Love Drunk
1 Capítulo 1
Notas iniciais
AAAH e tambem sugestões de como melhorar.
Boa Leitura.
Levantei-me ainda com muito sono. Afinal, passei quase que a noite toda e um pouco da manha em uma das baladas da cidade de Konoha. Notei que estava apenas de roupas intimas e isso me fez pensar em como havia cometido o ato de me despir, já que não lembro nem do que jantei ontem... Acho que não jantei.
Olhei-me no espelho e vi que minha situação estava deparável. Os meus cabelos rosa (naturais) estavam totalmente bagunçados, algumas olheiras envolta dos meus olhos verdes. Caminhei em direção ao meu celular e disquei para Ino Yamanaka, uma das minhas melhores amigas.
- Alô? – atendeu Ino (muito) sonolenta.
- Sou eu – falei bocejando – Que horas voltei pra casa?
- As 06h30min da manha – respondeu ela vagamente – Todas nos voltamos pra casa nesse horário e só pra constar extremamente bêbadas. Menos a Hina, já que ela não bebe.
- Então ela veio dirigindo? – perguntei.
- Aham – respondeu ela – Boa noite Sakura, nos vemos mais tarde.
- Bom sono – falei desligando o telefone.
Olhei para o elogio e já estavam marcando 13h30min da tarde. Talvez eu só veja a Ino a noite...
Tomei um banho e fiz uma maquiagem básica para esconder as olheiras. Coloquei uma blusa rosa que mostra o ombro esquerdo, um shorts jeans meio desbotado e uma rasteirinha bege. (http://www.polyvore.com/sakura_capitulo/set?id=47153151’).Desci as escadas bocejando, e meu plano original era ir para a cozinha surrupiar alguma coisa, mas Hana uma das nossas empregadas me parou e disse:
- Seus pais querem lhe ver, Srta. Haruno.
- Nada de formalidades, Hana – falei sorrindo – O que eles querem?
- Não sei, Sakura – disse ela.
- E lá vamos nós enfrentarmos os tiranos – falei suspirando.
Segui pesadamente para o escritório. Já sabendo que meus pais estariam lá. Bati duas vezes na porta e escutei um “entre”, entrei e encontrei minha mãe e meu pai, lado a lado.
- Olá – falei com a maior cara de pau e já indo me sentar à frente deles.
- Você chegou as 06h30min da manha, Sakura – disse meu pai entediadamente.
- E acordou quase agora, nos fazendo esperar quase duas horas – disse minha mãe do mesmo modo.
- Foi mal – falei sorrindo amarelo.
- Tudo bem, isso não é hora pra reclamar – disse meu pai sem se importar – Temos uma noticia pra você.
- Bem filha, só prometa não gritar – disse minha mãe.
- Vocês estão me assustando – falei me encolhendo um pouco na cadeira.
Meu pai revirou os olhos e disse:
- Você vai se casar.
X-X-X-X-X-X
- Como assim CASAR? – perguntei me levantando da cadeira.
- Isso mesmo que você ouviu Sasuke – disse meu pai.
- Sinto muito acabar com o plano de vocês, mas não tenho noiva e muito menos namorada – falei certo de que tinha vencido essa.
Minha mãe sorriu amavelmente e disse:
- Você já tem noiva querido, desde os dois anos.
Eu poderia muito bem dizer que ‘quase’ cai da cadeira, mas iria ser mentira. Eu cai mesmo da cadeira.
- No... Noivo? Desde os dois ANOS? – perguntei em choque.
- Sim – concordou meu pai – Se lembra de Hiroshi Haruno?
- Aquele cara que vem direto aqui? – perguntei me levantando.
- Esse mesmo – confirmou meu pai – Você vai casar com a filha dele.
- Nem que me paguem! – exclamei – Eu não caso com a filha dele nem morto.
- Você nunca a viu, Sasuke – repreendeu minha mãe.
- Estamos no século Vinte e um, e vocês ainda inventam casamentos arranjados? – perguntei ignorando minha mãe. Com todo o respeito.
- Não importa – disse meu pai seriamente – Você vai casar com ela e ponto final.
- E o que fazem pensar que vou aceitar isso? – perguntei desafiadoramente.
- Se você não se casar, perderá tudo – disse minha mãe calmamente – Carros, noites fora de casa, viagens e etc.
Pera ai? ELA NÃO É A BOAZINHA?
- isso é golpe baixo – falei estreitando os olhos.
- Sasuke, isso é para o seu bem – disse meu pai – Casar com Sakura é o melhor, unir nossas famílias.
- Pra quê? – perguntei frustrado.
- Sasuke, negócios, família bem estruturada e etc. – disse meu pai. Obvio negócios.
Suspirei e perguntei:
- Como ela é?
- Acho que é melhor vê-la com os próprios olhos – disse minha mãe.
- Ela deve ser ridícula – comentei revirando os olhos.
- Como você acha que ela é, filho? – perguntou arqueando uma sobrancelha.
- Gorda, cabelo preso em tranças, usa aparelho, óculos, é chata, nerd e irritante – conclui.
Meu pai riu. Qual é a dele pra fazer isso? Estamos falando do meu futuro, provavelmente catastrófico, por ter de casar a força.
- Você vai poder constatar isso daqui a pouco – anunciou minha mãe – Vamos à casa dos Haruno.
- Tenho opção? – perguntei arqueando uma sobrancelha.
- Não – respondeu meu pai.
Fiz cara de cachorro pidão, implorei, mas não conseguiu acabar com esse casamento e meu pai ainda disse algo como “Sou um Homem de palavra, Sasuke. Não vou voltar a trás”. Ou quando eu perguntei por que eu, em vez do Itachi minha mãe respondeu “ Itachi é mais velho que ela, e você tem a mesma idade dela, é perfeito”.
- Perfeito – resmunguei enquanto me secava. – Se meus pais acham que vou parar de sair, beber, curtir e etc., por causa de uma droga de noivado que eu nem quero, estão muito enganados.
Coloquei uma camisa preta, que eu abri os três primeiros botões e dobrei as mangas ate o cotovelo, uma calça jeans preta e um tênis também preto. Baguncei os meus cabelos e fui em direção para a sala, já que meus pais me esperariam lá.
- Vamos acabar com a tortura logo – falei suspirando.
Minha mae sorriu e meu pai assentiu.
X-X-X-X-X-X
- Não vou trocar de roupa, não quero nem saber se não estou apresentável – reclamei me jogando na minha cama. – Se o novo “Sr. Certinho” acha que vai me mudar esta enganado – resmunguei. — Onde já se viu? Casamento arranjado em pleno século VINTE E UM??.
Sim queridas amigas, vou me casar e o pior, acho que com um garoto MUITO certo, pobre de mim... Pobre de mim um caramba, ele que ache que vou ficar presa dentro de casa com ele, aqui o buraco é mais embaixo.
- Srta. Sakura? – Hana me chamou entrando em meu quarto.
- Sim? – perguntei com a voz meio abafada.
- Seu noivo chegou – disse ela meio receosa.
Levantei-me suspirando tristemente e me dirigi a porta, era agora que meu inferno pessoal começava.
Desejem-me boa sorte.
Notas finais
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