Love Drunk

12 Capítulo 12


Notas iniciais
AAAAAW seus lindos e seduzentis :3
Obrigada pelas reviews, respondidas com todo o carinho do meu coração, ou pelo menos eu espero conseguir responder. Já que o Nyah ta dando PT U_U
KKKK'K
Serio, obrigada mesmo :3
Espero que gostem desse capitulo e me digam o que acham sim??
Boa Leitura.

- Ah claro que não atrapalha, Sasuke-kun. – disse Nana o abraçando.

Arqueei as sobrancelhas inconscientemente e continuei a fita-los. Ah, não vou dizer que não é ciúmes, mas de boa se você soubesse que está comprometida, e ver uma Manola oferecida agarrar o que supostamente é ‘seu’, você se sentiria como? Añh?

- É Sasuke, é bom ter um jovem decente aqui. – alfinetou minha vó.

- E O QUE EU E SAKURA SOMOS? VISITAS DO VIZINHO?? – perguntou Gaara incrédulo.

- Eu não disse isso. – disse minha vó dando um sorriso cínico – Mas acho que o vizinho aceitaria vocês de bom grado... – completou maldosamente.

Sasuke Pov’s On:

Vi Sakura cair do sofá, em tamanha surpresa pelo que a avó disse. Gaara que também estava surpreso se recuperou do choque e começou a rir feito um maluco.

- Me solte, Nana. – pedi a empurrando levemente.

Ela suspirou como uma garota mimada e disse baixinho:

- Você prefere ficar com a Sakura, a ficar comigo?

- Tecnicamente, Sakura é minha noiva. – respondi indo para perto de Sakura. – Está bem? – perguntei estendendo a mão para a mesma se levantar.

Ela segurou minha mão e pegou impulso para se levantar.

- Valeu, Manolo. – agradeceu. – O que faz aqui? – perguntou.

Olhei pra ela e arqueei as sobrancelhas. Como se falasse: “Vim terminar, o que eu comecei a uma hora atrás.” E parece que ela entendeu, porque corou e olhou para a escada, como se houvesse algo de interessante ali.

- Sakura Haruno, corada? – perguntou Gaara se esticando para ver o rosto da amiga.

- Que corada, que nada. – retrucou ela ainda desviando o olhar.

- E aê Gaara, beleza? – cumprimentei Gaara.

- Suave. – Gaara retribuiu meu cumprimento. Pode não parecer, mas somos amigos há um tempo OK? – Ta fazendo o que aqui? – perguntou ele.

— Vim buscar minha jaqueta que esqueci no quarto da Sakura. – respondi dando ombros. De todo o modo, não é mentira. Eu esqueci realmente minha jaqueta aqui. E só me lembrei deste fato, quando estava em casa, sem fazer nada.

- Esqueceu uma jaqueta no quarto da Sakura? – perguntaram Nana e Yoko ao mesmo tempo.

- Uma jaqueta, no meu quarto? – perguntou Sakura confusa.

- É. – respondi revirando os olhos.

- Ah, então vamos subir e pegar a sua jaqueta. – falou Sakura indo em direção as escadas.

- Eu vou com vocês. – disse Nana prontamente.

- Acho que você não vai gostar, de ter mais uma sessão de tortura com as suas roupas, não é mesmo? – perguntou Gaara maldosamente.

Vi que Nana parou e sua vó olhou torto para Sakura, tentando descobrir alguma coisa. Essa deu ombros e continuou a subir as escadas.

- O que vocês aprontaram? – perguntou Yoko rispidamente para Gaara.

- Nada de mais. – disse Gaara cinicamente. – Vovó, você sabe como são os jovens né? Ah, acho que não. Já que você foi jovem há muito tempo...

Segui Sakura ate o quarto dela e a mesma fechou a porta e me encarou com um sorrisinho irônico nos lábios.

- Qual é Manolo, sentiu minha falta? – perguntou.

- Vim buscar a minha jaqueta. – falei dando ombros.

- Assim como minha vó veio me cumprimentar e expulsar Nana daqui. – retrucou ela ironicamente.

- Ok, desisto. – falei erguendo as mãos em sinal de desistência. – Eu disse que iria vir aqui.

- Pensei que iria vir à noite. – disse ela cruzando os braços com uma expressão divertida.

- Em momento algum, eu disse que iria vir à noite. – falei caminhando ate ela e a enlaçando pela cintura.

- Você é muito pervertido, sabia? – perguntou ela virando a cabeça de lado.

- E você fica muito sexy, com aquela lingerie preta, sabia? – respondi a pergunta dela com outra pergunta.

- E você sabia, que responder as perguntas dos outros com outras perguntas é coisa de idiota? – disse ela arqueando as sobrancelhas.

- Vamos rosada, eu sei que você me quer. – brinquei.

- Ata. – disse sarcasticamente. – Você que quer meu corpo nu. – disse ela rindo.

Encostei minha testa na sua, encarei aqueles olhos esmeraldas e cantei brincando.

- Oh Sakura, Oh Sakura. Por que você me trai?

Ela riu e entrou na brincadeira.

- Oh Sasuke, Oh Sasuke deixa eu bater na sua cara, e te chamar de safado. – ela disse fazendo um passinho de um lado para o outro.

- E fazer amor, fazer amor. – finalizei rindo.

- Mas que merda foi essa? – perguntou ela começando a rir também.

- E você acha que eu sei? Essa musica apareceu na minha cabeça do nada. – dei ombros.

- Estamos ficando doidos, Sasuke. – disse ela.

- Já não éramos antes? – perguntei lhe puxando para um beijo.

Sasuke Pov’s Of.

E não é que aquele pervertido me agarrou?

E eu, como uma moça descente e direita. O empurrei e lhe dei um tapa na cara.

- Não fica me agarrando desse jeito. – reclamei colocando as mãos na cintura.

Ok, se você acreditou que eu realmente fiz isso, tenho uma coisa a lhe dizer: Você é Idiota. Quem em sã consciência empurraria Sasuke Uchiha, o ser musculoso e seduzenti de cabelos negros e olhos ônix? Certamente, eu que não.

Entrelacei meus dedos em seu cabelo, o estimulando a continuar. Sasuke me prensou contra a porta e segurou uma de minhas coxas, puxando uma perna minha para sua cintura. Nossas línguas travavam uma dança silenciosa. Mas infelizmente, tivemos que nos separar por falta de ar.

- Você fica ai...Me agarrando... – falei ofegante.

- Eu não te agarrei. – disse ele também ofegante.

- Claro que não, fui eu que me agarrei. – respondi ironicamente.

Ficamos em silencio, que foi quebrado pelos gritos da minha vó.

- FORA DAQUI!

Eu e Sasuke nos entreolhamos e eu disse:

- Merda. – tirei minha perna da cintura do mesmo e abri a porta, saindo correndo em direção à sala. Vi Gaara sentado no sofá com uma expressão divertida, Nana entediada e minha vó gritando feito louco.

- FORA DAQUI, SEU RUIVO DESGRAÇADO. – gritava ela.

- Vovó, você não se lembra que só a Sakura pode me expulsar? – perguntou Gaara sarcasticamente.

- GAROTO, NÃO ME OBRIGUE A QUEBRAR UM GUARDA-CHUVA NA SUA CABEÇA. — Ameaçou Yoko.

- Achei que você tentaria me bater com uma bengala. – comentou Gaara rindo.

- SAIA DA MINHA... – começou minha vó, mas eu a interrompi.

- Vó, caso você não se lembre. Somente EU, posso expulsar Gaara daqui. – respondi indo para o lado do meu amigo. – E a senhora acha que tem que direito, pra expulsar as minhas visitas daqui?

- Estou na casa da minha filha, tenho o direito. – respondeu ela agressivamente.

- E eu estou na casa da minha mãe e na minha casa também. – falei colocando as mãos na cintura.

- Escute aqui Sakura, sou sua avó tenha respeito por mim. – disse Yoko se alterando ainda mais. – Tenho a razão e o direito de expulsa qualquer um daqui.

- Serio? – perguntei dando um sorrisinho irônico. – Então tenho o direito de expulsar Nana daqui, não é?

- OLHE AQUI SAKURA, NÃO SE META NOS MEUS ASSUNTOS. – Advertiu ela – E VOCÊ, SAIA DAQUI. – acrescentou para Gaara.

- ELE NÃO VAI SAIR DAQUI. – gritei começando a me estressar.

- Abaixe seu tom de voz. – disse Yoko entredentes.

- Quem vai me obrigar? – perguntei.

- SAKURA, FIQUE QUIETA. – ouvi a voz de minha mãe. – E mamãe, Gaara NÃO vai sair daqui, a menos que queira. – comentou descendo as escadas.

Bati o pé impacientemente no chão, enquanto fitava minha vó, ir para o escritório para conversar com minha mãe.

- Você vai acabar explodindo, rosada. – disse Sasuke pondo as mãos em meus ombros.

- Dessa vez a velha passou do limites. – falou Gaara.

- Ela sempre passa. – concordei.

- Você que passa, sua coisa irritante. – protestou Nana – Vovó só queria que ele saísse daqui, custava isso?

- Essa garota é bipolar? – ouvi Gaara murmurando para Sasuke.

- Coisa irritante? EU? – perguntei franzindo o cenho. – Você que é, projetil de Barbie.

- Eu sei que você tem inveja de mim, priminha. – disse Nana sorrindo sarcasticamente — Sempre tive mais atenções, elogios, mais namorados descentes. Mais carinho da vovó do que você, que sempre foi à excluída. Ah, e eu sempre fui chamada para aquelas excursões lembra? Aquelas que as moças decentes, vão.

Não evitei soltar uma risada, isso sim foi engraçado.

- Posso não ter tido muitas atenções da SUA parte da família, mas tive a dos meus pais e isso sim importa. Elogios? ‘Benhê’, não sou perfeita. Prefiro mil vezes os apelidos dos meus amigos por meus defeitos, do que milhões de elogios de pessoas que podem me apunhalar pelas costas a qualquer momento. Namorados? HAHAHA a vida é uma festa, pra que vou me prender a alguém que com certeza não vai gostar de mim? Ótimo pra você, adoro saber que sou tão original, que até minha avó não gosta de mim. Sabe, tenho uma pequena impressão de que ela ta com inveja sabe? E pra que, eu vou querer ir nessas excursões que só tem chá e bolinhos. Se eu posso ir para uma casa de praia com meus amigos e beber Whisky e comer Pizza? Você não percebe que sua vida é tão superficial, que enjoa? – perguntei com um sorriso de canto.

- Você, não passa de mais uma vadia. Que tenta esconder o que sente. – disse ela.

Eu não escondo o que eu sinto, sou muito sincera.

- Você ta ficando louca. – falei assentindo. – A vadia aqui é você, que deu em cima do Gaara e do Sasuke. E olha, no mesmo dia. – completei ironicamente.

Ela perdeu a linha. HÁ SOU FODA, ADMITA EU SEI QUE CONSIGO IRRITAR UMA PESSOA SEM GRITAR.

- Você. Vai. Me. Pagar. – disse Nana entre dentes. Logo em seguida, subindo para o quarto.

- Você ta ferrada hoje. – disse Gaara assentindo.

-Eu sei que to ferrada. – falei dando ombros. – Olha, os outros já devem ter saído. – comentei olhando a hora.

- Vamos então pra algum lugar? –propôs Sasuke.

- É vamos. – concordamos eu e Gaara.

Quando eu estava perto da porta, ouvi minha mãe falando:

- Sakura, você não vai a lugar nenhum, está de castigo.

Me virei para ela e sorri amarelo.

- Mãezinha, querida do meu coração. Acontece que eu já estou de castigo.

- Estava apenas de castigo, para sair a noite. Agora, vai ficar duas semanas sem cartão de credito, sem carro, sem sair de casa e sem bebidas. De casa para a escola e da escola para casa. Entendeu? – disse minha mãe autoritariamente.

Segurei no batente da porta para não cair. Tenho certeza de que meus olhos parecem dois pratos, agora.

- Mas... – comecei a protestar.

- Sem mas. – cortou minha mãe – Não me obrigue a dobrar o castigo.

-ÓTIMO. – gritei marchando em direção as escadas. – Gaara, Sasuke, Vejo vocês amanha. NA escola. – completei subindo para o meu quarto. No caminho do mesmo, cruzei com Nana que me olhava com um sorrisinho sarcástico. Esbarrei em seu ombro e murmurei:

- Se isso tiver dedo seu, saiba que quando eu descobrir sua roupas vão virar pano de chão.

Entrei para o meu quarto e bati a porta com força. Peguei minha guitarra, liguei no amplificador e comecei a tocar Take me Away, da Lindsay Lohan.

As horas passararam e eu nem percebi. Só fui perceber que escureceu, quando Hana foi me chamar para jantar. Guardei minha guitarra e desci para a sala de jantar.

- Olá Papai. – falei me sentando de frente para minha mãe. Não havia ficado com raiva dela, longe de mim. Minha mãe foi influenciada pela velha maligna (Minha vó).

- Sakura, vamos conversar sobre o seu castigo.

- Mamãe, se você diminui-lo Para dois dias, eu ficarei feliz. – falei sorrindo e bebendo um pouco de suco.

- Truque querida, você não está de castigo. – disse ela piscando.

- O que ta acontecendo? – perguntou meu pai confuso.

- É um truque na frente da Nana e da vovó? – perguntei sorrindo mais ainda.

- Minha mãe exigiu que eu te mandasse pra um internato. – falou mamãe suspirando. – Eu nunca faria isso com você.

Eu ri, essa realmente foi por um triz.

- Dá pra explicar, o que ta acontecendo? – pediu meu pai.

- Não. – respondemos eu e minha mãe rindo.

- Ok. – meu pai bufou com a boca. – Temos um jantar de negócios, amanha.

Olhamos para ele com as sobrancelhas arqueadas.

- Nem adianta me olharem assim, não posso deixar os sócios esperando. E minha esposa e MINHA filha devem estar junto.

- E se eu não quiser ir, coroa? – provoquei.

- Vou fazer o Sasuke vir lhe buscar e te levar a festa, nem que seja de camisola. – respondeu ele a altura.

- Não teria coragem. – falei dando ombros.

- Duvida? – disse meu pai se fingindo de ofendido. – Amaya, conte a ela do baile de formatura, conte. – recorreu a minha mãe.

- Eu não conto isso de jeito nenhum. – disse Minha mãe estreitando os olhos.

- Ah, mais agora eu quero saber. – choraminguei.

Ah, fazer o quê? Família Bipolar é uma das piores. Infelizmente, minha família é uma família bipolar. Mas eu disse infelizmente? EU AMO, minha família assim. Menos a Nana, claro.

Ah novidade para finalizar minha noite, em chave de ouro. Nana se muda amanha, não é que o apartamento ficou pronto, mais rápido do que eu esperava?

Notas finais
Continua....
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