepotente dele. Argh, como eu o odeio. Ele caminhou e parou em frente a minha mesa e a de Sasuke.
- Olha, parece que o meu lugar está ocupado. – disse ele com um sorriso cínico.
- Acho que aqui não tem seu nome. – respondeu Sasuke também com um sorriso cínico.
- Novato, você não sabe que Sakura é minha? – perguntou Sai.
- Que eu saiba, não estamos falando da Sakura. – cortou Sasuke. – Mas, tenho certeza de que ela tem livre arbítrio, ou seja, pode sair com quem quiser. – completou ele maldosamente.
- Ela é minh... – começou Sai, mas eu o interrompi.
- Não sou sua, não sou um boneco que você pode comprar, seu idiota. – falei me irritando – E cala a sua boca, que a professora quer falar. – o cortei quando ele iria protestar.
- Sak...
- Psiu. – coloquei o dedo indicador nos lábios.
- Pela primeira vez, tenho que concordar com a senhorita Haruno, vá se sentar Sai. – mandou a professora Anko.
Sai apertou o punho e para o meu GRANDE azar, a duas fileiras da minha carteira, havia uma vaga. Sasuke e eu não falamos mais nada, enquanto prestávamos atenção na aula. Senti uma bolinha de papel bater em meu ombro e olhei para Sasuke, ele parecia não ter notado, então abri a mesma e havia o seguinte bilhete.
Preciso falar com você – Sai.
Não temos nada, para conversar – Sakura.
Joguei a bolinha e voltei a prestar atenção na aula. Sai não voltou a incomodar. Ótimo, já esta sabendo qual é o seu lugar.
Mas infelizmente, sou ser humano. Mesmo com esse jeito ninja de ser, ainda sou humana. E humanos tem necessidades, como beber, comer, falar, sorrir... Assim, como necessidades de ir ao banheiro.
Me remexi para o lado, me remexi para o outro e Sasuke perguntou:
- Ta com pulga na calça é?
- Quero ir no banheiro. – respondi.
- Fazer o quê? – perguntou ele.
- Se faz o que no banheiro, Sasuke? – perguntei ironicamente.
- Vai que você quer passear pela escola? – respondeu ele dando ombros. – Fugir, passar maquiagem, arrumar o cabelo, falar com alguém no telefone, pintar as unhas...
- EU QUERO FAZER XIXI, entendeu? – respondi exasperada.
A sala toda ficou em silencio e me olhou. Ótimo, não?
Notem a ironia.
- Senhorita Haruno, peça para ir ao banheiro e não fique perturbando o senhor Uchiha. – disse a professora Anko.
Bati minha testa na mesa e Sasuke riu. Aquele puto...
- Vá ao banheiro, Sakura. – disse a professora suspirando.
Não pensei duas vezes, levantei da cadeira e saí correndo da sala. Tenho dó, das meninas com que esbarrei e com o professor que quase derrubei, mas fazer o que, é emergência.
- Agora é hora de fazer o puto do Sasuke, engolir um apontador – falei enquanto saia do banheiro.
Quando perto da sala, senti uma mão em meu braço e a mesma me puxou.
- Ai que... – comecei e então vi quem era. – O que você quer aqui hein?
- Temos que conversar. – disse Sai.
- Não temos nada pra conversar. – falei puxando meu braço.
- Ah temos sim. – disse ele me encarando. – Temos que voltar a namorar, somos perfeitos.
- Perfeito foi à galhada que eu levei. – falei sorrindo sarcasticamente.
- Você sabe, ela me seduziu. – ele tentou se justificar.
- Assim como eu agarrei um menino na tua frente, se lembra? – falei ironicamente. – Não seja tão imbecil, acha mesmo que vou querer voltar com você?
- Chifre trocado, não dói não é? – disse ele ironicamente. – Afinal, você também me traiu.
- Depois de ver você me traindo, seu idiota e não antes disso. – respondi começando a me irritar.
- Ah claro, e cadê a Sakura que disse que me amava?- perguntou ele.
Eu não evitei dar uma risada sarcástica.
- Amar, eu? – perguntei arqueando as sobrancelhas – Eu sentia atração por tu, gostava e etc. Mas de boa, nunca amei ninguém sem ser meus pais, meus amigos e o Gaara. – respondi maldosamente.
- Eu realmente gosto de você, Sakura. – insistiu ele me pegando pela cintura e fazendo com que meu corpo se colasse ao seu.
- Se eu aceitasse você de volta, seria pior do que essas vadias que andam por ai. – falei o encarando. – E além do mais, não sou tão imbecil a ponto de fazer isso.
- Ta em outra é? Em menos de 5 meses? – perguntou ele aproximando nossos rostos.
- Não te interessa. – respondi impassível. – Me solta, Sai.
- Vai fazer o que se eu te agarrar aqui, hein? – perguntou ele. – Gritar?
- Você sabe que eu não grito. – respondi fechando o punho.
- Então, com certeza vai ceder. – disse ele quase me beijando.
Fiz uma coisa, que me fez ser a queridinha cute cute, da Temari e da Tenten. Soquei a cara do Sai com força, fazendo ele me soltar.
- Nunca, tente me beijar. – falei rindo. Serio, sou bipolar. Era pra eu estar nervosa, não é?
- Você ta louca? – disse ele com a mão no rosto.
- Eu disse que não iria gritar e não que não iria me defender. – falei piscando e seguindo em direção à sala de aula. – E aliás, não vamos voltar, então é melhor voltar para onde você veio é o melhor a fazer.
- Você ainda vai ser minha, Cerejinha. – falou ele.
Parei, e pela primeira vez me permiti um sorriso triste.
- Nunca me chame assim, seu filho de uma mãe. – sai marchando em direção a sala e dessa vez não olhei para trás. Estava realmente me sentindo aliviada, por ter dito tudo aquilo para Sai.
Notas finais
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