Love Different
25 Capítulo 8 - Death Part. 2
Notas iniciais
POV Jane
Eu corria a toda velocidade, mas não chegava tão perto do carro de Alec. Nem meu cheiro devia o alcançar, prendera ele a respiração? Perto da humana isso é algo tão normal. Idiota, tolo, mimado, idiota... Tudo é tão Alec.
Ele saiu do carro juntamente com a humana e foram em direção à morte.
Gustavo.
Heloisa realmente não tem sorte. Aro a quer, Alec a quer, Gustavo a quer. Provavelmente todos os vampiros poderosos. Aro a quer para sua guarda, Alec a quer em, bem, sua cama. E Gustavo a quer também. Não sei para que fim, mas ele a quer.
Resolvi então, esperar aqui fora. Vou deixar Gustavo se divertir um pouco com a humana, que mal tem?
– Não ouse tocar um dedo nela. – Ouvi Alec dizendo.
– Ou o que? O que vai fazer Alec? Sabe muito bem que posso matá-la em um piscar de olhos. Veja. – disse Gustavo, seguido dos gritos de Heloisa. E uma mordida. Não pensei muito. Corri em toda velocidade em direção a Gustavo. Joguei o no chão e rosnei.
– Hey, Volturi. – Falou Gustavo se recompondo. Heloisa ainda gritava e lá estava Alec, ao seu lado, desesperado.
–Jane, Jane! O que eu faço? – Gritava Alec. –Deixo a transformação continuar? Ou paro?
–Volturi. – Nós dois olhamos. –Vamos fazer assim. O baixinho vai ser o Volturi Gay e a baixinha vai ser a Volturi Gata. Fechado? – Disse Gustavo sarcasticamente.
– Cala a boca, seu idiota! – Gritei a ele.
– Jane. Por favor. Ajuda-me. – Suplicava Alec. Heloisa parecia gritar mais forte e mais alto, porém seus gritos eram abafados pelo som dos carros correndo pelas ruas.
– Alec, é melhor deixar a transformação se completar. A Heloisa é uma fraca no mundo onde vive. Em meio a vampiros fortes e poderosos, ela tem que aprender a se defender sozinha. – Disse chegando perto deles.
Agora Alec chorava. Mesmo sem lágrimas, mas chorava.
– Ah, para. Alec, olha aqui. – Ele se voltou para meus olhos. Há anos que eu não o via assim. Na verdade, eu não o via assim desde o dia de nossa transformação. A única diferença é que ainda podíamos chorar naquela época. – É melhor assim. Deixa do jeito que está.
– Não, Jane, não. Eu vou torná-la humana novamente. Eu preciso, eu tenho que fazer isso.
–Não, Alec, não.
– E quem irá me impedir?
– Alec, para de graça. – disse, mas de nada adiantou. Alec se virou para a humana, não ousei olhar para ele. Alguns segundos depois, um som de mordida encheu meus ouvidos.
– Volturi Gata, Alec não conseguirá. O veneno já se espalhou. – disse Gustavo. Heloisa gritava. Seria verdade?
– Alec, para, vai sugar o sangue dela todo! – Ordenei, mas ele pareceu não me ouvir. –Ah, seu idiota! Que ela morra, entendeu? M-O-R-R-A! E Gustavo, você vem comigo!
– Você não manda em mim. – Disse Gustavo vindo em minha direção.
– Hoje nós vamos acertar as contas. Vem comigo.
– Tudo bom. Eu não tenho mesmo nada a perder.
– Claro, você não tem nada. – ele rosnou. Andamos em silêncio.
–Não acha aqui muito público? – Perguntou ele.
– É claro. Acompanhe-me — e nós corremos para a floresta mais próxima.
– Aqui está ótimo. – Murmurou ele.
– Ok, já entendi. Mas agora vamos ao que interessa.
– E o que interessa?
– Eu acabar com você. – Nem lhe dei momento para a resposta. Usei de todo o meu poder em cima dele. Ele não gritava.
– Você não deixa de ser “macho” por um momento? – deixei de usar o meu poder. Como ele já estava no chão, subi em cima dele e arranquei seus braços sem dó ou piedade.
–É bom, não é?
–Jane, para! – Ele gritou e tentou me morder, mas ficara sem equilíbrio sem seus braços.
–Cala a boca, seu idiota! – Gritei mais alto e puxei seu pé para mim.
Tirei seu tênis e olhei para o seu rosto. Ele estava sentindo dor, dava para perceber. Mas quem se importa? Olhei para seus olhos e usei meu poder novamente. Gustavo gritou desesperadamente.
– Cala a boca! – Ordenei.
Olhei para seus olhos enquanto arrancava seus dedos, um por um. Primeiro do pé direito, depois do pé esquerdo.
– Pare Jane!
– Não mesmo. Agora que está ficando bom? Nem pensar. – Eu disse, parei de jogar meu poder em cima dele e sorri.
Sorri não porque achava graça ou porque era divertido. Eu sorria porque quem estava ali era Gustavo. O idiota. O último se deu clã. Aro ficaria orgulhoso de mim, com certeza sim.
– Agora, Gustavo, vamos para a última etapa.
– Não, por favor, pare.
–Cala. A. Boca.
– O que você vai fazer? – Perguntou ele com medo.
– Olhe e verá.
Levantei e peguei meu isqueiro. Ele tinha um V de meu clã, todos nós tínhamos esse isqueiro. Mas isso não vem ao caso. Fiz uma fogueira e fui ser feliz.
Peguei os braços de Gustavo e os queimei. Depois seus dedos, joguei um por um na fogueira. Agora era a sua vez.
Levantei-o e ele me golpeou com sua perna.
–Argh, idiota! – Gritei e o segurei. Eu estava mais forte que ele, mas ele ainda tinha certa força. -Agora você vai queimar na fogueira. – E o joguei lá.Ele gritou, mas o fogo já o consumia.
E Gustavo se foi. Para sempre. O último do Clã que os Volturi tentaram exterminar for morto por mim, Jane.
– Parece que a Volturi Gata te matou, não é Gustavo? – Falei para o fogo. – Oh, Alec!
E corri.
Cheguei lá e vi Heloisa desmaiada no colo de Alec.
– Como ela está? – Tentei fingir preocupação.
– E você se importa? – Parece que eu fingi mal.
– Eu me importo com você. Com ela não, tanto faz a vida dela.
– Saiba que se ela for, eu vou também. – Disse Alec tristemente.
– Se ela for no McDonalds tu vai também, né? – Tentei diverti-lo. Eu não o deixaria cometer suicídio por culpa da humana idiota que eu tanto odeio.
– Para, Jane. Eu estou falando sério. Mas não importa, vou levá-la ao hospital. Ela perdeu muito sangue.
– Foi muito mesmo?
– Você quer saber se ela vai ficar viva até eu leva-la ao hospital? Vai sim. Mas ela precisa de mais sangue para seu corpo frágil. Eu vou indo, você vem também? – Disse ele e levantou segurando ela. Heloisa não tinha muito sangue em sua roupa.
–É claro. Mas acho melhor você leva-la correndo, deixa que eu levo o carro para o apartamento. Passa as chaves, idiota. – Eu falei tentando manter um clima menos tenso.
–Toma. – Ele jogou as chaves.
–Boa sorte.
Cheguei perto e lhe dei um beijo na testa e um abraço. Mas não saiu bem um abraço, Heloisa estava no meio... Como sempre.
E Alec saiu correndo com sua humana tola em seus braços.
NOTAS FINAIS, LEIAM U.U
SABEM QUE DIA É HOJE? 12 de maio, ou seja... *suspense*
É O NIVER DA BELLA *-*
Quero todo mundo dando parabéns para ela, ouviu? Ela merece mais do que ninguém nesse mundo!
Te amo muito B., muitas felicidades e continue sorrindo, porque seu sorriso é a coisa mais linda do mundo. Parabéns, te amo muito mais muito mesmo irmãzinha *---*
E meu humilde presente:http://www.youtube.com/watch?v=tDID8IBmNYE&Parabéns mais uma vez Bella!
E vocês, leitores, podem comentar, se não demoro muito para postar u.u
Beijos, Heloisa
Notas finais
Quero todo mundo dando parabéns para ela, ouviu? Ela merece mais do que ninguém nesse mundo! Te amo muito B., muitas felicidades e continue sorrindo, porque seu sorriso é a coisa mais linda do mundo. Parabéns, te amo muito mais muito mesmo irmãzinha *---*
E meu humilde presente:http://www.youtube.com/watch?v=tDID8IBmNYE&
Parabéns mais uma vez Bella!
E vocês, leitores, podem comentar, se não demoro muito para postar u.u
Beijos, Heloisa
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